Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Um fogo deflagrou num Monte Alentejano.

 

 

Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.


O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.


A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira. Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.


Assim foi.


Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate. Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha recta para o centro do incêndio! Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.  Estupefacta a população assistiu a tudo.


Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos. Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis. Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas. Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.


Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:



- "5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?"


"Penso que é óbvio, não é?" - responde o comandante a sacudir a cinza do  capacete...


"A primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porra dos travões do
camião!!!"

 

publicado por alcacovas às 20:50
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

BODO AOS RICOS

 

 

Foto do http://jumento.blogspot.com/

 

 

Hoje ao ouvir as notícias matinais sobre uma escola que foi encerrada nos subúrbios de Lisboa, achei aquilo tudo muito estranho.

 

Estranho, não pelos pais lutarem por questões de melhoria da dignidade dos locais onde os seus filhos estudam, nomeadamente ao nível da segurança, saúde e higiene e outros aspectos fundamentais, mas sobretudo pela falta de definição de prioridades que vamos continuando a assistir por todo o nosso País.

 

Ora vejamos: O BPN – Banco Português de Negócios é uma vergonha nacional, é um caso de polícia, mas para que não vá à falência e ponha em causa o sistema financeiro, o Estado arranja dinheiro suficiente para concretizar a sua nacionalização; Quanto ao BPP – Banco Privado Português, existe capacidade por parte do Estado em entrar no seu capital e garantir o risco na entrada de capital dos outros bancos; O mesmo Estado é garante no risco de acesso ao crédito de bancos que em nada manifestam seriedade para consigo (vejam-se os casos Portucale do BES e as diversas manobras do BCP).

 

Desta forma, o Estado garante ao sector financeiro, seja ele qual for, todas as condições para a sua subsistência, quanto que perante aos sectores produtivos da economia, que se encontram em bem pior situação, não só não os ajuda, como os sufoca, sacando o máximo que pode.

 

O desprezo para com as micro e pequenas empresas e para com os profissionais liberais que, na sua maioria, nada querem do Estado, tem sido um dos maiores erros que se tem cometido.

 

O curioso disto tudo é que este dinheiro surgiu de repente, surgiu do nada. Actualmente, deparamo-nos com o Estado a “ajudar” os bancos com dinheiro que supostamente não havia para as universidades, hospitais, esquadras da polícia, tribunais e outros serviços públicos.

 

Por isto tudo, continuo a ficar cada vez mais assustado quando vejo o Estado a tentar estimular a economia através de megaprojectos (TGV´s, Pontes sobre o Tejo, Aeroportos, etc, etc), os mesmos projectos que já estavam previstos quando a economia se encontrava de boa saúde.

 

Será que estes megaprojectos não irão beneficiar ainda mais as megaempresas, como é o caso das Mota Engil e companhia limitada? Pouco estimulo trará às micro e PME´s.

 

A questão central não tem a ver com a razão da concretização destes investimentos, mas sim com a selectividade e pertinência em relação à sua natureza. Parece-me muito mais importante (caso se olhe para esta situação como uma “espécie de intervencionismo estatal na economia”), se optássemos pela realização de investimentos ao nível da reabilitação de edifícios públicos – melhoria das tais escolas que, como é a da notícia, não são intervencionadas há mais de 30 anos – melhoria e criação de tribunais, das universidades, das esquadras da polícia e GNR, dos hospitais, melhoria da racionalização energética, aposta consistente numa política de portos, criação de lares e creches, melhoria ao nível da habitabilidade dos mais carentes e informatização dos serviços públicos, etc, etc.

 

Com esses investimentos, espalhados por todo o território nacional, estaríamos sim, a dar um salto qualitativo nos nossos serviços e garantir mais emprego, estimular as enfraquecidas economias locais e do interior e ainda, diminuir a factura energética.

 

Desta forma, estaríamos a ajudar quem precisa e não fomentar este bodo aos ricos.

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 22:12
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À SAPATADA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:37
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Domingo, 14 de Dezembro de 2008

F. CORTIÇO – S. C. ALCAÇOVENSE (1-1)

Neste jogo destaca-se a excelente exibição do Alcaçovense.

 

Merecíamos, sem dúvida alguma, a vitória. A nossa equipa foi exemplar, fez tudo por tudo para ganhar o jogo.

 

Apesar das contrariedades que têm apoquentado a nossa equipa, foi possível dar um sinal daquilo que podemos de fazer. Ainda assim, a sorte não foi amiga da nossa equipa. Bolas à trave, penalty falhado, em nada nos ajuda. Com o 1 a 0 ao intervalo, a favor da equipa da casa, obrigou o SCA a correr atrás do prejuízo. No entanto, conseguiu-se pelo menos este precioso empate.

 

Outra referência positiva ao David (ex Oriola) que voltou à nossa equipa e que foi, pura e simplesmente, o melhor jogador em campo.

 

Bem vindo David.

 

Estou convicto que o SCA ainda vai dar algumas alegrias aos seus sócios e simpatizantes,

 

Pela Direcção do SCA

 

publicado por alcacovas às 23:31
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Fim-de-Semana Desportivo do SCA

Escolas, Liderança Bem Firme

 

LUSITANO DE ÉVORA B - S. C. ALCAÇOVENSE: 1 - 5

 

A nossa equipa está cada vez mais consistente.

 

Equipa: Henrique Branco, Bruno Charrua, João Ilhéu, André Silva Victor Hugo, João Silva e Mário Carvalho.

 

Banco: Dinis Fialho, Miguel Santos, Diogo Maurício, José Mbombé e Duarte Guerreiro.

Como é hábito começámos o jogo a dominar a equipa adversária. Várias possibilidades de golo começaram a acontecer.

 

Passavam alguns minutos e João Silva inaugura o marcador.

 

Pouco tempo depois, o inevitável Mário Carvalho marcou o seu primeiro golo na partida. É óbvio que não ficou por aqui, o três a zero saiu dos seus pés, apesar de já levar meio golo por parte do Victor Hugo.

 

Em cima do intervalo, o árbitro assinalou um penalty provocado por Bruno Charrua. Daqui surgiu o golo do Lusitano.

 

Mal recomeçou o jogo marcámos por Mário Carvalho.

 

 

 

Não tardou a ser marcado o nosso quinto golo através dum bom remate do Bruno Charrua.

 

Ainda houve a oportunidade de jogarem outros atletas, como foi o caso do Duarte Guerreiro, José Mbombe, Miguel Santos e Diogo Maurício.

 

Melhor Jogador em Campo: João Ilhéu

 

8. Jornada de 13.12.2008 a 13.12.2008
12/13/08 10:30   União  -  Canaviais   5 : 2       
12/13/08 10:30   Giesteira  -   Afeiteira   0 : 7       
12/13/08 10:30   Lusitano  -  Alcaçovense   1 : 5       
 
Descanso: Viana 
   Próxima jornada » 
Classificação Casa Fora 1ª volta 2ª volta
  J V E D   Golos +/-   Pts.
1 Alcaçovense       7 6 1 0   57 : 13 44   19
2 União       7 6 0 1   38 : 20 18   18
4 Lusitano       7 4 0 3   28 : 17 11   12
3 Afeiteira       7 3 1 2   32 : 14 18   13
5 Canaviais       7 2 0 5   25 : 28 -3   6
6 Viana       6 1 0 5   4 : 43 -39   3
7 Giesteira       7 0 0 6   0 : 49 -49   0
 

 

Infantis

 

S. C. ALCAÇOVENSE – UNIÃO DE MONTEMOR: 2 - 12

 

 

Pela Direcção do SCA.

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 19:08
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700º aniversário da Capela Gótica

No dia 13 realizou.se, na Igreja Matriz das Alcáçovas, uma singela evocação da consagração da Capela Gótica, depois chamada dos Henriques.

A Srº Professora Doutora Hermínia Vilar, da Universidade de Évora, fez uma palestra, simples, mas muito interessante que nos deu uma imagem dos primórdios cristãos das Alcáçovas. 

Levou-nos a uma breve "viagem" pelas Alcáçovas dos séculos XIII, XIV e XV , realçando a sua crescente importância relativa (no Alentejo Central) e a sua evolução "administrativa", desde senhorio do Bispo de Évora até aos Henriques de Trastâmara.

Aprendemos ou recordámos com deleite a conversa da nossa convidada, que para além da sua erudição nos encantou pela forma como se nos dirigiu. Dá gosto aprender com uma Professora como esta.

No fim da palestra tivemos ainda alguns bons minutos de conversa entre os assistentes e a Doutora Hermínia Vilar.

Depois da palestra houve missa, comemorativa.

Tivemos a presença de cerca de 30 pessoas. Bom seria que "todos" os alcaçovenses pudessem ouvir o que se disse sobre a sua terra.

Mas o tempo também não ajudou.

Outras ocasiões virão.

 

AC 

publicado por alcacovas às 16:40
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

PONTOS DE VISTA (XIX)

 

Ponto dois) Informação sobre a actividade da Câmara – O senhor Presidente informou que no dia 14 de Novembro foi realizada uma reunião na Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo (ADRAL), convocada pela Associação de Municípios do Distrito de Évora e na qual participaram um conjunto de Municípios do Alentejo Central e também o Município de Mora. O assunto discutido prende-se com a necessidade de criação de uma comunidade intermunicipal, abreviadamente designada por CIM, abarcando os Municípios do Alentejo Central, incluindo Mora. Esta comunidade intermunicipal configurará uma nova designação para a actual Associação de Municípios do Distrito de Évora e por imperativos legais é imprescindível para sustentar uma candidatura às verbas do QREN. Os Municípios presentes manifestaram-se favoravelmente à constituição da comunidade intermunicipal se estiverem garantidos dois pressupostos básicos:

Primeiro) O Município de Mora deverá integrar essa CIM; -----------------------------

Segundo) A constituição da CIM não deve implicar o imediato e total esvaziamento da actual Associação de Municípios, devendo antes seguir um processo gradual de transferência. -------------Embora a inclusão do Município de Mora na NUT III (Alentejo Central) tenha que ser assumida pelo senhor Secretário de Estado, tudo aponta para que ela se venha a efectivar pelo que, no sentido da integração na futura comunidade intermunicipal, cada Município terá que se pronunciar, fazendo aprovar nos seus órgãos a proposta de adesão. --------------------------------------- Referiu também o senhor Presidente que no dia 24 de Novembro, ainda relativamente a este assunto, foi realizada uma reunião na Associação de Municípios do Distrito de Évora. Tratou-se sobretudo de discutir o processo de contratualização das verbas do QREN pelos diversos

Municípios, nomeadamente a necessidade de definição de critérios para a “divisão” das verbas que estão em causa. Sabe-se que o montante global a repartir é de 58 milhões de euros para os cinco eixos. Destes 58 milhões há uma parcela de 8,9 milhões que já está afecta aos Centros Escolares pois embora o Município de Viana ainda não tenha garantia de aprovação do seu, há quem já tenha essa garantia de financiamento. Este processo de negociação não tem sido fácil e no dia 25 de Novembro foi realizada mais uma reunião na sequência da anterior. Se tivermos em consideração que no mesmo grupo de Municípios se encontram realidades bem diversas, nomeadamente Évora com o peso que tem e Municípios com menor dimensão, facilmente se compreende que não é fácil encontrar um critério de divisão das verbas aceites por todos, que seja equitativo. Conseguido esse critério será então altura para que cada Município defina os seus investimentos, de acordo com a quota das verbas que lhe couber. Disse ainda o senhor Presidente que este processo de contratualização não é possível sem a constituição da CIM e só no caso de ela estar a ser constituída é que o protocolo respectivo poderá ser assinado pela actual Associação de Municípios. ----------------------------------------------------------------------------------------------------- Informou ainda o senhor Presidente que no dia 17 de Novembro foi realizada uma reunião do Conselho Directivo e Assembleia Intermunicipal da Associação de Municípios do Alentejo Central. Na óptica da rotatividade dos órgãos directivos e na sequência das recentes eleições realizadas, o Conselho Directivo ficou constituído da seguinte forma: ----------------Presidente – Presidente da Câmara Municipal de Cuba; -----------------------------Primeiro vogal – Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo; ------

--Segundo vogal – Presidente da Câmara Municipal de Alvito. ---------------------

Pela empresa Águas de Portugal foram entregues à Associação de Municípios do Alentejo Central as propostas de investimento para cada um dos Municípios associados, quer relativas ao abastecimento de água em alta, quer relativas ao saneamento, também em alta. No tocante ao Município de Viana do Alentejo, está contemplada a nova conduta Viana – Alcáçovas mas não estão nem o reservatório-mãe de Viana nem o novo reservatório de Aguiar. Na parte do saneamento está previsto o abate da ETAR da Senhora D’Aires e a construção de uma nova, não estando prevista nem uma nova ETAR para Aguiar nem o redimensionamento da estação elevatória existente. Estão contudo previstas reabilitações na ETAR de Aguiar e idênticas obras na ETAR do Monte dos Touros em Viana e na ETAR da Zona Norte de Alcáçovas. Disse o senhor Presidente que a resposta a esta proposta está a ser preparada, manifestando a concordância nuns casos e questionando as omissões. Disse ainda o senhor Presidente que a par deste processo, a empresa AMBIRUMO continua a desenvolver os estudos que lhe foram adjudicados pela AMCAL no sentido da constituição de duas empresas intermunicipais. Quando foi o tempo da decisão e na posse de todos os elementos relevantes, será escolhida a solução que for considerada mais acertada. --------------------------------------------------------------------

- O senhor Presidente informou também que ontem foi realizado no Cine-Teatro um plenário com os trabalhadores do Município, tendo sido apresentada a proposta de Plano de Actividades e Orçamento para o próximo ano e solicitadas criticas e contributos para os mesmos. Um outro assunto tratado neste plenário teve a ver com questões genéricas, nomeadamente questões ligadas a pessoal. ---------------------------------------------------------------------------------

- Por fim o senhor Presidente informou que no dia 17 de Novembro corrente nomeou seu adjunto o senhor Luis Miguel Fialho Duarte. Os motivos básicos desta nomeação prendem-se com o conhecimento pessoal que tem do nomeado, com a confiança que nele deposita e com o facto de se tratar de uma pessoa com conhecimento da realidade do concelho e do funcionamento da própria Câmara uma vez que durante sete anos aqui trabalhou, com funções ligadas à Divisão de Acção Sócio-Educativa. O seu regime de nomeação é em comissão de serviço até ao final do presente mandato. ------------------------------------------------------------------------------------------------

- O senhor Vereador Costa da Silva, relativamente à constituição da comunidade intermunicipal, entidade que vem substituir a Associação de Municípios do Distrito de Évora, disse estranhar que na mesma tenham parte integrante Municípios que não honraram os seus compromissos para com a Associação e com ela mantêm dividas. Disse para si ser estranho que se vá criar uma entidade nova composta por alguns sócios nos quais não se pode ter confiança porque não cumpriram as suas obrigações. Disse perceber a necessidade de constituição da CIM na óptica da contratualização dos fundos comunitários mas considera que cerca de 50 milhões de euros (uma vez que dos 58 milhões no total, estão afectos mais de 8 milhões aos Centros Escolares) é uma verba diminuta e perfeitamente insuficiente para as necessidades dos Municípios que são 14 e integram realidades completamente diferentes. Em sua opinião, a exigência de constituição da CIM é exagerada tendo em conta o produto que dai se obtém. --------------------------------------------- Disse ainda este Vereador registar com agrado as pinturas que estão a ser feitos nos gradeamentos das escolas e noutros edifícios, nomeadamente no Centro Cultural de Alcáçovas. Perguntou se foi pensada alguma medida para evitar que por via dos ninhos das andorinhas os trabalhos de pintura fiquem prejudicados. --------------------------------------------------------------------- Quanto à nomeação do adjunto do senhor Presidente da Câmara, o senhor Vereador Costa da Silva perguntou quais as tarefas que lhe irão ser destinadas, para além do apoio directo ao senhor Presidente da Câmara. -------------------------------------------------------------------------------------------

- A este propósito, o senhor Presidente respondeu que em coordenação consigo caberá ao seu adjunto garantir o funcionamento de todos os Conselhos Municipais, quer preparando os trabalhos para os mesmos, quer representando-o em caso de impossibilidade. Pretende-se também que o senhor Luís Miguel Duarte passe a acompanhar muito directamente a Protecção Civil e também já lhe foi entregue o dossier da toponímia no qual já está a trabalhar. Foi-lhe também pedido que acompanhe os processos de legalizações que o Assessor Jurídico tem em mão. O senhor Presidente referiu ainda que o seu Adjunto é um elemento do Gabinete de Apoio à Vereação pelo

que, independentemente das tarefas de apoio ao Presidente da Câmara, quer o senhor Vereador Fadista quer a senhora Vereadora Vera poderão ter necessidade de lhe solicitar ajuda. O senhor Presidente acrescentou ainda que existem agora condições para que o seu adjunto possa também acompanhar o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, já aprovado. ---------------- O senhor Vereador Fadista, relativamente aos ninhos das andorinhas concretamente no Centro Cultural de Alcáçovas, disse que sem poder garantir resultados, vai ser feita uma tentativa que já resultou noutros locais e que consiste na colocação de uma rede no beirado do edifício. -------------

- O senhor Presidente, relativamente às questões suscitadas pelo senhor Vereador Costa da Silva acerca da constituição da comunidade intermunicipal, disse que a sua constituição decorre, como se disse, de um imperativo legal e quanto aos Municípios que detêm dividas para com a Associação de Municípios, mantêm a expectativa de que venham a satisfazer os seus compromissos. Reafirmou a sua convicção de que as negociações com vista à definição de critérios de distribuição das verbas têm valido a pena pois crê que apesar das dificuldades o mais importante é, com base em cedências mútuas, manter os Municípios unidos e a trabalhar em conjunto. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ponto oito) Ratificação da 24.ª alteração ao Orçamento da Despesa – O senhor Presidente apresentou a 24.ª alteração ao Orçamento da Despesa, aprovada por seu despacho no dia 21 de Novembro corrente. Explicou que há mais de um ano foi feita uma aplicação de fundos na Caixa Geral de Depósitos, no produto Caixagest, no montante de 999.997,00 €. Devido às oscilações do mercado financeiro, constatou-se que apesar de ter sido garantida a inexistência de qualquer risco nesta aplicação, o capital veio a ser afectado e diminuído em 2.462,31 €. Esta é uma situação excepcionalmente desagradável e que implica que tenha que ser esclarecida com o responsável da agência fazendo-lhe notar o desagrado pelo que sucedeu e que muito provavelmente implicará alterações no relacionamento deste Município com a referida instituição de crédito. -----------------

-A proposta de ratificação foi votada tendo sido aprovada com três votos favoráveis e as abstenções dos senhores Vereadores Costa da Silva e Marcos Caleiro. ----------------------------------

 

 

Retirado da ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 26/11/2008 da CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO ALENTEJO __________

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 22:37
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Esse Tempo Que Quase Sempre Faz Falta …

Aquela ânsia de exprimir estranhos pensamentos através do texto vai-se diluindo com o tempo. Olhar para o espaço das palavras que se vai encadeando no cérebro e trazê-las para o papel, tudo se vai tornando cada vez mais complexo e difícil.

 

Esse tempo que quase sempre faz falta não nos perdoa. É um ladrão d´almas que nos consome e que aparece sempre invisível e muitas vezes sem perdão. É tão velho que se confunde com a Nossa experiência e sabedoria, procurando baralhar os mais nobres pensamentos. Ele próprio nos contraria.

 

A vontade do texto oriundo da Casa das Palavras nem sempre surge. O tempo é o seu culpado e principal bode expiatório. É provável que haja uma razão justificativa que, inversamente proporcional, alie o tempo a estes pequenos prazeres.

 

Talvez seja necessário pausar o tempo, perder este tom gutural que nos proíbe. Torna-se urgente contrariar o tempo e não é nada fácil.

 

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 23:49
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100 Anos de Manuel de Oliveira

Apesar de não ser um verdadeiro apreciador da obra, fica o meu reconhecimento do mérito obtido além fronteiras.

 

Fazer 100 anos e ainda ter vários projectos é obra, e é de meter inveja a muita gente neste mundo. Dá gosto ver.

 

Parabéns a Manuel de Oliveira

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 23:32
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Declaração Universal dos Direitos Humanos - 60° aniversário

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Editado por António Costa da Silva

 

 

 

 

publicado por alcacovas às 20:19
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Tyco Electrics suspende produção no Alentejo

  

A fábrica de Évora da multinacional norte-americana Tyco Electronics vai suspender a produção durante duas semanas. A Funfrap e a Peugeot-Citroen iniciam hoje também uma paragem da produção até Janeiro.


A paragem começa no dia 19 de Dezembro e acaba no dia 5 de Janeiro do próximo ano. Rogério Silva, do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas, disse ao Rádio Clube que a direcção não explicou ainda as razões da paragem. O sindicalista acrescenta que para compensar o tempo de paragem, os trabalhadores estão a ser forçados a recorrer a férias que ainda não estão vencidas.


No entanto, num comunicado que foi afixado na empresa, a direcção justifica a decisão com a crise no sector automóvel. A fábrica de Évora da Tyco Electronics é considerada a maior unidade industrial do Alentejo e emprega cerca de 1600 trabalhadores.


http://radioclube.clix.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

 

 
publicado por alcacovas às 20:09
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Eu gosto muito da minha profissão e vocês?








Respeitosamente!

 

Retirado do http://opiolhodasolum.blogspot.com/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:41
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A Nacional Deputação...

 

Retirado do http://pitecos.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:38
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Por aqui tudo porreiro, pá!

 

Retirado do http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:37
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Humor

 

 

  =   

 

Vale e Azevedo vai a uma churrasqueira e pede ao empregado que embrulhe dois frangos. Enquanto o empregado embrulha os frangos, repara numas belas codornizes e pergunta ao empregado se pode trocar os 2 frangos por 4 codornizes, ao que o empregado responde:
- Claro que sim.
Depois de embrulhadas as codornizes e entregues ao cliente, este vai-se embora, quando o empregado irrompe:
- Desculpe, mas o Sr. esqueceu-se de pagar as codornizes.
- Mas eu troquei-as pelos frangos! Disse Vale e Azevedo, “indignado” com a petulância do empregado.
- Mas também não pagou os frangos!
- Correcto, mas também não os levei...

Enviado para o meu mail

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:14
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Mostra da Doçaria

 

Terminou mais uma edição da Mostra de Doçaria das Alcáçovas. Nove edições com considerável êxito e reconhecimento que vai bem além da Freguesia ou do Concelho.

Este ano, apesar da crise, os doceiros estavam, de forma geral, satisfeitos com os resultados e o mesmo se poderá dizer dos visitantes.

A Mostra atingiu já um patamar elevado e, normalmente, tem visto aparecerem réplicas por todo o Alentejo (e não só).

É bonito, mas acarreta maiores responsabilidades e atrai novos concorrentes.

Julgo que a próxima mostra, em 2009, poderá (e deverá) marcar o início de uma nova etapa.

Atingiu um patamar, com mérito e trabalho, mas não pode contentar-se com o que já conseguiu. O êxito obriga a subir a fasquia, passar a outro patamar mais elevado.

Como fazê-lo sem destruir o que de bom já se fez?

Não pretendo resolver esta questão num mero apontamento neste nosso Blog, mas apenas alertar, estimular os responsáveis, desde os doceiros (principais actores deste evento) até aos técnicos da nossa Câmara.

Mas atrevo-me a deixar algumas sugestões, mais na forma de apontar caminhos alternativos, que possam levar a alterações ou acréscimos que se traduzam em novos atractivos para os visitantes e, também, para os participantes.

Exemplos:

- Dar à Mostra um cunho mais “alentejano”, uma Mostra da Doçaria de toda a região, desde os doces “nobres” e conventuais até aos doces mais singelos, feitos em casa e nalgumas padarias tradicionais.

. - Fazer uma pesquisa sobre receitas, processos, épocas, origens, utensílios, roupas, etc. Criar gradualmente uma história da doçaria alentejana. Apresentar gradualmente os resultados desta pesquisa na própria Mostra.

- Vestir os participantes (alguns) com trajes das épocas relativas.

- Fazer demonstrações, produção ao vivo (com algum trabalho cénico).

- Mostrar utensílios antigos.

- Dar ao balcão dos comes e bebes uma decoração diferente dos espaços dos doceiros, apresenta-lo como uma taberna antiga, ou algo afim, mas que se distinga, separe dos doceiros. A Mostra deve ser exclusivamente de doceiros. O que o não for terá a sua razão como serviço prestado aos visitantes, mas sem confusões, a Mostra é de Doçaria e nada mais.

- Fazer animação de qualidade, mas só e sempre de origem alentejana.

- Fazer concursos criativos, novas receitas (que sigam de alguma forma a tradição local), de um só tipo de doce (monografia), etc.   

- Palestras sobre a temática “doçaria tradicional e conventual”: registos de marca, certificação DOC, produção, comercialização, internacionalização e inovação.
- Apresentação de novos livros;
- Espaço de exposições sobre a temática (pintura, feira do livro da doçaria, tecnologias de produção).

 

 

 

AC

 

 

publicado por alcacovas às 23:41
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Malta do Andamento - Dezembro

Realizámos ontem dia 8 o ùltimo passeio deste ano. A malta não foi muita, apenas 6, mas cheios de genica.

Andámos 6 km para dar tempo ao acontecimento mais "importante", o almoço de Natal do grupo da malta do andamento. Aqui a participação foi bem maior, 18 pessoas.

O almoço decorreu da melhor maneira, em bom andamento, com vitória clara do nosso lado. Do outro lado estavam uns galos de campo, bem cozinhados e outros comes e bebes que não resistiram à nossa passada.

 

AC

publicado por alcacovas às 12:47
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9 Dezembro - Dia internacional contra a corrupção

  

 

Vejam as inúmeras iniciativas que estão a ser desenvolvidas para combater um dos maiores males da democracia.

 

Quantas? Será que já não vale a pena?

 

   

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 11:33
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008

Irresponsabilidades Pouco Conhecidas e Mal Julgadas

«A Comissão Europeia ameaça suspender o pagamento de parte dos €2,5 mil milhões do Programa de Incentivos à Modernização da Economia (PRIME), caso o Governo não corrija até ao final do ano as "fraquezas sistémicas" detectadas». No Expresso

 

Editado por António Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 23:07
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S. C. ALCAÇOVENSE – SANTANA DO CAMPO (0-3)

 

Eficiência versus Eficácia

 

Iniciámos o jogo com a seguinte equipa: Guarda-Redes: Pernas; Defesas: Grazina; Chico Valente, Batalha e Nelson; Meio-Campo: João, Luís da Eira, Walter; Atacantes: Mochila, Gansinho e Jorginho.

 

 

Jogaram também: Nuno Maurício, Samuel e Francisco Galvão.

 

José Eduardo (treinador).

 

 

Este jogo resume-se à velha questão da eficiência versus eficácia.

 

A nossa equipa comandava as operações, não conseguia marcar e os nossos adversários eram bastante eficazes.

 

Logo aos 2 minutos Jorginho pôs à prova o guarda-redes do Santana. Este defendeu um forte chuto para canto.

 

Ao longo da primeira parte conseguimos a posse de bola e exercemos alguma pressão sobre o nosso adversário, mas não conseguíamos concretizar.

 

No fim da primeira parte o Santana marca o seu primeiro golo, na sua segunda oportunidade. É assim o futebol.

 

Como tem sido hábito esta época as lesões não largam os nossos atletas. Francisco Valente teve que sair ao intervalo devido a lesão.

 

Entrámos bem na segunda parte, procurando lutar contra esta saga que nos persegue.

 

 

Dominávamos mas não concretizávamos, mas diga-se de passagem que não conseguíamos criar grandes oportunidades.

 

Aos 16 minutos, através da marcação de um livre, o Santana consegue marcar o seu segundo golo.

 

 

Apesar de todas as contrariedades a nossa equipa reage bem, quase que marcava por diversas vezes. Jorginho isola-se duas vezes e não marca. Batalha quase que marca num livre. Nuno Maurício quase que marca num remate que parecia indefensável. Outras oportunidades surgiam mas embatiam sempre no guarda-redes do Santana.

 

Ao contrário, o Santana cria uma excelente jogada e faz um golo espectacular na baliza de Pernas.

 

Notas principais:

1)      Os atletas do SCA encontram-se muito desmotivados devido a esta má fase que atravessamos;

2)      Uma arbitragem muito jovem, mas de excelente qualidade. Poucas falhas;

3)      Boas estreias na nossa equipa do João e do Samuel. 2 novos jogadores que vão ajudar a melhorar o desempenho da equipa;

4)      Melhor Jogador em Campo – Guarda-Redes do Santana.

 

Pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 22:23
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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