Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

A economia em 2007 vai melhorar

Esta é uma pergunta "obrigatória" para alguns dos nossos media ao começar o ano.

Mas o que é que esta pergunta pretende? O que é que está realmente a ser perguntado?

Pretender-se-á saber se a economia do País vai crescer?

E quanto deverá crescer para ser classificada de "melhoria"?

Ou a pergunta pretende apenas sentir qual é a atitude do entrevistado, de esperança ou descrença?

E as respostas, como é que deverão ser entendidas?

Pensará o entrevistado que melhorar é crescer 1%, ou 5%? Será que o entrevistado sabe o que é o PIB?

Será que o entrevistado pensa na sua "economia", isto é de a sua situação económica vai melhorar?

Pensará o entrevistado, quando responde sim, que o seu ordenado vai aumentar em 2007?

Ou dirá não pensando que o ordenado não aumenta ou aumenta pouco e os preços vão subir para além dos seus ganhos?

Pensará o entrevistado que a economia vai melhorar pelo que lê nos jornais?

Acreditará o entrevistado que uma, pequena, melhoria da economia se vai reflectir em melhorias para ele?

Ou o entrevistado, mais avisado, pensará que um pequeno crescimento de uma economia débil não terá qualquer efeito positivo na sua "economia"?

AC

 

publicado por alcacovas às 18:17
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Primeiro micro episódio da mini série: “Outra vez Economia!! Porra, o homem é chato!!!!!!!!!”

Dados: PEC 2007-2010

O crescimento do PIB deve-se de uma forma muito genérica e simplificada a um comportamento favorável dos seus vários componentes. Sendo o consumo público o único a sofrer alterações negativas (e ainda bem que assim o é), mas a este tema bem como à analise dos outros agregados macroeconómicos voltarei assim que a minha disponibilidade para escrever me permitir.

 

* Estimativa

** Previsão

 

 

Ricardo Vinagre 

 

publicado por alcacovas às 17:36
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2007

O discurso do PR (continuação)

O nosso Presidente, Cavaco Silva, disse, entre outras coisas, que "tem procurado assegurar as condições políticas para que Portugal siga um caminho de futuro, no respeito pelas opções democráticas dos cidadãos."

Julgo entender nestas palavras princípios, determinação, esperança e até um aviso.

Um principio de preocupação pelo País sem partidarismos nem preconceitos, uma reafirmação de independência, de assumpção de uma liberdade responsável. De um Presidente livre de compromissos que não sejam os de respeito e defesa por todos e de todos.

Uma determinação inabalável, reflectindo uma personalidade forte, não isenta de erros, como qualquer homem, mas sem tolhimentos incapacitantes, racional e responsável.

Uma esperança na Nação, uma mensagem de confiança no futuro, em democracia, que pode ser o que quisermos . Esperança, mas com uma responsabilidade inerente, com a participação de cada um e de todos para desenvolver o País.

E, por fim, julgo ver neste discurso um aviso aos nossos governantes e, até, a todos os portugueses.

O PR parece, ou parece-me, dizer: estou aqui para apoiar, estimular o que de bom for feito, mas também pronto a acusar, censurar o que possa ser errado. O PR não vai criar problemas ao Governo, antes pelo contrário.

Mas saibamos distinguir entre o dar condições para o Governo poder trabalhar, num ambiente político favorável, não hostil, e o deixar que este prossiga imperturbado quer governe bem ou mal.

Vamos ver o que o futuro nos traz.

Este ano de 2007 vai ser muito importante, decisivo, para o desenvolvimento (ou não) do País nos próximos anos. O PR não vai deixar passar em claro qualquer acto governativo que entenda ser grave para o País. Julgo que o Dr. Cavaco Silva não é, nem por natureza, nem por obrigação, pessoa para se calar perante algo que entenda ser prejudicial para o futuro de Portugal.

AC

 

publicado por alcacovas às 15:48
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Discurso do PR e a economia

Falemos de economia. Queiramos ou não ela está sempre presente. Todos participamos no processo económico, todos beneficiamos e sofremos com os efeitos dela.

Não existem sociedades sem economia, o "desenvolvimento económico é condição necessária à criação de emprego e demais justiça social." (discurso de Novo Ano do PR ).

Podemos e devemos acrescentar que sendo necessário, o desenvolvimento da economia, não é suficiente. Falemos apenas da distribuição da riqueza criada pelo desenvolvimento económico. Se não houver uma distribuição justa do que se criou o desenvolvimento económico irá beneficiar uma parte da população em prejuízo da outra parte.

Vemos actualmente um país enorme, a China, a crescer em termos económicos  de forma espectacular, anos a fio acima dos 10% ou próximo.

Consegue este desenvolvimento com uma abertura ou "democratização" da sua economia para poder subsistir. O grande exemplo do fracasso económico das URSS ditou o fim do regime comunista.

Não haveria uma distribuição justa da riqueza criada ou essa riqueza pouco crescia ou diminuía ? 
A China está a desenvolver-se de forma espantosa, mas esse desenvolvimento, sendo necessário, poderá não ser suficiente. Estarão eles, chineses, a correr para um capitalismo selvagem?

Quem vai beneficiar deste desenvolvimento e em que medida (relativa)? A maioria da população? Uma minoria, elite local? Estrangeiros?

Haverá justiça social? Haverá mais liberdade individual ? Terão todos, ou a maioria, dos chineses melhores oportunidades de acesso à educação, a melhores cuidados médicos, a melhores reformas, etc ?

O raio da economia não nos larga, não podemos viver sem ela, mas que pode ser tão injusta para muitos. Que pode levar a reacções negativistas terríveis. Que conduz, em desespero, à sua própria destruição (temporária, mas dolorosa), por incapacidade de gerir justamente as riquezas criadas.

Estejamos sempre atentos, se "deixamos" que os outros tratem disso (economia) um dia podemos acordar sem sapatos ou sem pés para continuar a caminhada para melhores dias.

Porque será que desde há muito (séculos) se diz. dêem-lhes jogos e pão" , que nós governamos.

 AC

publicado por alcacovas às 15:01
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MAIS UM DITADOR QUE MORREU

O motivo que me leva a escrever sobre a morte (por enforcamento) de Saddam Hussein , nada tem a ver com a brutalidade desta prática de punição de castigos de crimes. Naturalmente, é uma matéria importante a ser abordada e que merece uma discussão muito séria.

Curiosomente , pode-se ler hoje num artigo da imprensa, a experiência vivida pelo enfermeiro (americano) que acompanhou Saddam nos últimos tempos.

Destacam-se das suas palavras a bondade do Ditador, como se este tivesse algum perdão por tudo de mal que fez.

A discussão sobre a forma como foi executado parece-me legítima, assim como, o tipo de julgamento a que (não) teve direito.

Sobre a invasão, guerra, ou outra forma de intervenção no Iraque também me parece importante.

Discutir os interesses estratégicos do mundo ocidental naquela região, é outra discussão forte e séria.

O uso das religiões (judaica, cristã, islâmica - sunita e xiita ) como meio para atingir muitos fins, também me parece outra problemática a ser abordada.

Perdoar ou minimizar o mal provocado por ditadores, não me parece nada sério.

Enfim, com este mundo tão hipócrita, tudo é possível.

Para mim, é mais outro ditador que morreu e não deixa saudades.

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:26
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007

PASSAGEM DE ANO NO SCA 2006/2007

Ontem decorreu a Passagem de Ano no Sport Club Alcaçovense.

 

Foi uma festa com um ambiente muito simpático, onde o convívio foi permanente.

 

Também nesta noite cantaram-se os parabéns pelo 81º aniversário do SCA.

 

0004b1hg

 

A Direcção do SCA aproveita esta oportunidade para agradecer a todos os que ajudaram à realização desta festa, aos diferentes patrocinadores de alguns dos bens, à Mariana Grave, ao Mário Salsinha e ao Francisco Barahona. A todos o nosso bem haja.

Fazemos, também, votos que 2007 seja um grande ano para todos.

 

Pela Direcção do SCA

António Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 19:19
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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