Quarta-feira, 17 de Março de 2010

José Quê?

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 22:28
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Teatro "Histórias da Monarkia"

 

Enviado para Divulgação

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:28
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Vamos todos limpar o concelho - dia 20 às 9h

  

  

   

  

B. Borges

publicado por alcacovas às 10:18
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Domingo, 14 de Março de 2010

Projecto Limpar Portugal - Grupo de Viana do Alentejo

 

 

Publicado por B.Borges

publicado por alcacovas às 23:01
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Quarta-feira, 10 de Março de 2010

Acção de Sensibilização - Escola Segura e Associação de Pais

 

Enviado para Divulgação

 

Editado por António costa da Silva

publicado por alcacovas às 22:04
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Segunda-feira, 8 de Março de 2010

Adere ao Grupo de Viana do Alentejo do Projecto Limpar Portugal!

   

  

Caros Amigos,
  
está em marcha o Projecto Limpar Portugal e aproximamo-nos a passos largos do dia L, o dia 20 de Março!
No nosso concelho muito trabalho tem sido feito para a organização deste dia, desde a referenciação dos locais onde existe lixo até aos contactos com empresas de recolha de lixo e entulhos, passado pela divulgação do Grupo de Viana do Alentejo e angariação de voluntários junto da população em geral, das associações, escolas, empresas, etc. Para já, Viana do Alentejo é considerado pela coordenação distrital do projecto como o concelho mais dinâmico do distrito de Évora!
Mais recentemente contamos com o apoio dos Governos Civis, sendo que já se realizou uma reunião no nosso concelho entre voluntários, Câmara Municipal, Juntas de Freguesia e Governo Civil de Évora, com vista à melhor articulação entre entidades e angariação de apoios, para que no dia 20 esta iniciativa seja bem sucedida no nosso concelho.
 
Apesar de todo o apoio que estas entidades têm dado para esta iniciativa, e apesar de já termos cerca de 60 pessoas incritas no site do Limpar Portugal e no Grupo VNT - Viana do Alentejo, muitas mais são necessárias, pois todos os esforços serão necessários dada a quantidade de lixos encontrados um pouco por todo o concelho.
 
Precisamos que participes e que te inscrevas no site http://limparportugal.ning.com/ e adiras ao grupo VNT - Viana do Alentejo. Quantas mais pessoas tivermos inscritas no site melhor e mais fácil será a organização das actividades do dia 20, e mais apoios conseguimos junto das empresas e Governo Civil para angariação de materiais de recolha de lixo.
 
A tua participação é, naturalmente, fundamental!
Inscreve-te no site http://limparportugal.ning.com/ e adere ao grupo VNT - Viana do Alentejo. Segue as instruções:

     

1º passo
- entrar em http://limparportugal.ning.com/ e seleccionar “Registre-se”
     

   

2º passo
- criar o perfil: preencher os campos solicitados (e-mail, senha, data de nascimento, nome completo, país e vila de residência) e seleccionar “Registre-se”
      

    

3º passo
- depois de se registar encontra um mapa de Portugal no qual deve seleccionar o distrito de Évora. Surge abaixo a lista de concelhos do distrito.
      

    

4º passo
- seleccionar o concelho de Viana do Alentejo
  

    

5º passo
- seleccionar “Participar de VNT – Viana do Alentejo”.
    


   
    
Preenche também a ficha de voluntário disponível na tua Junta de Freguesia ou por e-mail, através do email limparviana2010@gmail.com
 
Participa, e divulga o máximo que puderes pelos teus contactos! Esta semana teremos que ter todas as inscrições em nossa posse.
 
Abraços!
 
Pelo Grupo Coordenador,
 
Bruno Borges

publicado por alcacovas às 23:53
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Projecto Limpar Portugal - algumas imagens de lixeiras encontradas

    

   

  

  

   

  

   

   

No dia 20 de Março, todos juntos conseguiremos tornar o nosso concelho num concelho mais limpo e agradável para todos nós e para quem nos visita!

 

Junta-te a nós! Participa! Increve-te! Adere ao grupo de voluntários do Concelho de Viana do Alentejo!

 

  

B. Borges

publicado por alcacovas às 23:00
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Noite de Fados - Terra Mãe

 

Editado por António Costa da sIlva

publicado por alcacovas às 19:10
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Madeira – Uma Região a necessitar de ajuda

 

Esta semana teve como principal acontecimento a tragédia que ocorreu na ilha da Madeira. Infelizmente este triste acontecimento leva-nos a tirar uma série de conclusões. Se calhar a maioria delas poderão ser precipitadas.
O que mais me impressiona quando ocorrem estas catástrofes são as muitas vidas que se perdem. Pensar naquelas famílias que perderam os seus entes queridos, sobretudo de uma forma tão brusca e trágica, é algo altamente comovente. Quando olho para os danos materiais causados é triste, mas sei que tudo será recuperado e voltará certamente à normalidade.
Na fase posterior à tragédia, torna-se fundamental a solidariedade das populações e das instituições. Aqui, podemos afirmar com toda a segurança que os madeirenses, as suas instituições e as do continente, têm sido incansáveis e vão continuar a sê-lo, de certeza absoluta. Este aspecto deve ser claramente realçado. É muito triste ver estas tragédias acontecerem em países terceiros, mas é mais marcante ainda quando acontecem aos nossos.
Uma coisa é certa, a solidariedade que tem vindo a ser dada à Madeira é genuína, não é retórica pura. Isso é muito bom sinal. Os portugueses gostam de causas e a Ilha da Madeira passou a ser uma causa nacional. Ainda bem que é assim.
A questão que me parece mais importante a partir de agora é recuperar tudo o que foi danificado e pôr tudo a funcionar o mais rapidamente possível. Repor a normalidade é a melhor forma de ultrapassar as dificuldades e prosseguir em frente. No entanto, parece-me óbvio que devemos aprender com os erros e procurar soluções mais adequadas. Como dizia Orson Welles, a experiência é um acumular de erros cometidos ao longo dos anos.
Quando acontecem este tipo de tragédias, é clássico começar-se a procurar imediatamente culpados para os sentar no banco dos réus. No caso da Madeira, a vontade de culpar o Governo Regional é muito mais entusiasmante. Fazer do Dr. Alberto João Jardim um “bode expiatório” é um disparate enorme. As tentativas são e serão inúmeras, mas não acredito que sejam positivas e que obtenham quaisquer resultados.
Nestas tristes situações aparecem sempre os profetas da desgraça a apontar para os erros cometidos ao longo dos anos. Uns dizem que tudo se deve à construção desenfreada e desordenada, outros ao mau uso do solo ou outras causas, tais como: o afunilamento do leito das ribeiras, a desflorestação, a volumetria desproporcionada dos edifícios, etc, etc.
Ninguém tem dúvidas que existem erros cometidos ao longo de muitos anos. Visto nesta perspectiva, o nosso País tinha que ser parcialmente derrubado. Basta olhar para o Algarve para contemplarmos o triste ordenamento do território. Basta ver a forma como cresceram as nossas cidades e zonas suburbanas. Basta ver o tipo de construção que temos em todo o território nacional. Basta chover um pouco a mais para muitas das nossas cidades e vilas ribeirinhas ficarem inundadas. Basta vir um temporal com alguma dimensão, como aconteceu na região do Oeste, para percebermos que a maioria daquelas estufas que foram destruídas, nem sequer estava legalizada. Infelizmente, o nosso País é mesmo assim.
Esta situação faz-me lembrar a história de uma juíza italiana que veio visitar Portugal. A senhora andava acompanhada com alguns colegas portugueses. Num desses dias da visita questionou as características dalgumas casas portuguesas (azulejos no exterior, alumínios, telhados de betão, pinturas muito estranhas, etc) e do desordenamento do território. Alguém se prontificou a justificar aquela situação, dizendo que em Portugal há um problema de corrupção e que tudo se deve a isso. A senhora juíza italiana disse que não acreditava que houvesse mais corrupção em Portugal do que em Itália, mas que temos sim, um problema claro de mau gosto.
Na verdade, estas situações proliferam por toda a parte. É também verdade que devemos combater este problema que tem e vai continuar a funcionar como uma desvantagem competitiva de Portugal. Este é um daqueles problemas que só se resolve apostando na educação. Aquele problema de mau gosto (apresentado pela senhora juíza) tem a ver com isso mesmo, só melhorando o nível cultural, de educação, participação e cidadania da nossa população é que é possível começar a minorar este problema.
Também é verdade que temos situações onde tem havido progressos significativos ao nível do ordenamento do território e dos modelos de construção adoptados. Felizmente que a região Alentejo é um bom exemplo nestes domínios. Apesar de ter muito para melhorar, comparativamente, é um bom exemplo.
Para concluir, parece-me mais importante apontar para os problemas de uma forma construtiva, apresentando propostas e soluções. Não me parece oportuno aproveitar uma catástrofe para se fazer política, mas sim ajudar quem mais precisa. É aí que nos devemos concentrar.
Estou convencido que a Madeira vai recuperar mais rapidamente toda aquela zona que foi altamente devastada do que acabar com a desobstrução da CREL na zona de Lisboa, que há muitos dias começou.
 
António Costa da Silva

 

Publicado dia 28/02/2010 no 

publicado por alcacovas às 19:08
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Domingo, 7 de Março de 2010

Assim é que é, SCA.

 

 

1ª Divisão A
JORNADA 16
2010-03-07
 
Brotense 0-1 GDR Canaviais
Alcaçovense 5-2 Desp. Cabrela
Fazendas do Cortiço 5-4 Santana do Campo
Valenças 1-0 Luso Morense
Descansou: Outeiro
 
 
Classificação
(14 Jogos)
 
1 Luso Morense 37* (2ª Fase) Confirmado
2 Brotense 29 *  (2ª Fase)
3 GDR Canaviais 26
4 Valenças 25
5 Santana do Campo 22
6 Fazendas do Cortiço 18
7 Alcaçovense 13 
8 Outeiro 8 
9 Desp. Cabrela 7 
* Mais 1 Jogo
 
 
Próxima Jornada
JORNADA 17
2010-03-13
 
Santana do Campo - Valenças 
Desp. Cabrela - Fazendas do Cortiço 
GDR Canaviais - Alcaçovense 
Outeiro - Brotense 
Descansa: Luso Morense
 
Editado por António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 22:54
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O futuro dos estados-nação estará nas regiões?

Primeiro tivemos a tribo, depois o estado cidade, a seguir o estado nação. Pelo caminho tivemos estados impérios e federações de estados.

Na nossa Europa tivemos de tudo e demos nascença a muitas destas formas de soberania.

Hoje vivemos na Europa um momento de mudança, até de “revolução”, na busca de uma solução que possa suprir as fraquezas de dezenas de estados-nação (nalguns casos misturas de nações) e enfrentar as ameaças de outras formas de soberania que ameaçam submeter, senão dominar, os estados-nação da nossa Europa.

Estados-nação criados mais pela força das armas do que por consequências naturais históricas, que durante séculos lutaram entre si, em diversas e repetidas alianças espúrias que procuraram sempre novas configurações dos estados-nação.

Com constantes tentativas a Europa viveu em guerras praticamente constantes que mudaram frequentes vezes o seu mapa político.

Depois da Guerra Mundial II o poder dominante da Europa, dita ocidental, ou, melhor, dos seus estados dominantes acabou e deslocou-se para outras áreas: América e Euro Ásia, primeiro e actualmente, após o colapso da União Soviética, para a China e, num plano menos definido, para outros grandes estados que emergem no novo mapa mundial dos poderes.

Na Europa surgiu a União Europeia como resposta ou defesa a esses poderes emergentes, mas a UE, embora tudo o que já representa e tudo o que conseguiu, não é mais do que um aglomerado de interesses e vontades que não conseguem ultrapassar as barreiras históricas e psicológicas de centenas de anos de egoísmos e ambições nacionais.

Cada Estado é um “lobby”, cada governo nacional um ninho de “apparatchiki”, que não querem perder o poder, alegando sempre a defesa da respectiva nação.

Defender a nação está, presentemente, em causa, face às transformações em curso, face ao fenómeno da globalização (que, de certo modo, minimiza o tradicional amor nacional), face à dimensão dos poderes que hoje se confrontam não só no campo militar, mas sobretudo noutras áreas: a economia, o comércio, a escassez de muitas matérias-primas, a inovação, a investigação, etc.

Não basta ter “um olho” para ganhar ao ceguinho. Os ceguinhos de ontem têm hoje muito bons olhos e já não se assustam com um Tito de uma qualquer canhoneira.

Defender a nação e a sua soberania como inseparáveis poderá (tem que) ser hoje contestado. Quando os estados-nação criaram e aderiram à UE cederam uma pequena parte da sua soberania, mas não cederam na realidade os poderes inerentes.

As estruturas nacionais não foram reformadas, o peso dos órgãos de governação nacional manteve-se quase inalterado (nuns países mais do noutros).

A UE surgiu, e bem, para resolver um problema de escala mundial, mas não tem conseguido (ainda?) alcançar o que seria o seu objectivo principal: criar uma nova forma de “estado” que permita resistir aos avanços de outros estados com meios e capacidades imbatíveis por um aglomerado de “pequenos” estados-nação” que apenas esboçam uma intenção de mudança.

Mudança, esta, que não poderá ser feita se cada um dos membros da UE persistir em manter o modelo actual de governação velho de séculos.

Em muitos dos países europeus começou e continua uma reforma baseada na regionalização. Estas experiências são possivelmente o exemplo e o possível modelo para uma nova Europa. Uma Europa de regiões e não de estados. As regiões defenderão o espírito e a história dos estados com ainda mais força e renovada vitalidade. Regiões que poderão ser, conforme os casos, uma ou duas ou mais por país.

Numa Europa das Regiões todos beneficiarão sem perderem nada em termos de “orgulho” nacional e cultural, mas ganharão com um melhor e mais justo equilíbrio na comunidade europeia. A defesa das Regiões não se confundirá com a defesa do estado, que cada vez mais consome e desbarata os recursos e riquezas criados por cada região.

Por outras palavras diria que 27 (por enquanto) governos e todos os múltiplos organismos a eles ligados, mais os órgãos da UE e tudo o que eles consomem em termos da riqueza criada em cada ano em cada estado são (serão) incomportáveis para se conseguir a tal capacidade de enfrentar, com sucesso, o desenvolvimento de outros estados, com dimensões e potencialidades que os nossos não têm.

O futuro das nossas nações não está nas mãos dos estados-nação. Temos que dar um salto para outro tipo de “estado”, sem perder as nossas nacionalidades.

Há que não confundir nação, cultura e história, com governos. Um governo europeu pode e deve defender e desenvolver as nossas nações melhor do que os nossos “pequenos” estados, dispendiosos e, cada vez, menos consequentes na vida de todos nós europeus.

AC

 

publicado por alcacovas às 15:38
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Sábado, 6 de Março de 2010

Regresso

Quem cantará vosso regresso morto

Que lágrimas, que grito, hão-de dizer

A desilusão e o peso em vosso corpo?

 

Portugal tão cansado de morrer

Ininterruptamente e devagar

Enquanto o vento vivo vem do mar

 

Quem são os vencedores desta agonia?

Quem os senhores sombrios desta noite

Onde se perde morre e se desvia

A antiga linha clara e criadora

Do nosso rosto voltado para o dia?

 

(Sophia de Mello Breyner Andresen, Regresso)

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:26
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Campeonato Infantis de Futebol

 

 

SCA – Borbense (1-4)
Equipa: Henrique Branco, Bruno Charrua, João Ilhéu, André Silva, Victor Hugo, Zé Mbombé, e Mário Carvalho.
Banco: Elson Pereira.
Hoje a nossa equipa estava perante um adversário bastante forte. O Borbense tem vindo a fazer uma boa fase final neste campeonato de futebol em infantis. Hoje, a estatura e idades dos nossos adversários jogava claramente contra nós. 
Apesar de todas estas contrariedades, foi a nossa equipa a primeira a marcar. Merecidamente.
Uma grande penalidade sobre o Mário Carvalho. Marcou João Ilhéu.
Depois, uma distracção do nosso guarda-redes permitiu o empate. Pouco tempo depois o Borbense acabou por fazer um segundo golo de excelente qualidade.
Ao intervalo perdíamos por 2 a 1.
Na segunda parte, a nossa equipa entrou muito determinada, mas a sorte não foi nada protectora. Muitas oportunidades falhadas, enquanto que o Borbense acabou por fazer mais 2 golo com muita eficácia.
A nossa equipa desperdiçou muitas oportunidades.
Notas Finais:
a)      Melhor jogador em campo: João Miguel Ilhéu. Pela forma exemplar que comandou a defesa, pela forma com que transportava a bola e permitia o contra-ataque à nossa equipa.
b)      Arbitragem: Correcta. Não teve nenhuma influência do resultado;
c)       Apesar de chover persistentemente e por vezes torrencialmente a assistência apareceu em força a apoiar o SCA. Gostei de ver.
António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 13:04
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Corrupção

Investigador do Instituto de Ciências Sociais no Parlamento

Portugueses são muito tolerantes com a corrupção 05.03.2010 - 17:08 Por Luciano Alvarez

Cerca de 63 por cento dos portugueses toleram a corrupção desde que produza efeitos benéficos para a população em geral, revelou hoje no Parlamento o investigador Luís de Sousa, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e especialista na análise do fenómeno da corrupção

Será mesmo verdade? Será que já descemos tanto?

AC

publicado por alcacovas às 12:39
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010

Noite de Fados - Terra Mãe

 

Editado por António Costa da sIlva

publicado por alcacovas às 19:56
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Quarta-feira, 3 de Março de 2010

Regionalização e democracia

A regionalização, palavra que soa “mal”, com timbres cinzentos e foscos, deve aqui, neste escrito, ser entendida como autonomia regional.

Esta desconfiança adiantada e, talvez, sem fundamento, tem por base o que vamos vendo de há uns anos. Fala-se pouco de regionalização, dá-se-lhe pouca importância ou receia-se a importância das suas consequências.

A mudança súbita e feliz do 25 de Abril abriu horizontes para uma democracia plena, real, com participação de todos, com descentralização de poderes, com transferência de responsabilidades. Uma democracia, construída por todos e para todos. Uma democracia onde os poderes centralizados nos Governos, nas Corporações, nos grandes grupos financeiros e económicos, se desvanecessem gradualmente. E, acentuo, se desvanecessem os poderes centralizados e quase intocáveis, para serem “apenas” parte da democracia e não predadores da dita.

Assim, governo após governo, ano após ano, a nossa democracia vem murchando e os portugueses vão-se afastando, distanciando, das coisas públicas. O tempo do eles é que mandam, eles que resolvam, nós não temos nada com isso é, cada vez mais, um sintoma, um reflexo de velhos tempos que, na realidade, ainda não se esfumaram, nem foram esquecidos.

Como parar este “monstro” que destrói lenta, mas seguramente, a democracia que nos vai fugindo debaixo dos pés?

Pés que nos pisam se disso os não impedirmos.

Mas voltemos à regionalização.

O que é que os nossos partidos, as nossas corporações e outros poderes nos vão querer dar?

Quando ouço dizer que as futuras regiões do país já estão definidas, que a regionalização administrativa já está praticamente feita, que já existem as estruturas necessárias para fazer a regionalização, fico mais do que preocupado, fico desesperado.

Gostaria de ouvir dos nossos partidos, do que está no poder e dos que estão na oposição, quais são os conceitos fundamentais para a futura regionalização.

O que é que realmente se pretende?

Criar uma “nova” rede de organismos entre as autarquias actuais e a administração central?

 Mais estruturas, mais organismos, mais funcionários (igual a mais lugares para os boys)?

 E, consequência pior, um cada vez maior distanciamento do cidadão em relação aos centros de decisão e, claro, do poder.

Li há dias os resultados de uma pequena sondagem (Público) de que destaco as principais conclusões:

- Os portugueses (a maioria) não gostam de maiorias absolutas:

- Os portugueses têm reservas quanto ao monopólio partidário (político);

- Os portugueses gostariam de participar mais.

Como satisfazer estes desejos da maioria dos portugueses?

A resposta pode estar na regionalização.

Uma regionalização que transfira poderes e responsabilidades  para as regiões e destas para as autarquias:

Uma regionalização que emagreça radicalmente o Governo Central.

Uma regionalização que afaste um pouco os partidos, deixando, por exemplo, aos cidadãos o poder de escolher os seus dirigentes a nível autárquico. Começando por baixo, para construir um novo modelo, com mais e efectiva participação de todos.

Esta seria a “escola” para uma nova democracia, participativa, inovadora, exigente. E, consequentemente, com mais liberdade.

Nas escolas, propriamente ditas, procura-se ensinar os jovens a participar na vida pública, a interessarem-se pelas coisas públicas. E, depois?

Vão praticar como? Em eleições de 4 em 4 anos?

Ou enveredam por entrar para uma qualquer juventude partidária para garantir um futuro participativo (?).

A regionalização pode ser muita coisa, mas deve ser um princípio para uma nova forma de fazer política.

Os partidos que aceitarem este caminho terão que mudar muita coisa, terão que refazer-se, democratizar-se.

Serão capazes?

AC

publicado por alcacovas às 21:52
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SCA – Bº Torregela de Évora (14-2)

 

Campeonato Infantis de Futsal
SCA – Bº Torregela de Évora (14-2)
Equipa: Zé Mbombé, Victor Hugo, Bruno Charrua, Elson e André Silva.
Banco: João Ilhéu, João Silva e Mário Carvalho.
Hoje a nossa equipa estava perante um adversário mais frágil. A estatura e idades dos nossos atletas eram claramente superiores às da equipa da Torregela.  
A vantagem era clara. Mas ainda assim, foi a equipa forasteira a primeira a marcar.
Ao intervalo ganhávamos por 6 a 2. O Mário Carvalho marcou 5 golos e João Ilhéu 1.
Na segunda parte, marcaram o André Silva (2), Bruno Charrua (1), Zé Mbombé (1), Mário Carvalho (3).
A nossa equipa desperdiçava muitas oportunidades.
Notas Finais:
a)      Melhor jogador em campo: Guarda-Redes da Torregela (nº 12)
b)      Arbitragem: Correcta.
António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 21:00
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Alcáçovas 18:00h

 

Mais uma foto de um fim de tarde em Alcáçovas.

 

Apesar da minha máquina não ter grandes potencialidades, nem o artista ser grande peça, nunca se sabe se esta não é uma boa táctica de captar visitantes brasileiras. Piadola para o Luís Morais do Peixe Banana. :)

 

Cumprimentos

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:46
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Segunda-feira, 1 de Março de 2010

X Romaria a Cavalo - Moita - Viana do Alentejo

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:20
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Imegens do Corta-Mato Escolar Regional

   

Decorreu no passado dia 24, na zona envolvente à Sr.ª D’Aires, em Viana do Alentejo, o Corta-Mato Escolar Regional 2010, com a participação de 32 escolas, 1200 alunos e 75 professores.
O evento decorreu sem incidentes num execelente ambiente de convívio desportivo.

 

O concelho de Viana do Alentejo conseguiu arrecadar alguns lugares de destaque:

- João Caeiro, aluno do 10º ano - 1º classificado no escalão de Juvenis Masculinos; 

- João Figueiredo, aluno do 12º ano - 1º classificado no escalão de Juniores Masculinos;

- Equipas - 1º lugar no escalão de Juniores Masculinos.

  

Ficam aqui algumas imagens deste evento do passado dia 24:

   

   

   

   

   

   

   

   

   

B. Borges

publicado por alcacovas às 08:50
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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