Domingo, 8 de Dezembro de 2013

Um homem precisa de música...



Um abraço do Ricardo
publicado por alcacovas às 20:49
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Litoral vs Interior (IRC) - II

Há uns tempos escrevi aqui no blog que uma das formas de tornar o interior mais competitivo seria criar taxas de IRC consoante a localização das empresas (Litoral vs Interior).

A semana passada foi conhecido que no âmbito do debate da reforma do IRC o PS irá propor a redução para metade da taxa normal de IRC para as empresas que se fixem no interior do país. 

 

Ricardo Vinagre

publicado por alcacovas às 10:50
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Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013

Nelson mandela

"Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele na sua própria liguagem, você atinge o seu coração."

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 08:52
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Invictus

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate,
I am the captain of my soul.

BY WILLIAM ERNEST HENLEY


Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 01:17
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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2013

NELSON MANDELA

Morreu um dos homens mais notáveis da história da História da humanidade.

Não será esquecido e, julgo, que não possa haver neste momento alguém que não o reconheça como um homem que nos deixa um exemplo, exemplo que esperemos não seja esquecido. O Mundo precisava de mais Mandelas. 

Para mim, simples e velho cidadão, ele foi um exemplo, uma figura que ficará na História dos grandes Homens que ajudaram a fazer um mundo melhor.

Morreu um Herói.

AC

publicado por alcacovas às 23:12
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Vamos juntos

Estou farto de votar, para que um dos dois maiores partidos (já fui militante desses 2 partidos), ganhe as eleições e resolva os problemas deixados pelo anterior governo. Julguei durante muitos anos que isto era uma questão ideológica. Só a "ideologia X" podia salvar o país, mas eleição após eleição, verificamos que a tal ideologia não resolvia nada.

Mas ainda temos os partidos que não governam nada desde Novembro de 1975. E viu-se, em tão pouco tempo, mais ou menos um ano, que aqueles partidos tinham destruido as estruturas existentes à época. A ideologia anterior a 1974 conseguiu durar dezenas de anos porque fez uma pequena coisa: acabou com todas as ideologias que não fossem a sua. Simples, quem tem a força e a usa sem reservas morais ou outras, governa como quer e não há discussão, nem escolha.

Mesmo assim prefiro uma mau governo com liberdade do que uma ditadura.

Como foi possível arruinar o país e as suas esperanças em tão pouco tempo. Apesar de tudo muita coisa melhorou, desde a liberdade individual até  um melhor equilíbrio de oportunidades para uma maioria da população, mais igualdade nas oportunidades de acesso a uma boa educação, um serviço de saúde pública acessível a quase todos, etc., etc.. Melhorámos e aprendemos que se pode melhorar mais. Aprendemos que tudo é possível se nos unirmos e trabalharmos em conjunto com proveito para todos. Mas aí surgiu e desenvolveu-se uma "ideologia" muito especial. A ideologia do Estado, da função pública, do partido.

A "nova" ideologia resume-se a um fim, controlar a coisa pública, ou seja ganhar as eleições. Todos querem e garantem a salvação da Pátria, de superar todas as crises e elevar o País aos níveis dos europeus mais ricos (melhor governados).

Mas o que sucedeu, sobretudo nos últimos 25/26 anos foi a criação de ilusões para manter o poder. Fazer tudo para ganhar mesmo sabendo que tudo iria acabar mal. A crise mundial veio arrasar o que já estava a correr mal. Empenhou-se o país, ou seja, todos nós (ou quase todos) para manter os privilégios do poder.

E agora continuamos a ouvir a mesma lenga-lenga, a culpa é dos outros. Absolutamente espantoso. Os que governam culpam, com razão, os que governaram antes. Os que estão na oposição (porque perderam as eleições) dizem, com razão, que os que estão no governo não conseguem tirar o país do buraco. E assim sucessivamente. Os que governam, fazem-no mal e estão manietados pelas oposições, no Parlamento e não só.

Como é possível pensar que este jogo das cadeiras nos salve?

Não salvam nada. Infelizmente, não vejo senão uma solução: juntarem-se os dois grandes partidos, PSD e PS, com possível adesão de outro ou outros partidos mais pequenos e fazerem o que é preciso.

Se não o fizerem o futuro pode trazer-nos surpresas muito desagradáveis.

Ou colaboram ou perdem o sagrado e apetecível poder. Para quem?

Perder, perder o querido poder em favor de uma solução que na verdade não é solução, pois tudo continuará na mesma. Para outros poderes, democráticos ou para poderes não democráticos?

Ou sermos geridos como países de segunda categoria com a presença constante de uma espécie de gestores de massa falida ou por ditadores de qualquer cor que nos reportem para tempos que julgamos acabados?

Apelo aos 2 grandes, PS e PSD, com ou sem o CDS, que juntem forças e salvem este País.

 

AC

publicado por alcacovas às 12:33
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Domingo, 1 de Dezembro de 2013

Um homem precisa de livros e de música...

A música que hoje tenho para partilhar com vocês está associada a um livro e a uma cena que significa muito para mim e que me marcou imenso. Porque fala de um caminho que todos os homens têm de fazer, deixando muitas vezes para trás aquilo que conhecem e onde estão confortáveis.

 

O livro, ou melhor os livros, são a trilogia do “Senhor dos Anéis” de JRR Tolkien e a música é de Howard Shore.

 

 

 

 

 

Bilbo tinha de partir, tinha de se afastar do anel que tinha guardado durante os últimos anos, então, prepara-se para partir para longe, para muito longe, para a terra dos elfos.


“- Que divertido! Que divertido partir de novo, fazer-me outra vez à Estrada com os anões! É isso que tenho realmente desejado, há anos! Adeus! – disse a olhar para a velha casa, e fez uma vénia à porta. – Adeus, Gandalf!

- Adeus, por agora, Bilbo. Cuide de si. Já tem idade para isso, e talvez, também, juízo suficiente.

- Cuide de mim! Quero lá saber! Não se preocupe comigo. Nunca me senti tão feliz como neste momento, e isso é dizer muito! Mas chegou a altura, sinto que estou finalmente a ser arrebatado – acrescentou, e depois cantou docemente no escuro, como para consigo mesmo:


                A Estrada vai sempre, sempre, em frente,

                A partir da porta onde começou.

                Muito, muito, ao longe a Estrada desaparece

                E eu tenho de continuar, se puder,

                A pisá-la com pés ansiosos

                Até se juntar a algum caminho mais largo

                Onde muitas veredas e missões se juntam.

                E para onde sigo depois? Não sei.

 

 

Um abraço do Ricardo 

publicado por alcacovas às 18:47
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Tempo de Advento

Hoje é o primeiro dia de Advento, para os cristãos começa o caminho que irá culminar no nascimento do menino Jesus.

Este tempo de Advento é uma época propicia à conversão interior e a uma busca mais profunda de nós próprios. É sem dúvida um tempo de Paz e de Solidariedade entre os homens.

Hoje aqui em casa, foi dia de fazer o Presépio, por o estandarte com o menino Jesus à janela e fazer a árvore de Natal, o Zé Maria deu um contributo decisivo nesta missão que foi fazer a árvore de Natal, especialmente na configuração que ele achava mais correta para os enfeites de Natal (neste momento em que escrevo já existem novamente mais bolas no chão que na árvore de Natal). Mas acima de tudo foi dia de todos sermos pequenos novamente e de viver a magia que nos trás este tempo de Natal.

 

 

 

Um abraço do Ricardo 

publicado por alcacovas às 18:30
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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