Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

Aqui Tão Perto (III)

Castelo de Viana do Alentejo

Castelo de Viana do Alentejo

A edificação deste castelo é atribuída a D.Dinis, que em 1313 doou uma quantia para a sua construção. No século XV, é feito o levantamento e reboco da cortina, ameias e coruchéus. Da sua arquitectura militar, essencialmente gótica, distinguem-se as cinco torres cilíndricas que reforçam a muralha, lembrando a traça dos castelos franceses. A planta é octogonal. (Monumento Nacional)

 

 

Igreja Matriz de Viana do Alentejo

Igreja Matriz de de Viana do Alentejo

Integrada no castelo e datada do séc. XVI, é considerado um dos melhores exemplares do estilo manuelino da região. Obra da autoria de Diogo Arruda, revela também fortes influências mudéjares.(Monumento Nacional).

Do Lifecooler

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 19:25
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Aqui Tão Perto (II)

Anta do Livramento - S. Brissos

 

Anta do Livramento

 

Foto de JOMAR

 

"A Anta capela de Nª Senhora do Livramento situa-se perto da aldeia de S. Brissos (Escoural - Montemor-o-Novo), e é imóvel de interesse público desde 18/07/1957.


A Anta foi tranformada em capela no Sec. XVII, e do monumento original é possivel identificar a lage de cobertura e cinco esteios, perfeitamente visíveis apesar de rebocados e caiados. No interior da Anta encontra-se a imagem da Senhora do Livramento e vários ex-votos"

 

Retirado do OLHARES

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 09:46
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

Vermicompostagem - Faz-se em Beja

Minhocas Devoram o Lixo Orgânico

 

Processo de vermicompostagem

 

A vermicompostagem é um processo de bio-oxidação e estabilização onde microrganismos, minhocas e outros invertebrados transformam resíduos biodegradáveis em fertilizante - o vermicomposto. Sendo este um processo de decomposição biológica, é imprescindível monitorizar os parâmetros físicos e químicos da vermicompostagem, de modo a promover populações saudáveis de minhocas e um produto final de qualidade.

 

Minhocas - A Eisenia  foetida, também conhecida como minhoca vermelha, é uma das espécies mais utilizada no processo de vermicompostagem porque prefere meios ricos em matéria orgânica, processa rapidamente grandes quantidades de resíduos biodegradáveis, é tolerante a um intervalo mais alargado de factores ambientais e dá-se bem em populações densas. Este anelídeo tem cerca de 12 cm de comprimento quando atinge a maturidade e a pigmentação varia do roxo e vermelho, com ou sem listas.

 

Informações da Zero Resíduos Portugal

 

A primeira unidade de vermicompostagem em Portugal foi instalada perto de Beja e já começou a funcionar no início do ano para produzir bionutriente a partir do tratamento de resíduos orgânicos através de minhocas.

 

Promovido pela Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente (AMALGA) e da empresa portuguesa de vermicompostagem Lavoisier.

 

Um Bom Projecto

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 18:47
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CURIOSIDADES

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A Evolução do homem

 

Evolucao.jpg

 

Agência Funerária

 

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Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:15
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Filme em Exibição

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:38
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Assalto!

assalto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:18
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Proveito para os bufos

A prosa que apresento a seguir foi extraída do DN , de hoje. É um bom artigo do João  Miguel Tavares, que mostra. de forma crua, o que se está a passar nalguns sectores da nossa sociedade. Claro que sempre tivemos bufos e, mais, fomos "educados", os mais velhos, a viver sob um regime que os incentivava (e compensava).

 

Mas hoje, num País do 1º Mundo (?) é triste ver casos como este e, pior ainda, ver figuras responsáveis do Estado a procurar justificar práticas condenáveis (ou não serão?). 

 

Recorde-se que Maria de Lurdes Rodrigues defendeu, há sete dias, que o acto de bufaria na base de todo este processo foi um acto de "estrito cumprimento do dever" do denunciante. Vale a pena, pois, transcrever essa elogiada "participação", por razões de higiene pública.



"Venho por este meio participar a V. Exa. uma situação ocorrida no dia 19 de Abril, cerca das 12.45. O professor requisitado, Fernando Charrua, entrou no Gabinete de Apoio à Direcção e, em tom jocoso, proferiu umas palavras que mereceram reprovação imediata de quem as ouviu: 'Estamos num país de bananas, governado por um filho da puta de um Primeiro-Ministro!...' De imediato, repreendi a atitude dizendo que se abstivesse de tecer comentários daquela índole." No entender da ministra, é isto o conceito de "estrito cumprimento do dever". Em Portugal e em Cuba, imagino eu. Nas últimas semanas, o nome de Fernando Charrua tem andado para cá e para lá, em bolandas. Independentemente dos erros que tenha cometido, também vale a pena conhecer o nome do homem que o denunciou, no "estrito cumprimento" do seu dever. Até para que o Presidente da República o possa agraciar com uma comenda no 10 de Junho, curvando-se o País diante de tão heróico acto. Chama-se António Basílio e era director de recursos humanos da DREN - o cargo perfeito para um homem com os seus talentos.

 

AC

 

publicado por alcacovas às 11:58
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SCA - Época 2007/2008

 

O Sport Club Alcaçovense vai iniciar a época desportiva no dia 28 de Agosto (terça-feira), pelas 19h, nas suas instalações. Neste sentido, estão a ser contactados os seus principais atletas e comunicado aos novos reforços.

 

Para já, é possível dar a informação que o José Eduardo (ex-jogador do Lusitano de Évora e do Escoural no último ano) vai ser o novo treinador. Irá também ser jogador da nossa equipa de futebol sénior.

 

Pela Direcção

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 09:53
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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

Paço dos Henriques - Tratado das Alcáçovas

"Residência real do séc. XIV onde se realizaram os casamentos dos pais de D. Manuel I de Portugal e da rainha Isabel I, a Católica de Espanha. Nele D. João II redigiu o seu testamento a 20 de Setembro de 1495. O acontecimento que mais marcou este palácio foi a assinatura do Tratado de Alcáçovas a 4 de Setembro de 1479 e que é considerado o primeiro acto de globalização. Do original palácio do séc. XIV nada resta anão ser a memória, uma vez que o palácio se foi adaptando às suas realidades: Palácio Real; Casa Nobre; Solar dos Henriques e de outras famílias nobres da terra e, finalmente, espaço público. Actualmente encontra-se em grande estado de degradação exigindo a rápida intervenção de obras."

 

wikipédia

 

Tratado das Alcáçovas - Divisão do Mundo antes do Tratado de Tordesilhas

 

 

"O Tratado das Alcáçovas (também denominado como Tratado das Alcáçovas-Toledo, por haver sido ratificado por Castela em Toledo), foi assinado naquela vila alentejana, a 4 de Setembro de 1479, entre Afonso V de Portugal e os Reis Católicos, colocando fim à Guerra de sucessão de Castela (1479-1480).

 

Portugal, na qualidade de principal Estado monárquico empenhado no reconhecimento de direitos sobre as ilhas atlânticas e a costa africana durante a década de 1470, ao seu final viu-se enfrentado uma série de conflitos com o reino vizinho. Uma vez concluída, na península Ibérica, uma guerra favorável a Castela, os representantes de ambos os Estados firmaram um acordo de paz.

 

Além de formalizar o fim das hostilidades (pelo qual Joana, a Beltraneja, e seu tio e marido Afonso V de Portugal, desistiam para sempre das suas pretensões ao trono de Castela), o Tratado continha outras cláusulas concernentes à política de projecção externa de ambos os países, num momento em que os dois reinos competiam pelo domínio do Oceano Atlântico e das terras até então descobertas na costa africana.

 

Por essas cláusulas, Portugal obtinha o reconhecimento do seu domínio sobre a ilha da Madeira, o Arquipélago dos Açores, o de Cabo Verde e a costa da Guiné, enquanto que Castela recebia as ilhas Canárias, renunciando a navegar ao Sul do cabo Bojador, ou seja, do Paralelo 27 no qual se encontravam as próprias ilhas. Regulamentava também as áreas de influência e de expansão de ambas as coroas pelo Reino Oatácida de Fez, no Norte de África.

 

Os termos do Tratado foram ratificados em Toledo, pelos Reis Católicos, em Março de 1480.

 

O Tratado foi o primeiro do género, que regulamentava a posse de terras ainda não descobertas. Reflectia os anseios de Portugal, interessado em garantir direitos sobre a costa da Mina e o Golfo da Guiné, e no prosseguimento da sua exploração da costa africana, na premissa de que por aquela via se conseguiria a esperada passagem para as Índias."

wikipédia

 

 

Tratado de Tordesilhas

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 23:03
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Conheça Alcáçovas

 

Mapa retirado do site da CMVA

A vila de Alcáçovas é uma povoação de origens muito antigas, cujo nome deriva do árabe al-qaçabâ ("cidadela fortificada"). Residência das mais nobres famílias alentejanas, em 1479 foi aqui assinado o Tratado de Alcáçovas. No património da vila sobressai a Igreja Matriz de São Salvador, de pórtico barroco. Mas Alcáçovas é sobretudo conhecida pela sua produção artesanal de chocalhos, uma tradição muito antiga ainda hoje preservada. Pode ser visitado o Museu do Chocalho, que mostra uma curiosa colecção particular com muitos exemplares de chocalhos e campainhas

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 22:39
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Última Hora

O Alcáçovas é um dos blogs em destaque na home page do Sapo.
publicado por alcacovas às 12:31
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Domingo, 5 de Agosto de 2007

AlcÁçovas Visto por Satélite

Distrito: Évora
Latitude: 38.4
Longitude: -8.15
Altitude: 211 metros

Veja Alcáçovas por Satélite em http://www.moo.pt/portugal/local.php?id=2272211

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:29
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Aqui Tão Perto

Gruta do Escoural

 

Encontrada acidentalmente em 1963, a Gruta do Escoural é uma das mais raras e significativas estações arqueológicas de arte rupestre em território nacional. Em pleno Alentejo, a cerca de 3 km de Santiago do Escoural, concelho de Montemor-o-Novo, a gruta possui espólio arqueológico que testemunha uma ocupação humana com mais de 50 mil anos. No entanto, ela deve a sua fama às figuras pintadas e gravadas nas paredes do seu interior durante o período do Paleolítico Superior, com datação relativa entre 25 000 a. C. e os 12 000 anos a. C. Existem paralelismos estilísticos entre as pinturas e gravuras rupestres do Escoural e algumas estações arqueológicas francesas e espanholas, como são o caso de Altamira, La Mouthe ou La Pileta, identificadas como pertencentes ao período da arte paleolítica.

 

Pormenor do interior da Gruta


Morfologicamente, a Gruta do Escoural é constituída por cerca de trinta galerias e diversas salas e corredores, dispostos em vários níveis. Nas suas paredes foi inventariada, até ao presente, mais de uma centena de gravuras e pinturas. A maioria das imagens situa-se no grande e amplo salão central.

 

Vestígios da Pintura Parietal no Interior da Gruta


A representação das gravuras e das pinturas divide-se em dois grupos: um constituído por motivos zoomórficos - cavalos e bois - e um outro, de linhas geométricas abstractizantes ou signos enigmáticos. Para os equídeos e os bovídeos, o homem do Paleolítico socorreu-se do pigmento negro, enquanto nas composições de sinais e linhas utilizou o vermelho. Um traço largo, firme e seguro delimita as gravuras riscadas nas diversas paredes.


O significado original da arte rupestre da Gruta do Escoural é um enigma ainda por decifrar claramente. Poderia, decerto, representar conceitos e símbolos ligados a rituais mágicos e religiosos do Homem pré-histórico, o que configura este espaço como um verdadeiro santuário do Paleolítico Superior.

 

Nota: Infelizmente encontra-se encerrada

 

 

Fonte: Diário de Notícias

 

 

Cromeleque das Almendras

 

O Cromeleque dos Almendres é um monumento megalítico que está situado numa encosta voltada a nascente, em Nossa Senhora de Guadalupe, uma freguesia portuguesa do concelho de Évora, com 68,66 km² de área e 495 habitantes (2001). Densidade: 7,2 h/km². Esta freguesia foi criada em 1985, desmembrando-se da freguesia vizinha de Nossa Senhora da Graça do Divor no território que havia constituído a antiga freguesia de São Matias.


 
O Cromeleque dos Almendres é o maior conjunto de menires estruturados da Península Ibérica (não só devido à sua dimensão, mas também, devido ao seu estado de conservação) e um dos mais importantes da Europa. Encontra-se a cerca de 13 quilómetros da cidade de Évora, no Alentejo, a Sul de Portugal continental. Este recinto só foi assinalado em 1964 pelo arqueólogo Henrique Leonor Pina, no decorrer dos trabalhos da carta cartográfica de Portugal. Este monumento data dos finais do VI milénio a.C. ou início do V milénio a.C. e é constituído por 95 menires, sendo que, no seu apogeu, teria cerca de cem. Este cromeleque já teve três campanhas de estudo e escavação.

Cromeleque dos Almendres.


 
Cromeleque ou Cromlechs, é o conjunto de diversos menires (ou menhires), [monumentos pré-históricos em pedras, cravadas verticalmente no solo (ortóstatos)], agrupados num ou vários círculos, em elipses, em rectângulos, em semicírculo ou por vezes sem ordem aparente. Trata-se de monumentos pré-históricos que parecem ter tido uma função religiosa. A grande maioria dos Cromeleques existentes em Portugal, encontram-se em encostas expostas a nascente-sul.


 
Para erigir os seus monumentos, os homens da época pré-histórica provavelmente começaram por levantar uma coluna, em honra de um deus ou de um acontecimento importante, embora a maioria dos historiadores relacionem o seu aparecimento com:

- Culto da fecundidade  (menir isolado)

- Marcos territoriais  (menir isolado)

- Orientadores de locais  (menires isolados e em linha)

- Santuários religiosos  (menires em círculo)

 

 

Esses monumentos pré-históricos eram pedras, cravadas verticalmente no solo, às vezes bastante grandes (megalito denominado menir ou menhir). Pelo peso dessas pedras, algumas com mais de três toneladas, acredita-se que não poderiam ter sido transportadas sem o conhecimento da alavanca.

 
Estas pedras (os menires) deram origem às colunas. Mais tarde percebeu-se que, usando três elementos, era possível construir. Assim nasceu o dólmen (Bretão dol = mesa, men = pedra), em forma de mesa, ou o trilito (três pedras), formado por duas colunas que apoiavam uma arquitrave. Uma série de trilitos fez a colunata.

 
Cronologia
 
A formação do Cromeleque dos Almendres, foi iniciada no final do Sexto milénio a.C. e terminada no Terceiro milénio a.C..

 

No Neolítico Antigo Médio foi erigido um conjunto de monólitos, agrupados em três círculos concêntricos.

 

No Neolítico Médio foi erigido um novo recinto com a forma de duas elipses concêntricas, mas irregulares.

 

No Neolítico Final foram acrescentados aos dois recintos existentes, alguns monólitos com gravuras com marcada influência religiosa.

 

Estrutura
 
Os monólitos, alguns com três metros de altura, foram colocados sobre alvéolos ou cavidades, previamente preparados. Actualmente existe planta da disposição de todos estes monólitos, estando todos eles numerados de forma a ser possível identificar as características individuais de cada.

 

Os dois recintos contíguos apresentam uma orientação nascente-poente.

 

O recinto mais a Oeste, em forma de círculo é o mais antigo e foi edificado no Neolítico Antigo Médio.

 

É constituído por três círculos concêntricos, apresentando no total vinte e quatro monólitos. O círculo exterior tem de diâmetro, aproximadamente 18,8 metros e o círculo interior cerca de 11,4 metros.

 

O recinto mais a Leste, em forma de elipse, é o recinto edificado no Neolítico Médio e era constituído na sua origem por 56 menires.

 

Este recinto é formado por duas elipses concêntricas, em que a maior apresenta as seguintes dimensões: eixo maior 43,6 metros e o menor 32 metros.


 
No interior do recinto em forma de elipse, foram colocados, já no Neolítico Final, alguns novos menires, e em alguns dos já existentes, foram gravadas algumas figuras em relevo.

 

Fonte: http://lusitanianotavel.canalblog.com e Wikipédia

 

 

Menir dos Almendras

Menir dos Almendres, Évora, Portugal.

 

Menir dos Almendres

 

Muito próximo do Cromeleque (muito bem sinalizado) encontra-se o Menir dos Almendres.

 

Menir é um monumento pré-histórico de pedra, cravado verticalmente no solo (ortóstato), às vezes de tamanho bem elevado (megalito denominado menir). A palavra menir foi adotada, através do francês, pelos arqueólogos do século XIX com base nas palavras do Bretão significando men = pedra e hir = longa (comparar com o Gaélico: maen hir = pedra longa). No Bretão moderno usa-se a palavra peulvan.

 

Fonte: Wikipédia

 

 

Anta do Zambujeiro

 

Esta anta é um dos maiores monumentos megalitícos da Península Ibérica. Antes da sua escavação em 1965, dirigida pelo Dr. Henrique Leonor Pina, o monumento encontrava-se coberto por uma gigantesca mamoa com mais de 50 metros de diâmetro, aflorando à superfície na altura da sua descoberta apenas a enorme laje de cobertura da câmara, que se encontra actualmente quebrada e deslocada da sua posição original, jazendo no flanco poente da mamoa. A câmara, de forma poligonal é constituída por 7 enormes esteios que se erguem a cerca de 8 metros acima do leito da câmara. Esta abre-se para o corredor através de alto vão, solidamente arquitravado por uma estrutura complexa constituída por pequenos esteios dintelados. A câmara encontrava-se coberta por uma enorme laje com cerca de 7 metros de diâmetro. O corredor, com cerca de 12 metros de comprimento, medindo cerca de 2 metros de altura e 1,5 metros de largura, conserva a cobertura em grande parte da sua extensão, sendo assinalado à entrada, por um grande menir-estela decorado com covinhas. Este menir-estela encontra-se actualmente tombado perto da entrada do corredor.


A construção deste impressionante monumento demonstra a grande capacidade organizativa e conhecimentos técnicos daqueles que o construiram.

 

Sendo este um dos raros monumentos encontrados intactos aquando da sua descoberta, a escavação nele realizada forneceu um espólio notável, sendo de salientar os vários objectos de carácter ritual e de adorno recuperados.

 

Fonte: http://lfx4.ist.utl.pt/arquideia/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 15:29
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Alentejo a monte..

   

   

      

    

Fotos de B. Borges

 

O Alentejo continua "a monte".. Nostálgico e desolador..

Muito bonito, mas de certa forma triste e envelhecido.

 

São às centenas os locais que como estes, apenas lhes resta transmitir a imagem de uma vida passada, dos tempos em que estas terras tinham outro significado para quem as ocupava.

 

Eu, sinceramente, gostava de o ver com outra vida. Eu e muitos outros, senão todos.

  

B. Borges

publicado por alcacovas às 15:17
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Crocs – Elas “andem” aí

Crocs

 

Reparei que no Hospital Espírito Santo em Évora toda a gente usa umas CROCS. Médicos, enfermeiras, pessoal auxiliar, todos as trazem calçadas.

 

Inicialmente, pensei que faziam parte da indumentária, ou seja, de acordo com a cor da bata ou farda que vestiam assim seria a cor da respectiva Croc. Então tentei fazer alguns cruzamentos e não resultou, havia médicos (o mesmo ao pessoal de outras especialidades) que as usavam de diferentes cores. Aliás, nem sequer existiam diferenciações por sexos.

 

Ainda assim, pensei que seria obrigatório usar tal calçado nos hospitais. Redundamente enganado, elas estão em toda a parte.

 

Efectivamente existe a moda das crocs de todas as cores: laranjas, amarelas, azuis escuras, castanhas, verdes escuras, verde alface, vermelhas, roxas, etc, etc.

 

As que têm maior saída são as laranjas e estão mesmo esgotadas. Por acaso, também é a cor que me parece mais bonita.

 

A principal vantagem parece ser a leveza do material.

 

Não se admirem de vir a ser pisados por uma das biliões de Crocs, mas ainda assim, não deve doer muito.

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:42
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Recrutamento de Formadores para o CNO da Terras Dentro

 

O CNO (Centro Novas Oportunidades) da Terras Dentro aceita novos colaboradores para o desempenho da função de Formador. Os requisitos necessários são os seguintes:

 

  • Habilitação para a docência no 3º ciclo do ensino básico e no ensino secundário, para os grupos de recrutamento seguintes:

 

o       História (código 400)

o       Filosofia (código 410)

o       Geografia (código 420)

o       Economia e Contabilidade (código 430)

o       Físico – Química (código 510)

o       Biologia e Geologia (código 520)

o       Português (código 300)

 

  • Experiência em educação e formação de adultos (preferencial)
  • Residência na região, carta de condução e disponibilidade para realizar deslocações dentro da zona de intervenção da Terras Dentro (Viana do Alentejo; Alvito; Portel; Alcácer do Sal; Vidigueira; Montemor-o-Novo)
  • Disponibilidade para trabalhar em horário pós-laboral

 

As candidaturas serão formalizadas mediante do envio de C.V. e cópia do certificado de licenciatura, para:

- CNO (Rua José Barahona Fragoso e Mira, 8 em Alcáçovas), Sede da Terras Dentro, ou através do e-mail: crvcc@terrasdentro.pt

 

Prazo: 8 de Agosto de 2007.

Editado por: Alexandra Correia

publicado por alcacovas às 12:25
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***



Ah! Querem uma Luz

Ah! querem uma luz melhor que a do Sol!
 
Querem prados mais verdes do que estes! 
Querem flores mais belas do que estas que vejo! 
A mim este Sol, estes prados, estas flores contentam-me. 

Mas, se acaso me descontentam,
 
O que quero é um sol mais sol que o Sol, 
O que quero é prados mais prados que estes prados, 
O que quero é flores mais estas flores que estas flores — 
Tudo mais ideal do que é do mesmo modo e da mesma maneira!


Alberto Caeiro

***
Bom dia!


rmgv
publicado por alcacovas às 10:55
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"Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade"






Este blog é um espaço de causas. Por isso é minha responsabilidade repor aqui aos olhos do mundo a verdade. Depois de uma longa e difícil pesquisa (+/- 2 minutos), eu descobri o primeiro homem a pisar a lua. Durante 38 anos os EUA esconderam este segredo, levando o mundo inteiro a pensar que tinha sido Neil Armstrong o primeiro homem a caminhar sobre a lua. No entanto, caros leitores, o primeiro homem a pisar a lua foi um brasileiro. O português foi a primeira língua falada na lua. Qualquer duvida que ainda possa restar é completamente desfeita pelo seguinte vídeo. Chamo à vossa atenção para o facto de este vídeo ser hiper, super, mega secreto, sendo o número de pessoas que a ele têm acesso bastante reduzido (FBI, CIA, PJ, Pinto da Costa, e todos aqueles que têm Internet).
                                 
rmgv
publicado por alcacovas às 00:43
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

Estação das Alcáçovas

Uma primeira imagem das Alcáçovas. Um Cartão de Visita.

 

Bom ou Mau?

 

 

 

Fotos Railfaneurope

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:27
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Maestro ÉLIO LUIS SALSINHA MURCHO

Biografia do Maestro ÉLIO MURCHO

Nasceu em Alcáçovas, Viana do Alentejo no ano de 1956.

Iniciou os seus estudos musicais na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, em Lisboa, continuando-os posteriormente no Conservatório Nacional de Música.

Em 1977 iniciou, como Soldado Músico, a sua carreira na Banda da Força Aérea Portuguesa onde prestou as respectivas provas para promoção aos postos superiores, e onde sob a orientação de António Serafim, foi solista em Oboé.

Com o professor Marcos Romão dos Reis Júnior, prosseguiu em 1986 a sua formação musical, estudando Fuga e Contraponto.

Em 1990, após concurso público, foi aprovado para Oficial Chefe de Banda de Música, tendo passado a desempenhar funções inerentes ao posto, depois da frequência de respectivo estágio técnico da especialidade.

Dividindo a sua actividade também pelo ensino, faz parte do corpo docente de algumas escolas, nomeadamente do Instituto Superior de Ciências Educativas, leccionando a disciplina de Expressão Musical nos Cursos de Formação de Professores do Ensino Básico, Educadores de Infância, Animação Cultural e Educação Social.

Tem também colaborado com algumas Bandas civis, procurando contribuir para o desenvolvimento da música amadora no nosso País.

Foi Maestro da Banda da Associação Musical e Artística Lourinhanense de 1993 a 2000."

Da Associação Musical e Artística Lourinhanense

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:17
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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