Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

II Torneio Luso Espanho de Badminton

 

Enviado para Divulgação

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:41
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

CALENDÁRIO DO 1º TORNEIO DOS CAMPEÕES DE FUTSAL 2008

CALENDÁRIO DO 1º TORNEIO DOS CAMPEÕES DE FUTSAL 2008

 

 

 

 

Dia

 

 

6 de Junho

 

 

21h

Zona Verde

Torpedo

22h

G. D. Montemor

Alcáçovas A. C.

8 de Junho

 

 

21h

Torpedo

Bombas F. Sim Sim / Mini-Mercado Grosso

22h

Emoções

Casa Santos Murteira

9 de Junho

 

 

21h

Torpedo

Voltaren

22h

Voltaren

Bombas F. Sim Sim / Mini-Mercado Grosso

10 de Junho

 

 

21h

Café Besugo / Construções Pestana

G. D. Montemor

22h

Alcáçovas A. C.

Casa Santos Murteira

13 de Junho

 

 

21h

Voltaren

Zona Verde

22h

Café Besugo / Construções Pestana

Emoções

14 de Junho

 

 

21h

Casa Santos Murteira

G. D. Montemor

22h

Bombas F. Sim Sim / Mini-Mercado Grosso

Zona Verde

16 de Junho

 

 

21h

Emoções

Alcáçovas A. C.

22h

Café Besugo / Construções Pestana

Casa Santos Murteira

18 de Junho

 

 

21h

Emoções

G. D. Montemor

22h

Alcáçovas A. C.

Café Besugo / Construções Pestana

19 de Junho

 

 

21h

1º Classificado Grupo A

2º Classificado Grupo B

22h

1º Classificado Grupo B

2º Classificado Grupo A

20 de Junho

 

 

21h

Jogos Para Disputa do 3º e 4º Lugares

 

22h

FINAL

 

 

Editado Pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 13:16
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Equipas Participantes no 1º Torneio dos Campeões de Futsal 2008

 

 

Equipas Participantes no 1º Torneio dos Campeões de Futsal 2008

 

Nome

Localidade

 

 

Grupo 1

 

1 - Voltaren

Lisboa

2 - Zona Verde

Casa Branca

3 - Torpedo

Torrão

4 - Bombas F. Sim Sim / Mini Mercado Grosso

Alcáçovas

 

 

Grupo 2

 

5 - G, D. Montemor

Montemor

6 - Alcáçovas A. C.

Alcáçovas

7 - Emoções

Évora

8 - Casa Santos Murteira

Alcáçovas

9 - Café Besugo / Construções Pestana

Torrão

 

Editado Pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 13:16
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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

TOMAZ RIBAS

O Trajo Regional em Portugal

 

O Trajo Regional em Portugal

 

Tomaz Ribas

 

No actual mundo ocidental, o quase total desaparecimento do uso quotidiano de trajos regionais, para além de ser um fenómeno universal, é uma das mais evidentes realidades e uma das mais drásticas consequências dos efeitos do progresso técnico e das transformações sociológicas que caracterizam o nosso tempo.

 

Constituindo um dos mais importantes e eloquentes aspectos da cultura tradicional de qualquer povo e um dos mais significativos e expressivos testemunhos de uma qualquer comunidade popular, os trajos regionais, hoje em dia, são um elo importante que une as camadas sociais populares com o seu passado.

 

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 19:34
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TOMAZ RIBAS

Beja. À Descoberta de um Passado

 

Beja. À Descoberta de um Passado

Tomaz Ribas e Manuel José da Palma

 

Beja, cidade de celtas, cartagineses, romanos, suevos, visigodos, mouros... Povos que por lá passaram e a fizeram.

 

Cidade “esquecida”, templo do homem alentejano, a Pax Julia de César transporta-nos à descoberta de um passado que as vicissitudes do tempo e a inércia, a ignorância e o desleixo dos homens muito deixaram degradar. Isto tem sido afirmado por muitos escritores, ao mesmo tempo que afirmam, também, que Beja merece ser descoberta para que lhe apreciemos o seu encanto, o seu sortilégio.

 

Porque, seja como for, Beja é ainda um património gótico, renascentista, manuelino, barroco, neoclássico e romântico que vale a pena descobrir; é a vincada personalidade desta ruela ou daquela praça, a evocadora e romanesca figura de algumas casa antigas, uma melopeia de cantar alentejano – cantochão e mourisco, mas sempre dorido –, Beja “é” o homem alentejano.

 

 

«Com estes dois autores como guias, conhecemos melhor a cidade – a Sé e as igrejas, conventos e ermida, a biblioteca… –, o passado – no castelo, pelourinho, estátuas, as riquezas artísticas dos conventos, os vestígios romanos –, e também as suas gentes – pastores, artesãos e vendedores – e a paisagem que envolve Beja. Um livro que é sobretudo um convite à viagem e à descoberta do olhar.»

Diário de Notícias

   

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 19:29
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Tomaz Ribas

 

Tomaz Emídio Leopoldo de Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Schiappa Pectra Sousa Ribas (1918-1999). Professor, writer, ethnologist and critic of theatre and dance.

 

He was born at Alcáçovas, Viana do Alentejo, on 20 June 1918, and died in Lisbon, Campolide, on 21 March 1999. He entered the Conservatório Nacional in Lisbon against his father’s will, were he concluded the Special Course of Dance and Choreography. He was awarded a degree in Hispanic Studies by the Universidad Internacional Menendez Pelayo de Santander (Spain) and was granted scholarships by the Instituto de Alta Cultura, the Fundação Calouste Gulbenkian, the Spanish Ministry of Culture and the State Department of the United States of America. He trained at the Académie Nationale de la Danse under Serge Lifar’s supervision, at the Archives Internationales de la Danse, at the Italian Archives of theatre and dance and at some of the most prestigious American theatre schools.

 

He was Archivist and Attaché to the Direction of the Teatro Nacional de São Carlos, Secretary and Professor of the Centro de Estudos de Dança do Instituto para a Alta Cultura, Adjoint Director to the Teatro Nacional D. Maria II, Professor at the Escola de Teatro do Conservatório Nacional, the Instituto Superior de Novas Profissões and the Escola de Turismo do Algarve, Delegate of the Ministério e da Secretaria de Estado da Cultura na Região Sul (Algarve), Head of the Divisão de Etnografia e Folclore do I.N.A.T.E.L., Member of the Conselho Científico e Orientador de Seminários da Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa, Member of the Portuguese Section of CIOFF - U.N.E.S.C.O., etc. He was granted the Commend of the Ordem de Mérito and was created Doctor Honoris Causa by the Université de la Danse (Paris).

 

His works included: Monotonia, Montanha Russa, Cais das Colunas, A Casa de Malafaia, O Primeiro Negócio, Histórias de Bichos d’África, Giovanna: Histórias Arquivadas, História da Gata Borralheira, Roberto e Melisandra, Retrato de Senhora, A Casa de Isaac, Cláudia e as Vozes do Mar, Auto da Alma, O que é o Ballet, O Ballet no Passado e no Presente, O Ballet Contemporâneo, Etnologia I e II, A Dança I e II, Como Fazer Teatro, O Teatro e a sua História, Danças Populares Portuguesas, Danças do Povo Português, Anna Pavlova, Introdução ao Estudo das Danças Populares de Cabo Verde, Introdução ao Estudo das Danças da África Portuguesa, O Teatro Popular de São Tomé e Príncipe, O Tchiloli – Teatro Clássico Popular de São Tomé e Príncipe, Aspectos da Etnografia e do Folclore da Nazaré, Guia de Recolha de Danças Populares, O Teatro Popular Tradicional Português and Monografias da Dança Folclórica da Europa. He also published Beja – À Descoberta do Passado and O Teatro da Trindade – 125 Anos de Vida and left unpublished, his Memoirs, O Teatro Moderno, A Dança Moderna e Pós Moderna, Danças Populares Tradicionais Portuguesas, Tentativa de uma Classificação das Danças Populares Portuguesas, O Ballet Russo e Soviético, Bosquejo histórico das Danças Tradicionais Portuguesas, the novels Prelúdio, Morte and Sonata a Quatro and also the plays Retrato de Senhora, Pedro e a Morte de Inês, A Única Mulher de Barba-Azul and O Grito de Medea.

He was buried at the Cemitério dos Prazeres, Lisbon, at the Talhão dos Artistas.

 

Retirado da http://en.wikipedia.org/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:02
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Santos Populares - Iniciativa ACRA

Enviado para divulgação

 

Promovido pela Acra - Associação Cultural e Recreativa de Alcáçovas 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 15:12
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Alcáçovas

 

Alcáçovas

Alcáçovas é uma lindíssima freguesia pertencente ao concelho de Viana do Alentejo, situada na imensa região Alentejana, plena de história, tradição e paz de espírito.

A freguesia de alvo casario rural animado por faixas coloridas que envolvem portas e janelas, é muito antiga e desde cedo povoada pelo homem. De facto, Alcáçovas situa-se no antigo itinerário romano que ligava Ebora a Salacia (Alcácer do Sal).
Após os conflitos entre Mouros e Cristãos, Alcáçovas foi repovoada em 1259, e já em 1290 o rei D. Dinis mandou reconstruir um dos castelos para servir de morada, reconhecendo a sua importância e beleza.
Alcáçovas tem o seu nome na história por aqui ter sido assinado o Tratado das Alcáçovas, a 4 de Setembro de 1479, colocando fim à Guerra de sucessão de Castela (1479-1480), garantido à Coroa Portuguesa o senhorio da Guiné, Madeira, Açores e a conquista do Reino de Fez, no norte de África, desistindo o Rei Afonso V para sempre das suas pretensões ao trono de Castela.

Alcáçovas apresenta um orgulhoso e interessante Património, de onde se destacam as belas Igrejas Matriz e da Misericórdia, ambas do século XVI, a Capela de Nossa Senhora da Conceição conhecida por “Capela das Conchas” (séculos XVII e XVIII), as belas Ermidas de São Pedro de Sequeiras, de São Teotónio, de São Geraldo, do Senhor da Pedra, ou a de São Francisco, o Convento de Nossa Senhora da Esperança do século XV, a Ponte Medieval de Pedra da Ribeira de Alcáçovas, edificada entre os séculos XV e XVI, e, claro, o Paço dos Henriques a residência real de Portugal no séc. XIV, onde se realizaram os casamentos dos pais de D. Manuel I de Portugal e da rainha Isabel I, a Católica de Espanha e onde foi assinado o Tratado de Alcáçovas, mas que hoje em dia necessita de um restauro complexo.

Muito interessante é o Museu dos Chocalhos, que retrata um dos principais produtos feitos na freguesia desde tempos remotos,.

Em Álcaçovas situa-se o Monte do Sobral, um local secreto de reunião dos Capitães de Abril, nas vésperas da Revolução de Abril de 1974.

 

Visto no

 

Editado por António Costa da Silva


 

 

publicado por alcacovas às 12:47
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Noutros Tempos

Noutros Tempos

Foto de Raul Alexandre - Visto no Olhares.com

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 12:35
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Não Está Ninguém!...

Não Está Ninguém!...

 

Foto de Raul Alexandre - Visto no Olhares.com

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:33
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Arcos, Alcáçovas

 

30 x 40 cm
semi-abstract architectural scene

 
 
Christopher Robin Alford (Alfora)
 
Visto no
 
Editado por António Costa da Silva

 

hristopher Robin Alford (Alfora)

 

 

publicado por alcacovas às 12:17
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Esquiços, Piteira

 

 

Uma honra poder roubar estes trabalhos ao http://artoriginal.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:41
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Defender o ambiente

Uma notícia que nos chegou hoje demonstra que podemos defender o ambiente e poupar milhões com medidas inteligentes.

A notícia dizia:

As grandes companhias aéreas de todo o mundo aderiram totalmente ao bilhete electrónico.

A poupança anual é da ordem dos 2 mil milhões de euros e reflecte-se, em termos ambientais, no abate de menos 50 000 árvores por ano.

Vejam só o que os nossos Governos poderiam poupar, com leis mais simples, com menos burocracia e com mais tecnologia.

Dava para baixar os impostos sobre os combustíveis e diminuir as despesas com aspirina para debelar as dores de cabeça que a papelada nos dá todos os dias.

Seria juntar o útil ao agradável.

Menos poluição, menos trabalho, mais dinheiro nos cofres públicos, etc.

Só peço um favor: não me expliquem porque é que isto não é possível!

 

AC

publicado por alcacovas às 16:05
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Portugal e a desigualdade

Portugal e a desigualdade

 

A recente polémica, com desculpas enganadoras e pouco justificadas, deixou-nos duplamente entristecidos.

Tristes pela situação real em que Portugal se encontra e tristes pela falta de clareza (ou excesso de embustes) de alguns dos nossos políticos e governantes.

Tudo começou com dados dum Relatório sobre “A situação social da União Europeia, 2007”.

Pois o dito relatório dizia que Portugal estava no último lugar, entre os países da EU (à data) quanto ao rácio entre os rendimentos dos 20% mais ricos e dos 20% mais pobres.

Mas segundo o nosso PM tudo estava errado, pois os dados contidos nesse relatório de 2007 eram de 2004.

Desmontava-se assim um ataque injusto e infundado ao Governo. Pena foi que  o nosso PM não tivesse explicado de imediato qual era a nossa situação actual.

Assim ficou no ar a ideia que talvez em 2006/2007 já estaríamos bem melhor.

Ora os últimos dados disponibilizados pelo Eurostat, relativos a 2006, colocam-nos em penúltimo lugar (entre os actuais 27 membros da EU), com um índice de 6,8, numa Europa com uma média de 4,8.

Tudo confirma que os nossos índices de “desigualdade” persistem e estarão mesmo a agravarem-se.

Recuemos alguns anos e encontraremos um índice, relativo a 1999, que baixou até aos 6,4.

Que comparados com os 6,8 actuais não nos deixa dúvidas. Haveria muito mais a dizer, mas a realidade é que a situação de Portugal nesta importante relação não melhorou. É má, até pior do que em 1999.

Porque é que os nossos governantes continuam a “esconder” a verdade?

A velha desculpa será: “não se pode dizer tudo pois seria ainda pior, o povinho ficava nas lonas (não estaremos já?), desanimado e envergonhado.

Ainda bem que não nos contam tudo para nos protegerem como era costume no “antigamente”.

 

AC  

 

publicado por alcacovas às 16:03
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Domingo, 1 de Junho de 2008

Um discurso para pensar

Trancrevo a seguir um discurso do 1ºM da Austrália, que deve ser lido com atenção. Muito se tem falado, e continuará a flar-se, de imigrantes doutrs culturas, com outras línguas e outros credos religiosos.

Todos podem ser bem vindos, mas com respeito pela cultura de acolhimento.

Não confundir direitos com sacrifício dos direitos dos outros. Mas as palavras do Ministro australiano são bem claras.

 

Discurso do 1º Ministro Australiano,
 Aos Muçulmanos que querem viver de acordo com a lei do Sharia Islâmico foi-lhes dito muito recentemente para deixarem a Austrália, no âmbito das medidas de segurança tomadas para continuar a fazer face aos eventuais ataques terroristas.
 Aparentemente, o Primeiro-ministro John Howard chocou alguns muçulmanos australianos declarando que apoiava agências espiãs encarregadas de supervisionar as mesquitas da nação.
 Citação: "OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.
 "A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade".
 "A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!"
 "A maior parte dos Australianos crêem em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura".
 "Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco".
 "ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA. E oferecemo-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM. Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou". 
Não é uma questão de racismo..

 
AC

 

publicado por alcacovas às 11:26
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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