Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

MUITA EXPERIÊNCIA, MAS TAMBÈM MUITA QUALIDADE

S. C. ALCAÇOVENSE – CANAVIAIAS (3-1)

 

 

Iniciámos o jogo com a seguinte equipa: Guarda-Redes: Pernas; Defesas: Rui Querido, Chico Valente (Molezas), Batalha e Canhão; Meio-Campo: Manuel Jorge; Zé Eduardo (Treinador Jogador) e Hugo Painho (Chinês); Atacantes: Padeirinha, Grazina e Nuno Galvão.

 

 

 

Com a marcação do primeiro golo a nossa equipa tornou-se fortíssima.

 

 

A primeira parte foi muito equilibrada. Duas oportunidades de golo, uma para cada equipa.

 

Um primeiro contra-tempo a meio da primeira parte. Padeirinha teve que ser substituído pelo Jorginho devido a lesão.

 

 Um banco de luxo

 

Aos 39 minutos surgiu a primeira grande oportunidade de golo, uma jogada de ataque do Canaviais permite ao José Pernas efectuar uma defesa espectacular. Poderia ter ditado outra sorte à partida.

 

Aos 42 minutos uma grande oportunidade para o SCA, Jorginho remata a bola à barra.

 

Na segunda parte tudo mudou. Na primeira jogada o Zé Eduardo lança a bola para zona frontal do Canaviais, o Manuel Guerreiro ganha de cabeça e Painho e após alguma insistência consegue inaugurar o marcador.

A arrancada para o 1º golo.

 

A partir daqui o Canaviais foi forçado a subir no terreno e consecutivamente dar mais abertura de jogo à nossa equipa. Não tardámos a marcar o segundo golo através de uma bela cabeçada do Rui Querido.

Os Festejos dos 1º golo.

 

Nesta fase do jogo entrou o Zé Samora para o lugar do cansado Grazina. É claro, a nossa equipa foi efectuando fortíssimos contra-ataques. De um deles surgiu o nosso terceiro golo: Samora ganha a bola do lado direito e consegue efectuar um excelente passe para o Jorginho, que não desperdiça.

 

Ainda entra o Mochila para o lugar do Galvão. Este desperdiça uma grande oportunidade após um passe, com conta peso e medida, efectuado pelo Manuel Guerreiro.

 

O Canaviais consegue o seu golo de honra após um falhanço do Zé Pernas.

Ainda faltavam 11 minutos para acabar a partida quando o Batalha contrai uma lesão no joelho (que já o vem apoquentando a algum tempo). Não houve outra alternativa senão tirar este valente jogador, daqueles que dá tudo o que tem em todos os jogos, e acabarmos a partida com apenas 10 jogadores.

 

Notas principais:

1)      Uma excelente arbitragem. Impecável. Sem queixas por parte das duas equipas;

2)      Um público exemplar. Novamente a puxar pela equipa. Apesar da intensa chuva não faltaram;

3)      Melhores Jogadores em Campo – Zé Eduardo e Chico Valente

 

Resultados:
Arraiolos 3-0 Cortiço
Valenças 5-0 Aguiar
Alcaçovense 3-1 Canaviais
Cabrela 3-1 Santana
Giesteira 3-3 Morense



Classificação:
1º Morense 36
2º Arraiolos 31
3º Cabrela 29
4º Valenças 29
5º Giesteira 25
6º Cortiço 19
Alcaçovense 19
8º Canaviais 16
9º Santana 10
10º Brotense 7
11º Aguiar 1



Próxima Jornada 01/03/2008 pelas 15 horas:


Aguiar – Arraiolos
Morense – Cabrela
Canaviais – Valenças
Cortiço – Brotense
Santana - Alcaçovense

 

Pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 21:10
| comentar | ver comentários (1)

Malta do Andamento, 24/02/2008

Saímos hoje para mais um passeio, apesar das ameaças de chuva.

 

 

 

O grupo de oito caminhantes arrancou, como de costume, do Jardim e seguiu um percurso dentro da vila e pela sua periferia., não fosse cair alguma carga de água.

 

Mesmo assim andámos cerca de 8 km, com a boa disposição costumeira.

E fomos apreciando pequenas coisas, mas que nos alegram a alma. Uma pequena horta com uns nabos apetitosos, umas cabras (cuja raça não conheço), brancas e castanhas, pequenotas. E uma cabrinha com poucos dias de vida que mereceu elogiosos comentários da nossa malta.

 

E  vimos 3 abibes e uma cegonha empoleirada sobre o seu ninho altaneiro.

Assim vamos "tratando" da saúde do corpo e do espírito.

 

AC

publicado por alcacovas às 13:52
| comentar
Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

SEDES, um estudo preocupante

Li hoje notícias sobre um estudo feito pela SEDES, associação cívica criada em 1970.

Dessa notícia ressalvo, para simplificar, dois apontamentos.

"Portugal à beira de crise social."

"Falta de confiança nos políticos e presença asfixiante do Estado na sociedade."

Há muito que venho pensando aquilo que desejaria transmitir, de forma simples e concludente. E neste trabalho da SEDES revejo-me e sinto-me como que "iluminado".

E acredito que muitos, talvez a maioria dos portugueses, pensam da mesma maneira.

E pouco faltará para que apenas os políticos profissionais e os seus assessores e seguidores, defendam a sua posição como a de cidadãos apenas dedicados ao bem estar e desenvolvimento da Nação.

Mas imediatamente surgiram as críticas (inevitáveis pois há que defender interesses instalados e cada vez mais consolidados).

Já li e ouvi, hoje, palavras de crítica ao estudo da SEDES, desvalorizando, quase menosprezando a hipótese, fantasista, de uma qualquer crise social.

Mas ela vem aí. Só que pode ser que venha para ficar e esteja a ser preparada, construida, deliberadamente.

Na realidade para que serve o cidadão?

Para ser governado, orientado e domesticado, perante os mais capazes, iluminados e devotados às coisas públicas?

Ou para participar na construção da sua sociedade?

Mas a coisa pública parece ter dois significados: um para os políticos, no Governo ou na oposição, e outro para o povinho.

Para travar esta morte anunciada da nossa democracia, a "revolta" tem que começar dentro dos Partidos, sobretudo os dois que têm tido mais e continuado acesso ao poder.

Porque são os homens dos Partidos (um ou outro alternadamente), que estão, há anos,a meter o país num colete asfixiante onde a participação cívica será uma miragem esquecida.

A SEDES tem que ser levada a sério.

Temos que participar e forçar as mudanças indispensáveis e, para tal, temos que começar pelos nossos partidos. Temso que os mudar, democratizar, temos que os tornar mais operantes, mais transparentes.

Temos que lutar por princípios, por ideais, e exigir dos nossos políticos um verdadeiro empenho no desenvolvimento e progresso da sociedade como um todo, sem corrupção, seja material ou moral.  

E todos nós temos que intervir, temos que participar para que algo mude. Se não o fizermos seremos coniventes e deixaremos aos nossos descendentes uma bem triste e pesada herança.

 

AC

 

publicado por alcacovas às 16:39
| comentar | ver comentários (1)

Casas a mais ou gente a menos?

Comecei na semana passada a fazer uma pequena pesquisa: quantas casas estarão à venda nas Alcáçovas

Percorri toda a Vila, mas não fui aos arredores. fiquei-me, digamos, pela parte urbana. e encontrei 18 casas com avisos de venda.

Haverá mais não sinalizadas e muitas outras fechadas ou em ruínas.

O que é que poderemos concluir destes números?

Que não será fácil encontrar compradores para tantas casas?

Ou serão poucas, pois a procura é grande?

Será possível que pessoas com residência noutras terras, nomeadamente na zona da grande Lisboa, venham comprar em Alcáçovas uma segunda casa?

Posso, ainda, acrescentar que temos dois loteamentos com lotes à venda, um no Chão dos Carrascos e outro na EN2.

Será esta pequena nota um sinal de esperança?

Ou será sobretudo uma confirmação da debandada dos jóvens e da morte dos velhos?

AC

publicado por alcacovas às 16:28
| comentar | ver comentários (1)

Confiança em Quem?

 

Publicidade roubada ao http://jumento.blogspot.com/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:25
| comentar
Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Eclipse da Lua de 21 de Fevereiro de 2008

 

Para quem não teve oportunidade de ver o eclipse desta noite, fica aqui uma imagem que mostra um pouco aquilo que se podia ver por volta das 3 da manhã. Infelizmente, na hora do eclipse total as nuvens sobrepuseram-se à lua e não permitiram que se assistisse ao resto do espetáculo.

 

O tom avermelhado da lua era uma das características específicas deste eclipse e, de facto, foi possível observar isso mesmo, como se pode ver na foto.

 

Foto de B. Borges

 

B. Borges

publicado por alcacovas às 15:38
| comentar | ver comentários (2)
Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

FUMOU-SE

 

Ao fim de 49 anos de poder tirânico, Fidel concluiu que já lhe chega. Segue-se o irmão, numa demonstração de comunismo consanguíneo. Entretanto, a democracia para os cubanos espera.

Visto no http://agualisa6.blogs.sapo.pt/

Também no http://jumento.blogspot.com/

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:05
| comentar
Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Uma Viagem a Berlim e ao seu passado obscuro.

A Sétima Porta
Richard Zimler



Editor:
Edições ASA
Colecção: Mar de Histórias
N.º págs.: 656
ISBN: 978-972-41-5300-1

Em 1990, Richard Zimler descobriu numa cave de Istambul sete manuscritos do século dezasseis escritos por um cabalista chamado Berequias Zarco. Um deles narrava o pogrom de Lisboa em 1506 e a recriação dessa narrativa por Zimler resultou no best-seller internacional O Último Cabalista de Lisboa. Mas, o que revelavam os outros seis manuscritos?

Em Berlim, na década de Trinta, o descendente de Berequias Zarco, Isaac Zarco, está determinado a descobri-lo. Está convencido que o pacto entre Hitler e Estaline – para além de outros «sinais» - anuncia que uma profecia apocalíptica feita pelo seu antepassado está prestes a concretizar-se. Acredita também que, se conseguir descodificar esses textos cabalísticos medievais, pode salvar o mundo.

Passado durante a subida ao poder de Hitler e a guerra que os nazis moveram contra os deficientes, A Sétima Porta junta Sophie Riedesel - uma jovem espirituosa, artística e sexualmente ousada – com um grupo clandestino de activistas judeus e antigos fenómenos de circo liderados por Isaac Zarco. Quando uma série de esterilizações forçadas, estranhos crimes e deportações para campos de concentração dizimam o grupo, Sophie, agora já adulta, tem de lutar com todo o seu engenho para salvar tudo o que ama na Alemanha – a qualquer preço.

 

Retirado da BBDE.ORG

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:10
| comentar

Aconteceu nas Alcáçovas. Há 170 anos atrás!!

«Em oito de fevereiro de 1838 entrou n'esta villa a guerrilha do Baiôa, e levou, segundo consta, cinco cavalgaduras, vinte e cinco alqueires de trigo, polvora e tabaco que havia no estanco e algum dinheiro da derrama que calculam em doze mil e setecentos réis e somente pagaram pão, carne e vinho.


Eram deseseis guerrilheiros e levaram vinte e trez espingardas, que pertenciam á guarda nacional.»


Excerto retirado do livro que o Padre Joaquim Pedro de Alcântara escreveu em 1890, de seu título Breves Memorias da Villa das Alcaçovas. Este fac-símile foi impresso a expensas da Fábrica da Igreja Paroquial das Alcáçovas, em 2005. A "Reimpressão está conforme o original publicado em 1890 pelo revd.º Padre Reitor Joaquim Pedro de Alcântara." informa-nos a capa.
Originalmente foi publicado em 1890, em Évora, na Minerva Eborense.

Num ambiente pós guerra civil as guerrilhas miguelistas foram muito activas no Alentejo. Muitos dos inúmeros soldados, e oficiais, que abandonaram o exército ou foram expulsos, dedicavam-se a uma guerrilha contra o estado liberal, que na maior parte das vezes mais não era do que banditismo encapotado por alguma política, quimérica, de restauração absolutista.
Assaltos, ajustes de contas, actos de coragem ou de mesquinhez foram muitas das vezes praticados por estes "guerrilheiros", que tinham algum apoio do povo e por vezes do clero.


Neste caso a entrada nas Alcáçovas deve ter feito debandar a guarda nacional, já que os guerrilheiros levaram as armas e fizeram o que bem entenderam.


Na ainda fraca ficção nacional, de cariz histórico, só conheço a série Alentejo sem Lei, que retrata essa época, se bem que muitas das vezes de uma forma burlesca e sem qualquer mérito. Alguns trabalhos académicos abordam, tendencialmente, a guerrilha do Remexido deixando de parte as outras guerrilhas.


Sobre este assunto muita documentação existe, se bem que seja por vezes difícil recolhe-la, nos arquivos centrais (p. ex. Arquivo Histórico Militar), nos arquivos dos governos civis ou camarários e por vezes em espólios familiares.

 

Visto no http://patrimonios.blog.com/

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 16:09
| comentar | ver comentários (1)

O país que eu vejo é diferente do país que ele vê

Eu, português, 43 anos, sobrevivente a recibos verdes, que todos os meses pago 200 euros de segurança social para viver na maior das inseguranças, que senti a minha qualidade de vida baixar consecutivamente nos últimos anos, não consigo ver o país como o primeiro-ministro José Sócrates vê.


Posso perceber que, da janela do seu quarto, veja Portugal com optimismo, mais emprego, recuperação económica, confiança, bem-estar, segurança. Ele vê, e eu acredito que esteja a ser honesto.


Gostava que percebesse que eu vejo um país bem diferente. Não trabalho para a Sonae nem para o jornal Público. Não sou militante de qualquer partido e até votei no PS nas últimas eleições.


... Mas o país que vejo tem centenas de milhares de desempregados – um número “ligeiramente” superior aos 90 mil postos de trabalho que o Governo terá criado -, não se sente seguro nas ruas nem seguro na saúde, menos ainda na justiça, não me parece confiante nem vê na carteira os efeitos desse extraordinário controlo do défice. Também não vê a despesa pública baixar. Nem o rendimento subir.


(Os números, aliás, têm esse efeito perverso: pode até haver uma galinha para cada dois cidadãos, mas isso não faz de mim proprietário de uma saborosa meia galinha. O “outro” pode tê-la comido inteira...)


Além disso, esse Portugal onde eu vivo ganhou nos últimos anos uma generosa dose de desconfiança sobre os políticos, em geral, e sobre os Governos, em particular – com razões transversais que vão dos Casinos aos Aeroportos, passando pelos cargos públicos a que se sucedem os cargos privados.


Se calhar os portugueses “do lado de cá” da janela de José Sócrates vivem num outro mundo. Mas convém recordar ao primeiro-ministro que, ainda assim, são estes portugueses que votarão daqui a ano e meio. E vão fazê-lo em função do país em que efectivamente sentem que vivem, e não do país em que o primeiro-ministro garante que vive.

 

São paisagens diferentes, quer-me parecer.

 

Texto de Pedro Rolo Duarte

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 10:18
| comentar

Filosofia de um Pardal ...

Photobucket

 

Retirado da http://umsonhochamadomatilde.blogspot.com/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 10:08
| comentar
Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Hoje estava tudo a banhos...

Eu, um alentejano ainda pouco habituado ao ritmo elevadíssimo de Lisboa, em dias normais já me vejo e desejo para me deslocar nos transportes públicos e nas ruas desta cidade, mas hoje com a cidade a banhos as coisas foram bem piores. Enfim, mais um episódio da saga de um alentejano na capital.
Sei o que pela nossa terra o temporal foi mais brando o que é sempre bom!
 
Um abraço/beijo,
 
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 22:56
| comentar | ver comentários (10)

Colisão com pesado faz um morto

O condutor de um automóvel perdeu a vida esta segunda-feira devido a uma colisão com um veículo pesado na Estrada Nacional 257 (EN), na zona de Viana do Alentejo, Évora.

De acordo com fontes dos bombeiros, a colisão ocorreu pelas 17h00 naquela estrada nacional entre Alcáçovas e Casa Branca.

Segundo a mesma fonte, desconhece-se ainda a origem do acidente, contudo, foi apontado como causa o mau tempo que hoje fustigou a região.

Retirado do

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 22:53
| comentar

Inquisição Alcáçovas(personagens)

Frei Álvaro de Castro - filho de D. Rodrigo Manuel, natural de Vila Viçosa e de D. Filipa de Castro, natural das Alcáçovas.

Neto paterno de D. Cristóvão Manuel e de D. Francisca de Castro e materno de D. Álvaro de Castro e de D. Catarina Henriques. Ano de 1626*.

 

 

 

*In Arquivo Nacional da Torre do Tombo - ANTT - Habilitações do Santo Ofício, vol. I, nº 450 - Maço 3, nº 37 a 51.

 

 

Frederico Nunes de Carvalho

publicado por alcacovas às 17:49
| comentar

Nostalgias

 

Eis um panfleto de um estabelecimento comercial da vila das Alcáçovas, da década de 40, do século XX. Desafio os leitores do blogue Alcáçovas que tenham conhecido esta casa, a falarem um pouco sobre ela ou até dos tempos na vila, à época desta mercearia!

Um abraço,

 

Frederico Nunes de Carvalho

 

publicado por alcacovas às 13:24
| comentar

TAÇA DISTRITO DE ÉVORA DE FUTEBOL 11 - MEIA - FINAL

 

S O R T E I O S

 

TAÇA DISTRITO DE ÉVORA DE FUTEBOL 11

 

MEIA-FINAL

 

 

 

 

Os sorteios em epígrafe realizam-se no dia 28 de Fevereiro de 2008, pelas 18:00 horas, na Sede da Associação de Futebol de Évora, sita na Rua Diogo Cão, nº. 15, em Évora.

Da Associação de Futebol de Évora

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:14
| comentar

Vaidosas

 

Retirado do http://jumento.blogspot.com/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 11:59
| comentar
Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

***

Hoje no Kosovo há esperança de uma vida melhor!
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1319912
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 21:39
| comentar | ver comentários (1)

EFICIÊNCIA MUITA, EFICÁCIA POUCA

 

G. D. R. AGUIAR - S. C. ALCAÇOVENSE

 

 

Iniciámos o jogo com a seguinte equipa: Guarda-Redes: Pernas; Defesas: Rui Querido, Nuno Maurício (Chinês), Chico Valente (Molezas), e Canhão; Meio-Campo: Manuel Jorge; Hugo Painho e Zé Eduardo (Treinador-Jogador). Atacantes: Paulo Rodrigues, João Neves e Padeirinha.

 

 

Um jogo totalmente dominado pela nossa equipa.

 

Este jogo pode descrever-se através das inúmeras perdas de golo da nossa equipa. Na realidade tivemos muitas oportunidades mas concretizamos muito pouco. É a velha questão: um Alcaçovense muito eficiente mas pouco eficaz.

 

Logo aos 5 minutos a primeira grande oportunidade. Padeirinha chuta ao lado uma bola de golo.

 

Logo de seguida uma grande abertura de Painho para Paulo Rodrigues, mas que não teve grande sequência.

 

Aos 10 minutos um golo mal anulado (segundo a versão do atleta) ao João Neves. Este recupera uma bola (segundo o árbitro com a mão) e faz um grande remate que acaba no fundo da baliza do Aguiar.

 

A toada foi sempre esta durante toda a primeira parte. Na realidade o Aguiar só chegou uma vez à nossa baliza.

 

No início da segunda parte entra o Nuno Galvão para o lugar de João Neves. Este atleta entra muito bem no jogo.

 

Lá foram continuando as oportunidades. A nossa equipa quando jogava pelo lado direito fazia muito perigo, quando jogava pelo lado esquerdo voltava a criar perigo, pelo meio acontecia o mesmo. O golo tardava.

 

O Aguiar ia resistindo às bolas à barra e à trave. Ricardo defendia bolas bem difíceis.

 

Guerreiro (lesionado por um atleta do Aguiar) é substituído pelo Jorginho. Também este atleta entrou muito positivamente no jogo.

 

Já mais para o final da partida entrou Grazina para o lugar de Paulo Rodrigues, também lesionado por um atleta do Aguiar.

 

Numa fase de forte insistência da nossa equipa, em que a bola embate em vários jogadores, acaba por ser defendida por um defesa do Aguiar com a mão. Este jogador é expulso e Zé Eduardo marca exemplarmente o penalty.

 

Bem no final da partida ainda existem duas grandes jogadas de golo, onde o principal protagonista foi o nosso atleta Grazina. Numa das vezes conseguiu-se isolar, mas por não ter sido egoísta, passou a bola ao Padeirinha que já vinha de posição irregular. Este faz o golo, mas é prontamente anulado pela equipa de arbitragem.

 

Notas:

a)      Uma arbitragem bastante positiva;

b)      O Aguiar muito lutador, mas por vezes muito duros;

c)      Melhores Jogadores em Campo: Zé Eduardo e Nuno Galvão.

 

1ª Divisão Série A


Santana do Campo 2 – Giesteira 2
Canaviais 0 – Cabrela 0
Aguiar 0 – Alcaçovense 1
Fazendas do Cortiço 0 – Valenças 2
Brotense 0 – Arraiolense 5

 

 

Pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:08
| comentar

Estranha forma de vida: dormir à luz do dia por não se ter alternativa ou por se ser alternativo.

  

  

Fotos de B. Borges

 

B. Borges

publicado por alcacovas às 14:24
| comentar | ver comentários (1)

Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

Posts recentes

_

***

“Alcáçovas Vila Global”

Inauguração da obra de Re...

Recordação do nosso Blog:...

Há 6 anos atrás começou a...

Vitória

Um brinde à Arte Chocalhe...

O Fabrico de Chocalhos já...

Mostra de Doçaria de Alcá...

Arquivos

Fevereiro 2019

Outubro 2016

Agosto 2016

Fevereiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Blogs

Pesquisar neste blog