Terça-feira, 18 de Maio de 2010

Os partidos e os clubes (football)

Ser do Benfica, ou do Porto, ou do Sporting ou de qualquer outro é para a vida e em qualquer circunstância.

Se o Benfica não ganha os outros regozijam. Se o Porto perde cantam os benfiquistas. etc..

A confiança e o amor pela camisola é total e perpétuo.

O nosso clube pode ter dirigentes desonestos, que compram árbitros, que falsificam documentos e que esbanjam fortunas a comprar maus jogadores.

Nada nos leva a deixar o nosso clube e a escolher outra cores.

É para sempre e com fidelidade total.

O sofrimento ou a alegria alternam-se na vida do adepto, mas não o desviam das suas convicções.

Na politica partidária passa-se quase o mesmo. Os "verdadeiros" socialistas, ou comunistas ou sociais democratas (etc.) não mudam. As excepções confirmam a regra: ser fiel ao partido para sempre, quer se perca ou se ganhe.

É bonito e louvável ver tanto amor e fidelidade quer no clubismo como no partidarismo.

Mas há uma diferença, uma enorme diferença.

Quando o nosso partido governa todos ganhamos ou todos perdemos: Se o nosso partido governa não nos é indiferente que a governação seja boa ou má.

Quer num caso, quer noutro, todos somos sentimos os efeitos, bons ou maus.

Se o meu clube perder eu fico triste, mas os adeptos dos outros clubes ficam felizes.

No partidarismo se o meu partido governar bem os outros também beneficiam e até poderão ficar felizes.

Se o meu partido governar mal todos perdemos e todos ficamos tristes.

AC

publicado por alcacovas às 19:07
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Domingo, 16 de Maio de 2010

A Festa do Título da Equipa de Infantis do Sport Club Alcaçovense

 

 SCA – SCVA  (11-1)

Equipa: Zé Mbombé, João Ilhéu, Bruno Charrua, André Silva e Victor Hugo.

Jogaram Também: Duarte Guerreiro e Elson Pereira.

Já estava garantido o título da Equipa de Infantis do Sport Club Alcaçovense, mas faltava a festa em casa com os adeptos.

Na semana passada o SCA já se tinha consagradp vencedora da Taça de Futsal dos Distrito de Évora.

Do jogo em si pouco há a dizer, o Alcaçovense ganhou indiscutivelmente, procurando apenas fazer um jogo interessante para o seu público. Todos jogaram e praticamente todos marcaram: Victor Hugo 4, Bruno Charrua 3, André Silva 2, Duarte Guerreiro 1 e Elson Pereira 1.

No final da festa os dirigentes do Alcaçovense e da Câmara Municipal estiveram presentes para participar e dignificar a festa. Entregaram-se as merecidas faixas de aos campeões do distrito de Évora.

Uma última palavra para o trabalho exemplar do Manuel Guerreiro que conseguiu as 3 vitórias (torneio de abertura, campeonato e taça), sem derrotas. Notável. Também à direcção do SCA que muito apoiou e acompanhou esta equipa.

Estes são alguns dos bons resultados destes jovens atletas, os quais provêm dum excelente trabalho iniciado há alguns bons anos atrás pelo Francisco Mestre.

Estou certo que muitas alegrias ainda vão aparecer.

O aspecto mais triste disto tudo tem a ver com a falta de apoio prestado pela AFE - Associação de Futebol de Évora, a qual não nem tem tido o bom senso de aparecer nas finais das competições destes escalões mais jovens. A dignidade que estas actividades merecem não é incentivada pela AFE. Uma triste realidade.

Parabéns a todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:00
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Sábado, 15 de Maio de 2010

Infantis Futebol 7 - SCA – Lusitano (2-4)

 

Equipa: Henrique Campos, João Ilhéu, Bruno Charrua, Zé Mbombé, Victor Hugo, André Silva e Edson Pereira

Hoje a nossa equipa tinha pela frente um adversário claramente ao seu alcance. Mas a falta do Mário Carvalho e se atletas no banco as coisas complicaram-se.

 

Foi a nossa equipa a marcar em primeiro lugar. Por Victor Hugo.

Pouco tempo depois, e quando a nossa equipa começa a perder forças o Lusitano marcou o golo do empate.

Ainda antes do intervalo o Lusitano marcava mais 2 golos.

 

Começámos a segunda parte de uma forma muito positiva, o Victor Hugo marcou o segundo golo para a nossa equipa.

Ainda houve a oportunidade para o SCA marcar o terceiro golo. Mas foi o Lusitano que marcou mais um.

Notas Finais:

a)      Melhores Jogadores: Victor Hugo;

b)      Equipa de Arbitragem: Médio Fraco.

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 12:58
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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

A Equipa Campeã - SCA

 

 

Domingo joga-se o último jogo do campeonato (já com a nossa equipa campeã). É o jogo da Festa.

Vamos apoiar os nossos jovens atletas.

 

Sport Club Alcaçovense - Sporting Clube de Viana do Alentejo

 

 

Palmarés:

 - 1 º Lugar no Torneio de Encerramento – Escolas Futebol 7 (2007/2008);

 - 1 º Lugar Grupo D - Apuramento – Escolas Futebol 7 (2008/2009);

 - 3 º Lugar Campeonato – Escolas Futebol 7 (2008/2009);

 - Vice-Campeão da Taça Futsal Infantis (2008/2009);

 - Vencedor do torneio de Abertura Distrital – Infantis Futsal (2009/2010);

 - Vencedor do Campeonato Distrital – Infantis Futsal (2009/2010);

 - Vencedor da Taça Distrital – Infantis Futsal (2009/2010);

 

Equipa:

1 – Victor Hugo;

2 – Bruno Charrua;

3 – João Ilhéu;

4 – André Silva;

5 – Mário Carvalho;

6 – José Mbombé;

7 – Edson Pereira;

8 – Duarte Guerreiro;

9 – Simão malta;

10 – João Silva

 

Treinador:

Manuel Guerreiro

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 22:12
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Coligação é bom ou é uma fatalidade?

Lido hoje no DN:

Existe um padrão de alianças na União Europeia e estas, na sua maioria, são do centro-direita Ao precisar de formar coligação de governo, o Reino Unido mudou a política interna de maneira radical e ficou mais parecido com os restantes países europeus.

Entre os 27 Estados da UE, só há cinco governos com um único partido no poder e, talvez por coincidência, pertencem a países afectados pela crise económica: Grécia, Portugal, Espanha, Malta, Bulgária. Na Europa fora da UE, apenas a Turquia.

No continente politicamente mais estável do mundo, a coligação é a norma, embora as alianças sejam diversificadas, do bloco central a uniões insólitas, com domínio para o centro-direita.

 

Porque é que em Portugal as coligações são quase impossíveis e repudiadas por todos os partidos?

AC

publicado por alcacovas às 13:08
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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

10º ANIVERSÁRIO DO GRUPO CORAL FEMININO E ETNOGRÁFICO PAZ E UNIDADE

 

 

 

O Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade comemora dia 16 de Maio o seu 10º aniversário. Em dia de festa convida alguns grupos para participarem no 6º Encontro de Grupos Corais.

10º ANIVERSÁRIO DO GRUPO CORAL FEMININO E ETNOGRÁFICO PAZ E UNIDADE

6º ENCONTRO DE GRUPOS CORAIS


16 de Maio

Jardim Público - Alcáçovas

PROGRAMA

15h30| Recepção aos convidados e lançamento do novo CD

17h00| Desfile seguido das actuações em palco

- Grupo Coral e Instrumental "Os Amigos da Malagueira"
- Grupo Coral Terra da Catarina
- Grupo Coral e Etnográfico Cubenses Amigos do Cante
- Grupo Coral dos Trabalhadores de Alcáçovas
- Grupo Coral "As Cantadeiras da Alma Alentejana"
- Grupo Coral da Casa do Povo de Santo Amador
- Grupo Coral Feminino Etnográfico Paz e Unidade

Retirado do Site da CMVA

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 21:05
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9º ANIVERSÁRIO DO GRUPO CORAL FEMININO CANTARES DE ALCÁÇOVAS

 

 

 

O Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas comemora dia 29 de Maio mais um aniversário. Em dia de festa o Grupo realiza o 8º Encontro de Grupos Corais.

9º ANIVERSÁRIO

8º ENCONTRO DE GRUPOS CORAIS

Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas

29 de Maio

Alcáçovas


PROGRAMA

15h00| Início do desfile na Praça da República

16h30| Actuação dos grupos no Coreto (Jardim Público)

- Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas
- Grupo Coral Unidos do Lavradio
- Grupo Coral Feminino "Alma Nova" de Ferreira do Alentejo
- Grupo Coral "Os Rurais" de Figueira dos Cavaleiros
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral de S. Brás do Regedouro
- Grupo de Música Popular "Flores do Campo"

20h00| Jantar convívio

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XIIIª QUINZENA CULTURAL DE ALCÁÇOVAS

 

De 22 de Maio a 6 de Junho, Alcáçovas acolhe a Quinzena Cultural. Grupos Corais, Música Popular, Bailes, Artesanato, Tasquinhas, Exposições e Palestras são algumas das actividades desta décima terceira edição do certame.

XIIIª QUINZENA CULTURAL DE ALCÁÇOVAS

22 Maio| 6 Junho 2010

SÁBADO| 22 MAIO (INAUGURAÇÃO)

14h30| Arruada com o Grupo Chocalheiros de Ficalho
15h30| Inauguração das Exposições de Pintura, Fotografia e "Chocalhos e Chocalheiros" no Centro Cultural (Antiga Escola Primária)
16h30| Inauguração das Tasquinhas (Jardim Público)
16h30| Abertura da Quermesse (Organização: Sociedade União Alcaçovense e Terra Mãe)
16h30| Espectáculo da Tarde (Palco da Quinzena - Jardim Público):
            - Grupo Coral dos Trabalhadores de Alcáçovas
            - Grupo Chocalheiros de Ficalho
            - Grupo de Música Popular Flores do Campo
            - Banda da Sociedade União Alcaçovense
21h00| Espectáculo: Noite de Tunas (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)
23h00| Baile com o "Duo Maurício" (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

DOMINGO|23 MAIO

8h00| Peregrinação a N.ª Sr.ª da Esperança - saída dos peregrinos junto ao Coreto. Percurso realizado pela estrada antiga (Organização: Associação Amigos de Alcáçovas)
9h00| Saída da Imagem de N.ª Sr.ª da Esperança da Igreja Matriz acompanhada dos Romeiros
10h30| Recepção aos Peregrinos de Alcáçovas e S. Cristóvão nos Claustros do Convento (Organização: Junta de Freguesia)
15h00| Espectáculo de Música Popular com o "Grupo Coral Campos do Alentejo" (Palco junto ao Convento)
19h00| Abertura das Tasquinhas e Quermesse (Jardim Público)
21h30| Espectáculo da Noite: Orquestra Harmónicas de Ponte Sôr (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

SEGUNDA-FEIRA| 24 MAIO

21h00| Palestra - Estudo do Conjunto Patrimonial do Paço dos Henriques de Alcáçovas - Proposta para uma possível recuperação do jardim
Oradoras: Daniela Pinto e Berenike Lemper - Licenciadas em Arquitectura Paisagísta (Organização: Junta de Freguesia - Centro Cultural/Antiga Escola Primária)

TERÇA-FEIRA| 25 MAIO

21h00| "Por Terras Dentro a Ler+ - Serão de Poesia e Contos Populares" (Organização: Terras Dentro/CNO - Pátio Paço dos Henriques - Palácio)

QUARTA-FEIRA| 26 MAIO

20h00| Torneio da Malha (Organização: Associação de Reformados e Pensionistas de Alcáçovas -  Jardim Público)
21h30| Projecção de filme ao ar livre (Organização: AJAL - Jardim Público)

QUINTA-FEIRA| 27 MAIO

21h00| Colóquio "Escola e Família Face a Face: Que caminhos para o diálogo?"
Orador: Prof. Dr. Américo Peças (Organização: Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI/JI de Alcáçovas - Biblioteca Pública de Alcáçovas)

SEXTA-FEIRA| 28 MAIO

21h00| Noite de Contos com Serafim (Organização: Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI/JI de Alcáçovas - Pátio Paço dos Henriques - Palácio)
22h00| Noite do karaoke (Organização: AJAL - Palco da Quinzena)

SÁBADO| 29 MAIO

8h00| 1ª Meia Maratona Fotográfica "Quinzena Cultural de Alcáçovas"
14h00| Torneio de Ténis de Mesa (Organização: Sociedade União Alcaçovense - Sala António José Galvão)
15h00| Abertura dos Stands das Actividades Económicas e Artesanato (Jardim Público)
15h00| Abertura da Feira do Livro (Organização: Centro Social e Paroquial de Alcáçovas - Jardim Público)
15h00| Animação Infantil no recinto da Quinzena Cultural: pinturas faciais, história projectada, experiências científicas e truques de magia
15h30| Encontro de Grupo Corais (Organização: Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas - Coreto)
16h00| Workshop: Dança do Ventre, Dança Africana e Sapateado (Organização: Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense - Palco da Quinzena)
18h00| Grupo de Ginástica Rítmica da Sociedade Recreativa dos Loureiros de Palmela (organização: Junta de Freguesia - Ringue do Sport Club Alcaçovense)
22h00| Espectáculo da Noite: Quim Barreiros (Organização: Junta de Freguesia - Palco no Campo de Jogos João Branco Núncio)

DOMINHO| 30 MAIO

6h00| Concurso de Pesca na Barragem das Banhas (Organização: Associação de Pescadores e Caçadores de Alcáçovas)
9h00| 1º Encontro de Automóveis Clássicos e Antigos "Quinzena Cultural" com o seguinte percurso: Alcáçovas, Viana do Alentejo, Aguiar, Alcáçovas (Organização: Junta de Freguesia)
14h00| Almoço convívio para os participantes no Concurso de Pesca e Encontro Automóvel (Organização: Junta de Freguesia - Salão Multiusos do Sport Club ALcaçovense)
15h00| Sessão "Os Pais gostam de ler histórias" (Organização: Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI/JI de Alcáçovas/ Terras Dentro/CNO) - Espaço da Feira do Livro)
16h00| Workshop: Dança criativa (crianças), Danças Tradicionais (Organização: Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense - Palco da Quinzena)
17h00| Concerto na Igreja Matriz (Organização: Junta de Freguesia)
1ª Parte - Coro da Galp
2ª Parte - Coral de Évora
20h00| Torneio de Dominó (Organização: Associação de Reformados e Pensionistas de Alcáçovas - Jardim Público)
21h30| Espectáculo da Noite: Grupo Seara Nova (organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

SEGUNDA-FEIRA| 31 MAIO

10h00| Contadora de Histórias na Escola EBI/JI de Alcáçovas "Conversas do Céu e da Terra" - Rita Sobral (no âmbito das comemorações do Dia da Criança (Organização: Junta de Freguesia)
15h00| Acção de Sensibilização "Prevenção dos Maus Tratos Infantis" (Organização: Associação Terra Mãe/Associação Chão dos Meninos - Biblioteca Pública de Alcáçovas)
21h00| Comemoração do Aniversário da Associação Terra Mãe com Bolo de Aniversário
21h30| Actividade cultural a cargo da Associação Terra Mãe

TERÇA-FEIRA| 1 JUNHO

21h00| Dia da Criança - Teatro de Marionetas, karaoke infantil e pinturas faciais (Organização: Junta de Freguesia - Jardim Público)
Dinamização dos Jogos tradicionais (organização: Terras Dentro - Jardim Público)

QUARTA-FEIRA| 2 JUNHO

20h00| Torneio de Sueca (Organização: Associação de Reformados e Pensionistas de Alcáçovas - Jardim Público)
21h30| Noite do Fado (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

QUINTA-FEIRA| 3 JUNHO

15h00| Tarde Infantil: Hora do Conto e Dança dos Pinguins no Comboio (Organização: Junta de Freguesia - Bibliotea Municipal de Alcáçovas)
17h00| Actuação dos Grupos:
           - Sevilhanas da Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense
           - Sevilhanas da Associação Equestre de Viana do Alentejo
           - Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo 
           - Grupo Coral Feminino Etnográfico Paz e Unidade
20h00| Palestra "Sons de Alcáçovas - Estudos de uma colecção de chocalhos"
Orador: Prof. Dr. Fernando Casqueira (Organização: Terras Dentro/Associação Amigos de Alcáçovas - Centro Cultural/Antiga Escola Primária)
21h30| Espectáculo da Noite: Grupo de Música Popular RODAPÉ (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

SEXTA-FEIRA| 4 JUNHO

21h30| Peça de Teatro "Maldição no Chaparral" (Organização: Grupo de Teatro da SUA - Sociedade União Alcaçovense)
22h30| Noite dos Dj's (Organização: Associação de Jovens de Alcáçovas - Coreto do Jardim Público)

SÁBADO| 5 JUNHO

9h00| Torneio Hilário Porfírio (Organização: Sport Club Alcaçovense - Campo de Jogos João Branco Núncio)
Final das Actividades desportivas do Sport Club Alcaçovense com a realização do Jogo de Futebol Pais e Filhos
15h00| Abertura da Exposição de Fotografia referente aos trabalhos da 1ª Meia Maratona Fotográfica
15h30| Passeio a Cavalo (Organização: Associação Tauromáquica Alcaçovense)
16h00| Concerto de Música Sacra na Igreja Matriz de Alcáçovas - Claudine Ribeiro (Organização: Grupo de Jovens "Vem e Segue-me")
17h00| Workshop: Body Jam e Danças de Salão (Organização: Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense - Salão da Sociedade União Alcaçovense
18h00| Mesa Redonda "A Minha Escola tem uma História" (Organização: Associação Amigos de Alcáçovas - Antiga Escola Primária)
19h30| Sardinhas e febras assadas oferecidas à população (Organização: Junta de Freguesia - Jardim Público)
22h00| - Espectáculo da Noite: Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sôr (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

DOMINGO| 6 JUNHO (ENCERRAMENTO)

9h00| 1ª Corrida de Atletismo "Alcáçovas - Vila com história" dedicada aos vários escalões etários para estimular a prática do Atletismo no Concelho (organização: Junta de Freguesia - Partida do Jardim Público)
10h00| Torneio de Tiro ao Alvo (Organização: Secção de Tiro da Sociedade União Alcaçovense - Pavilhão da Gamita)
13h00| Almoço convívio dos participantes na Prova de Atletismo e no Torneio de Tiro ao Alvo (Organização: Junta de Freguesia -  Pavilhão Multiusos do Sport Club Alcaçovense)
15h30| Grupo Coral Velha Guarda de Viana do Alentejo (organização: Junta de Freguesia - Coreto)
16h00| Classe de Dança da Casa do Benfica em Viana (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)
17h00| Entrega de prémios e diplomas de participação (Palco da Quinzena)
20h30| Desfile da Marcha do Concelho de Viana do Alentejo com actuação no Jardim Público (Organização: Câmara Municipal de Viana do Alentejo)
21h30| Espectáculo de Encerramento da XIIIª Quinzena Cultural: Grupo Alencanto (Organização: Junta de Freguesia - Palco da Quinzena)

 Retirado do Site da CMVA

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:58
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No epicentro da crise - Atenas

Escrevo esta crónica num dos sítios de maior agitação socioeconómica do planeta: Atenas. Antes de vir para estas bandas perguntava a mim próprio qual seria o estado de espírito dos gregos. Sinceramente, estava plenamente convencido que andavam altamente deprimidos e prostrados com toda esta situação. Completamente enganado.

É certo que não se fala de outra coisa: nomeadamente acerca dos olhares do mundo focados para a triste situação em que se encontram; das taxas, impostos e cortes a que estão a ser sujeitos; de terem que “aturar” mais uma vez os alemães, porque são eles quem lhes vai emprestar grande parte das verbas. A crise faz efectivamente parte de todas as conversas.

Mas na realidade, tirando estas conversas (e os gregos falam mesmo muito) sobre a situação económica, e as grandes manifestações sociais que proliferam pelo País (associadas a fortes greves que paralisam e agravam a situação), parece que não se passa nada. Parece mesmo que este país apenas vive um sonho e não um pesadelo, onde tudo vai continuar igual como dantes. É impressionante, os gregos vivem como se não existisse amanhã.

Surgem manifestações e mais manifestações. A polícia está em todo o lado, sempre à espera que algo aconteça. Batem-se, esfolam-se, mas de seguida enchem as esplanadas. Não quero abusar, mas é uma situação que me parece claramente surrealista. Olhando de perto, parece-me que há algo de ilógico no meio disto tudo. Alguns gregos saem para rua para festejar a vitória do campeonato e da taça pelo Panathinaikos, outros vão para os cafés e restaurantes, outros apenas para passear e conversar. Na realidade não expressam o que se está a passar. Pelo menos ao meu olhar.

Esta é provavelmente uma crise muito aburguesada: O consumo não pára, se calhar não pode mesmo parar. Fumam-se os mesmos cigarros, bebem-se os mesmos frapés, comem-se os mesmos mezze (Μεζές), usam-se os mesmos perfumes, os cabelos continuam pintados e arranjados, os carros esgotam a cidade. Os gregos vivem um dia de cada vez.

Efectivamente esta é uma situação dramática. Um pais afunda-se e parece que o seu povo não nota. Sei que há muito quem esteja a sofrer, mas parece um segredo que nos é ocultado. É estranho, mas é o que sinto no meio de toda esta confusão.

Pergunto-lhes como é se que vão livrar deste “terramoto” económico e social. Respondem-me quase sempre com bastante ironia, dizendo que a Grécia já passou por muito pior e que esta crise não é nada. Um povo que se livrou dos otomanos (1821), dos nazis alemães e fascistas italianos (II Guerra Mundial), que viveu uma guerra civil entre comunistas e monárquicos (1946/49), que se libertou de um regime militar autoritário (1967/1974), passar por uma crise destas não é nada que os assuste.

Ainda assim, apesar de toda esta atitude optimista e positivista, tenho dúvidas que exista uma forte vontade em resolver tão graves problemas. É difícil entender, porque esta não é mais que uma vida vivida com dívida. Provavelmente ninguém a vai pagar.

E em Portugal, será diferente?

 

António Costa da Silva

 

Publicado no Semanário

publicado por alcacovas às 14:49
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A morte da executiva bem-sucedida

 

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida  sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um  gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos,  viu-se diante de um imenso Portal.


Ainda meio  tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas  vestindo cândidos camisolões e caminhando  despreocupadas. Sem entender bem o que estava a  acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos  passantes:


-  Enfermeiro, eu preciso voltar com  urgência para o meu escritório, porque tenho um  meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida  para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é  Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a  urgência dum Hospital público. Onde é que nós  estamos?


- No  céu.


- No  céu?...


-  É.


- O  céu, CÉU...?! Aquele com querubins, anjinhos e  coisas assim?


- Exacto! Aqui vivemos todos  em estado de graça permanente.


Apesar das  óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a  sorrir, ninguém a usar telemóvel,  a executiva  bem-sucedida levou tempo a admitir que havia  mesmo batido a bota.


Tentou então o plano B:  convencer o interlocutor, por meio das infalíveis  técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação  era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma  semana iria receber o bónus anual, além de estar  fortemente cotada para assumir a posição de presidente  do conselho de administração da empresa.


E foi aí  que o interlocutor sugeriu:



- Talvez seja  melhor a senhora conversar com Pedro, o  coordenador.


- É?! E como é que eu marco  uma audiência? Ele tem secretária?


- Não, não. Basta  estalar os dedos e ele aparece.

- Assim? (...)  

-  Quem me chama?


A executiva bem-sucedida quase desabava  da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais  parecia um martelo, estava o próprio Pedro.


Mas, a executiva  tinha feito um curso intensivo de approach para situações  inesperadas e reagiu logo:


- Bom  dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva  bem-sucedida e...


-  Executiva... Que palavra estranha. De que  século veio?


- Do  XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo  'executiva'?


- Já ouvi  falar. Mas não é do meu tempo.


Foi então que a  executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no  paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de  gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático,  a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por  assim dizer, celestial ali na organização.


- Sabe, meu caro Pedro. Se me  permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para  essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que  aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na  produtividade sistémica.


- É mesmo?


- Pode acreditar, porque tenho PHD em  reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação.  Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o  quê?


- Ah, não  sabemos.


- Percebeu? Sem  controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo  isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num  instante implementando um simples programa de targets individuais e  avaliação de performance.


- Que interessante...


- É claro que, antes de tudo,  precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada  que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não  consigam resolver.


-  !!!...???...!!!...???...!!!


- Aí, contrataríamos uma consultoria  especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais  e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando,  dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista... Ele  existe, certo?


- Sobre  todas as coisas.


-  Óptimo. O passo seguinte seria  partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias  high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix  e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor  agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente  atractivo.


-  Incrível!


- É óbvio que,  para conseguir tudo isso,  teremos de nomear um board de  altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro.  Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e  mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega,  tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que  temos pela frente vai resultar num Turnaround radical. 


 
-  Impressionante!


- Isso  significa que podemos partir para a implementação?


- Não. Significa que a senhora terá  um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente.  Porque acaba de descrever, exactamente, como funciona o  Inferno...



Max Gehringer


(Revista  Exame)

Recebida no meu mail

Editada por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:50
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Quem tem mais campeonatos?

Hoje em dia consideram-se campeões os clubes que venceram os torneios disputados em sistema de todos-contra-todos. É do senso comum do futebol português que se diga que o Benfica conquistou ontem o 32.º título de campeão da sua história. No entanto, essa contabilidade não é pacífica. A própria Federação Portuguesa de Futebol não o assume, uma vez que no seu site oficial faz distinção entre as várias provas que ao longo dos anos mudaram de nome. A actual Liga - que vigora desde que os campeonatos passaram a ser profissionais, em 1999 - não é relacionada com o Campeonato Nacional iniciado em 1938/39, nem com o Campeonato da Liga disputado de 1934/35 a 1937/38. O DN apresenta por isso, as três formas possíveis de fazer a contabilidade de títulos. Em todas o Benfica surge à frente e o FC Porto em segundo.

Somar o Campeonato Nacional ao Campeonato da Liga (desde 1934/35)

Benfica - 32 FC Porto - 24 Sporting - 18 Belenenses e Boavista - 1

Não é oficial, mas foi assumido na generalidade que a contagem dos títulos de campeão nacional foi iniciada em 1934/35, altura em que no calendário futebolístico português se começou a disputar uma prova de regularidade, em que todos os clubes jogavam entre si. Esta prova coabitou durante quatro épocas com o Campeonato de Portugal, disputado no sistema de eliminatórias e que em 1938/39 seria substituído pela Taça de Portugal. Em 1934/35, apenas oito clubes disputavam a prova. Hoje são 16, mas já foram 18 e até 20 equipas no escalão maior. Os troféus têm sido repartidos por Benfica, FC Porto e Sporting, excepção feita a duas épocas em que Belenenses (1945/46) e Boavista (2000/01) atingiram a glória. Contas apenas com o Campeonato Nacional (desde 1938/39)

Benfica - 29 FC Porto - 23 Sporting - 18 Belenenses e Boavista - 1

Há uma corrente de opinião a defender que os títulos de campeão nacional apenas deveriam ser contabilizados a partir do momento em que se iniciou o Campeonato Nacional, na época 1938/39, a mesma em que se instituiu a Taça de Portugal, pondo fim ao Campeonato de Portugal, que apurava então o campeão português. Desta forma, excluíam-se os vencedores das quatro edições do Campeonato da Liga, que acabou por ser a primeira prova a nível nacional disputada em sistema de todos-contra-todos. Neste caso, o Benfica seria o principal prejudicado, "perdendo" três troféus, enquanto o FC Porto ficaria com menos um. O Sporting ficaria… na mesma, tal como os "intrusos" Belenenses e Boavista.

Incluir o Campeonato de Portugal (desde 1921/22)

Benfica - 32 FC Porto - 27 Sporting - 22 Belenenses - 4 Boavista, Carcavelinhos, Marítimo e Olhanense - 1 O Campeonato de Portugal foi a primeira prova de futebol a nível nacional e disputava-se em jogos a eliminar. Começou a ser disputada na época de 1921/22 e o vencedor era considerado campeão nacional. Por essa razão, poder-se-ia contabilizar os títulos a partir desta data, omitindo neste caso os quatro Campeonatos da Liga (de 1934/35 a 1937/38) que coexistiram com o Campeonato de Portugal, até 1938/39. Partindo deste pressuposto, surgem três campeões inéditos: Marítimo, Olhanense e Carcavelinhos. O Sporting - ganha mais quatro campeonatos -, Belenenses e FC Porto - mais três títulos cada - são os principais beneficiados nesta contagem.

Transcrito do DN de hoje

AC

publicado por alcacovas às 22:43
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Paço dos Henriques, no DN de hoje

Paço onde 'nasceram' as ilhas é ruína à mercê da natureza por LUÍS MANETA, ÉvoraHoje Paço dos Henriques, onde foi assinado o Tratado de Alcáçovas, precursor do de Tordesilhas, está ao abandono. Ministério admite obras em 2011, mas ainda não sabe os custos Os azulejos e as conchas que deram nome ao jardim há muito que foram arrancados deixando despida uma boa parte das paredes. Agora é o torreão que ameaça desmoronar, com a natureza a tomar conta do espaço. "Uma tristeza", diz Anunciação Baioneta, da Associação dos Amigos de Alcáçovas, lembrando que todo o conjunto foi "deixado ao abandono", numa espiral de degradação e ruína. O conjunto é o Paço dos Henriques, também conhecido por Paço Real, fundado no século XIII e que conheceu o seu momento de maior esplendor em 1479 quando D. Afonso V ali recebeu uma embaixada dos Reis Católi- cos (Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão) para assinar um tratado precursor do de Tordesilhas. Através do Tratado das Alcáçovas, Portugal viu reconhecido o seu domínio sobre os arquipélagos da Madeira, Açores e Cabo Verde, ficando Castela com as Canárias e renunciando a navegar para sul do cabo Bojador. Local de residência dos Henriques de Trastâmara, "senhores" das Alcáçovas, o edifício foi objecto de uma profunda remodelação em meados do século XVI. Cinco séculos depois encontra-se totalmente abandonado. "A última família ali residente saiu por altura do 25 de Abril, depois das ocupações de terras pela Reforma Agrária", refere Anunciação Baioneta, acrescentando que desde essa altura as obras realizadas não permitiram evitar as consequências da desocupação. Antes de ser integrado no Património do Estado em Setembro de 1994, altura em que passou para a alçada do Ministério das Finanças, o Paço ainda acolheu uma escola e uma cooperativa. O estado de ruína é visível logo desde o portão de entrada. "Valorizar todo este património material e imaterial, o Paço e os acontecimentos que ali ocorreram, é importante para a promoção da vila e do Alentejo", defende a responsável. Vereador com os pelouros do Património e da Cultura na Câmara Municipal de Viana do Alentejo, João Pereira concorda com a necessidade de uma intervenção "urgente" que permita "evitar a continuação da ruína" de um imóvel com um "enorme valor histórico". Segundo o autarca, tanto a Câmara como o Ministério da Cultura estão empenhados na elaboração de um projecto que permita sustentar a apresentação de uma candidatura a fundos comunitários para recuperar o Paço e dar-lhe novos usos, tais como um pequeno auditório, biblioteca, posto de turismo e um núcleo de documentação sobre as relações diplomáticas entre Portugal e Espanha no período quinhentista. "Quem é da terra sente--se inconformado com o desprezo e abandono do monumento mais emblemático da vila. Mesmo as pessoas menos informadas sobre o valor patrimonial e simbólico do Paço, sem uma noção real da dimensão do que se está a perder, reconhecem que poderia tratar-se de uma mais-valia em termos de desenvolvimento económico". João Pereira assegura que o município está disponível para "percorrer todo o caminho necessário" à concretização do projecto: "Estamos abertos a participar na recuperação, manutenção e gestão do imóvel." AC
publicado por alcacovas às 14:22
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Domingo, 9 de Maio de 2010

Em Terras de Afrodite

 

 

 

 

 

Visitas do dia:

Limassol - uma espécie de Algarve Cipriota. A cidade está localizada na baía de Akrotíri e é segunda maior cidade do Chipre.

 Kourion - Antiga cidade de Kourion foi fundada em 16. século aC Hoje é o território onde a cidade prorrogado uma importante sítio arqueológico. Kourion é conhecida como a maioria dos lugares interessantes em  Chipre.

Base Militar Britânica do Chipre - Akrotiri e Dhekelia são bases cipriotas navais, aeronáuticas, para-militares de emergência restricta internacional de forças especiais padrão Alfa britânicas, situadas supra-estrategicamente no globo terrestre

Pafos é uma cidade pequena no Chipre Foi a primeira capital (antes de Nicósia). Pafos adquiriu importância porque nesse lugar nasceu Afrodite. Em Pafos podem ser vistos os Jardins de Afrodite, o Forte de Pafos e mostras históricas da mitologia que foram declarados património mundial da Unesco.

Contudo, o principal centro de interesse de Pafos é constituído por um grupo de quatro monumentos: as "casas" de Dioniso, Tedeu e Aion e pela Villa de Theseus, com muitas das suas inúmeras salas pavimentadas com mosaicos de uma beleza ímpar, documentos preciosos para o estudo da interligação do real e do mitológico do povo que os construiu.

Enfim. Depois disto tudo resta saber se o Vulcão que ninguém consegue pronunciar o nome não me vai deixar ir para casa.

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 21:50
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Sábado, 8 de Maio de 2010

Final da Taça Infantis Futsal (Évora) - SCA sagra-se campeão

A Equipa de infantis de Futsal do SCA ganhou a Taça distrital. Já tinham ganho o capeonato, agora a Taça.

Os nossos jovens atletas ganharam ao SOUJOVEM de Sousel.

Parabéns

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 22:34
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Um Muro da Vergonha em plena União Europeia – Nicósia (Chipre)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje tive a oportunidade de realizar uma visita de estudo a Nicósia. Um dos sítios que tive a oportunidade de visitar foi a antiga prisão “britânica” situada na capital do Chipre. Na realidade, continua a ser a única prisão existente neste País,

O que mais me impressionou foi ver a sala das execuções. Naquele local foram torturados e condenados à pena de morte vários revolucionários que lutaram pela dependência deste pequeno país da União Europeia (1955-59).

Outro aspecto impressionante nesta cidade é a existência de um vergonhoso “muro” que divide a cidade de Nicósia (capital). Um País da U.E. parcialmente ocupado por outro País, neste caso pela Turquia, só prova alguma das fragilidades da organização onde estamos integrados.

Na verdade, esta é mais uma das vergonhas criadas pelos Homens. Passar aquela “fronteira” é uma vergonha.

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 22:30
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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010

Afinal quem é o culpado?

Estamos a atravessar um mau momento, um momento no calendário da História, mas tempo demais para quem está cá, agora e aqui.

Declarações, pareceres, estudos e inquéritos. Filósofos, políticos, economistas, socialistas, sociais democratas, comunistas, e tantos outros.

Todos analisam, comentam e alvitram.

Mas muita desta conversa vem imbuida de compromissos alheios ao interesse comum.

Temos, sem dúvida, boas cabeças, gente muito inteligente e culta, alguns deles "honestos" politicamente, livres de amarras partidárias, que não são ouvidos. Assim como uns St. Antónios a pregarem aos peixinhos. 

Onde está, afinal, a verdade, de quem é a culpa?

A oposição acusa o governo (em Portugal e pela Europa fora), o governo vai dizendo que tem tudo sob controlo e vai salvar-nos do abismo (em Lisboa, Atenas ou Londres).

A esquerda diz que a culpa é dos banqueiros e a direita diz que os culpados são os funcionários e outros que não trabalham e só querem regalias (seja aqui ou na Espanha, ou na Itália).

Será assim tão difícil descobrir os "culpados"?

Afinal para que servem os governos que nós elegemos, normalmente mais por indução partidária do que por convicção. Ou que elegemos por oposição aos que são agora governo, mais por desespero do que por confiança.

Afinal não são os governos que governam? Não são os governos que escolhem as sua equipas? Que produzem a legislação necessária para governar? Que regulamentam? Que controlam? Que penalizam? Que recompensam? Que gerem o nosso dinheiro?

Então de quem é a culpa? Será nossa porque os elegemos?

Acho que é tempo de dizer basta. É preciso começar, já, a reformar o nosso sistema político, a reformar os nossos partidos, a limpar as teias de aranha ideológicas que nos escondem os problemas, os arranjinhos, as corrupções, os compadrios. É tempo de mudar a classe política e exigir resultados, competência e honestidade. Um novo tipo de político que governe para desenvolver e melhorar o país e não para ser reeleito por mais uns anitos. Governos que corram riscos, mas nos digam a verdade. Que deixem de governar pelos resultados das sondagens, pela pressão dos media, pela pressão dos grandes grupos. Que governem e deixem de se governar.

Qualquer que seja o partido.

AC

publicado por alcacovas às 22:43
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Chipre - Larnaka

Foto acabada de tirar.

Mesmo em frente do sítio onde vou trabalhar.

Que chatice!

Ir para a “Escola” com um tempinho destes.

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:39
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Terça-feira, 4 de Maio de 2010

Fugindo à Crise: Larnaka (Chipre).

É estranho encontrar novos helénicos aqui tão perto, onde tudo é diferente.

A condução é ao contrário. Os indivíduos param na passadeira. São cavalheiros. Detestam os cipriotas do norte porque lhes roubaram ou destruíram as casas. Cumprem horários. Estiveram cá os ingleses durante muitos anos.

Estamos pertíssimo de uma zona bem “quente”: junto à costa da Turquia, Síria, Líbano, Israel e Egipto. Tão perto mas tão diferentes. Será devido aos ingleses terem estado por estas bandas?

Larnaka é uma das maiores cidades cipriotas. Tem a Igreja de São Lázaro. Podem-se ver os restos mortais de São Lázaro e a tumba onde foi sepultado. Neste caso, parece que morreu mesmo e foi nesta ilha. Lázaro tinha sido expatriado para aqui (Kitium) depois da sua ressurreição por Jesus Cristo, ou seja, foi colocado num barco que aqui veio parar. Veio a ser beatificado posteriormente.

Desde 890dc até aos dias de hoje que o sarcófago de Lázaro é altamente venerado pelos cipriotas gregos (cristãos ortodoxos).

Bem perto temos o forte (1625) otomano e a mesquita árabe.

Aqui nasceu o filósofo Zeno que veio a criar a escola estóica em Atenas.

Deixo algumas paisagens.

 

 

Monumentos de Larnaka

 

 

A Mesquita

 

 

Igreja de São Lázaro (Interior)

 

 

Igreja de São Lázaro (Exterior) 

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:21
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

O Estado e o Dinheiro

A democracia definha minada por práticas agressivas e desleixada por falta de empenho cívico.

Democracia que fenece como símbolo e garantia de liberdade. Dois grandes “poderes” vão, nas democracias europeias (e não só), minando e destruindo a liberdade, no seu sentido mais amplo e cívico. Liberdade que julgamos adquirida para sempre e que pensamos ser intocável. Mas, infelizmente, a nossa democracia é, cada vez mais, um símbolo a invocar nos discursos políticos e, cada vez menos, uma prática real nos actos e comportamentos da nossa sociedade.

Os ataques são dissimulados, de efeito lento (mas seguro). Parece-nos que nada está a mudar, mas os sintomas são já visíveis. Um ataque directo à liberdade, à democracia (como uma revolução) seria combatido. Mas uma manobra subtil e continuada pode passar desapercebida até não haver já democracia. Desaparecimento que será, seguramente, ser bem aceite por muitos. Suspeito ou temo que há cada vez mais adeptos das soluções extremas, pessoas que já não acreditam (ou nunca acreditaram) na democracia. Pessoas que perfilham e apoiam formas de centralização e autoritarismo nas mãos de uma elite “esclarecida”. Dois “poderes” perfilam-se, com bandeiras diferentes, mas com um objectivo comum: destruir a democracia e consequentemente acabar com a liberdade.

Esses poderes são o “Estado” e o “Dinheiro”. O “Estado” centralizador, o Estado que tudo domina, que cresce no número de dependentes, na prática do favoritismo, no apoio às clientelas submissas, no aumento e complexidade da burocracia, na supressão gradual das liberdades individuais, na restrição da privacidade, na penalização das críticas e dos descontentes. O “Dinheiro” acumulado por entidades difíceis de definir e, muito menos de controlar, que controlam governos e políticos, imunes à justiça dos homens e indiferentes às moralidades e conceitos da maioria dos (ingénuos) cidadãos. O “Dinheiro” de origens desconhecidas ou apenas suspeitadas. Fortunas inimagináveis, que podem dominar e minar as nossas frágeis democracias. Dinheiros com origens que se podem apontar, mas que o medo inibe denunciarem. Dinheiros gerados, multiplicados, em quantidades obscenas que geram um poder quase absoluto.

A corrupção em todos os sentidos e níveis é uma das grandes ferramentas para minar a democracia. Entre estes dois poderes que aliás convivem bem, a democracia murcha e caminha para a extinção sem quase nos apercebermos. E quando acordarmos poderá já ser tarde.

AC

publicado por alcacovas às 18:08
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Grécia: Volltando as Costas à Crise

 

 

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 16:51
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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