Terça-feira, 3 de Abril de 2007

Perguntas inocentes

Temos um Estado pesado, caro e pouco eficiente.

Porquê?

Porque precisamos? Porque nos presta serviços indispensáveis, de qualidade, atempados e objectivos?

Ou porque o próprio Estado precisa de dimensão para se alimentar e prosperar?

Será que a nossa prosperidade e bem estar são incompatíveis com os objectivos do próprio Estado?

Será o Estado o nosso companheiro, forte, honesto e capaz, para nos ajudar a viver melhor?

Será que cada euro que entregamos ao Estado para tratar de nós e dos nossos interesses é bem aproveitado? Quantos cêntimos em cada euro se traduzem em vantagens directas para nós, cidadãos. E quantos se esfumam para alimenta r a máquina monstruosa do Estado?

Na realidade será que estamos a fazer im bom "negócio"»

Quem é que, realmente, ganha o maior bocado? Nós ou o Estado.

Não me digam que o Estado faz o melhor que pode, que luta dia a dia para servir melhor os seus compatriotas? Ou, porque não dizer, os seus patrões?

Se eu fosse patrão do Estado já o tinha posto na rua (ou será que o Estado também tem sindicato?)

Na realidade este não é assunto para brincadeira, mas que nos incomoda, martiriza e menospreza não há dúvida.

Não me venham, por favor, dizer que  o Estado está ao serviço de todos nós. Ou talvez esteja e eu veja mal, talvez o serviço esteja é mal distribuído .

AC

 

 

 

publicado por alcacovas às 16:20
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Segunda-feira, 2 de Abril de 2007

UM CARTOON ESPECTACULAR.

 

Retirado do Jornal "O Público"

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:05
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Programa de Desenvolvimento Rural 2007/2013:

COMUNICADO DE IMPRENSA

”Uma oportunidade desperdiçada nos Fundos Comunitários”

Posição comum das Organizações de Ambiente e Agrícolas

 

Em face da última versão do Programa de Desenvolvimento Rural – PDR apresentado pelo Governo após consulta pública, as Organizações de Ambiente e da Agricultura que subscrevem o presente documento consideram que:

 1 - A proposta do MADRP para o PDR não serve a agricultura, o ambiente e o desenvolvimento rural integrado em Portugal;

2 - É desajustada a alocação de verbas públicas – comunitárias e nacionais - proposta para os vários eixos ou Sub-programas com a atribuição de quase metade das verbas públicas ao Eixo 1, tendo só o Sub-Programa 1 – “promoção da competitividade” – 46,8% do total do financiamento público do PDR. Que desajustada da nossa realidade é também a aposta principal na lógica da fileira na estrutura produtiva agro-florestal, o que terá repercussões negativas no aproveitamento dos Fundos Comunitários pelos agricultores e no desenvolvimento rural, aliás como o demonstra a experiência dos últimos anos (1)  ;

 3 - A aposta oficial na alegada “competitividade”, acompanhada pela concentração do investimento público nos maiores projectos, com especial destaque para o regadio do Alqueva (com cerca de 12% do Fundo Comunitário), para a irrazoável exigência de uma área mínima de 25 hectares para os projectos de ordenamento e reconversão dos povoamentos florestais, e para grandes investimentos na Floresta industrial, irá descurar, mais uma vez, a preservação do ambiente e da paisagem rural, a produção de alimentos de boa qualidade alimentar, a defesa da biodiversidade e a ocupação activa do território com a fixação das populações no meio rural; prejudicando, mais uma vez as pequenas unidades produtivas de pequena dimensão;

 4 - A pretextos vários, este PDR praticamente “liquida” as chamadas Medidas Agro-Ambientais. De facto, a proposta de PDR do MADRP elimina 18 das anteriores 21 medidas Agro-Ambientais do programa RURIS (desenvolvimento rural) e reduz-lhes em 448 milhões de Euros o investimento público face ao que esteve disponível para o período de 2000 a 2006. “Corte” extremo que não se pode aceitar tendo até em conta as directrizes da União Europeia quanto à observância de critérios ambientais para atribuição dos apoios Comunitários à Agricultura;

 5 – É muito negativa a falta de abrangência das “Intervenções Territoriais Integradas” (ITI) previstas para as áreas da Rede Natura 2000, pois apenas cobrem 8 das mais de 20 zonas onde essas medidas são necessárias como instrumento de gestão e promoção da conservação da natureza e biodiversidade. Acresce que apenas 3,3% do Fundo Comunitário será alocado a estas medidas e que os apoios concedidos pelos serviços ambientais prestados e perdas de rendimento associadas são tão baixos que vão condicionar a adesão voluntária dos agricultores e proprietários florestais, “castrando” o seu potencial e relevância;

 6 – O novo enquadramento proposto para este tipo de medidas, subverte a natureza das Agro-Ambientais e o objectivo principal para que elas foram criadas - a melhor adequação do modo de produção ao ambiente – pois o objectivo central das “novas” Agro-Ambientais passa a ser, obrigatoriamente, o da certificação/comercialização dos produtos e não a produção de benefícios públicos ambientais (2) ;

7 - Tendo ainda em conta que, também a pretextos vários, já não houve novas candidaturas a medidas Agro-Ambientais nem em 2005, nem em 2006 (3), e que em 2007 o MADRP se prepara para, uma vez mais, não aceitar novas candidaturas, limitando-se apenas a antecipar para 2007 os pagamentos relativos às candidaturas a realizar em 2008. Desta forma, a continuidade de dezenas de milhar de Explorações Agrícolas (maioritariamente familiares) será posta em causa, com um deficit preocupante ao nível das medidas de conservação do solo, da água e da biodiversidade;

8 - O PDR deveria valorizar um desenvolvimento rural no qual se privilegiasse o “uso múltiplo”, reforçando o papel multifuncional da agricultura e floresta em detrimento do modo de produção intensivo e da sua industrialização indiscriminada;

 9 - Por responsabilidade do MADRP, pelo menos em 2007, iremos desaproveitar uma boa parte das ajudas do PDR, uma vez que este poderia ter sido concebido de modo a poder ser entregue à Comissão Europeia logo após a publicação do regulamento de execução do Desenvolvimento Rural (4). Não é compreensível que não se tenham cumprido os prazos iniciais previstos, de ter a proposta pronta até final de Julho de 2006, e operacional em Janeiro/Fevereiro de 2007;

 10 – A agravar ainda mais esta situação, o MADRP anuncia agora que, ao invés de prolongar por mais um ano os compromissos Agro-Ambientais que terminaram em 2006 (opção a que Portugal já em anos anteriores recorreu, e a que outros Estados Membros, neste ano de transição, se prepararam para recorrer) irá interromper a atribuição destes apoios aos agricultores, pondo em causa os objectivos inerentes àquelas Medidas e o benefício ambiental por elas gerado;

 11 - O investimento público para o regadio do Alqueva, enquanto projectode fins múltiplos”, dito estruturante para o País e que deveria beneficiar vários sectores, nomeadamente o do turismo, não deveria ser imputado ao Programa de Desenvolvimento Rural, onde irá consumir cerca de 12 % do total do investimento público (3) ;

 12 - Em Portugal não pode haver desenvolvimento rural sem agricultura “familiar” a produzir bens e serviços e a gerir o território nacional contra o despovoamento, em especial nas zonas deprimidas do interior e em montanha;

 13 - A nova concepção de PDR permitirá a tramitação de verbas de um sub-programa para outro(s) o que, aí chegados, só poderá significar a passagem de verbas provenientes dos outros três Sub-Programas para concentrar no Sub-Programa 1;

 

Concluindo, os signatários deste documento exigem ao MADRP uma revisão profunda da proposta de PDR, no sentido de reforçar financeira e territorialmente o Sub-programa 2, de modo a disponibilizar instrumentos que permitam às populações rurais cumprir a missão pública de gerir o território, proteger o solo, a água e a biodiversidade. Simultaneamente, no âmbito do Sub-programa 1, deverá ser reforçado o apoio aos projectos colectivos e individuais que valorizem a produção múltipla de bens e serviços agro-florestais, não descriminando os de pequena e média escala, porque em última análise é este tipo de incentivos que mantém a ocupação de todo território, incluindo nas zonas deprimidas e menos produtivas.

 

As Associações Subscritoras

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:27
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Domingo, 1 de Abril de 2007

FIM-DE-SEMANA DO SCA

SÉNIORES:

SANTANA - S. C. ALCAÇOVENSE: 1 - 0

 

Iniciámos o jogo com a seguinte equipa: Guarda-Redes: Pernas; Defesas: Canhão, Chicão, Francisco Valente e Nelson; Meio-Campo: Pedro Carapinha, Luís da Eira e Padeirinha; Atacantes: João Pedro, Nuno 45 e Sérgio Carica.

 

O jogo começou com alguma superioridade do Santana. No entanto, algum nervosismo dos seus jogadores, permitiu-nos controlar a partida.

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Nessa fase bastante positiva da nossa equipa conseguimos criar duas boas oportunidades de golo. Uma surgia através do Sérgio Carica, a outra através da marcação de um canto, ainda conseguimos levar a bola à barra.

 

Um dos momentos mais importantes do jogo surgiu com a lesão do Chicão, a qual levou à entrada forçada do Pedro Santos, que não estava nos seus melhores dias.

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Já na segunda parte e após uma desatenção da nossa defesa o Santana conseguiu marcar o golo que tanto desejava. Este golo seria muito importante, caso os seus adversários directos tivessem alguma escorregadela (Cabrela em Mora e Viana frente ao Giesteira)

 

Na nossa equipa entraram o Manuel Jorge e o Mochila para substituírem o Luís da Eira e o João Pedro.

 

Até ao final do jogo, a nossa equipa pressionou e conseguiu ter as melhores oportunidades para marcar. De nada valeu, porque o resultado permaneceu inalterado até ai fim da partida.

Resultados e classificação final:

Aguiar 1-1 Arraiolos
Sp.Viana 3-0 Giesteira
Morense 0-1 Cabrela
Cortiço 1-2 Brotense
Santana 1-0 Alcaçovense

1º Cabrela 45
2º Sp.Viana 44
3º Santana 43
4º Sto António 33
5º Cortiço 27
6º Giesteira 27
7º Arraiolos 26
8º Morense 24
9º Alcaçovense 23
10º Brotense 17
11º Aguiar 3

Cabrela e Sp.Viana vão disputar a 2ª fase com S.Manços e Aldeense para saber quem sobe à divisão de honra.

ESCOLAS:

 

S. C. ALCAÇOVENSE – CANAVIAIS: 7 - 0

 

As nossas Escolas continuam a fazer um percurso notável. Mais uma vez ganharam. 

 

A primeira parte foi extremamente equilibrada.

 

Ainda assim conseguimos marcar, através dum brilhante golo do Pedro Ilhéu.

 

A segunda parte começou com um grande golo do Henrique.

 

Depois deste golo, os nossos adversários desmotivaram-se e desorientaram-se (como é normal acontecer nestes escalões). A partir daí, foi a goleada.

 

Marcaram também: Casimiro Mbombe (3 golos); José Mbombe e Duarte Guerreiro.

 

 

 

INFANTIS:

 

S. C. ALCAÇOVENSE – SPORT LISBOA E ÉVORA: 0 - 6

 

O Sport Lisboa e Évora apresentou uma equipa forte e muito bem organizada.

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De notar que, este clube, tem uma forte tradição e reputação nos grupos de formação de futebol.

 

A nossa equipa deu alguma réplica, mas esteve aquém das suas capacidades.

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Pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 23:40
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Com calma se vive o Giraldo..

 

 

 

 

 

 

 

  

B. Borges

publicado por alcacovas às 22:54
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***

Sócrates fartou-se de estudar para ser engenheiro. *
 
*para os mais distraídos hoje é dia das mentiras.
 
 
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 12:51
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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