Propaganda é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objectivo de servir a uma agenda. Mesmo que a mensagem traga informação verdadeira, é possível que esta seja partidária, não apresentando um quadro completo e balanceado do objecto em questão. Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços patrocinados por governos e partidos políticos. Uma manipulação semelhante de informações é bem conhecida, a publicidade, mas normalmente não é chamada de propaganda, ao menos no sentido mencionado acima.
Visto na Wikipédia
Alguém que seja honesto me justifique 2 questões:
1) Como é que foram criados 133.700 Postos de Trabalho desde o início de mandato deste Governo?Estes postos de trabalho foram criados em termos líquidos?
2) Será que não estamos a divergir da União Europeia quando esta cresce 1,5% e Portugal 0,9%? Como é possível ver o lado positivo quando se diz que estamos a resistir à crise e no entanto continuamos a divergir?
Perguntas mais simples não tenho. Só espero respostas verdadeiras e simples.
Portugal está a crescer e a melhorar economicamente.
Não tanto quanto o expectável e desejável, mas a verdade é que estamos a dar passos positivos no meio da crise económica que afecta todo o mundo.
É um ponto assente hoje pelas estatísticas reveladas pelo INE (Inst. Nac. de Estatística).
Os títulos que preencheram a imprensa sobre economia de hoje (exemplos):
In Público:
- “Ministro das Finanças diz que economia portuguesa resistiu a conjuntura adversa" - “Taxa de desemprego desce para 7,3 por cento no segundo trimestre"
In Diário Económico:
- “Teixeira dos Santos saúda resistência da Economia portuguesa à má conjuntura internacional" - “Vieira da Silva diz que indicadores mostram capacidade do Governo de reduzir o desemprego” - “Inflação abranda para 3,1% em Julho”
- “Economia portuguesa cresce 0,9% no segundo trimestre”
Etc...
No entanto, a mentalidade portuguesa de pensarmos que está sempre tudo mal e que este país é uma porcaria; de que o governo não faz nada, que é culpado de tudo e que só rouba; e ainda do "cada um por sí", tende a estagnar ou a piorar.
Constato isto quando abro este blog (e outros que até são sugeridos aqui) e vejo que face aos resultados positivos obtidos pelo governo para a economia portuguesa, noticiados hoje por toda a imprensa, apenas se sugere um título tão depreciativo como: “A estupidez do contentamento do governo”.
Enfim..há pontos de vista e maneiras de ver as coisas e há ainda os que não querem ver...
Eu prefiro ver as coisas sempre de um ponto de vista positivo. Acredito firmemente que este é um bom princípio para enfrentar a vida e para melhorar o que nos rodeia.
A autarquia de Mora afirma que tendo sido reunidas todas as condições exigidas pelo secretário de Estado Adjunto e da Administração Local para a integração do Concelho de Mora na NUT III – Alentejo Central (Distrito de Évora) e não tendo até ao momento “sido realizada qualquer acção no sentido de cumprir este desígnio para o qual se havia comprometido com o presidente da Câmara de Mora e com o povo do Concelho”, a Câmara Municipal de Mora aprovou na sua reunião de hoje a criação de um "Movimento de Defesa da Integração do Concelho de Mora na NUT III – Alentejo Central (Distrito de Évora)".
De acordo com o autarca, José Manuel Sinogas, este movimento terá como principal objectivo exigir e pressionar uma rápida alteração do Decreto-Lei 68/2008 de 14 de Abril, que serve de base à constituição das NUT's III. O movimento reivindica ainda que o Concelho de Mora seja recolocado nos organismos descentralizados do Alentejo Central, dos quais, ao longo destes anos foi sendo sucessivamente afastado.
Este movimento será constituído por personalidades do Concelho, “que para esse efeito serão convidadas”, pretendendo-se que a sua constituição seja representativa da vontade, “já por diversas vezes demonstrada”, da população do Concelho.
O Movimento de Defesa da Integração do Concelho de Mora na NUT III – Alentejo Central (Distrito de Évora) terá a sua primeira acção pública nas Festas Anuais das Freguesias do Concelho, através de um stand, com o objectivo de recolher assinaturas para um abaixo-assinado, “onde se exija uma rápida intervenção do Governo na alteração do Decreto-Lei”.
O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, garante que desde o início da legislatura, no primeiro trimestre de 2005, o Governo já criou 133.700 postos de trabalho. O primeiro-ministro, José Sócrates, prometeu criar 150 mil postos de trabalho durante a actual legislatura.
NUNCA ME PASSOU PELA CABEÇA QUE A GNR ESTIVESSE A FICAR TÃO ESPERTA!!!
Um tipo decide vender o carro e, como já é usual, utiliza o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro.
Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50Km/h.
De repente toca o telemóvel:-Bom dia, fala de uma unidade móvel da Brigada de Trânsito da G.N.R. e estamos atrás de si.O senhor não sabe que é proibido atender o telemóvel enquanto conduz? Encoste por favor!
E são duas multas... ter o anúncio e falar com o telemóvel....
En comparaison avec le même trimestre de l'année précédente, le PIB corrigé des variations saisonnières de la zone euro a enregistré une croissance de 1,5% et celui de l’UE27 de 1,7% au cours du deuxième trimestre 2008.
Portugal, ficou-se pelos 0,9%. Continuamos a divergir, 0,6% com a Zona Euro e 0.8% com a UE27. (Dados do Eurostat hoje divulgados
Um livro, que embora um pouco tendencioso e alinhado com o Eng. Jardim Gonçalves, traz à luz do dia pela mão de uma experiente jornalista do «Semanário Económico» um relato interessante dos dias quentes que se viveram no maior banco privado português. Desde do “atrevimento” de Paulo Teixeira Pinto que lança uma OPA sobre o BPI, passando pela guerra-fria de luta pelo puder (onde Joe Berardo tem um papel decisivo), pelo perdão da divida ao filho de Jardim Gonçalves entre muitos outros episódios que até ao momento se encontravam um pouco escondidos do grande público. Um livro que sem dúvida vale a pena ler.
Recentemente, ouvimos no Debate do Estado da Nação, o P.S.D. pedir uma folha A4 com o plano de financiamento das obras públicas do Governo P.S. para o Aeroporto, para T.G.V., para as estradas, pontes e barragens, pois muito bem, têm toda a razão em solicitar esse esclarecimento. Tal como nós aqui à escala local temos vontade e necessidade de saber como pensa a autarquia investir nas obras apregoadas no último Boletim Municipal. Para complementar o texto publicado muito assente em boa vontade, seria relevante dar a conhecer aos munícipes uma síntese onde figure clara e inequivocamente o plano de financiamento e já agora uma outra folhita onde pudesse estar o Custo de Oportunidade, ou seja, o que se podia fazer no caso de não se fazerem determinados investimentos mais avultados.
Este mapa (clicar em cima dele para ver melhor) dá-nos a densidade populacional nas 3 freguesias de Viana do Alentejo: Viana, Alcáçovas e Aguiar, respectivamente 30, 8 e 23 pessoas por Km2 Num momento em que se vai avançar com uma série de obras públicas com orçamentos elevados, dá ideia que este assunto deveria ser discutido com seriedade e debater esses investimentos.
Será que aqueles investimentos vão ser sustentáveis no futuro? Qual a participação pública e a componente privada desses investimentos? Existe algum co-financiamento no âmbito do Q.R.E.N.? Qual o custo-benefício desse investimento? Qual o impacto que vão ter nas questões da empregabilidade? Qual o seu custo em termos de impostos e endividamento para os munícipes? Porque não assegurar a complementaridade entre serviços/equipamentos em vez da sua duplicação?
Tenho ouvido opiniões a favor e contra, tenho falado com algumas pessoas com ambas as posições, nos blogues da Net tem havido muita discussão sobre este tema; mas porque não há muita informação disponível, o debate tem ficado muito "pela rama" e apoiado em argumentos mais emocionais do que racionais. Honestamente, sei que é um tema difícil, porém, julgo necessária a sua discussão sob risco de estarmos a hipotecar o futuro, temos de fazer verdadeiros investimentos que criem riqueza e postos de trabalho no e para o concelho. Ao menos aprendamos com os nossos erros e tenhamos humildade suficiente para aprender com o que não corre bem, é melhor dar a mão à plamatória do que estar a alimentar uma farsa. Certamente não queremos que daqui a alguns anos quando olharmos novamente para um novo mapa deste tipo, vejamos que os pontinhos a negro desapareceram quase todos, isso seria trágico, mas não deixa de ser um cenário.
A realidade demográfica do concelho de Viana do Alentejo é esta (Clicar em cima da Imagem - Pirâmide - para ver melhor). São dados dos Censos 2001, mas a actualidade não andará muito distante disto. Podemos ver uma estrutura demográfica duplamente envelhecida: envelhecida no topo da pirâmide onde podemos visualizar o aumento da esperança de vida entre os idosos; também envelhecida na base, onde ainda assim se verificam alguns nascimentos de crianças, mas onde claramente a base da pirâmide é pouco larga, os casais não asseguram o índice de descendência média que deveria ser de 2,1 filhos por casal, em Portugal anda à volta de 1,4.
Vemos também como há muitos idosos, inclusivamente o aumento de uma chamada 4.ª idade onde é possível ver muitas pessoas com mais de 80 anos.
A meio da pirâmide vemos que a população adulta e trabalhadora, ali por volta dos 50-60 anos, não é tão significativa quanto isso em termos demográficos, calculo que isso também se deva à necessidade que muitos desses homens e mulheres tiveram de emigrar em busca de melhores condições de vida nas grandes áreas metropolitanas ou nos países estrangeiros.
Planeamento
É fundamental planear o futuro para poder fazer investimentos e apostas estratégicas bem fundamentadas. Será que o Município de Viana do Alentejo tem uma projecção demográfica para o seu concelho? É fundamental conhecer qual a realidade demográfica e a estrutura etária da sua população a médio e longo prazo afim de investir e fazer obras de acordo com essa realidade, a isto chama-se planeamento prospectivo.
Qual é a estratégia política para Viana? Atrair jovens casais, atrair população sénior reformada, famílias de velhos reformados estrangeiros, atrair população imigrante trabalhadora?...
Existem particularmente algumas formas para aumentar e/ou manter a população: aumentar a natalidade nas famílias, melhorar a qualidade de vida dos idosos e promover a fixação de população migrante.
Para a fixação das pessoas, fundamentalmente interessa haver emprego para estas e uma acção social eficaz.
Emprego
As pessoas deslocam-se e fixam-se muito em virtude de haver ou não trabalho. Um número significativo de pessoas adquiriu casa no concelho, estou a falar e alguns eram meus vizinhos, porém, tiveram de colocar as suas casas à venda porque não existe emprego nem em Viana nem mesmo em Évora, viram-se obrigados a migrar para outras regiões em busca de trabalho, alguns para o Al(l)garve, daí a centralidade do trabalho presentemente e a importância de haver estratégias municipais para o desenvolver o tecido económico.
O que se tem feito para atracção de investimento externo? Quais os benefícios fiscais para as empresas que se fixem no concelho? Qual a estratégia seguida nos investimentos públicos para promover a empregabilidade local? Qual(is) o(s) cluster(s) a investir? Estratégia de produção/comercialização de produção em fileira?
É verdade, concordo, o Governo devia apoiar mais o interior na criação de postos de trabalho, mas deve ficar claro que quem cria emprego é o sector privado, ao sector Estado cabe sobretudo atribuir benefícios fiscais às empresas e famílias; apoios de capital para o arranque de pequenos negócios e de estímulo ao empreendedorismo, por exemplo F.A.M.E. (Finicia); quais os resultados obtidos pelo Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico em Viana do Alentejo?; dar apoios às P.M.E.'s em termos de inovação, marketing e internacionalização; melhorar as acessibilidades e rede de transportes; melhorar as redes de tecnologia, informação e comunicação; estratégicamente apoiar alguns clusters de mercado e prestar serviços públicos ao cidadão.
Educação
Quando possível manter escolas pré-escolares e do 1.º ciclo do ensino básico em funcionamento. Abrir mais vagas e várias opções lectivas para os alunos no ensino secundário.
Durante as pausas lectivos como é que a Câmara Municipal de Viana vai assegurar a Ocupação de Tempos Livres das crianças e jovens do concelho?
É essencial criar respostas e equipamentos Sociais não só no apoio à infância através de Creches e Infantários, mas também no apoio aos Idosos através de Centros de Convívio, Centros de Dia e Lares.
Saúde e Actividades de Lazer, Cultura e Desporto
Para as pessoas terem maior esperança de vida, viver até mais tarde e com alguma qualidade de vida, é importante haver actividades físicas para os idosos, por exemplo, ginástica, hidroginástica, caminhadas, passeios pedestres, etc. Nesse sentido, o Parque Municipal "Dona Joana" é realmente importante, como é o Jardim Público de Aguiar (aqui falta mais iluminação) entre outros espaços concelhios, mas na minha opinião não resolve todos os problemas de fundo. Acho que seria também muito bom promover uma dinâmica associativa entre os seniores e estes organizarem-se para desenvolver actividades, por exemplo uma Universidade Sénior com múltiplas actividades estimulantes e com benefícios para o corpo e para a mente, a Câmara podia ser a entidade promotora.
Incentivos à Natalidade
Câmara podia ter uma política de natalidade e atribuir apoio económico para os jovens casais com filhos, como alguns municípios do Alentejo fazem à algum tempo, por exemplo em Mora. Sempre ajuda qualquer coisa e faz alguma diferença para as famílias, nem que seja um subsídio para as fraldas, mas fazer qualquer coisa para ajudar as famílias mais desfavorecidas.
Resumindo, como vemos, ainda muito há a fazer, importa ver as opções políticas dos partidos e movimentos de cidadãos, mas com a certeza de duas coisas: primeiro, o populismo não beneficia o progresso e segundo, este combate pelo desenvolvimento não se faz individualmente.
I want to run
I want to hide
I want to tear down the walls
That hold me inside
I want to reach out
And touch the flame, yeah
Where the streets have no name
I want to feel sunlight on my face
I see the dust cloud disappear
Without a trace
I want to take shelter from the poison rain, yeah
Where the streets have no name
Where the streets have no name
Where the streets have no name
We're still building
Then burning down love
Burning down love
And when I go there
I go there with you
It's all I can do
The city's aflood
And our love turns to rust
We're beaten and blown by the wind
Trampled in dust
I'll show you a place
High on a desert plain
Where the streets have no name
Where the streets have no name
Where the streets have no name
We're still building
Then burning down love
Burning down love
And when I go there
I go there with you
It's all I can do
(Pick it up!)
Ohhh....Ohhh...Ohhh...
Ohhh..Oh...
Ohhh....Ohhh...Ohhh...
Ohhh..Oh...
Where the streets have no name
Where the streets have no name
We're still building
Then burning down love
Burning down love
And when I go there
I go there with you
It's all I can do.