Segunda-feira, 5 de Junho de 2006

Apontamentos do AC

A partir de agora usarei este título - apontamentos - para uns ditos dispersos e diversos. Assim evito a trabalheira mental de arranjar títulos para cada spot. Quando o assunto me parecer mais apelativo então dar-lhe-ei um nome, próprio.

Aeroporto de Beja

Há cerca de 3 semanas li, no suplemento económico do DN, uma notícia sobre a decisão firme da parte do nosso Governo de abrir o aeroporto de Beja aos voos comerciais. Devo dizer que ainda não consegui confirmar esta notícia. O que me parece indiscutível é o interesse para o país e, sobretudo para o Alentejo, a abertura deste aeroporto ao tráfico civil. Numa altura em que o Turismo é já uma realidade, ainda que na 1ª infância, mas que muito em breve conhecerá um verdadeiro "boom", que alavancará de vez o desenvolvimento da nossa Região, esta pode ser uma notícia importante. Temos obras/decisões que ,a curto/médio prazo, serão muito mais importantes e influenciadoras para o progresso do País do que os projectos fabulosos (de fábula) do TGV e da OTA.

O porco e o petróleo

Outra notícia, aliás já vista em diversas fontes, dá-nos conta que um investigador universitário nos EUA inventou um processo  (depois de trabalhar no assunto mais de 10 anos) de conversão termoquímica de esterco das suiniculturas num produto tipo gasóleo. Por este processo, o Prof. americano, diz que com 25 litros diários de esterco produzido por cada porco, se obterão 14 litros de combustível. Façam as contas ao número de porcos que existem no Alentejo, ou no País, e aí teremos uma energia renovável, eventualmente barata. Será brincadeira ou não. Acho que pelo menos alguém podia agarrar no assunto e investigar.

Bicicleta alentejana no Guiness .

Um alentejano, natural do Torrão, Vítor Marques, apresentou, em Alcacer do Sal, uma bicicleta com 100 pessoas a pedalar para tentar um record no Guiness e para enviar uma mensagem importante, mas pouco ouvida, sobre a necessidade de incentivar o uso da bicicleta que, como sabemos, anda a dois carrinhos, ou pedais, que simbolicamente podemos chamar de preservação do ambiente e de manutenção da nossa condição física. Os meus parabéns ao Vítor Marques.

 AC

 

publicado por alcacovas às 15:15
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Domingo, 4 de Junho de 2006

Duas perguntas, simples e directas

O que mudaria na Vila de Alcáçovas?


Na sua opinião que projectos/iniciativas poderiam ser realizados para que Alcáçovas se torna-se uma vila melhor para todos os seus habitantes?  

rmgv
publicado por alcacovas às 23:15
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Sexta-feira, 2 de Junho de 2006

Mobilidade especial e desenvolvimento

A apresentação feita pelo Ministro das Finanças do novo regime aplicado aos funcionários públicos - situação de mobilidade especial - parece, numa primeira leitura, ser uma medida bem pensada que pode, de forma gradual e sensata, começar a redução do número dos efectivos públicos, permitindo ao mesmo tempo seleccionar os mais adequados ou melhor preparados para funções específicas

Se este programa for acompanhado por uma simplificação e reorganização de serviços, de forma a reduzir drasticamente a teia burocrática que tolhe o desenvolvimento, atrofia a produtividade e queima os já escassos recursos do País, poderemos dizer que, pela primeira vez desde o 25 de Abril, se procura realmente resolver o problema do excesso de Estado de que todos nos queixamos.

Este regime vai colocar na situação de mobilidade especial ( excedentários definitivos ou temporários), muitos funcionários de todos os escalões e categorias. Alguns poderão ser recolocados noutras funções a curto/médio prazo, mas a maioria (?) poderá ficar de "fora".

Mas. e este aspecto parece ser o mais inovador e inteligente, os funcionários nesta situação manterão alguns direitos e regalias, protegendo o seu futuro.

Resumidamente:

Nos primeiros 60 dias, após colocação nesta situação, continuam a receber os seus vencimentos, mas não podem exercer qualquer outra actividade.

Depois e até 10 meses, recebem 83,3% do vencimento que tinham, mas continuam a não poder exercer qualquer outra actividade.

A partir dos 10 meses recebem 66,6%, mas poderão exercer outra actividades fora do sector público. Mas podem, entretanto, ser chamados para outras funções no estado, que não poderão recusar.

Para sairem do regime têm 4 opções  - Aposentação - Passagem para outro serviço - Não cumprimento das sua obrigações - Licença sem vencimento.

Esta situação, licença sem vencimento, merece especial atenção. Com efeito se esta for a opção o funcionário receberá, nos primeiros 5 anos, 70% dos 66,6% acima referidos. Nos 5 anos seguintes (até perfazer 10), receberá 60% dos 66,6 e depois de passados 10 anos passará a receber 50% dos 66,6%. Estes vencimentos só se aplicam a 12 meses por anos. Não há subsídios de Férias de Natal.

E é aqui que entra, na minha opinião, a relação pssível com o desenvolvimento económico do país. Muitas,(algumas) destas pessoas, poderão encetar uma nova vida profissional, trabalhando para entidades privadas ou criando negócios próprios. Muitos destes homens e mulheres têm formação, experiência e capacidade para continuarem a trabalhar e, consequentemente, a criar riqueza.

A diminuição dos efectivos públicos, acompanhada pela reforma dos serviços, reduzindo a burocracia, dará novas oportunidades ao país. Aumento da produtividade, estímulo para os empreendedores, nacionais e estrangeiros, libertação de recursos para fins mais rentáveis, etc.

E os excedentários podem vir a representar uma "nova" força produtiva. É assim como que de repente viessem para Portugal uns milhares de imigrantes, qualificados, com algum capital (com a segurança de um vencimento razoável), com conhecimento do mercado, com experiência (sobretudo quanto aos meandros administrativos do antigo "patrão").

Esses novos "migrantes" poderão dar um forte contributo directo para a recuperação da nossa economia. Esperemos que entre eles se encontrem pessoas com espírito empreendedor, dispostas a assumirem alguns riscos, mas que apostem nas suas próprias capacidades para iniciarem novas carreiras profissionais.

 AC

publicado por alcacovas às 15:10
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2006

Dia Mundial da Criança


Autor: Patricia (Jardim de Infância nº2 de Portalegre)



Ser Criança é...

Ter direito a um nome

Ter uma nacionalidade

Ser uma flor a desabrochar

Ser um sol a brilhar!

Uma alegria para ser

Amado todo o dia

Ser livre

Ter direito ao amor

Algo precioso,

Com outra qualquer pedra preciosa

Ser amado pelos outros

Viver em harmonia

Ter um papel feliz e

Brincalhão

Que tem de cumprir

Deveres e direitos

Para ser um bom cidadão.

 

Davide Ortega, Guilherme Ribeiro,

Lara Luís e Licínia Carrasqueira – 5ºA (EB 2/3 de Miranda do Douro)

**
bom dia!
**
rmgv
publicado por alcacovas às 09:05
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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