Domingo, 5 de Novembro de 2006

Brotense – S C Alcaçovense

 

O jogo entre as duas equipas foi interrompido aos novos minutos pela equipa de arbitragem. Depois de uma paragem de meia hora foi decidido não dar continuidade a este jogo.

 

A grande intensidade de chuva que caiu foi a causa que fez com que fosse tomada a referida decisão.

 

A Direcção.

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 16:22
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Sábado, 4 de Novembro de 2006

CAMPEONATO DE ESCOLAS – S C Alcaçovense 2 – Juventude 0

As nossas Escolas ganharam hoje em casa ao JUVENTUDE por 2-0.

 

Foi um jogo que decorreu debaixo de condições atmosféricas extremamente adversas. Choveu durante o jogo todo.

 

Apesar do piso estar bastante pesado, em nada inibiu as nossas Escolas de fazerem uma brilhante exibição.

 

No final da primeira parte estávamos a ganhar, merecidamente, com um golo marcado pelo Casimiro. Na segunda parte, foi a vez do seu irmão gémeo, Albino, fazer o segundo golo para a nossa equipa.

 

Já lá vai o tempo em que éramos goleados pelo Juventude. Hoje, não só nos batemos bem, como já lhes vamos arrancando algumas vitórias. O fruto do trabalho desenvolvido pela equipa técnica, já se vai vendo nos jogos que vamos disputando.

 

Não destaco ninguém individualmente, porque considero que a vitória é resultado da grande qualidade da equipa.

 

Os nossos Infantis jogam amanhã em casa frente ao ESTRELA DE VENDAS NOVAS pelas 10h30.

 

A Direcção.

 

António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 13:16
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2006

AJAL organiza Prova Convívio de Todo-o-Terreno

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A Associação de Jovens de Alcáçovas (AJAL), organiza no próximo dia 4 de Novembro, uma prova Todo-Terreno. Esta será realizada na Pista Municipal e destina-se apenas a motos de 2 rodas. Existirão troféus para os melhores classificados nas diferentes classes e um almoço-convívio no final.

As inscrições são grátis e podem ser feitas no site http://ajaltt.no.sapo.pt/ ou através dos números 966 721 000 ou 961 087 496.

Esta prova conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Alentejo e da Junta de Freguesia de Alcáçovas.

A Direcção da AJAL

publicado por alcacovas às 10:02
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

IIº Encontro Rota do Fresco - Alvito




Após ter participado, nos passados dias 30 e 31, no IIº Encontro da Rota do Fresco, realizado no centro Cutlural de Alvito, posso dizer que, para além do magnífico elenco de convidados presente nesta sessão, a AMCAL e os concelhos que a integram estão de parabéns pelo dinamismo aqui evidenciado, sob uma bandeira cultural, que é o projecto da Rota do Fresco. Um projecto único pela sua originalidade e unicidade no panorama nacional, bem como pela coesão regional e sua dinamização que pretende empreender, neste caso por via da cultura, algo pouco comum no nosso país.
Devo também aqui felicitar à Dra. Catarina Vilaça de Sousa por ser a grande mentora e dinamizadora deste original e motivante projecto. A esse agradecimento junto igualmente o de se ter lembrado de mim para estar presente neste encontro, onde pude ouvir e deliciar-me com alocuções e testemunhos profissionais, tão importantes, quanto aqueles que ouvi do Dr. Elísio Summavielle (presidente do IPPAR), da Arq.ª Alexandra Gesta (responsável pelo gabinete de recuperação do centro histórico de Guimarães), do Prof. João Carlos Brígola (docente no departamento de História da Universidade de Évora), entre outros também muito cativantes.
Frederico Nunes de Carvalho
publicado por alcacovas às 20:08
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DIA DE FINADOS vs HALLOWEEN

O dia de finados em Portugal faz parte da cultura portuguesa. A sua origem judaico-cristã tem como conceito base o desejo da perpetuação. A eternidade a que quase todos aspiram está na sua génese.

 

Todo este culto anda, também, em torno de manifestações de carinho e saudade em relação àqueles que já desapareceram. Este parece-me ser um dos principais aspectos.

 

Esta prática foi levada para todo o mundo pelos portugueses e espanhóis. Tem uma forte implementação na América Latina, ainda que, com diferenças significativas. O festejo do “dia de los muertos” é uma das festividades mais célebres no México, com a curiosidade de atrair muitos turistas.

 

Um aspecto caricato tem a ver com a celebração do Halloween, que são festejos de origem anglo-saxónica e que nada têm a ver com a nossa cultura.

 

Como costuma ser prática dos americanos, aproveitam todas as festas para fazerem dinheiro, e este dia já um grande exemplo disso mesmo, nomeadamente através do negócio das vendas de máscaras, velas, abóboras, entre outros artigos.

 

Nós, como gostamos de importar tudo, sobretudo este tipo de “porcarias”, cá vamos vendo festejos nas escolas, infantários e por aí fora, que nada tem a ver connosco, a não ser a péssima prática de se gastar dinheiro em coisas que não interessam a ninguém.

 

Infelizmente, já “papamos” o dia dos namorados, mais é uma invenção que só serve para se gastar dinheiro. De amor e amoroso não tem nada. Depois, é o dia do pai, dia da mãe, dia da criança...

 

Porque não o dia do periquito?

 

È preciso inventarem dias de qualquer coisa, com a obrigação de ser acompanhado com uma prenda, para que as pessoas se lembrarem umas das outras? Bolas, até o Pai Natal foi inventado pela Coca Cola, de Santo Nicolau não tem nada. È mais uma grande mentira.

 

Halloween? santa paciência!!!!

 

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:40
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DIA DE TODOS OS SANTOS – A FEIRA DOS SANTOS

Foto retirada do site da Câmara Municipal de Alvito

Haurir todas as lembranças do dia da feira de todos os santos é de facto majestoso.

 

A feira começa cedo. O bater das estacas que prendem as barracas entoa pela madrugada. Uma persistência sinfónica de ferros agudos e graves agitam o adro da ermida isolada, apenas destoados pelas primeiras discussões matinais de disputa dos lugares. Por vezes meio metro quadrado dá azo a zangas infernais.

 

Os toldos de pano e de lona são colocados nas respectivas barracas, preenchendo toda a paisagem. As bancas são montadas e recheadas com múltiplos artigos. As carcaças animais são desmanchadas e as suas postas estendidas sobre panos brancos. As peixeiras colocam o peixe fresco em posição atraente. O pão e os bolos expostos em arcas de madeira lançam na rua os primeiros cheiros agradáveis. As roupas e atoalhados, cobertores e tantos congéneres amontoam-se em todos os espaços disponíveis. O calçado de todo o género aparece em pequenas caixas brancas cobertas com rótulos de indústrias do norte. Não faltam os vendedores de móveis, com cozinhas, salas, quartos e sofás. O ferreiro trás as enxadas, as pás, martelos e tantos outros utensílios de trabalho. As frutas e os frutos secos da época com a sua obrigatória presença. Tantos outros e mais outros vendedores, de tantos outros géneros fazem parte deste dia.

 

Ainda de manhã, nos “restaurantes”, começa-se a sentir o odor do café, com as suas borras escorregando pelas cafeteiras, feito nas brasas das fogueiras. As primeiras bifanas já se ouvem nas frigideiras. As fogueiras ficam circundadas de gentes lembrando os bons negócios noutros anos.

 

A luz das fogueiras vai sendo disfarçada com a da aurora matinal.

 

Tudo está a postos…

 

Um pouco mais tarde chegam as camionetas da carreira cheias de gente que povoam todo o espaço. Esta é a grande hora para todos. Uns felizes, porque vêm comprar o mais barato possível e os outros, também felizes, porque vêm ganhar o mais possível.

 

Começam os gritos frenéticos pela clientela. Todos têm o melhor produto, todos têm o melhor preço. Por vezes, a barraca que tem mais gente é a que ainda consegue captar mais clientela, as pessoas não se importam de esperar porque estão convencidas que estão a comprar no melhor sítio.

 

Ouvem-se os sons dos “rifeiros” com os seus microfones e altifalantes ruidosos a atrair muita clientela. Se comprarem um cobertor, levam um conjunto de lençóis. Como se não bastasse e também por aquele preço, levam uma dúzia de panos de cozinha. Ainda conseguindo baixar o preço para metade, oferecem um guarda-chuva adicional a juntar a todo aquele conjunto de coisas. Quem é que consegue resistir?

 

O vendedor da banha da cobra também aqui marca presença. As suas lendas e superstições, a criança embalsamada, a cobra com vinte metros fechada numa caixa com cadeados bastante grossos, são uma grande atracção. Rodeado de crianças e idosos lá vai vendendo remédios para todas as maleitas.

 

Também os ciganos têm aqui o seu território privilegiado, reis deste reino, senhores vendedores como ninguém. Um mistério tão grande ronda à volta dos preços tão baixos. Os produtos parecem iguais, mas os preços são metade.

 

Chega-se á hora do repasto, novos cheiros nos dilatam as narinas. Os torresmos (rojões em vinho tinto) feitos nas púcaras de barro, grandes tachos de feijoada, as febras e peixes na brasa, abrem-nos as nossas papilas gustativas de tal forma que não conseguimos resistir.

 

Depois do almoço a agitação não pára. Está na hora de acabar de encher as alcofas.

 

Os agricultores ainda tentam comprar algumas plantas e animais. As bestas, os porcos, ovelhas, os burros e cavalos, galinhas, patos e perus também aqui são transaccionados.

 

Ao acabar do dia ouvem-se as vozes já entarameladas a tentar ainda vender qualquer coisinha. Um último preço, mais barato do que foi vendido a qualquer outro, ainda resulta numa venda de última hora.

 

De seguida, ouvem-se as queixas do costume: alguns dizem que este ano foi mais fraco do que os anteriores, outros a dizer que este ano estava tudo mais caro.

 

No fim todos vão felizes para casa. Os que vieram às compras conseguiram os preços mais baratos do que todos os outros, os que vieram vender não perderam dinheiro de certeza absoluta.

 

 

António Costa da Silva

Foto retirada do site da Câmara Municipal de Alvito

publicado por alcacovas às 12:25
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Véspera do dia dos mortos

Eu não amei meu pai como devia.
Houve o dia de amá-lo e não o amei.
Ele morreu, e não nasci ainda.
Amanhã levantei sem seu amor.

Nenhum conselho amigo soa seu.
Uma vida padrasta me acompanha.
Meu caminho não quis olhar pra trás.
Tão longe de meu pai me abandonei.

Nem meu, nem de ninguém, nunca fui seu.
Não me quis dar a quem eu estranhava.
Só teu colo, mamãe, era aconchego.

Do pai, resta-me um calo de silêncios.
Ai, arranco do peito o corpo estranho.
Coração, cava o chão, busca meu pai.

Poema da autoria de

Luís Antonio Cajazeira Ramos

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 10:20
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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