Sábado, 11 de Janeiro de 2014

Video Viana do Alentejo assinala 116º aniversário da restauração do Concelho

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:53
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Programa Viana do Alentejo assinala 116º aniversário da restauração do Concelho

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:52
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Viana do Alentejo assinala 116º aniversário da restauração do Concelho

 

Viana do Alentejo assinala no próximo dia 13 de janeiro, mais um aniversário sobre a restauração do Concelho, passados que estão 116 anos.

 

Para assinalar a data, a Câmara Municipal de Viana do Alentejo vai proceder à entrega de medalhas de honra do Município a duas associações – “Os Amigos das Alcáçovas” – Associação de Defesa do Património e Clube Alentejano dos Desportos “Os Vianenses”, numa cerimónia marcada para as 15h00, no Cineteatro Vianense.

O programa das comemorações tem início dia 11 com a segunda Caminhada “Luis Filipe Martins Branco”, num total de 7,5 km, com partida marcada na Quinta da Joana, a partir das 9h30. As inscrições devem ser efetuadas até dia 8 de janeiro, no Balcão Municipal, em Viana do Alentejo e nas Bibliotecas de Aguiar e Alcáçovas. À noite, pelas 21h30, atua no Cineteatro Vianense, o Grupo Cénico da SOIR – Joaquim António d’Aguiar, com a peça de teatro “Noite de Comédias”.

Em termos desportivos o domingo fica marcado pelo II Raid BTT Aguiar, com partida marcada para as 9h00, no Largo 25 de abril, numa organização do Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar com o apoio do Galopar & Pedalar – Clube BTT de Aguiar, Câmara de Viana do Alentejo e Junta de Freguesia de Aguiar. À noite, pelas 21h30, o Cineteatro Vianense, volta a abrir as portas para acolher o espetáculo musical “Rui Veloso – As Canções de todas as gerações”, pela CulArtes.

Recorde-se que foi, precisamente, a 13 de Janeiro de 1898 que um movimento de âmbito nacional, encetado por António Isidoro de Sousa, restaurou o Concelho de Viana do Alentejo, que tinha sido extinto em 1895, pela reforma administrativa de João Franco, e integrado no Concelho de Évora.

António Isidoro de Sousa figura maior da história de Viana do Alentejo e um dos mais destacados reformistas do País do seu tempo foi, depois dessa data, Presidente da Câmara Municipal deste concelho.

 

Visto no Site da CMVA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:51
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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Dar a volta



Um abraço do Ricardo 
publicado por alcacovas às 09:30
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Quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014

Diz aquem sabe...

Ranking dos melhores clubes em 2013 de acordo com a IFFHS

1. Bayern (Alemanha), 370 pontos 2. Real Madrid (Espanha), 290 3. Chelsea (Inglaterra), 273 4. Atlético Madrid (Espanha), 251 5. Barcelona (Espanha), 247 6. Paris Saint-Germain (França), 240 7. Basilea (Suíça), 239 8. Atlético Mineiro (Brasil), 238 9. Tottenham (Inglaterra), 238 10. Benfica (Portugal), 232 (…)  97. FC Porto, 127,5 119.  Estoril, 117 169...

 

Vale o que vale.

AC

publicado por alcacovas às 12:43
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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

Medalha para AAA

A "Amigos das Alcáçovas, Associação de Defesa do Património", vai receber a medalha de honra do concelho na próxima 2ª Feira, dia 13, feriado municipal, pelas 15.00 H no Cine Teatro de Viana.

Convido todos os alcaçovenses a estarem presentes e, em especial, todos os sócios da AAA.

 

AC

publicado por alcacovas às 12:40
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Domingo, 5 de Janeiro de 2014

e também precisa de livros...

 

abraço do Ricardo 

publicado por alcacovas às 17:01
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Um homem precisa de música...



um abraço do Ricardo
publicado por alcacovas às 17:00
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Poetas e Poesia Popular do Concelho de Viana do Alentejo – I

António Banha (Pouca-Sorte)

Trabalhador Rural

Autor e Dizedor

 

Nasceu a 27-09-1916 em Alcáçovas, onde frequentou a escola até à 3ª classe. Começo a trabalhar, como hortelão, aos 11 anos. Aos 16 anos já fazia versos, pois gostava de «ouvir os poetas mais velhos». Escreve algumas das quadras que vai fazendo «para algum dia os filhos se lembrarem».

Não gosta de despiques «para não criar inimizades».

 

Puseram-me o Pouca Sorte

E este apelido me está bem

A vida que eu estou passando

Eu não a desejo a ninguém

 

Os meus filhos a chorar

Que até corta o coração

Pedem-me um bocadinho de pão

E eu sem ter para lhe dar

Isto até me faz penar

Esta mágoa tão forte

Vale mais vir a morte

Que se acabe o mal pela raiz

E por eu ser infeliz

Puseram-me o Pouca Sorte

 

Ponho-me às vezes a pensar

Fazendo uns certos serviços

Um homem ter os seus vícios

E não os poder sustentar

E apetecer-me fumar

Mas só fuma quem o tem

Anda um homem ao desdém

Posso dizer em toda a banda

Que este apelido me está bem

 

A minha vida é um enredo

E quem igual a mim tiver

Até deitado com a mulher

Está um homem sempre com medo

Há quem use o segredo

Que às vezes se vai safando

Está-se um homem sacrificando

Com medo não haja perigo

Eu não desejo ao inimigo

A vida que eu estou passando

 

Quem a vida compreenda

Que tenha o devido conhecimento

Que olhe bem este tempo

Isto é uma época horrenda

Está um home numa venda

Olhando para quem vem

Nem ao menos ter um vintém

Para beber uma copada

Esta vida desgraçada

Eu não a desejo a ninguém

 

Retirado de “Poetas e Poesia Popular do Concelho de Viana do Alentejo”

 

um abraço do Ricardo 

publicado por alcacovas às 02:25
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Sábado, 4 de Janeiro de 2014

Poetas e Poesia Popular do Concelho de Viana do Alentejo

 

 

 

No outro dia encontrei na estante dos livros da casa dos meus pais um livro com o nome “Poetas e Poesia Popular do Concelho de Viana do Alentejo” uma edição de 1983 do departamento de animação cultural da Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

O livro está dividido por poetas e dizedores das três freguesias do concelho, sendo a obra de cada um introduzida por uma pequena biografia do poeta.

 

Nos próximos tempos irei deixar-vos aqui a biografias e os poemas dos poetas da nossa terra.

 

Abraço do Ricardo 

publicado por alcacovas às 16:59
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O Triunfo do Espírito

http://www.rtp.pt/play/p1384/e139415/o-triunfo-do-espirito

 

Num pais em que a grande maioria dos conteúdos televisivos ou são lixo ou anda lá próximo este trabalho é um autentico oásis no que ao trabalho jornalístico diz respeito. Excelente e altamente recomendável!

 

Ricardo Vinagre

 

 

publicado por alcacovas às 12:23
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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2014

Papa Francisco, continuação

Exortação Apostólica Evangelii gaudium
do Papa Francisco
(alguns excertos)

Capítulo II
NA CRISE DO COMPROMISSO COMUNITÁRIO
...

1. Alguns desafios do mundo actual

52. A humanidade vive, neste momento, uma viragem histórica, que podemos constatar nos progressos que se verificam em vários campos. São louváveis os sucessos que contribuem para o bem-estar das pessoas, por exemplo, no âmbito da saúde, da educação e da comunicação. Todavia não podemos esquecer que a maior parte dos homens e mulheres do nosso tempo vive o seu dia a dia precariamente, com funestas consequências. Aumentam algumas doenças. O medo e o desespero apoderam-se do coração de inúmeras pessoas, mesmo nos chamados países ricos. A alegria de viver frequentemente se desvanece; crescem a falta de respeito e a violência, a desigualdade social torna-se cada vez mais patente. É preciso lutar para viver, e muitas vezes viver com pouca dignidade. Esta mudança de época foi causada pelos enormes saltos qualitativos, quantitativos, velozes e acumulados que se verificam no progresso científico, nas inovações tecnológicas e nas suas rápidas aplicações em diversos âmbitos da natureza e da vida. Estamos na era do conhecimento e da informação, fonte de novas formas dum poder muitas vezes anónimo.

Não a uma economia da exclusão

53. Assim como o mandamento «não matar» põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana, assim também hoje devemos dizer «não a uma economia da exclusão e da desigualdade social». Esta economia mata. Não é possível que a morte por enregelamento dum idoso sem abrigo não seja notícia, enquanto o é a descida de dois pontos na Bolsa. Isto é exclusão. Não se pode tolerar mais o facto de se lançar comida no lixo, quando há pessoas que passam fome. Isto é desigualdade social. Hoje, tudo entra no jogo da competitividade e da lei do mais forte, onde o poderoso engole o mais fraco. Em consequência desta situação, grandes massas da população vêem-se excluídas e marginalizadas: sem trabalho, sem perspectivas, num beco sem saída. O ser humano é considerado, em si mesmo, como um bem de consumo que se pode usar e depois lançar fora. Assim teve início a cultura do «descartável», que aliás chega a ser promovida. Já não se trata simplesmente do fenómeno de exploração e opressão, mas duma realidade nova: com a exclusão, fere-se, na própria raiz, a pertença à sociedade onde se vive, pois quem vive nas favelas, na periferia ou sem poder já não está nela, mas fora. Os excluídos não são «explorados», mas resíduos, «sobras».

54. Neste contexto, alguns defendem ainda as teorias da «recaída favorável» que pressupõem que todo o crescimento económico, favorecido pelo livre mercado, consegue por si mesmo produzir maior equidade e inclusão social no mundo. Esta opinião, que nunca foi confirmada pelos factos, exprime uma confiança vaga e ingénua na bondade daqueles que detêm o poder económico e nos mecanismos sacralizados do sistema económico reinante. Entretanto, os excluídos continuam a esperar. Para se poder apoiar um estilo de vida que exclui os outros ou mesmo entusiasmar-se com este ideal egoísta, desenvolveu-se uma globalização da indiferença. Quase sem nos dar conta, tornamo-nos incapazes de nos compadecer ao ouvir os clamores alheios, já não choramos à vista do drama dos outros, nem nos interessamos por cuidar deles, como se tudo fosse uma responsabilidade de outrem, que não nos incumbe. A cultura do bem-estar anestesia-nos, a ponto de perdermos a serenidade se o mercado oferece algo que ainda não compramos, enquanto todas estas vidas ceifadas por falta de possibilidades nos parecem um mero espectáculo que não nos incomoda de forma alguma.

Não à nova idolatria do dinheiro

55. Uma das causas desta situação está na relação estabelecida com o dinheiro, porque aceitamos pacificamente o seu domínio sobre nós e as nossas sociedades. A crise financeira que atravessamos faz-nos esquecer que, na sua origem, há uma crise antropológica profunda: a negação da primazia do ser humano. Criámos novos ídolos. A adoração do antigo bezerro de ouro (cf. Ex 32, 1-35) encontrou uma nova e cruel versão no fetichismo do dinheiro e na ditadura duma economia sem rosto e sem um objectivo verdadeiramente humano. A crise mundial, que investe as finanças e a economia, põe a descoberto os seus próprios desequilíbrios e sobretudo a grave carência duma orientação antropológica que reduz o ser humano apenas a uma das suas necessidades: o consumo.

56. Enquanto os lucros de poucos crescem exponencialmente, os da maioria situam-se cada vez mais longe do bem-estar daquela minoria feliz. Tal desequilíbrio provém de ideologias que defendem a autonomia absoluta dos mercados e a especulação financeira. Por isso, negam o direito de controle dos Estados, encarregados de velar pela tutela do bem comum. Instaura-se uma nova tirania invisível, às vezes virtual, que impõe, de forma unilateral e implacável, as suas leis e as suas regras. Além disso, a dívida e os respectivos juros afastam os países das possibilidades viáveis da sua economia, e os cidadãos do seu real poder de compra. A tudo isto vem juntar-se uma corrupção ramificada e uma evasão fiscal egoísta, que assumiram dimensões mundiais. A ambição do poder e do ter não conhece limites. Neste sistema que tende a fagocitar tudo para aumentar os benefícios, qualquer realidade que seja frágil, como o meio ambiente, fica indefesa face aos interesses do mercado divinizado, transformados em regra absoluta.

Não a um dinheiro que governa em vez de servir

57. Por detrás desta atitude, escondem-se a rejeição da ética e a recusa de Deus. Para a ética, olha-se habitualmente com um certo desprezo sarcástico; é considerada contraproducente, demasiado humana, porque relativiza o dinheiro e o poder. É sentida como uma ameaça, porque condena a manipulação e degradação da pessoa. Em última instância, a ética leva a Deus que espera uma resposta comprometida que está fora das categorias do mercado. Para estas, se absolutizadas, Deus é incontrolável, não manipulável e até mesmo perigoso, na medida em que chama o ser humano à sua plena realização e à independência de qualquer tipo de escravidão. A ética – uma ética não ideologizada – permite criar um equilíbrio e uma ordem social mais humana. Neste sentido, animo os peritos financeiros e os governantes dos vários países a considerarem as palavras dum sábio da antiguidade: «Não fazer os pobres participar dos seus próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida. Não são nossos, mas deles, os bens que aferrolhamos».

58. Uma reforma financeira que tivesse em conta a ética exigiria uma vigorosa mudança de atitudes por parte dos dirigentes políticos, a quem exorto a enfrentar este desafio com determinação e clarividência, sem esquecer naturalmente a especificidade de cada contexto. O dinheiro deve servir, e não governar! O Papa ama a todos, ricos e pobres, mas tem a obrigação, em nome de Cristo, de lembrar que os ricos devem ajudar os pobres, respeitá-los e promovê-los. Exorto-vos a uma solidariedade desinteressada e a um regresso da economia e das finanças a uma ética propícia ao ser humano.

Não à desigualdade social que gera violência

59. Hoje, em muitas partes, reclama-se maior segurança. Mas, enquanto não se eliminar a exclusão e a desigualdade dentro da sociedade e entre os vários povos será impossível desarreigar a violência. Acusam-se da violência os pobres e as populações mais pobres, mas, sem igualdade de oportunidades, as várias formas de agressão e de guerra encontrarão um terreno fértil que, mais cedo ou mais tarde, há-de provocar a explosão. Quando a sociedade – local, nacional ou mundial – abandona na periferia uma parte de si mesma, não há programas políticos, nem forças da ordem ou serviços secretos que possam garantir indefinidamente a tranquilidade. Isto não acontece apenas porque a desigualdade social provoca a reacção violenta de quantos são excluídos do sistema, mas porque o sistema social e económico é injusto na sua raiz. Assim como o bem tende a difundir-se, assim também o mal consentido, que é a injustiça, tende a expandir a sua força nociva e a minar, silenciosamente, as bases de qualquer sistema político e social, por mais sólido que pareça. Se cada acção tem consequências, um mal embrenhado nas estruturas duma sociedade sempre contém um potencial de dissolução e de morte. É o mal cristalizado nas estruturas sociais injustas, a partir do qual não podemos esperar um futuro melhor. Estamos longe do chamado «fim da história», já que as condições dum desenvolvimento sustentável e pacífico ainda não estão adequadamente implantadas e realizadas.

60. Os mecanismos da economia actual promovem uma exacerbação do consumo, mas sabe-se que o consumismo desenfreado, aliado à desigualdade social, é duplamente daninho para o tecido social. Assim, mais cedo ou mais tarde, a desigualdade social gera uma violência que as corridas armamentistas não resolvem nem poderão resolver jamais. Servem apenas para tentar enganar aqueles que reclamam maior segurança, como se hoje não se soubesse que as armas e a repressão violenta, mais do que dar solução, criam novos e piores conflitos. Alguns comprazem-se simplesmente em culpar, dos próprios males, os pobres e os países pobres, com generalizações indevidas, e pretendem encontrar a solução numa «educação» que os tranquilize e transforme em seres domesticados e inofensivos. Isto torna-se ainda mais irritante, quando os excluídos vêem crescer este câncer social que é a corrupção profundamente radicada em muitos países – nos seus Governos, empresários e instituições – seja qual for a ideologia política dos governantes.
(...)

AC

publicado por alcacovas às 17:38
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O Papa Francisco surprende

Este Papa é uma enorme e quase inacreditável surpresa. Vale a pena ler a Exortação Apostólica Evangelli Gaudium. O que ele diz é para todos nós, religiosos ou não. São palavras sensatas, diria mesmo inspiradoras para todos nós. 

Palavras que devemos ler e, sobretudo, os "grandes" deste mundo meditem bem no que diz este Homem, o Papa Francisco:

Vou reproduzir o mail de um amigo, uma pessoa como tantas que não vão a igrejas, nem a mesquitas, nem a sinagogas, nem templos...Mas que compreendeu o alcance das palavras do Papa.

 

Este Papa é realmente diferente dos demais. Admito e louvo.

O que diz e o que faz surpreende pela positiva e é uma inversão na atitude da igreja católica perante os problemas sociais. Não me posso esquecer, no entanto, do facto de ele ter sido eleito por votação dos restantes cardeais. É uma decisão política consciente das cúpulas, quer queiramos quer não. Numa altura em que a igreja perde credibilidade com as questões da falta de sensibilidade para problemas como a Sida, o casamento dos sacerdotes, o casamento homossexual e em que grassam as descobertas de pedofilia no seio da igreja, nada melhor que um Papa como este para recuperar algum "eleitorado". Cá estou eu com o meu mau e desconfiado feitio? Talvez. Mas com os anos que tenho e os filmes que já vi não consigo evitar pensar nestas "coincidências". Que eu esteja redondamente enganado são os meus sinceros votos

 AC

publicado por alcacovas às 16:18
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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