Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Standard & Poor´s corta rating português

A agência de notação financeira Standard & Poor' s decidiu hoje baixar a classificação que atribui ao risco de crédito do Estado português, passando o rating de “AA-“ para “A+”. As debilidades estruturais da economia portuguesa e as reduzidas expectativas de crescimento do País nos próximos anos são a principal razão para esta decisão que pode ter como resultado um agravamento dos juros a que o Estado obtém financiamento nos mercados internacionais.

O rating de uma agência de notação financeira a um Estado mede o risco que existe de este poder vir a falhar um pagamento da sua dívida pública. Quanto mais baixo o rating, maior a ameaça considerada de se vir a registar no futuro uma falha no pagamento. Os ratings da Standard & Poor’s vão de “AAA” a “D”


A Standard & Poor´s tinha, durante a semana passada, lançado o alerta de que iria fazer uma análise mais aprofundada do rating português, com a possibilidade de realizar uma redução. Nas últimas semanas, esta mesma agência também decidiu baixar as classificações atribuídas à Grécia e Espanha.

 

Retirado do http://economia.publico.clix.pt/ Logo

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 12:04
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Rota do Fresco em perigo

A coordenadora da Rota do Fresco propôs uma parceria à AMCAL, que não só recusou como rescindiu o contrato que tinha com Catarina Vilaça, que decidiu agora fazer a gestão do projecto através de uma empresa que possui.

Alimentar esta polémica não serve a ninguém. Quanto perde a AMCAL com a eventual mudança do nome da rota ou com a sua aplicação a outros territórios? O que ganha a sua coordenadora com o eventual impedimento de acesso aos monumentos e pinturas que fundamentaram a criação da actual rota?

O poder, o sentido de posse e a propriedade, por mais legítimos que sejam, não devem ser levados ao extremo de prejudicar o bem comum e o interesse colectivo.

A importância deste projecto para o território para que foi concebido (Alvito, Cuba, Vidigueira, Portel e Viana do Alentejo) deve exigir dos seus responsáveis bom senso, visão e capacidade negocial para encontrar uma saída para o diferendo existente, de forma a contribuir, cada vez mais, para a sua promoção.


Publicado por JLopesGuerreiro em

http://alvitrando.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 11:58
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Isto é Coisa de Pinho / Lino

Em 2005, a Airbus propôs ao Governo português um plano estratégico de cooperação com a indústria portuguesa que permitiria desenvolver um cluster aeronáutico.

 

A que se deve tal desaparecimento?

 

Com a Falcon Wings, Sky Lander e hoje com a Bombardier, todas em Évora, tem sido um tal de propaganda com direito a cartazes e tudo. Qual a razão deste misterioso desaparecimento e encobrimento?

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:48
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Humor

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 11:13
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Assembleia Municiapal de Viana do Alentejo reúne dia 23

A Assembleia Municipal de Viana do Alentejo reúne dia 23, sexta-feira, em sessão extraordinária, no esdifício dos Paços do Concelho, a partir das 21 horas.

 

No próximo dia 23, sexta-feira, realiza-se no edifício dos Paços do Concelho uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal. A partir das 21 horas vão estar em cima da mesa temas como a adesão à Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central e aprovação dos respectivos estatutos, a proposta de aprovação do protocolo de delegação de competências da Câmara Municipal na Junta de Freguesia de Aguiar e Viana do Alentejo no que diz respeito aos sanitários públicos.

 

Retirado do site http://www.cm-vianadoalentejo.pt

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 11:04
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Matarruanos

 

É espantoso como é que se consegue passar com toda a facilidade uma esponja sobre o passado.

 

Surgir com novas promessas como se um novo líder se tratasse, é de facto extraordinário. É assim que Sócrates surge reconvertido ao novo socialismo romântico e democrático.

 

É espantoso como surgem as novas promessas sem parecer que já o foram. É espantoso apresentar propostas como se fossem novas quando há muito pouco tempo atrás foram totalmente recusadas.

 

A proposta para a criação de uma Lei que permita o casamento de homossexuais (esclarecida por Santos Silva de que não há adopção) é a prova disso mesmo. Há muito pouco tempo atrás (no último semestre do ano passado) o PS conseguiu abortar essa mesma proposta em plena Assembleia da República. É claro! São eles que mandam…O argumento era o não ser oportuna aquela discussão.

 

Sócrates é um mágico, muito melhor que Luís de Matos, Merlin e até mesmo Harry Houdini.

 

Agora, em tempo de crise, não há nada melhor que apresentar assuntos que distraiam os portugueses. A questão não é se a Lei é importante ou não. Aqui, o que importa é a forma e a oportunidade com que surge.

 

Sócrates trata-nos como se fôssemos verdadeiros mentecaptos.

 

Sócrates, com estas propostas procura voltar a piscar o olho à esquerda, tendo como objectivo central reconquistar a maioria absoluta nas próximas eleições. Sócrates pisca o olho a Alegre. Sócrates é um habilidoso.

 

Ao contrário do que a maioria dos analistas consideram, eu penso que Sócrates há já algum tempo que procura piscar o olho à esquerda: com a aprovação do diploma do regime político e administrativo dos Açores ele está a dizer que não quer Cavaco Silva como seu candidato a presidente. Este foi o seu primeiro grande sinal.

 

Sócrates usa e abusa das pessoas e da sua bondade.

 

O problema não é Sócrates tratar os portugueses como uns verdadeiros matarruanos. Para ele os portugueses são mesmo uns verdadeiros matarruanos.

 

Parece que gostam de lhe dar razão.

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 19:23
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Obama... President

 

Retirado do http://raim.blogspot.com/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:45
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Alcácer do Sal fica mais perto de Évora dez anos depois

A conclusão das obras de pavimentação da estrada regional 257, que aproxima Alcácer do Sal da cidade de Évora, está prevista para hoje. A via esteve instransitável durante mais de 10 anos e encurta o percurso entre as duas localidade em cerca de 30 quilómetros.

 

A estrada regional 257 liga Santa Catarina, no concelho de Alcácer do Sal, a Alcáçovas, do concelho de Viana do Alentejo, e facilita também o acesso ao litoral também a partir da fronteira.

 

O projecto foi lançado pela autarquia de Alcácer que agora vai apresentar ao Ministério das Obras Públicas o valor do investimento, 600 mil euros, para que seja reembolsada. Uma fonte do Município salienta que, apesar de a estrada 257 estar definida como «regional» no Plano Rodoviário Nacional, as Estradas de Portugal não trataram de a recuperar.

Os trabalhos de acerto de bermas continua até ao fim do mês e a autarquia vai ainda requalificar um último troço de um quilómetro, não previsto inicialmente, à entrada de Santa Catarina.

 

Visto no http://noticias.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:33
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Este Já Lá Vai. Até Que Enfim.

 

Visto no http://agualisa6.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:28
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Pecados mortais (1 de 7)

De um Presidente de Município não se espera apenas um discurso vago e vazio de conteúdo, espera-se sim possuir uma estratégia clara e inequívoca de desenvolvimento para melhorar a qualidade de vida dos seus munícipes e num momento complicado dar confiança às pessoas, não me interessa nada o seu choradinho. O mandato desta equipa no Município está ferido de morte.

 

Nos próximos dias vou identificar os 7 pecados capitais desta administração liderada pelo Sr. Estevão Pereira. Hoje é o Desemprego.

 

Primeiro pecado capital. O Desemprego. Não conseguiu atrair investimento externo. Não consegue fixar empresas. Não tem políticas de atracção de mão-de-obra jovem nem de população imigrante. Não há uma significativa baixa de impostos para as empresas. O Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico não funciona. O Programa Finicia (FAME) não trabalha em proximidade com empresários, não consegue apoiar ninguém. Não há cursos de formação profissional para os trabalhadores. Não há estímulo ao empreendedorismo na juventude. Não há apoio a uma marca de qualidade concelhia. Não há uma campanha de divulgação do concelho para potenciais investidores. Não há uma aposta estratégia de  promoção de um único produto local. A cooperação/internacionalização com outras regiões internacionais é zero. O artesanato não está a ser rentabilizado como merecia. Alguém conhece no concelho alguma start-up ou ninho de empresas para apoiar os empresários locais? Não. Apoios à agricultura, por exemplo, apoiar pequenos produtores através da venda de cabazes agrícolas não existem. Estão identificados e apoiados os principais produtos de qualidade que servem como marca própria e são consideradas apostas estratégicas do concelho? Longe vai o tempo dos chocalhos nas Alcáçovas e da olaria em Viana, actualmente qual é o produto/bem prioritário defendido pelos responsáveis políticos? Ignoramos. Não há estratégia de complemento entre gastronomia, alojamento, património e cultura como forma de promover o turismo. O turismo religioso num concelho com potencialidades obvias tem estado a ser apoiado como poderia ser? Claro que não. Metade da economia em Aguiar é composta por cafés, tasquinhas e tabernas, qual é o evento agregador desta oportunidade local? Alguém me consegue dizer onde é a prometida Zona Industrial em Aguiar? Os responsáveis políticos preocuparam-se seriamente em desenvolver o tecido empresarial da zona industrial de Alcáçovas? Não me parece. O que se está a fazer para as empresas localizadas no concelho beneficiarem do QREN? Sessões de divulgação, sensibilização, informação...

 

Evidentemente o Primeiro Ministro Sócrates tem culpas no cartório, especialmente em termos de política macro-económica nacional, mas todas estas medidas que destaquei são falhas da actual equipa autárquica liderada pelo Sr. Estevão Pereira, é uma questão de escolhas políticas, de prioridades económicas e aí há erros crassos na gestão local da coisa pública.

 

Falha redonda da Câmara no apoio ao sector privado gerador de riqueza e de postos de trabalho e uma fuga em frente no sector do investimento público porque alicerçada em maus diagnósticos e sem envolver a população na tomada de decisão, ao ritmo do calendário eleitoral.

 

Visto no http://polvorosa.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:23
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Reabilitação do centro histórico

Recentemente vi neste blogue uma notícia que adiantava que uma das próximas apostas do executivo camarário no concelho seria a reabilitação do centro histórico de Viana do Alentejo. Parabéns à CMVA pela ousadia de tal façanha. Louvo a ideia, mas se me é permitido tecer alguns comentários sobre uma iniciativa, esta sim, que poderia ser repetida nos restantes centros históricos existentes no concelho, pois criaria mais-valias inquestionáveis para o mesmo, gostaria de dizer o seguinte:

 

1º - Esta deverá ser uma iniciativa estruturante para o concelho e, nunca realizada avulsamente, ou seja, deverá ser parte dum conjunto de obras mais alargadas, implementadas sobre a malha urbana dos centros históricos do concelho e, naturalmente em especial no seu património histórico-arquitectónico. Este passo deverá ser tido como parte dum conjunto que valorize o património e o associe ao desenvolvimento local/regional catapultado pelo turismo;

 

2º - Este projecto nunca deverá ser empreendido ao arrepio da histórica local, das características específicas do património do concelho e contra a vontade e sensibilidade das suas gentes;

 

3º - A obra a efectuar deverá não apenas conservar o que existe, mas aproveitar esta oportunidade quase única para valorizar a malha urbana do centro histórico (neste caso de Viana do Alentejo) - iluminação, mobiliário urbano, acessibilidades, etc...;

 

4º - A intervenção, a ter, como será de esperar remoção de terras do subsolo, não poderá ser efectuada sem a presença de uma equipa técnica de Arqueologia, como forma de defender/salvaguardar estruturas arqueológicas. Aliás, mesmo que a CMVA não o desejasse fazer, tem entre si monumentos classificados que obedecem, nalguns casos ( exemplo do Castelo de Viana - Decreto 16-06-1910, DG 136 de 23-06-1910) a ZEP´s - Zonas Especiais de Protecção que obrigam imperiosamente a acompanhamento arqueológico num raio de 50mts sobre os limites do edifício. Mas nem será necessário evocar estes pressupostos legais, pois a CMVA, mais que agir em conformidade, pretende certamente defender e até conhecer melhor a sua própria história;

 

5º - Espera-se que este trabalho, de longo alcance e de árdua concretização, seja feito imaculadamente do ponto de vista da defesa do património histórico-cultural, dando a autarquia aqui um claro sinal de inversão ao nível da sua política neste campo, pelo que se espera que a mesma congregue para esta iniciativa apoios institucionais e parceiros associativos no ramo, de forma a alargar a abragência da sua intervenção e, simultaneamente a incutir um espírito democrático de participação junto de cidadãos e associações.

 

Resta-me dizer que ficarei atento a esta iniciativa!

 

Um abraço,

 

Frederico Nunes de Carvalho

 

publicado por alcacovas às 23:26
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Um exemplo engenhoso do discurso e da política ocorreu recentemente na Assembleia das Nações Unidas e fez a comunidade do mundo sorrir.

Um representante de Palestina começou: "Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés:


- Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou, que oportunidade boa de tomar um banho!  Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entra na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-as roubado."


O representante Israelita saltou furioso e disse, "Que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura."


O representante Palestiniano sorriu e disse: "E agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso."

Enviado para o meu mail

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 20:01
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Surreal Popular

 

A economia portuguesa vai contrair-se 1,6 por cento este ano, o défice será de 4,6 por cento do PIB (produto interno bruto) e o desemprego irá aumentar para 8,8 por cento este ano e 9,1 por cento no próximo, estima a Comissão Europeia. Estes números são mais negros do que antecipou o Governo há poucos dias.


No Orçamento rectificativo, que é hoje entregue pelo Governo no Parlamento, o executivo aponta para uma contracção do PIB de 0,8 por cento (metade do que estima a Comissão Europeia), prevê um défice público de 3,9 por cento (menos seis décimas do que os 4,6 por cento de Bruxelas) e uma taxa de desemprego que irá subir até aos 8,5 por cento, um pouco menos do que os 8,8 por cento sugeridos pelos números intercalares divulgados hoje pela direcção-geral para os Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia.

 

Afinal onde está o realismo das propostas do Governo? Já vimos que não acertam nenhuma previsão, por isso vou dar como verdadeiras as informações da Comissão Europeia.

 

Como é que estes homens vão combater a crise se não conseguem acertar?

 

Isto não vai ser nada fácil. Quando se levantar o véu, estou convencido que o cenário não vai ser nada bonito.

 

Para quem dizia que nunca tinha feito um orçamento rectificativo, agora foram rápidos. Provavelmente outros se seguirão.

 

Quanto ao défice, estava claramente convencido que era um assunto encerrado. Afinal!.....

 

Mais uma vez, espero estar errado.

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 19:48
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Dados da Greve dos Professores no concelho de Viana do Alentejo

 

 

EBI/JI das Alcáçovas   -  100%
EB2,3 - Viana do Alentejo - 72,1%

EB1 de Viana - 100%

 

Fonte: http://www.spzs.pt

 

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 19:33
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Poeta castrado não! - josé carlos ary dos santos

ArydosSantosPoeta castrado não!

Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo
dromedário

fogueira de exibição
teorema
corolário

poema de mão em mão
lãzudo
publicitário
malabarista
cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!


Os que entendem como eu

as linhas com que me escrevo

reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura, como já disse, sempre que faço um poema
saudade, que se partisse, me alagaria de pena
e também uma alegria, uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu,
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu, quando lhes mostro o reverso:
Da fome, já não se fala

é tão vulgar que nos cansa
mas
que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?
Do frio, não reza a história
a morte é branda e letal
mas
que dizer da memória
de uma bomba de napalm?
E o resto: que pode ser o poema dia a dia?
Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia
um filho que vai nascer parido por asfixia?!
Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo
mau profeta
falso médico
ladrão
prostituta
proxeneta

espoleta
televisão.

Serei tudo o que disserem:

Poeta castrado não!
 

José Carlos Ary dos Santos

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:11
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Pintura de Tarsila do Amaral

 

Tarsila do Amaral

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 18:01
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Pintura de Alexandra Nechita

Alexandra Nechita, Ivory Legacy

 

Alexandra Nechita

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 17:53
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Pensamentos de Gandhi

Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito.
Faça a sua parte, se doe sem medo.
O que importa mesmo é o que você é.
Mesmo que outras pessoas não se importem.
Atitudes simples podem melhorar sua vida.
Não julgue para não ser julgado...
Um covarde é incapaz de demonstrar amor
- isso é privilégio dos corajosos.

Mahatma Gandhi

 

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:38
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LOL

 

Do http://jumento.blogspot.com/

 

Editado por ANtónio Costa da Silva

publicado por alcacovas às 16:05
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A crise está em crise

A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado.


Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.


De acordo com os especialistas – e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível – Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.


O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise. Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB. O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção. Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.


A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.


É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses. A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades.

 

 

TEXTO DE RICARDO ARAÚJO PEREIRA

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 15:51
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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