Terça-feira, 16 de Maio de 2006

***


Como tinha prometido aqui está a fotografia aérea que foi apresentada na reunião com a população. Nela podemos ver toda a área do bairro Chão do Mocho, assim com a escola, o pavilhão, as futuras instalações da piscina e o jardim.

Queria agradecer ao Arquitecto Pedro Pedrosa que teve a gentileza de me enviar a fotografia.


 

rmgv
publicado por alcacovas às 14:09
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Domingo, 14 de Maio de 2006

Há dias assim…

Como ontem aqui referi hoje realizou-se uma reunião com a população de Alcáçovas, para discutir o futuro Jardim do Bairro Chão do Mocho. Foi uma óptima iniciativa da Câmara Municipal que segundo o Sr. Presidente será a primeira de muitas reuniões/debates com a população do concelho onde esta será chamada a dar a sua opinião e assim com o contributo de todos a Câmara Municipal saber quais são os anseios, as preocupações, as opiniões e mesmo as criticas que os eleitores têm e que podem assim de uma forma mais directa e pessoal, expor junto dos eleitos. Notou-se perfeitamente que as pessoas são participativas, e que tem uma enorme necessidade de estar e expor as suas duvidas e problemas aos responsáveis da nossa câmara, por esse motivo o debate foi para muito para além do seu tema, mas sempre de uma forma construtiva e dinâmica tanto por parte da pateia como por parte da representantes da Câmara. Falou-se deste o jardim que era o tema principal do debate até a questões de sinalização, de limpeza de áreas junto das habitações, a questões ambientais como o numero de eco pontos, enfim muitos temas mas um só objectivo melhorar Alcáçovas e a qualidade de vida dos alcaçovenses.

Em resumo penso que se de facto se deve adoptar esta nova via, “a democracia participativa” pois como hoje se confirmou todos temos a ganhar.

 

De forma alguma poderia terminar o meu texto sem falar do Jardim do Chão do Mocho e das Piscinas de Alcáçovas que também foi um dos temas abordados. Como devem perceber não vós consigo explicar ponto por ponto no que consiste e como vai ser o novo jardim do Chão do Mocho, por esse motivo falei com o Sr. Arquitecto que apresentou o projecto e este teve a amabilidade de me dizer que em breve me enviará uma fotografia aérea do projecto e ai sim, todos vós ficaram com certeza muito mais esclarecidos do que se eu agora tentasse explicar, uma coisa vós posso garantir, o novo jardim irá de certeza conferir uma nova qualidade de vida a todos os alcaçovenses, não só pelo facto de ser mais um local de lazer mas também pela questão ambiental e estética.

Mas para mim o que foi a surpresas das surpresas foi o facto de saber que a nova piscina irá mesmo avançar e para além disso é coberta o que nos vai permitir uma utilização da mesma durante todo anos. Mas as surpresas não ficaram por aqui para alem de ser coberta vai ser uma piscina ecológica que irá ser aquecida através de painéis solares e de Inverno as suas caldeiras serão alimentadas de pinhas, o que do ponto de vista ambiental é muito importante pois será gerada uma energia “limpa”.

Hoje foi dia em que de facto tive a certeza que Alcáçovas não eram esquecidas, por isso foi um dia em cheio.

É caso para dizer “Há dias assim” e ainda bem que os há…



rmgv
publicado por alcacovas às 20:40
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Sábado, 13 de Maio de 2006

Destaque:

Reunião com a população para apresentação e discussão do projecto do Jardim do Chão do Mocho. Amanhã às 17 horas no Salão da Junta de Freguesia de Alcáçovas.

É uma oportunidade importante de todos nós habitantes de Alcáçovas esclarecermos a nossas dúvidas e por as nossas perguntas em relação a este projecto.

A Câmara Municipal e a Junta de Freguesia estão de parabéns nesta iniciativa onde o povo irá ser ouvido. Espero que a população acorra a este fórum de debate pois ali será o local indicado para críticas, sugestões e opiniões.


rmgv
publicado por alcacovas às 14:47
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Sexta-feira, 12 de Maio de 2006

Selos e não só ...

Depois de alguns dias de afastamento deste nosso espaço, aproveito a calma da noite de sexta-feira para escrever sobre um assunto que de certo todos nós temos ouvido falar nos últimos dias.

O caso da burla dos selos por parte da Afinsa e do Fórum Filatélico, é um caso de esquema de pirâmide, onde os investidores são atraídos por elevadas taxas de remuneração, pagas, tal como os resgates, enquanto o esquema consegue atrair novos clientes que o financiam. Quando isso deixa de acontecer os investimentos são totalmente perdidos. Todo este esquema é nosso conhecido pois de uma forma ou de outra ouvimos falar do caso D. Branca, mas com alguma diferenças pois enquanto o esquema utilizado por D. Branca não legal, o caso da fraude dos selos tem legitimidade legal pois os investidores adquirem colecções de selos na expectativa da sua valorização. O que acontece é que a maioria dos investidores nada percebe de filatelia, nem conhece o valor de balanço das colecções por isso acreditam que os investimentos em colecções de selos lhe podem dar rendibilidades elevadas sem que o dinheiro investido estivesse em perigo. Mas não sejamos ingénuos qualquer fundo de investimento que possa dar uma rendibilidade elevada tem a si associado o factor risco e quem investe sabe que pode ter retornos elevadíssimos desses investimentos mas também tem plena consciência que pode perder muito dinheiro. Mas os mercados e a economia funcionam assim como dizia Samuelson, prémio Nobel da Economia, não há almoços grátis. Por isso quando alguém nos “bate à porta” com produtos maravilhosos que nos fazem ganhar muito sem corrermos qualquer risco devemos pensar duas vezes, pois de certo que se alguém vai perder é o consumidor ou o comprador do produto.

Mas esta burla não se fica só pela vizinha Espanha, os seus tentáculos chegam a Portugal não fosse o fundador da Afinsa português, segundo o Jornal de Negócios de ontem os valores movimentados pela Afinsa em Portugal rondam os 100 milhões de euros. De qualquer forma acho que quem tinha os seu dinheiro investido na Afinsa deve mesmo esquece-lo pois caso contrario irá andar com um sabor amargo na boca durante muito e muito tempo pois a Afinsa e o Fórum Filatélico deverão estar em situação de absoluta insolvência segundo a Procuradoria Anti Corrupção espanhola. Significa isto em bom português que o que a empresa tem em activos, património e dinheiro não chega para resgatar os contratos estabelecidos.  

Destaque para mais duas noticias relacionadas directamente com esta fraude a primeira o facto de as acções do Escala Group, detido a 70% pela Afinsa, terem caído para 86% em apenas três secções no mercado de Nova Iorque, isto para dizer que a onda de propagação irá muito para além dos selos.

Por outro lado a minha estranheza pelo facto de Zapatero e o governo espanhol estarem a estudar a criação de fundos para compensar clientes. Pensava que Espanha era governada por uma esquerda moderna que não tinha qualquer ilusão de que o mercado deve funcionar por si e só em casos muito específicos é que o estado deve intervir e este não é certamente um dos casos.

rmgv

publicado por alcacovas às 22:45
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Quinta-feira, 11 de Maio de 2006

Manifesto á Rosa

MANIFESTO À ROSA

Afinal que Rosa é esta?

O ferro oxida e

A Rosa desabrocha.

Alguém alegre disse:

Que o aparelho rosa é antidemocrático e

Mesmo assim surge a nova liderança.

Uma série de incidentes Rosa. Pink!

 

Lançado o filósofo grego com

Tanto amor platónico

Produto Armani em El País

De leitura em teletexto

Capaz de se co-incinerar

Quando ousa apresentar ideias próprias.

É esta a Rosa reciclada. Pink!

 

Pastéis de Belém

Adocicaram bocas Rosa

Porque a bem da nação

Alguém sozinho decidiu

Que mais valia uma imensa minoria

Do que a soberania da razão.

Cartão Rosa em riste. Pink!

 

Afinal que Rosa é esta?

Que de vez em quando precisa tirar da cartola o coelho.

O mesmo que entre os rios

Por “respeito e dignidade”

Abandonou o barco da nação,

Deixando a ponte caída...

Mas que Rosa! Pink!

De novo!? Pink!

 

O tal que com mera alquimia

Inseminou tantos institutos

Quantos necessários seriam

Para se multiplicarem e

Produzirem mais Rosas.

Será este o verdadeiro milagre das Rosas?

Mais Rosas? Pink!

 

O Roseiral insiste

Que tudo vale para mandar

O que lá vai lá vai

Tristezas não pagam dívidas

É que as velhas não se pagam

E as novas deixam-se ficar velhas

Mas mesmo assim há quem prefira

Endividar rapidamente e empobrecer tristemente.

O reino das Rosas em grande. Pink!

 

Alguém às direitas entrou

Sem querer fazer fretes.

Alguém das caldas não gostou e

Ao rato o retrato mandou

A Bush criticou mas logo se aliou,

Aos cartoons de Alá se afastou e

Só Blair lhe desagradou.

Alguém das caldas não gostou,

Também Rosa! Pink.

 

De costas voltadas às polícias e à justiça,

Alguém que mande na Judite.

Maratona jurídica especialista é a Nação,

Nem Carlos Lopes, nem Rosa Mota tinham tanta aptidão.

O País arde em tanta lentidão e a

Polícia prende tudo o que é ladrão

É assim mesmo Rosa! Pink e mais Pink

 

Todos comem marisco vieira,

Até parece um bodo aos pobres

O Estado Providência vai arriar

Com tanto o que tem que pagar.

Quem faz contas é que paga

E o Zé não sabe nada.

Vai mais Rosa! Outra vez Pink.

 

Para quê nascer no campo correia?

É mais chique nascer em Espanha.

Para quê povoar a aldeia?

È melhor aprender na Urbe.

È mais lindo pensar em grande?

Os aviões a aterrar no campo e o

TGV a passar na aldeia,

Só falta mesmo ter um

Plano Tecnológico gago.

De pinho são os alicerces da nossa economia,

Foi assim que o Marquês construiu a baixa e

Já dura há mais de 250 anos.

Produtos Rosa! Pink

 

Do punho esquerdo se ergueu a Rosa

Assim querem mudar

Com tudo na mesma

Tentam mostrar rumo

Sem ter Rumo

São os mesmos? Provavelmente

A memória é curta. Pink!

Aliás, Porra. Pink!

 

Inspirado no Manifesto Anti-Dantas do Almada Negreiros

 

António Costa da Silva

Alcáçovas, 10 de Maio de 2006

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Terça-feira, 9 de Maio de 2006

Não gostam de Portugal

Li há dias no Jornal de Negócios, uma frase do Manuel António Pina, que vou reproduzir:

!Se os portugueses não gostam de Portugal também Portugal tem mais que justificadas razões para não gostar dos portugueses ".

Li e quedei-me, por momentos, paralisado . Esta frase, pensei, ou é aterrorizadora ou então é muito sarcástica. Como e que se reage a um desafio (ou afronta) como este? E comecei, mentalmente, a imaginar cenários diversos:

Alguns portugueses, sentimentais e cansados, dirão: Portugal não gosta de mim, vou-me embora para sempre.

Outros, mais refilões, gritarão: não gostas de mim, então vou propor que te mudemos o nome. Acaba-se com Portugal, marca de segunda, e arranja-se outro nome.

Mas outros, pouco dados a brigas, resolverão: vou-me embora para outro país e passo a ser espanhol, nepalês ou lituano. Português, nunca mais.

Mas os menos nacionalistas pedem que se faça um referendo para que o Povo diga se quer continuar a ser mal amado por Portugal ou acabar com tal afronta e integrar-se noutro país, por exemplo, na Espanha, com um novo nome - Província Lusitana.

Mas haverá também quem diga, muito profissionalmente, que isto tudo é uma questão de imagem, de marketing . Contrata-se uma grande empresa multinacional (portuguesa não) para estudar uma nova imagem de marca e, talvez, mudar a cuja dita. Pois esta não convence ninguém.

E, talvez, uns poucos possam alvitrar que tudo é um problema de gerência. País mal gerido não agrada aos clientes , nem os serve bem. Mas como mudar de gerência, sempre dentro da família, não tem resultado, a solução será arranjar novos dirigentes (gerentes) fora do país. De preferência chineses.

Mas, ao acabar, não consigo deixar de pensar se a frase, que originou este escrito, não terá um grande fundo de verdade, passe a lamechice.

AC   

publicado por alcacovas às 14:18
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Segunda-feira, 8 de Maio de 2006

Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O´Neill

*

Bom dia!

rmgv

publicado por alcacovas às 07:15
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Domingo, 7 de Maio de 2006

***

Depois de ontem não ter conseguido cumprir à risca o meu programa para a Quinzena Cultural, hoje terminei o que era para ter feito ontem visitar a feira do livro e a exposição de pintura, de fotografias e de trabalhos muito bonitos elaborados por uma senhoras de um curso que eu confesso não saber o nome.

Mas ou visitar a exposição de pintura deparei-me com uma agradável surpresa uns quatros muito bonitos, de um jovem da nossa vila, o Luís Piteira. Todos os outros quadros, trabalhos e fotografias estavam maravilhosos, mas não me levem a mal em dar especial destaque ao trabalho do Luís Piteira, mas é verdadeiramente espectacular para além de ser de um jovem e por isso arrisco mesmo a dizer com toda a certeza que este rapaz vai longe nas artes.

Parabéns Luís pelo o teu trabalho.

rmgv

publicado por alcacovas às 17:16
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Falta-me o ar!

Muito sinceramente, falta-me o ar!

Falta-me o ar como falta a comida para a boca dos miseráveis, tal como falta calor para aquecer os corações gelados do frio, tal como faltam as ervas nas planícies ou as árvores nos bosques, que foram arrancadas ou pisadas pela estupidez, tal como falta o sol em cada esquina, tal como falta a água nas ribeiras, tal como faltam as telhas nos beirais, que foram retiradas para as andorinhas não fazerem ninho, tal como faltam as palavras na boca dos pobres mortais, tal como falta o amor, tal como falta a amizade, como falta a alegria, tal como falta a ternura e o romantismo, mas, muito simplesmente, falata-me o ar...

Deixem respirar o orvalho frio, deixem as andorinhas, que voam livremente, deixem o sol, não o tapem!

Não queiram casar a Primavera com o Outono, eles não iam ser felizes! Deixem o Inverno chorar! Deixem a madrugada madrugar! Não agarrem os sonhos, eles são livres e voam soltos bem alto!

Deixem-me andar nu, não me vistam com animais mortos, não os matem!

Hoje está frio, e lá fora andam mendigos a bater o dente!

Pela alma dos poetas já mortos, calem essa gente desgraçada que fala sem saber de nada!

Numa multidão de gente há uma criança que chora perdida da mãe...

Muito sinceramente eu não sinto falta de ar, eu estou é cansado, triste, amargurado, por me quererem obrigar a seguir um caminho, que eu sinto ser o caminho errado!

Calem as vozes dos imbecis, dos colarinhos brancos, dos vazios de alma, dos pregadores rotulados, dos diminuídos, dos que não percebem nada disto...

E quando perguntamos à Humanidade - Humanidade quem és tu? - ela, com a cara pálida e vazia, desprovida de sentimentos, responde - Ninguém!

Roberto Vinagre

publicado por alcacovas às 01:32
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Sábado, 6 de Maio de 2006

Notas sobre a Quinzena:*

9h30m – Passeio BTT. É claro que lá estarei presente para pedalar entre amigos, gerações jovens e menos jovens. Sei que vou sofre (eu e a minha bicicleta que já se vai queixando dos meus quilitos a mais) mas o convívio saudável e o prazer de poder pedalar pelos lindos campos de Alcáçovas supera com toda a certeza as longas subidas que tenho pela frente com a bike as costas. O passeio btt é uma organização da Junta de Freguesia de Alcáçovas e o ponto de encontro é no jardim público.

 

14h – Feira do Livro, para aqueles que tal como eu não conseguem viver sem os livros amanhã em Alcáçovas tem uma óptima oportunidade de “matar” um pouco o vício.

A feira do livro é organizada pelo Centro de Recursos Educativos para a Infância e vai decorrer no Centro Cultural de Alcáçovas.

 

21h – Tributo a Zeca Afonso, este é um espectáculo sem dúvida a não perder. Pois não é todos os dias que temos a honra de ouvir as músicas do grande Zeca na nossa vila.

O Tributo a Zeca Afonso é uma organização da Junta de Freguesia de Alcáçovas e da Câmara Municipal de Viana do Alentejo e vai realizar-se no Jardim Público de Alcáçovas.

 

 

 

*estas são as minhas preferências para o dia de amanhã. Não quer dizer que sejam as melhores ou piores actividades que vão decorrer amanhã, apenas são as minhas escolhas.

rmgv

publicado por alcacovas às 01:23
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Sexta-feira, 5 de Maio de 2006

VILA do REI

Esta Vila, e Concelho do mesmo nome, no Distrito de Castelo Branco, foi notícia em todos os meios decomunicação.

Um pequeno concelho com 3354 habitantes (Censo de 2001), pobre (com um índice de poder de compra de 50,80, em 2004) procura encontrar soluções para estancar e rejuvenescer uma população cada vez menor e cada vez mais velha.

A Presidente da Câmara acaba de dar início a um plano controverso, mas algo inovador e bastante arrojado: atrair imigrantes vindos do Brasil, dum município também pobre (ou ainda mais pobre), com quem fez um acordo/parceria.

Não sei, nem posso, prever quais serão os resultados desta "operação" que, diga-se, não é original. Já se fizeram muitas movimentações de pessoas, por exemplo, de Portugal para outros países, com base em acordos ou contratos específicos, mas este de Vila do Rei tem algo de surpreendente se pensarmos onde estamos e nos problemas que presentemente nos afectam.

Mas, para além da discussão que esta iniciativa está a levantar, não deixei de pensar no que se passa na maioria dos concelhos do Alentejo. Não propriamente em sugerir que se deveria fazer o mesmo aqui, mas lá que nos faz pensar é um facto.

A Srª Presidente de Vila de Rei, parece que não se conforma, antes se arrisca e se expõe para tentar soluções para o problema do seu concelho.

Prosseguindo não podia deixar de pensar no nosso Concelho. Comecei por fazer algumas comparações: Viana do Alentejo tinha 5615 habitantes em 2001, numa perda constante de habitantes desde 1950, cerca de 43% (o que em apenas 50 anos é muito significativo).

Em termos de poder de compra o nosso concelho está melhor do que Vila do Rei, com um ndíce de 65,12, mas que em termos nacionais nos coloca numa fraca posição.

Como lutar contra esta evolução, negativa, que se acentua ano após ano, em termos absolutos  quanto ao número de habitantes, e em termos relativos quanto ao poder de compra e qualidade de vida em geral, cada vez mais longe da média nacional e, sobretudo, da média europeia?

Os portugueses foram durante muitos anos emigrantes. Recentemente este movimento de saída diminuiu e foi ultrapassado pelas entradas de imigrantes de várias procedências.

Mas temos tido sempre movimentos migratórios internos, nomeadamente de alentejanos que "emigraram" para a zona da Grande Lisboa. Os alentejanos não emigraram para o estrangeiro, mas sairam das suas terras aproveitando, de certo modo, as "vagas" deixadas pelos emigrantes noutras zonas do País, sobretudo Lisboa, como acima já referi.

Porque não agarrar na ideia da autarca de Vila do Rei e ir "buscar" os alentejanos que migraram para o litoral (e sobretudo os seus descendentes)? Criar incentivos, apoios, mostrar oportunidades e usar apelos emocionais, de regresso às origens, de voltar às suas terras e vir contribuir para o seu desenvolvimento. 

AC

 

publicado por alcacovas às 22:49
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Quinta-feira, 4 de Maio de 2006

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O CRVCC (Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) em Alcáçovas

   

  È comum falarmos e debatermos as questões que se prendem com a “desigualdade de oportunidades” a que todos assistimos, desde sempre, não só aqui no Alentejo e em Portugal como em qualquer lado em que existam comunidades humanas. Ao longo da história, muito se escreveu, e talvez possamos dizer, que muito se tem tentado fazer, nem sempre com sucesso, para dar oportunidades iguais a todos, ou pelo menos tentar colmatar as injustiças que da desigualdade de oportunidades derivam.

 

Talvez por defeito profissional ou de formação, continuo a preocupar-me com estas questões, e foi com esforço e orgulho, que conseguimos (Associação Terras Dentro) implementar em Alcáçovas um Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências.

 

Mas o que tem uma coisa a ver com a outra? – Tudo!

O sistema nacional de Centros de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, do qual o nosso faz parte, assenta num modelo inovador (reconhecido e mesmo “elogiado” lá fora claro!), em que através da metodologia de balanço de competências, uma equipa especializada, apoia os adultos sem a escolaridade básica de 9 anos que nos procuram, a criar um Portefólio (Dossier Pessoal) onde estão reflectidas as aprendizagens que desenvolveu ao longo da sua vida nos mais diversos contextos.

 

Quem não conhece adultos que mesmo sem terem o 4º, 6º ou 9º ano, não deixam de ser pessoas informadas, com sentido critico, com competências e capacidades, que por vezes não reconhecemos nos mais escolarizados? Estou convencida que muitos portugueses adultos (principalmente os mais velhos, ou seja com mais de 30 anos) não tiveram oportunidade de estudar quando novos (por diversas razões sócio económicas) mas que aprenderam com a vida, o trabalho, a participação cívica, na forma como ocuparam os seus tempos livres, na forma como geriram a casa e a família, etc.

 

Parece-me pois muito justo que essas aprendizagens possam ser reconhecidas e certificadas. É isso que este sistema permite. È para esses adultos que ele se destina.

 

Para atribuir um certificado, que para efeitos legais vele o mesmo que um certificado escolar, é obvio que têm de existir garantias de seriedade na análise dos processos, e na própria metodologia desenvolvida. Para o efeito foi criado pela DGFV (Direcção Geral de Formação Vocacional do Ministério da Educação) um Referencial de Competências – Chave em quatro áreas: Linguagem e Comunicação; Matemática para a vida; Tecnologias de Informação e Comunicação e Cidadania e Empregabilidade. Este referencial indica para cada uma das áreas referidas, quais as competências que o adulto tem de demonstrar que domina, para que lhe possa ser validado e certificado o 4º, 6º ou 9º ano dependendo dos casos.

 

Falamos em competências e não em objectivos, porque o conceito/noção de competência prende-se com formas de agir, é como um “saber em acção” o que se pode observar na forma como actuamos nos diversos contextos da nossa vida. Este processo, além de permitir identificar e reconhecer tudo o que aprendemos de facto ao longo da vida, transforma-se, para quem o leva a sério e até ao fim, ele próprio, num acto de desenvolvimento pessoal, de conhecimento de si próprio, das suas potencialidades, na capacidade de se projectar no futuro, na vontade manifesta de aprender mais, …, e na consciência de que estamos sempre a aprender!

 

Este sistema tem sido criticado e por vezes desacreditado, principalmente por quem não o conhece. O próprio governo, embora no seu discurso apoie vivamente o sistema, não colabora na sua promoção, na sua valorização e reconhecimento.

 

Voltando ao início, queria aqui manifestar a minha convicção de que é a educação, a cultura, e a formação que distingue as sociedades e as civilizações, tornando-as mais ricas, em todos os sentidos!

 

Todos sabemos que não é só na escola que se aprende, é também nos “espaços informais”, (de que este Blogue é um exemplo) que podemos desenvolver novas aprendizagens. Num país com tão fraco movimento associativo, tão fracos níveis de participação cívica e social é importante que comecemos a reconhecer esses espaços como espaços de aprendizagem e a valoriza-los socialmente de forma a promover  uma cidadania mais activa.

 

Tenho noção que a mudança de mentalidades é um processo lento e que as necessidades básicas têm de estar garantidas, mas com vontade, com esforço e trabalho, nem que seja a passo de formiga podemos seguir caminho…  

 

Dia 1 de Junho de 2006, irei completar 14 anos de vida e trabalho em Alcáçovas. Tenho tido oportunidade de viajar e conhecer outras realidades, e muitas das limitações que aqui sentimos e observamos, sei que ocorrem noutros locais, quer próximos quer distantes. É em nós próprios que está a capacidade de mudar, somos nós que moldamos a maneira como vimos o que nos rodeia.

Vou deixar aqui um apelo a quem conhecer pessoas que aprenderam muito na vida, e que não tendo o 4º, o 6º ou o 9º ano, o gostariam de ver reconhecido, os encaminhem para virem ter connosco ao CRVCC de Alcáçovas, que se encontra instalado nas traseiras do edifico da antiga telescola de Alcáçovas.

 

Qualquer um pode visitar-nos, colocar questões, etc.

Para mais informações sobre o Sistema Nacional de CRVCC podem também consultar a página web da DGFV na Internet.

Alexandra Correia

publicado por alcacovas às 13:12
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O Três de Maio

Para mim um dos quadros mais belos de Goya. Espanha é ocupada por os exércitos de Napoleão. O quadro retrata a execução de um grupo de revoltosos madrilenos pelas armas dos franceses.

 

 

*eu sei que já passam alguns minutos do dia 3 de Maio mas não podia deixar de publicar e partilhar com todos vós um dos momentos da história que mais me fascina, as invasões napoleónicas. Neste momento por ironia do destino (ou não) ouço “1812, Ouverture solennelle, Op. 49” de Tchaikovsky.

 

rmgv

publicado por alcacovas às 00:08
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Quarta-feira, 3 de Maio de 2006

Boa Nova!!!

O Web saite da CMVA já foi actualizado:

Parece que alguém nos ouvi (ou leu) e por lá já não se fala só sobre Viana do Alentejo e os filmes que passam no cine teatro de Viana, também já se pode encontrar na agenda os eventos da Quinzena Cultural de Alcáçovas.

Também já não era sem tempo pois os filmes para o dia 5 de Maio e seguintes já eram anunciados à alguns dias e a Quinzena Cultural que começou no dia 30 de Abril só hoje teve direito de figurar na agenda dos eventos.

De qualquer maneira mais vale tarde que nunca!

 

rmgv

publicado por alcacovas às 23:25
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***

Hoje quando cheguei a Universidade encontrei em cima do balcão da biblioteca o novo jornal regional, “Notícias Alentejo” à já algum tempo que vinha a ouvir falar deste jornal, o que me fez guardar um para ler mais tarde, quando tivesse um pouco de tempo. Pois bem acabo de o ler agora e o que posso dizer é que é sem dúvida o melhor jornal de âmbito regional que já li. Mesmo muito bom, com opiniões de pessoas conceituadas, com temas importantes para o Alentejo que a todos nós nos dizem respeito e com jornalistas de renome nacional.

Uma palavra de apreso para o meu companheiro de blogosfera João Espinho pelas belas fotografias.

É de espaços de informação com este com qualidade que o Alentejo necessita.

 

 

rmgv

publicado por alcacovas às 22:28
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IX Quinzena Cultural de Alcáçovas

 Programa (a partir de dia 3 de Maio)

 

3 de Maio

9h30m – Acções demonstrativas de treino de Animais – G.N.R

Local: Campo de Futebol João Branco Núncio

 

14h – Prevenção Rodoviária – G.N.R

Local: escola E.B.I/J.I de Alcáçovas

 

 

 

4 de Maio

9h30m – Piercings e Tatuagens – cuidados e riscos

Local: escola E.B.I/J.I de Alcáçovas

 

 

 

6 de Maio

9h30m – Passeio BTT

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

14h – Abertura da Mostra de Actividades Económicas

          Abertura dos Insufláveis

Local: Jardim Público de Alcáçovas

14h – Feira do Livro

Local: Centro Cultural de Alcáçovas

 

14h30m – Actuação dos Grupos:

            Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo

            Grupo Coral de Cantares de Alcáçovas       

            Grupo Coral Trabalhadores de Alcáçovas

            Grupo Coral Etnográfico de Viana do Alentejo

            Grupo de Música Popular Flores do Campo

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

15 às 19h – Atelier – Dia da Mãe

Local – Biblioteca de Alcáçovas

 

16h – Teatro Infantil

Local: Centro Cultural de Alcáçovas

 

21h – Tributo a Zeca Afonso

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

 

7 de Maio

9h – Prova de tiro ao alvo “Torneio Vila de Alcáçovas”

Local: S.C.Alcaçovense

 

14h – Torneio de Malha

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

14h30m – Actuação dos Grupos

            Grupo de Música Popular Seara Nova

            Rancho Folclórico de Cortiçadas de Lavre

            Rancho Folclórico Infantil de Cortiçadas de Lavre

            Grupo Coral Paz e Unidade de Alcáçovas

            Banda de Sociedade União Alcáçovense

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

21h30m – Filme “O crime do Padre Amaro”

Local: Centro Cultural de Alcáçovas

 

 

9 de Maio

14h30m – Workshop “Bons Tratos Infantis: Mais e Melhores”

Local: Salão da Junta de Freguesia de Alcáçovas

 

 

10 de Maio

9h30m – Encontro de Técnicos de Acompanhamento e Atendimento Social

            “Oficina de Ideias”

Local: Auditório da Caixa de Crédito Agrícola de Alcáçovas

 

 

11 de Maio

14h30m – Fórum da Rede Social / Terra Mãe

Local: Auditório da Caixa de Crédito Agrícola de Alcáçovas

 

 

12 de Maio

21h30m – Filme “Madagáscar”

Local: Centro Cultural de Alcáçovas

 

 

13 de Maio

9h – Torneio Hilário Porfírio

Local: Campo de Futebol João Branco Núncio

 

9h30m – Bike Paper

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

15h – Peddy Paper

Local: Jardim Público de Alcáçovas

 

17h – Futsal – A.J.Al Vs C.F. Torpedo (Torrão)

 

21h30m – Noite de Teatro

Local: Sociedade União Alcaçovense

 

 

14 de Maio

8h- Passeio a Cavalo

Local: Largo da Gamita

 

10h – Torneio Ténis de Mesa

Local: Sociedade União Alcaçovense

 

15h – “Os Grandes Livros Animados” com Mestre Filipe

Local: Centro Cultural de Alcáçovas

 

17h – Reunião com a população para apresentação e discussão do projecto do Jardim do Chão do Mocho

Local: Salão da Junta de Freguesia de Alcáçovas

 

21h30m – Espectáculo de Encerramento da IX Quinzena Cultural de Alcáçovas com Fernando Correia Marques

Local: Jardim Público

*uma nota de agradecimento a quem me fez chegar o programa da Q.C, para que assim possa estar disponível para todos aqueles que o queiram consultar.

 

 

 

rmgv

 

           

publicado por alcacovas às 12:28
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Terça-feira, 2 de Maio de 2006

Gostaria de fazer quatro notas ao comentário do nosso amigo morador na estação:*

 

1)      Agradeço a sua presença e a sua opinião que é por mim lida e com o máximo de respeito quer concorde quer não concorde. Pessoas como o senhor são muito importantes e são muito bem vindas ao debate pois tem espírito critico e cívico e é isso que a nossa terra necessita, pessoas que tenham opinião e que não tenham medo de a dar.

 

2)       Em relação ao tema da quinzena o que o senhor diz não inteiramente verdade, recomendo-lhe a leitura do post do André Correia no dia 28 de Abril com o titulo “Quinzena Cultural e não só”.

 

 

3)      Em relação a não estar mais nada relativamente à Q.C, como por exemplo o programa, pode acreditar que sempre foi minha preocupação que quando há alguma iniciativa ou festividade na nossa terra divulgar neste espaço, ora agora não foi diferente, simplesmente me deparei com dois grandes problemas; o primeiro foi que não encontrei qualquer tipo de prospecto a divulgar a Q.C, procurei mas em vão, ainda tive a esperança que na minha caixa de correio estivesse algum programa mas nada; o segundo prende-se com o facto de no web saite da CMVA na Internet, que como o senhor diz e bem é uma das promotoras do programa, não existir qualquer referencia à Q.C.. Recomendo ao senhor e a quem estiver interessado a ir a http://www.cm-vianadoalentejo.pt/modules/calendar/?language=portuguese e com facilidade repara que na agenda da CMVA as únicas entradas que existem dizem respeito aos filmes que vão passar no cine teatro. De facto isto deixou-me muito triste e ainda com mais certeza que as Alcáçovas continuam a ser passada para segundo plano em relação a Viana. Pois como me justifica a falha de um evento tão importante como este do qual a CMVA é promotor não estar sequer o programa de um dos eventos mais importantes da nossa terra. Eu sei que vão dizer que eu estou feito com o partido A ou o partido B para estar aqui a escrever, mas isso já não me interessa pois tenho a consciência tranquila e não escrevo por qualquer preferência partidária ou para denegria a imagem de ninguém. Escrevo sim porque só um alcaçovense que ama a sua terra e que quer dar o seu contributo para que as Alcáçovas sejam uma terra melhor.

 

 

4)      Para finalizar gostaria de lhe fazer uma pergunta: porque é que o senhor diz para não nos admirarmos com certos comentários para deitar abaixo? Acha porem que as pessoas por não concordarem com o que aqui se escreve tem algum direito de ofender e de tentar denegrir o nosso bom-nome? Eu sei que a nossa cultura democrática tem 32 anos (e não me estão a referir ao senhor em particular) mas infelizmente ainda existem pessoas na nossa terra e no nosso concelho que a sua cultura democrática só se aplica aos outros quando são criticados ou chamados à razão por qualquer motivo deixam de ser uns democratas e passam a ser uns pseudo ditadores/cobardes.

 

Por fim gostaria de voltar a dar os parabéns a todas a entidades e associações que se empenharam e esforçaram para que tenhamos cá em Alcáçovas mais uma Quinzena Cultural

 

Com os melhores cumprimentos

rmgv

 

 

*penso que estas notas devem de ser publicadas como post, não só para esclarecer as duvidas do nosso amigo da estação bem de todos os nossos leitores que as possam vir a ter.

 

 

 
publicado por alcacovas às 14:18
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Uma questão de justiça (II)

Para além do nossa superioridade territorial, fica aqui para os mais cépticos e críticos outra prova, a nossa localização geográfica é melhor que a de Viana no que diz respeito à ligação aos principais pontos de interesse económico.

 

Alcáçovas – Lisboa: 132km

Viana do Alentejo – Lisboa: 151Km

 

Alcáçovas – Sines: 115Km

Viana do Alentejo – Sines: 138Km

 

Ver em viamichelin

rmgv

 

publicado por alcacovas às 01:54
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Uma questão de justiça

Fonte: CMVA

Mais um ponto a favor dos que tal como eu ainda tem esperança de ver a nossa terra ter o que merece. Ser concelho e nunca mais estar sujeita à vontade de pessoas de outra terra para se desenvolver e para se expandir.

Eu não tenho qualquer ódio pessoal contra Viana como terra, pois estudei lá e tenho em Viana bons amigos, mas isso não me pode condicionar a opinião.

Por muito que se diga que não, a localidade que se desenvolve mais rapidamente é aquela que tem mais poder,  à onde chegam os projectos, onde são estudados e onde ficam.  

Um dos factores principais em minha opinião para as Alcáçovas estarem tão pouco desenvolvidas deve-se acima de tudo a estar a tempo de mais debaixo da alçada de Viana, o que fez com que esta se desenvolvesse e o nosso desenvolvimento a todos os níveis tenha ficado condicionado. E isso está bem patente nos empregos que são criados em Viana por empresários que não são da terra. Podem ser poucos mas são mais que em Alcáçovas.

Não posso dizer que o facto de Alcáçovas estar pouco desenvolvida se deve única e exclusivamente a sermos uma freguesia de Viana, pois seria uma tentativa barata de demagogia, deve-se também a interioridade pela qual somos atingindo, aos constantes esquecimentos dos sucessivos governos que o Alentejo existe, as mentalidades, mas o facto de sermos freguesia de uma terra que se depara com os mesmo problemas que nós também contribui e muito para a nossa actual situação.

Sei muito bem que não estamos em altura de discutir a criação de novos concelhos, quando se fala da extinção de freguesias por todo o país.

Mas eu insisto e falarei deste assunto sempre que me apetecer e que achar que ele deva de estar em cima da mesa, pois agora pode não ser altura, mas tenho fé que esse dia irá chegar e por isso é sempre bom lembrar a minha geração, à geração mais nova e à mais velha que nós temos uma identidade cultural, temos tradições, hábitos e costumes enfim que vivemos, somos, conhecemos, gostamos de uma linda vila alentejana que se chama Alcáçovas.

rmgv

 

publicado por alcacovas às 01:02
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Segunda-feira, 1 de Maio de 2006

Passámos os 10.000 entradas no Alcacovas

Ultrapassámos hoje as 10.000 visitas ao nosso blog desde 5 de Março passado. É surpreendente, bonito e gratificante.

Este local de discussão e expressão é já uma força no nosso Concelho, que se deseja seja, construtiva, informadora e, eventualmente, dinamizadora. Pretende-se que seja aberta a todas as sensibilidades e deseja-se que reflicta compreensão e estimule a discussão, sem injurias, nem anonimatos.

Estamos todos de parabéns e dispostos a continuar. Eu, pessoalmente, gostaria de ver mais pessoas a colaborar, a comentar, enfim a participar neste pequeno contributo para o melhor conhecimento de Alcáçovas e da sua gente.

Um abraço para todos e cá vamos a caminho da segunda dezena de visitas.

AC

 

publicado por alcacovas às 15:44
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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