Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

O palácio Henriques ou Paço das Alcáçovas

Nunca uma casa com tanta história e tantas estórias foi tão desprezada, ainda hoje é motivo de orgulho da população e é motivo de vergonha da nação...

 


Este palácio situado nas Alcáçovas foi palco de uma série de acontecimentos históricos e está intimamente ligado a duas dinastias, o que testemunha não só a importância que este lugar outrora teve, como também revela a aprazibilidade da região.


Está hoje devoluto e eternamente à espera de uma solução que lhe dê um destino mais nobre. O prof. José Hermano Saraiva já lá fez programas de televisão e atribui-lhe enorme um protagonismo na nossa história, tentou captar a atenção das entidades competentes e até hoje nada mais aconteceu...

 



Mandado construir pelo Rei D. Dinis, onde chegou a viver com a Rainha Santa, o Palácio de Alcáçovas foi do Condestável D. Nuno Álvares Pereira; um dos netos que foi Duque de Bragança; do Marquês de Montemor e do Rei D. João II que nessa altura o deu a um fidalgo castelhano, D. Fernando Henriques, que apesar de ser castelhano tinha ajudado os portugueses na guerra contra Castela. Neste programa, muitos outros aspectos da nossa História e do Património Real são abordados nesta belíssima freguesia de Viana do Alentejo.


No reinado de D. Afonso V foi concedido o primeiro senhorio das Alcáçovas a D. Fernando Henriques. Desde então o Palácio foi palco de grandes cerimónias, de que se destacam os casamentos das Infantas netas de D. João I e de Nuno Álvares Pereira, de D. Isabel com o rei de Castela D. João II e de D. Beatriz com o Infante D. Fernando. O rei D. João II doou então a vila à família dos Henriques, depois de ter sido a sua residência preferida e onde no Palácio Real Portugueses e Castelhanos assinaram o «TRATADO DE ALCÁÇOVAS» (1479), antecedente directo do Tratado de Tordesilhas. No início do século XIX a família senhorial dos Henriques vai passar a dividir o seu tempo entre as Alcáçovas e Paço de Arcos, contribuindo para o desenvolvimento de ambas as localidades. Em 1836 é suprimido o concelho das Alcáçovas, sendo integrado no concelho de Viana do Alentejo.

 


Edifício de planta composta pela articulação de dois elementos de planta rectangular dispostos perpendicularmente, um orientado no sentido E.- O.. e outro no sentido N.-S., encontrando-se respectivamente nos topos E. e S.
Articulação vertical de dois pisos e cobertura diferenciada para cada ala, de telhado de quatro águas, e ainda para pequeno oratório, encaixado a cavaleiro do piso térreo no topo N. da frontaria, de telhado radial sobre cúpula hemisférica.
A fachada principal, orientada a E., é composta por dois registos articulados na vertical; no primeiro pórtico do terreiro e pequena fresta quadrada das caves e no segundo alinhamento de três janelas de molduras manuelinas, uma de sacada. Particularmente notáveis são as fachadas O. e N. das construções articuladas, fazendo o enquadramento do terreiro interior; arrimada à fachada O. oposta à frontaria, corre escadaria de um só lanço dando acesso a pequeno pórtico rasgado no registo supremo da fachada N. estes registos superiores são corridos por alinhamentos de janelas de sacada, de duplo ajmez, três em cada fachada.


Utilização Inicial: Residencial


Época de Construção: séc. 13


Cronologia: séc. 13 - fundação; 1495 - nela lavrou testamento D. João II; 1568 - reforma integral do edifício a que se deve o seu aspecto actual; 1622 - edificação capela de São Jerónimo; 1990 - constituído Grupo de Amigos das Alcáçovas, para aquisição do Paço ao seu proprietário Ana Maria de Lencastre e Caetano de Lencastre, Julho - assalto à capela tendo sido roubados castiçais, jarras de porcelana e a tela de São Jerónimo; 1994, 30 de Setembro - escritura de venda ao Estado.


Tipologia: Arquitectura civil residencial, gótica, manuelina, renascentista. Edifício típico da arquitectura regional senhorial de época manuelina, com forte marca de influência mudéjar, em ambiente urbano. O paralelo rural pode considerar-se o Solar da Sempre Noiva em Arraiolos

 

Visto no http://ruinarte.blogspot.com

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 15:51
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O Homem que plantava árvores - Jean Giono

 

“Para que o carácter de um ser humano revele qualidades realmente excepcionais, é preciso ter a sorte de poder observar as suas acções ao longo de muitos anos. Se tais acções são desprovidas de todo o egoísmo, se o ideial que as dirige é de uma generosidade ímpar, se é absolutamente certo que não procuraram qualquer recompensa e se, além disso, deixaram marcas visíveis no mundo, estamos então, sem sombra de dúvida, perante um carácter inesquecível.”

Jean Giono

 

Conta a história de um homem bom e simples, um pastor que, em total sintonia com a natureza, faz crescer uma floresta onde antes era uma região árida e inóspita. As sementes por ele plantadas representam a esperança de que podemos deixar pra trás um mundo mais belo e promissor do que aquele que herdamos.

 

Editado por António Costa da Silva

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O Elefante Evapora-se - Haruki Murakami

Sinopse
Ao longo de dezassete contos, pequenas histórias aparentemente banais, das muitas que povoam o nosso quotidiano, Haruki Murakami transporta o leitor à dimensão paralela de um imaginário delicioso e bizarro ao mesmo tempo, percorrendo um Japão que tem tanto de nostálgico como de moderno. «Muitas veses divertivos, sempre comoventes», os dezassete contos desta colectânea são prova da extraodinária capacidade narrativa de Haruki Murakami.
Editado por António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 13:47
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100 Anos da República Portuguesa

 

 

Eusébio Leão proclama a República da varanda dos Paços do Concelho em Lisboa

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:14
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Hilário Porfírio uma vida dedicada ao futebol

Despertou para o futebol no Sport Club Alcaçovense aos 16 anos. Ao longo da sua carreira passou ainda pelo Lusitano de Évora, CUF do Barreiro e Juventude de Évora. Hoje aos 82 anos, recorda uma vida dedicada ao futebol onde, como diz, “havia vagar para tudo”.

 

 

Unanimemente considerado o melhor jogador da história do Sport Club Alcaçovense (SCA), “passeou” a sua arte também pelo Lusitano de Évora, CUF do Barreiro e Juventude de Évora. Aos 82 anos, Hilário Porfírio, natural de Alcáçovas, recorda com emoção os anos em que jogava à bola. Começou aos 16 anos “a jogar na rua com outros rapazes” até ao dia em que o chamaram para a equipa do Sport Club Alcaçovense. Era um garoto no meio de homens. “Comecei nessa altura a jogar à bola e nunca mais deixei de jogar”, lembra, e acrescenta que “nunca fizeram uma equipa em que o Hilário não entrasse”. 

 

Daí, até jogar no Lusitano de Évora foi um passo. Aos 18 anos “estava a charruar a terra com o meu irmão, numa propriedade a uns quilómetros da vila, e à hora do almoço apareceu lá um senhor a perguntar se eu queria jogar no Lusitano”, diz. E, foi assim que foi jogar para Évora. Foi, também, nessa altura que começou a “fazer mais alguma coisa, não queria apenas jogar à bola”, e foi trabalhar para um talho.

 

No final da época, devido ao bom desempenho, foi novamente convidado a mudar de clube, desta feita, para a CUF do Barreiro, na altura na 2ª divisão nacional. “Aos domingos quando podia ainda ía lá para um talho, já com a ideia de abrir um nas Alcáçovas”, afirma. Entretanto, o pai adquire um talho na terra e Hilário Porfírio, apesar de querer continuar a jogar no Barreiro, volta para Alcáçovas. Desses tempos na CUF guarda na memória um episódio. Certa vez chegou a dizer “que estava doente e vinha para cá (Alcáçovas) jogar futebol”.

 

Hilário Porfírio jogava, habitualmente, a avançado centro e não tem conta o número de golos que marcou e os troféus que conquistou. Em casa guarda algumas taças, outras estão na sede do Sport Club Alcaçovense, assim como umas botas suas, antigas, “botas de travessas”.

 

Ainda passou pelo Juventude de Évora, mas era no Alcaçovense que gostava de jogar, apesar de recordar com sofrimento a falta de um campo para jogar durante anos. O campo que existia era ”do Sr. Branco Núncio e ele só deixava jogar de vez em quando. Quando jogávamos tínhamos que pedir o campo com antecedência para aquele dia”. Isto na fase em que representou outros clubes. Mas, era na sua terra que se sentia bem e onde jogou até aos 35, 36 anos. “Era um bocadinho superior à malta que cá havia”, diz a medo. “Ainda hoje se passar por Arraiolos e estiver à conversa com este ou aquele a respeito de futebol, perguntam logo pelo Hilário”, sublinha com orgulho.

 

Os sócios do SCA recordam Hilário Porfírio como “um avançado de finta curta e um grande rematador”. Apesar de humilde, Hilário Porfírio, reconhece que jogava bem, mas havia outros que o seguiam de perto. Era o caso de Manuel Coelho. Nesse tempo, Alcáçovas tinha bons jogadores. Dois deles jogavam na Académica de Coimbra.

 

Quanto às diferenças entre o futebol praticado nos nossos dias e noutros tempos considera que são algumas. Hoje, “as coisas estão mais apuradas”. Noutros tempos, não havia preparação suficiente para jogar. Hoje os clubes apostam na formação das camadas jovens e “os pais vêm ver os miúdos jogar para ver se sai um Ronaldo”. Antigamente jogavam às escondidas dos pais.

 

Também o dinheiro envolvido no mundo do futebol faz toda a diferença. Se hoje tudo gira à volta dos milhões, noutros tempos isso era impensável. “Nunca joguei com o interesse de ganhar dinheiro”, diz. E conta que quando representava o Juventude de Évora ganhava 250 escudos por mês, mas apenas recebeu o primeiro mês de ordenado porque não havia dinheiro para pagar. Hilário Porfírio garante ainda que a partir de certa altura começou a dar dinheiro em Alcáçovas para se jogar à bola. A vida proporcionada pelo negócio do talho, permitia-lhe ajudar o clube do coração.

 

Depois de terminar a carreira como futebolista, Hilário Porfírio continuou ligado ao Sport Club Alcaçovense até aos 65 anos (primeiro como treinador e, depois, como presidente) altura em que se aborreceu com o facto de os jogadores quererem “ordenados incomportáveis”. Na sua opinião, o futebol nas pequenas terras é para quem goste de jogar, desenvolver a sua técnica e partir à procurar de clubes que possam pagar. “Prometer às pessoas e não pagar não é do meu feitio e deixei de ser director”, lembra.

 

Hoje, “mestre” Hilário recorda com saudade esses tempos e a vida dedicada ao futebol. Uma vida onde “havia vagar para tudo”.

 

Retirado do Boletim Municipal da CMVA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 11:56
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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

Programa Municipal das Comemorações do Centenário da República do Concelho de Viana do Alentejo

   

   

Programa:

   

5 Outubro

Viana do Alentejo

11:00h

- Concentração na Praça da República

- Proclamação da República

- Uníssono do Hino Nacional

17:00h

- Inauguração da exposição “ Imagens e Memórias da 1ª República do Concelho de Viana do Alentejo” - no Salão Nobre da Junta de Freguesia.

   

Alcáçovas

10:30h

- Concentração na Praça da República

- Uníssono do Hino Nacional com Banda Filarmónica da Sociedade União Alcaçovense.

11:30h

- Inauguração da exposição “Letras e Cores, Ideias e Autores da República” - na Biblioteca Municipal de Alcáçovas.

  

Aguiar

12:00h

- Concentração no Largo 25 de Abril

- Uníssono do Hino Nacional

  

6 Outubro    

21:00h

- Teatro - Cine-Teatro Vianense

Breve História da República Portuguesa

Espectáculo de Nuno Miguel Henriques

   

Exposições

“Imagens e Memórias da 1ª República do Concelho de Viana do Alentejo”

Viana do Alentejo - de 5 a 23 de Out. - Junta de Freguesia

Aguiar - de 5 a 19 de Nov. - Junta de Freguesia

Alcáçovas - de 26 de Nov. a 18 de Dez. - Centro Cultural

   

“Letras e Cores, Ideias e Autores da República”

da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas

Alcáçovas - de 5 a 29 de Out. - Biblioteca Municipal

Viana do Alentejo - de 2 a 19 de Nov. - Biblioteca Municipal

Aguiar - de 26 de Nov. a 17 de Dez. - Biblioteca Municipal

   

“Viva a República!.. Em digressão”

da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Viana do Alentejo - 23, 24 e 25 Nov. - Cine-Teatro Vianense

   

Eventos

12 de Setembro | 15:00h

- Comemorações dos 80 anos do Coreto da Vila das Alcáçovas

 

25 de Setembro | 09:30h

- “Bikepaper” do Património Alcáçovas - Jardim Público de Alcáçovas

 

5 de Novembro

- “A Bicicleta da República - acontecimento teatral”

Sessões nas escolas EBI/JI Alcáçovas e EBSIS V. Alentejo e CNO Alcáçovas

  

23 de Novembro | 18:30h

- Apresentação do Livro “Dom Augusto Eduardo Nunes,Professor de Coimbra e Arcebispo de Évora" - no Cine-Teatro Vianense

 

24 de Novembro | 14:30h

- Corrida da República  - Frente ao Cine-Teatro Vianense

  Agrupamento de Escolas de V. Alentejo

   

25 de Novembro | 15:00h

- Concurso “O Bolo da República” - Cine-Teatro Vianense

Agrupamento de Escolas de V. Alentejo

  

  

Publicado por B.Borges

publicado por alcacovas às 10:53
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Domingo, 3 de Outubro de 2010

Um inglês vai ao supermarcado

Para amenizar as torturas da crise:

 

Um Inglês a viver em Portugal ia fazendo um esforço para dizer umas coisas em Português.

 Foi ao supermercado e fez a seguinte lista:

- Pay she

- MacCaron

- My on easy

- All face

- Car need boy (may you kill oh!)

- Spar get

- Her villas

- Key jo (parm soon)

- Cow view floor

- Pee men too

- Better hab

 - Lee moon

 - Bear in gel Ao chegar a casa, bateu com a mão na testa e disse:

- Food ace! Is key see me do too much!

Origem desconhecida.

 AC

publicado por alcacovas às 16:36
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Sugestão

 

 

Ricardo Miguel Vinagre

publicado por alcacovas às 13:10
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Sábado, 2 de Outubro de 2010

Medidas Restritivas!

 

Visto no http://peixebanana1.wordpress.com/ retirada 

a noticia aqui

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:45
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

Breve História da República Portuguesa, no Cineteatro de Viana do Alentejo

 

O Centro Novas Oportunidades das Terras Dentro, Convida todos os interessados para assistir a uma peça de teatro intitulada "Breve História da República Portuguesa". Irá realizar-se no Ciné-Teatro de Viana do Alentejo no dia 06 de Outubro, às 21h00. A presença dos Adultos inscritos no nosso Centro é crucial, uma vez que esta peça irá permitir desenvolver competências nas áreas de Cidadania e Profissionalidade de N.S,  Cidadania e Empregabilidade de N.B, entre outras. Esta sessão será registada como sendo de Formação Complementar aos adultos inscitos no nosso CNO.

 

“Trata-se de um original de Nuno Miguel Henriques, autor de outras peças de sucesso de temática histórica, que também assume a encenação deste trabalho.

 

Esta peça conta a história de um país chamado Portugal. Desde a sua essência, passando pelos acontecimentos mais marcantes do inicio da Nacionalidade, Idade Média, Descobrimentos até que depois de um período de crescimento do ideal republicano e da revolução fracassada de 31 de Janeiro de 1891, no Porto, deu-se a revolução vitoriosa de 4 de Outubro de 1910, que permitiu a proclamação da República no dia 5, em Lisboa.”

 

Visto no http://cno-atd.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:06
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Estão mexendo no meu bolso.

 

“GNR critica aquisição de carros antimotim

O dinheiro para aquisição de veículos blindados para intervenção urbana que irão ser utilizados em Lisboa, em Novembro, durante a cimeira da NATO, vai sair dos cofres do Governo Civil de Lisboa. São cinco milhões de euros que fazem parte dos lucros gerados em 2009 naquele organismo do Ministério da Administração Interna (MAI). As viaturas ainda não chegaram a Portugal e vários sectores dentro da PSP, que vai ser responsável pela utilização do novo equipamento, mostram algum receio por eventuais atrasos na formação do pessoal que os irá tripular. Mais críticos são os dirigentes da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), da GNR, que afirmam que tal compra é apenas um acto de duplicação de meios.”

No Público

Cá para mim o Sócrates sabe que isto vai dar mocada. Por isso vai gastar 5 milhões de euros a comprar carros antimotim. Quem vai pagar? A malta é claro.

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:58
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Companhia das Lezírias

O novo presidente da Companhia das Lezírias, António de Sousa, defende que a empresa deve continuar no domínio público, apesar de os resultados financeiros terem vindo a degradar-se nos últimos anos (DN).

 

Se esta grande unidade agrícola fosse privada daria prejuízo?

Pouco provável.

Se esta unidade continuar no domínio público quem é que paga os prejuízos?

Nós.

Quem é que gere esta unidade?

Gestores públicos, com bons ordenados que não são afectados pelos resultados da unidade que gerem.

O Estado administra sem consequências.

Ainda me lembro de tempos (do PREC) em que o estado até geria barbearias, padarias, etc.`

É este o caminho que queremos seguir?

Se assim é vamos todos trabalhar para o Estado e pedir à UE que nos pague os ordenados e as reformas.

AC

 

publicado por alcacovas às 15:23
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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