Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

OUTUBRO - DIAS MUNDIAIS

01 – Dia Mundial da Água

01 - Dia Mundial da Música

01 - Dia Internacional do Idoso

03 – Dia da Infância

04 – Dia Mundial dos Animais

05 – Implantação da República

05 -  Dia Internacional do Professor (UNESCO)

09 – Dia Mundial dos Correios

15 – Dia da Bengala Branca (cegos)

16 – Dia Mundial da Alimentação

17 – Dia Mundial contra a pobreza e a exclusão social

24 – Dia das Nações Unidas

24 - Dia Mundial da Informação sobre o Desenvolvimento

30 – Dia Nacional da Prevenção do cancro da mama

31 – Dia Mundial da Poupança

1ª segunda-feira de Outubro - Dia Mundial do Habitat
2ª quarta-feira de Outubro - Dia Internacional da Prevenção das Catástrofes Naturais

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:33
| comentar

O ELO DE ALEXANDRIA - Steve Berry

 

Sinopse

Depois de O Legado dos Templários, Cotton Malone regressa numa aventura de cortar a respiração, que o coloca a si e à sua família em grave perigo – e que coloca Malone cara a cara com uma desconcertante verdade há muito arrancada das prateleiras da lendária Biblioteca de Alexandria.

A Biblioteca de Alexandria foi a mais ambiciosa e importante colecção de conhecimento antigo alguma vez reunido. O edifício que a albergava manteve-se de pé durante 600 anos e, no seu apogeu, conteve mais de 500 000 manuscritos.
 
Há 1500 anos, desapareceu. Nenhuma pista arqueológica da biblioteca principal foi alguma vez descoberta.

Agora, a ex-mulher de Cotton Malone aparece à porta deste em pânico: o filho de ambos foi raptado. Minutos depois, a livraria de Malone é atacada – tudo porque ele é a única pessoa à face da Terra que conhece o paradeiro do Elo de Alexandria, o fio condutor que levará à desaparecida biblioteca.

Mas, encontrar esse alojamento perdido do conhecimento, verdades escondidas durante um milénio e meio, terá graves consequências – tanto para Malone como para o equilíbrio do poder mundial.

 

http://www.domquixote.pt

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 12:16
| comentar

Alexandre Herculano

 

«O nosso estrebuchar, muitas vezes colérico, muitas mais mentecapto e ridículo, prova que a Europa se enganava quando cria que esta nobre terra do último ocidente era o cemitério de uma nação cadáver. Vivemos: e ainda que semelhante viver seja o delírio febril de moribundo, esta situação violenta, aos olhos dos que sabem ver, é uma crise de salvação, posto que dolorosa, e lenta».

Alexandre Herculano, 1843

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:06
| comentar

ARTIGO DE NUNO MARKL P/ OS TRINTÕES

A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.  

E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.  

O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.  

'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?  

A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.  

    Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.  

O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...  

E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.  

Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.  

    Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore!  

E pior, nunca caiu de uma. É um mole.  

Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.  

Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.  

Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.  

Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.  

Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.  

Confesso, senti-me velho...  

Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.  

Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a  gritar pela Lara Croft.  

    Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.  

Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído.  

Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.  

No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.  

    Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.  

Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo.  

Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.  

E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?  

E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.  

Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto.  

Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.  

Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.  

Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.  

Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.  

É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'  

   

(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!)

 

Enviado para o meu mail – texto de Nuno Markl

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 11:34
| comentar | ver comentários (2)

Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

Posts recentes

_

***

“Alcáçovas Vila Global”

Inauguração da obra de Re...

Recordação do nosso Blog:...

Há 6 anos atrás começou a...

Vitória

Um brinde à Arte Chocalhe...

O Fabrico de Chocalhos já...

Mostra de Doçaria de Alcá...

Arquivos

Fevereiro 2019

Outubro 2016

Agosto 2016

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Blogs

Pesquisar neste blog