Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

FEIRA DOS SANTOS - ALVITO

 

Enviado para o meu mail por  http://alvito-baixoalentejo.blogspot.com

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 10:04
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Há cada uma!

  • Poligamia faz mal aos homens

    Quanto mais poligâmica é uma espécie, mais rápido os machos envelhecem e morrem (Sol)

  •  

    As companheiras, por sua vez, vivem durante mais tempo. Os investigadores Tim Clutton-Brock e Kavita Isvaran, que estudaram os padrões comportamentais de mais de 30 espécies, incluindo a humana, concluíram que isto acontece em função da intensa competição sexual.

    Traçando uma comparação entre espécies monogâmicas (em que o macho tem uma única parceira) e poligâmicas (em que cada macho copula com várias fêmeas), os cientistas constatam que a competição por fêmeas tende, naturalmente, a ser mais instigada no segundo grupo.

    Ou seja, os machos que mantêm uma única parceira vivem de forma mais descansada, enquanto os polígamos precisam de se esforçar nas sucessivas conquistas sexuais.

    As companheiras, por sua vez, vivem durante mais tempo. Os investigadores Tim Clutton-Brock e Kavita Isvaran, que estudaram os padrões comportamentais de mais de 30 espécies, incluindo a humana, concluíram que isto acontece em função da intensa competição sexual.

     

    AC

    publicado por alcacovas às 20:03
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    Domingo, 21 de Outubro de 2007

    FAZENDAS DO CORTIÇO - S. C. ALCAÇOVENSE (1-1)

     

    Um Empate claramente justo.

     

    Iniciámos o jogo com a seguinte equipa: Guarda-Redes: Pernas; Defesas: Nelson Caeiro (Mirandinha) Chico Valente (Molezas), Batalha e Galvão; Meio-Campo: Canhão; Nuno Maurício (Chinês) e Hugo Painho, e Luís da Eira; Atacantes: Jorginho José Samora e Luís da Eira.

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    O SCA conseguiu ser a equipa mais forte no início do encontro. Lentamente foi perdendo o meio campo e respectivamente o domínio do jogo.

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    Aos 17 minutos de jogo, o Cortiço conseguiu marcar o seu golo através dum remate de longa distância que, apesar de não ter sido muito forte, conseguiu apanhar o José Pernas num momento de menor concentração.

     

    Este golo não conseguiu despertar o SCA. Aliás, teve um efeito bastante perverso porque desconcentrou muito a nossa equipa.

     

    No final desta fase da partida surgiu um lance completamente insólito. Pena minha não ter uma máquina de filmar. A nossa equipa conseguiu empatar com um remate fortíssimo do Samora, prontamente apontado pelo árbitro. No entanto o juiz de linha teve a “habilidade” de anular o golo porque considerou que a bola não entrou na baliza. Então, o infeliz árbitro acabou por acatar a decisão e anular a sua primeira decisão. É claro, começou a confusão: primeiro começou por referir aos nossos jogadores – eu até marquei… Maior a confusão. O mais ridículo foi ver este árbitro a ver a marcação da bola em cima da linha de golo na baliza (como se fosse um jogo de ténis). É claro que foi a risota completa. Mas este filme, ao nível dos melhores de Woody Allen, ainda tinha muito para dar, quando este responsável pela arbitragem do jogo decidiu lançar a bola ao ar em plena área do Cortiço. Enfim, só visto!!

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    Na segunda parte a nossa equipa conseguiu esquecer o que se tinha passado e arrancou de uma forma bastante forte. Primeiro, ia marcando com o Joginho, numa lance em que este se encontrava completamente isolado. No entanto, acabou por rematar à figura do guarda-redes da equipa adversária. Logo de seguida, Samora quase que marcava de cabeça.

     

    Durante grande parte desta fase do jogo a nossa equipa ia dominando a partida. A equipa adversária, com uma única boa oportunidade de golo (numa bola à barra), mandava a bola para fora e ia forçando a pressão sobre a nossa equipa.

     

    O nosso treinador fez algumas substituições para tentar alterar esta situação. Entrou o João Pedro para o lugar do Luís da Eira, posteriormente entraram o Rui Querido e o Mochila para os lugares de Painho e Canhão.

     

    Como o ridículo desta arbitragem não estava para ficar por aqui foi criando mais peripécias. Desde a marcação de foras de jogo incríveis, à não marcação de outros em que o jogador se encontrava em posição irregular em mais de 5 metros. De loucos!!

     

    Reforçaram a sua má prestação admoestando jogadores erradamente. Isto passava-se para ambos os lados. É claro que ambas as equipas se encontravam totalmente irritadas,

     

    Faltavam 5 minutos para acabar o jogo quando o Batalha conseguiu marcar de cabeça, após um livre muito bem cobrado pelo Samora. Estava feito o merecido empate.

     

    Notas principais:

    1)      Uma arbitragem completamente desastrada. De notar que este tipo de árbitros são muito maus para o futebol. É claro que estamos no distrital, mas ainda assim é muito triste estarmos perante tanta incompetência. Eu sei que não vale a pena reclamar, porque para além de nada adiantar, trás custos para o clube. Aproveito este espaço para expor estas situações porque detesto que a mediocridade saia beneficiada nestas situações. Perguntem qual a opinião ao Cortiço que logo melhor se percebe do que se fala;

    2)      Melhores Jogadores em Campo – Canhão (SCA) e o nº 10 do Cortiço (infelizmente não guardei o nome).

     

    Na próxima semana vamos jogar com o Aguiar.

    1ª DIVISÃO Série A

    Santana do Campo 0 – Luso Morense 1
    Canaviais 2 – Giesteira 2
    Aguiar 0 – Cabrela 3
    Fazendas do Cortiço 1 – Alcaçovense 1
    Brotense 1 – Valenças 5

     

    Pela Direcção do SCA

     

    António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 23:15
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    ESCALÕES INFANTIS DO SCA

     

    INFANTIS:

     

    S. C. ALCAÇOVENSE – GIESTEIRA (6-2)

     

    ESCOLAS:

     

    S. C. ALCAÇOVENSE – ESTREMOZ B (11-0)

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    Momento do Jogo

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    Festejos do Golo

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    Momento do Jogo (II)

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    A Vitória

    Pela Direcção do SCA

     

    António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 23:14
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    ÉVORA – Porque é mau perder a Região de Turismo?

    Parece que já é evidente que Évora vai perder a sua Região de Turismo.

     

    Para que se percebe bem esta questão é importante conhecer quais as entidades que fazem parte das regiões de turismo. Assim, estas são essencialmente representadas por empresas e/ou empresários do sector turístico, as câmaras municipais da respectiva zona de intervenção e alguns representantes de elementos do Governo (ex: Secretário de Estado do Turismo, Secretário de Estado da Cultura, etc). Eu próprio já fui representante dum Secretário de Estado do Turismo na Região de Turismo de Évora.

     

    Naturalmente, no âmbito das suas competências têm a sua actuação confinada ao sector turístico, onde se podem dar vários exemplos: promoção da sua zona turística, desenvolvimento de projectos do turismo, serviços de apoio ao sector, desenvolvimento de parecerias estratégicas, etc, etc.

     

    Também me parece inquestionável o papel importante que as RT têm tido para o desenvolvimento do sector.

     

    Como já é conhecido, este Governo quer acabar com as Regiões de Turismo. Erro gravíssimo e de difícil correcção futura.

     

    Mais uma vez estamos perante uma situação de forte centralismo político, onde o Governo quer retirar instrumentos de actuação no território, sem que se crie uma contrapartida adequada para corrigir os danos provocados. O Estado Central não consegue controlar a maioria das Regiões de Turismo (Évora é o seu melhor exemplo – lembrar as sucessivas perdas em Tribunal Administrativo quando quis controlar na secretaria esta RT), isto porque, como já referi, estas são essencialmente controladas pelas câmaras municipais e pelos empresários do sector. Como já é conhecido, este Governo não gosta de quem lhe faça frente, muito menos, de não ter o poder de controlar as organizações.

     

    Então a solução proposta passa pela criação de organizações de âmbito Regional (ou desenvolvimento como é o caso da ARTA – Associação Regional de Turismo do Alentejo), onde são agregadas as diferentes Regiões de Turismo. Esta situação até faria sentido se o turismo tivesse uma única via, ou melhor, um único mercado. Mas, na realidade, existem vários mercados do sector turístico. Por isso mesmo, por muito que nos tentem impingir as lógicas da união de esforços, ganhos de eficiência, menos custos e mais resultados, aqui não podem ser aplicadas.

     

    Pelas diferenças existentes no nosso território, faz todo o sentido que também existam diferentes RT. Naturalmente, competindo umas com as outras.

     

    Parece-me que faz todo o sentido que as Regiões de Turismo possam ter uma actuação própria para o mercado nacional. Também me parece evidente que possam estar agregadas, de forma a poderem concorrer no mercado internacional. Simplificando, A R T de Évora deve competir no mercado nacional com a RT da Costa Azul, São Mamede ou Serra da Estrela, entre outras. Mas também me parece evidente que a ARTA deva competir no mercado internacional com quaisquer outras associações regionais de turismo. Parece-me lógico.

     

    Para concluir, extinguir as RT é um erro extremamente grave. Esta situação ficaria bem resolvida se extinguíssemos o Estado Central das RT, porque para além de só atrapalhar, deveria deixar os operadores locais e regionais seguirem os seus próprios caminhos. Esta parece-me a única alternativa.

    Évora como Cidade Parimónio Mundial da UNESCO, não pode perder para si e para o seu meio envolvente a forma mais adequada de se poder promover.

     

     

    António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 12:13
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    Sábado, 20 de Outubro de 2007

    REFERENDO, SIM OU NÃO?

    Referendo, sim ou não?

     

    O Tratado de Lisboa é um documento de enorme importância para a Europa.

    E para Portugal foi uma oportunidade, bem conquistada, de afirmação e capacidade.

    Uma Presidência empenhada, que em 4 meses concluiu o texto final, limou as últimas arestas, ganhando, pelo caminho, uma luta diplomática com alguns opositores mais renitentes.

    Um Presidente da Comissão, também um português, que desde finais de 2006 se empenhou numa campanha de apoio, motivação, desbravamento, em prol do novo Tratado.

    E, temos que reconhecer, foi a chanceler da Alemanha, que iniciou o arranque final, negociando, conquistando, adesões e empenhos para concretizar o novo Tratado.

    Tratado de Lisboa. Soa bem e no dia 13 de Dezembro próximo cá teremos os representantes máximos dos 27 Países que integram a EU.

    Depois vêm as ratificações.

    E aqui começa a “luta” seguinte: ratificação no Parlamento ou por referendo?

    A minha tendência, natural, seria para o referendo. Mas há que pensar.

    O Tratado é um documento extremamente complexo, difícil de compreender pela sua forma técnica e, ainda, com ligações a uma série de outros tratados e afins que continuam em vigor, como parte integrante do grande Tratado.

    O que é que se iria perguntar no Referendo?

    Se aceitamos ou não o Tratado?

    Julgo que não é possível perguntar muito mais.

    E se a pergunta (mais coisa menos coisa) é esta como é que nós, cidadãos, vamos responder?

    Como pouco sabemos do assunto vamos (?) ler jornais e revistas, ouvir palestras, colóquios, entrevistas e, talvez, ler o tal Tratado de Lisboa.

    Vamos ouvir os nossos Partidos.

    Basicamente vamos formar uma opinião com a “ajuda” dos nossos políticos, sobretudo os da nossa cor, e com a “informação/manipulação” dos nossos media.

    Vamos concluir pela aceitação ou recusa em função de aquilo que nos for transmitido, mais ou menos directamente

    Veja-se como a luta lá está a aquecer. O PCP e o BE já se chegaram à frente para dizer que temos que ir para o referendo, mas logo adiantam que o Tratado não é bom para nós (eles).

    Na realidade a luta daqueles partidos é contra a EU, os tratados não interessam e, muito menos, se visarem a consolidação, fortalecimento, da EU.

    Porque é que a nossa esquerda, mais radical, continua a defender a ideia, com barbas (lembram-se do orgulhosamente sós?) de que cada país deve ter poderes plenos para fazer o que entender. E dizem que assim estamos a perder soberania.

    Soberania?

    Ou

    Participação?

    Soberania sobre um pequeno e fraco país ou participação (empenhada) numa grande e forte comunidade.

    Hoje, após a histórica decisão de Lisboa, países como a Rússia, a China e o Brasil vêm reconhecer a força acrescida da nossa EU.

    Este Tratado, com virtudes e defeitos, é um passo para, entre outras coisas, nos dar uma imagem mais forte e respeitável perante o Mundo e, sobretudo, perante os poderes emergentes.

    Posto isto eu prefiro a ratificação parlamentar.

    AC

    publicado por alcacovas às 15:21
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    Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

    Dia de acção dos blogs

    Hoje é o dia de acção dos blogs com uma "directiva": falar de ambiente a nível local.

    Tenho que trazer aqui o meu muito pequeno contributo na forma de apelo a todos os residentes do Concelho, e de Alcáçovas em particular, para que contribuam, de forma simples, mas continuada para melhorar o ambiente que directamente nos rodeia.

    Os locais onde residimos, as ruas por onde passamos, os jardins, as estradas, os campos. Digamos que é o nosso "habitat" que será mais ou menos acolhedor conforme seja o nosso comportamento para com ele.

    Apelo pois a todos os que aqui vivem, ou que aqui passem,  a dar o seu contributo para bem de todos:

    - Separem os lixos domésticos e levem-nos para os respectivos contentores.

    - Não deitem nada, mesmo nada, para o chão.

    - Corrijam os vossos filhos, netos ou sobrinhos, e expliquem as razões, quando fizerem menção de atirar para o chão, a lata do refrigerante ou a a embalagem das batatas fritas.

    - Não atirem garrafas de vidro para o chão. Além de lixo são perigosas pois muitas vezes se partem ao serem arremessadas .

    - Não atirem lixo pela janela do carro.

    - Não despejem restos nas bermas das estradas, quando há tantos contentores nas nossas vilas.

    - Protejam o ambiente que nos rodeia e contribuirão para o melhorar, por pouco que seja, uma simples garrafa de plástico ou um papel atirados para o chão, somados a muitas outras pequenas coisas, vão destruindo a tradicional limpeza das terras alentejanas.

     

    AC

    publicado por alcacovas às 22:19
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    Sé de Évora. Uma entrada muito estranha..

       

      

      

      

       

       

       

      

       

    Pergunto eu se já alguém reparou nas esculturas que estão na entrada principal da Sé de Évora? E, se já reparou, se não achou estranhas estas figuras? O que simbolizam? Alguém me poderá responder?

     

    Seja como for, quem concebeu estas figuras tinha uma imaginação excepcional. Gosto muito desta "gárgola" sorridente (última foto), do macaco, do cão com um barrete e da "ave com barba" estranhíssima que "sai" do pilar da frente (1ª foto).

     

    Estou curioso.

     

    B. Borges

    publicado por alcacovas às 21:19
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    FIM-DE-SEMANA DO SCA

     

     

    Sábado dia 20

     

    Infantis:

     

    S C Alcaçovense - Giesteira (9:30h)

     

    Escolas

     

    S C Alcaçovense - Estremoz (11:00h)

     

     

    Domingo dia 21

     

    Séniores

     

    Fazendas do Cortiço - S C Alcaçovense (15:00h)

     

    Pela Direcção do SCA

     

    António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 19:41
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    ÉVORA PERDE REGIÃO DE TURISMO???

    Ao que parece, a reestruturação das Regiões de Turismo, reduzidas de 19 para apenas 5, vai ditar a criação de uma Região de Turismo única para todo o Alentejo, segundo a Lei Quadro do sector turístico que está em discussão.
    Mas, parece que a sede da mesma será em Beja. JÁ COMEÇA A SER DEMAIS.
    É caso para perguntar se Sócrates não gosta mesmo de Évora, ou se é de um ajuste de contas interno ao PS, com o Presidente da Câmara de Évora ou com outros, que se trata.
    Certo é, sem margem para dúvidas, que Évora está a ser prejudicada todos os dias pelo Governo Socialista.
    Para quem, como o Presidente da Câmara, desvalorizava e ridicularizava a deslocação da Secretaria de Estado da Cultura para Évora, durante o Governo do PSD/PP liderado por Santana Lopes, imagine-se o caricato da situação que lhe caiu em cima.
    A semente da língua, é das que melhor vingam, como diz o ditado popular.
    publicado por alcacovas às 19:37
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    Évora : Menos 11 milhões no PIDDAC 2008

    O Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central para 2008 volta a reduzir as verbas para o distrito de Évora, prevendo pouco mais de 71 milhões de euros, apurou a DianaFm.


    A diminuição, de 11 milhões relativamente a este ano, vem confirmar a tendência de quebra que se tem verificado nos últimos anos.

    Retirado do Blog "Al Sul"

     

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 10:10
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    MAIS VIAGENS A NÃO PERDER

    Que blog é este? É um blog sobre quase tudo acerca deste livro.

    RAIMUNDO NARCISO - Álvaro Cunhal e a Dissidência da Terceira Via

    Sinopse

    "Este livro é o relato do debate político, em particular nas reuniões do comité central, que acompanhou a maior crise do PCP depois do 25 de Abril de 1974. É também um testemunho da perturbação e das reacções que ele provocou na direcção deste partido. O livro centra-se no chamado grupo da 3ª via, e relata-nos em primeira mão a sua origem, constituição e actividade no interior do comité central do PCP, no período que vai de Julho de 1987 a Dezembro de 1988, período de preparação do XII congresso deste partido. É também relatado o papel do grupo dos seis, que precedeu a 3ª via, e a trajectória de Zita Seabra nesse período. Protagonistas privilegiados " Da Ambar

    DAN BROWN - Fortaleza Digital

    Sinopse

    "Fortaleza Digital conduz o leitor ao interior de um dos mais poderosos serviços secretos no planeta, a NSA (Agência Secreta Nacional), uma agência multi-bilionária cuja existência é conhecida apenas por 3% dos Americanos. Quando o invencível e ultra-secreto descriptador da NSA, o Crivo, se depara com uma mensagem indecifrável fabricada por um «anjo caído» da própria agência, o director de operações recorre à brilhante criptógrafa Susan Fletcher e ao seu noivo, um Professor de Literatura, para o ajudarem a desvendar este mistério.


    A NSA é agora refém, não de uma ameaça de bomba ou de um ataque militar, mas de um código cuja complexidade pode ser fatal para os Serviços Secretos americanos. Apanhada numa vertiginosa rede de secretismos e de mentiras, Susan tenta desesperadamente salvar a agência em que acredita. Traída em todas as frentes, tenta lutar pelo seu país, pela própria vida, e, no final, pela vida do homem que ela ama.

     

    Através das câmaras subterrâneas do poder, dos arranha-céus de Tokyo e das vertiginosas catedrais de Espanha, uma corrida desesperada ameaça inverter o curso da História e destruir, para sempre, o equilíbrio do poder.

     

    Explorando a delicada fronteira entre a privacidade do cidadão e a segurança nacional, Fortaleza Digital não deixa de evocar a célebre pergunta de Juvenal no V livro das Sátiras: Quem guardará os guardas?" Da Bertrand Editora

     

    Escolhas de António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 00:46
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    Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

    Tudo isto é triste, tudo isto é fado.

    "UE/Infracção: Bruxelas processa Portugal pela não apresentação de plano de eficiência energética

     

    Bruxelas, 17 Out (Lusa) - A Comissão Europeia iniciou hoje um processo de infracção contra Portugal pela falta de apresentação dos planos de acção de eficiência energética no prazo estipulado, tendo enviado uma notificação de incumprimento (...)"

     

    Retirado da

     

    Editado por António Costa da Silva

     

     

    publicado por alcacovas às 13:12
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    Francesismos???

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 12:55
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    Implicações do Aquecimento Global

     

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 12:33
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    NOITE PIANO - BAR

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    Reservas 266 954 319

     

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 12:15
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    Cartão de Ementa de Hotel em Évora - Meados do Século XX

     

     

    Cartão para ementa do Hotel Alentejano, Évora, impresso na tipografia Minerva Comercial, da mesma cidade. Meados do século XX.

     

    Retirado da "Rua Nove"

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 12:11
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    Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

    Parece mais do que é – e vai ter de ser mais do que parece

     

    Pedro Santos Guerreiro

     

    psg@mediafin.pt


    Sim, é o fim das ilusões. Porque já não há ilusionismos no défice. Mas também porque a utopia da reforma da Administração Pública sucumbiu. Esta proposta de Orçamento do Estado é um choque com a realidade: naquela que é a "mãe" de todas as reformas, o Governo baixou não apenas a fasquia – baixou os braços. Perdeu-se a oportunidade.

    Há precisamente um ano, numa entrevista a este jornal, o ministro das Finanças dizia: "O ano de 2007 será, de facto, o ano da grande reestruturação da Administração Pública." Não foi. Em vez de reduzir a factura com o pessoal em 5,1%, como orçamentou, o Estado pagou mais 0,5%. E o que faz em 2008? Desce apenas 1%, não compensando o desvio anterior.

     

    É justo reconhecer o muito que se fez, como o quadro da mobilidade, a racionalização das carreiras, o cumprimento da regra saem-dois-entra-um, redução do número de funcionários em 2007. Mas o nó górdio não desatou. Não há compromissos quanto à avaliação de funcionários. E as anunciadas saídas amigáveis precisam de muito dinheiro para serem eficazes. A não ser que sirvam para empurrar funcionários para a mobilidade.

    Apesar da decepção na Função Pública, o Orçamento causa uma boa primeira impressão. Os valores de défice são notáveis. A descida do peso da dívida pública é uma conquista. O crescimento da economia é ambicioso. Enunciam-se causas sociais. Mas a leitura aprofundada mostra luzes menos fulgentes.

     

    Primeiro: a redução do défice conseguiu-se através de uma carga fiscal que, ainda que ligeiramente, vai continuar a aumentar em 2008; e através de uma redução do peso da despesa que perde fôlego no próximo ano. A despesa corrente primária vai subir 4,3%. Mais do dobro do que cresceu em 2007. Isto tem um nome e esse nome não é nem contenção nem consolidação. É facilitismo. Ou resignação. Ou incapacidade.

     

    Segundo: o Orçamento demite-se de fazer política fiscal. Aquilo que se insinua como medida social é apenas isso – uma insinuação, um conjunto de acções pouco relevantes, incentivos cuja eficácia se desconhece a PME e à interioridade; ou o fogo fátuo de duplicar a dedução para pais de filhos até três anos.

     

    Há no entanto uma enorme excepção que merece ser reconhecida: o estímulo à requalificação urbana. E o adiamento do fim dos tectos no IMI, cujos aumentos iam causar o pânico a proprietários de imóveis em reavaliação. A medida pode até ser eleitoralista (esses efeitos sentir-se-iam em 2009, ano de eleições) mas justa: é preciso gradualismo no aumento do imposto que substitui a contribuição autárquica.

     

    Terceiro: o crescimento económico. A previsão do ministro é boa e ele merece o benefício da dúvida que reclama ao afirmar um valor mais ambicioso do que o do FMI, que tem falhado sucessivamente as previsões para Portugal. Ora, o que Teixeira dos Santos nos está a dizer é que em 2008 termina um ciclo de sete anos consecutivos a perder terreno para a Europa. Certo? Errado. Porque o ministro fez batota: foi optimista para Portugal e pessimista para a Europa, forçando a convergência (previu crescimento de 2,2% para Portugal e 2,1% para a Europa, contra a previsão da Comissão Europeia de 2,0% para Portugal e 2,5% para a Europa).

     

    Mais há mais optimismos questionáveis neste Orçamento, como o da taxa de desemprego e o crescimento do investimento, à custa dos privados e, no que toca ao público, reservado às autarquias e às regiões. E a assunção da desorçamentação da Estradas de Portugal, que Bruxelas pode não aceitar. Tem, em contrapartida, algumas almofadas, como as portagens nas SCUT, as receitas de Cahora Bassa, as cativações e dotações orçamentais.

     

    Este ministro sabe fazer Orçamentos. Não usa Rectificativos nem abusa de receitas extraordinárias. Tem a força política de que se duvidava quando foi nomeado. Conseguiu acabar com o trauma nacional do défice.

     

    Este ano, preparou um orçamento competente mas sem rasgo. Faz pequenas concessões sem tomar grandes opções. Afrouxa como o corredor que desacelera o passo metros antes da meta: já ganhou mas não bate recordes.

     

    O Governo venceu a batalha do défice. Mas relaxou cedo de mais, entrando na boleia da conjuntura. Até pode parecer bom para o País. O perigo é exactamente esse.

    UMA EDIÇÃO EXTRA

     

     

     

     

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 18:48
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    Portugal tem dois milhões de pobres

    "É um número que deveria envergonhar o País: de acordo com dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a população residente em situação de risco de pobreza era de 19 por cento em 2005, ou seja, cerca de dois milhões dos residentes em Portugal eram pobres ou em vias de se tornarem pobres. Em comparação com o ano anterior, registou-se uma ligeira melhoria, tendo a taxa diminuído um por cento.

     

    Segundo o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2005, um quinto da população residente vivia em risco de pobreza. Este valor correspondia à proporção dos habitantes com rendimentos anuais por adulto inferiores a 4321 euros no ano anterior (cerca de 360 euros por mês), explica o INE, após as transferências sociais.

    Os idosos com mais de 65 anos e os menores de 16 anos registavam as taxas de pobreza relativa mais elevadas: 28 e 23 por cento, respectivamente.

    Em comparação com outros países europeus, a taxa de risco de pobreza apenas era superior na Lituânia e Polónia, com 21 por cento da população em risco. A média europeia cifrava-se nos 16 por cento.

    De acordo com os dados do INE, a taxa de risco de pobreza mais elevada era de 42 por cento (idosos vivendo sós e famílias com dois adultos e três ou mais crianças dependentes).

    A distribuição de rendimentos demonstrava as desigualdades que grassam pelo País: o rendimento dos 20 por cento da população mais rica era 6,9 vezes superior ao dos 20 por cento da população com menor rendimento. Ou seja, os dois milhões de residentes com menos posses obtinham apenas sete por cento do rendimento líquido das famílias, enquanto aos dois milhões de residentes com mais riqueza correspondia 45 por cento do total do rendimento das famílias. (...)"

     

    Também retirado do

     

    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 18:36
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    Notas Sobre o Orçamento de Estado de 2008 II

    "Os pensionistas vão continuar a ser penalizados fiscalmente nos próximos anos, ao ritmo de 100 euros/ano, o que significará uma diminuição do seu poder de compra.

     Teixeira dos Santos considera injusto o benefício dos pensionistas
    Teixeira dos Santos considera injusto o benefício dos pensionistas.

    Segundo apurou o Correio da Manhã, o objectivo do Governo é fazer uma convergência total entre as deduções específicas dadas aos pensionistas e aos trabalhadores por conta de outrem. O ritmo de aproximação será o que ficou definido no Orçamento para 2008 (em que os pensionistas viram reduzida a dedução específica em 100 euros).

    Isto significa que os beneficiários de rendimentos de pensões terão a sua situação agravada, todos os anos, em 100 euros, enquanto os titulares de rendimentos por conta de outrem terão a dedução elevada no mesmo montante até as duas deduções se equipararem, o que se prevê que aconteça nos próximos quatro anos. (...)"

    Retirado do

     

     

    1 - Alguém que me explique onde está a justiça?

    2 - É este o conceito de riqueza que se quer para o nosso País?

     


    Editado por António Costa da Silva

    publicado por alcacovas às 18:29
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    Publicado por:

    André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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