Quarta-feira, 19 de Abril de 2006

Top 30

Depois de ter lido o artigo do André achei que era injusto para alguns deputados não serem citados , por isso aqui está o top 30 dos mais faltosos, estes dados são referentes a 61 sessões plenárias entre 10 de Março e e 30 de Novembro de 2005.

1. Virgílio Costa, do PSD - 24 faltas justificadas,
2. Manuel Maria Carrilho, do PS - 23 faltas justificadas,
3. Dias Loureiro, do PSD - 23 faltas justificadas,
4. João Soares, do PS - 23 faltas justificadas,
5. Nuno da Câmara Pereira, do PPM - 21 faltas justificadas,
6. Marques Mendes, do PSD - 20 faltas justificadas,
7. Paulo Portas, do CDS - 18 faltas justificadas e 1 injustificada,
8. Gonçalo Nuno Santos, do PSD - 19 faltas justificadas,
9. Jerónimo de Sousa, do PCP - 18 faltas justificadas,
10. Paulo Rangel, do PSD - 18 faltas justificadas,
11. Matilde Sousa Franco, do PS - 17 faltas justificadas,
12. António Vitorino, do PS - 16 faltas justificadas,
13. Luis Campos Ferreira, do PSD - 16 faltas justificadas,
14. Marco António Costa, do PSD - 16 faltas justificadas,
15. Álvaro Castello-Branco , do CDS - 16 faltas justificadas,
16. Ceia da Silva, do PS - 15 faltas justificadas,
17. Jacinto Serrão, do PS - 14 faltas justificadas,
18. Paulo Pereira Coelho, do PSD - 13 faltas justificadas e 1 injustificada,
19. José Cesário, do PSD - 14 faltas justificadas,
20. José Lamego, do PS - 12 justificadas e 2 injustificadas,
21. José Pedro Aguiar Branco, do PSD - 13 faltas justificadas,
22. Jorge Neto, do PSD - 13 faltas justificadas,
23. Pires de Lima, do CDS - 13 faltas justificadas,
24. Pina Moura, do PS - 12 faltas justificadas,
25. João Teixeira Lopes, do BE - 10 faltas justificadas,
26. Fernando Rosas, do BE - 6 faltas justificadas,
27. Ana Drago, do BE - 6 faltas justificadas,
28. Luisa Mesquita, do PCP - 6 faltas justificadas,
29. Francisco Madeira Lopes, do PEV - 2 faltas justificadas,
30. Heloísa Apolónia, do PEV - 1 falta justificada

 

rmgv

publicado por alcacovas às 14:36
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Lembrar e recordar

Nos últimos dias duas notícias, uma sobre acontecimento histórico e outra sobre acontecimento actual, despertaram a minha atenção.

- A matança dos judeus em 1506

Durante a Páscoa de 1506 os lisboetas perseguiram e chacinaram entre 2000 a 4000 judeus, homens, mulheres e crianças. Porque eram pessoas que professavam uma religião diferente, ainda que com o mesmo Deus, porque não se tinham realmente convertido ao catolicismo, porque continuavam a seguir os ritos da sua religião e por isso mesmo estavam na origem dos muitos males que assolavam o País: a seca, a peste, a fome.                                                             

Expulsos, eliminados, perseguidos durante séculos continuam a ser objecto do ódio de muita gente, por razões religiosas, por razões políticas, por inveja. Eu pergunto-me se não terei algum sangue judeu, pois parece que nos genes de muitos (maioria?) dos portugueses haverá alguma presença dessa hereditariedade. Culturalmente sinto-me herdeiro de uma cultura cristã-judaica, que não consigo renegar.

- As faltas dos nosso representantes na Assembleia da Republica.

Como todos terão lido o nosso Parlamento ficou sem quorum para votar o que estava agendado para ser votado antes da Páscoa. Por uma ou outra razão a maioria dos nossos (?) deputados não estava presente e, alguns deles, até tinham assinado o ponto, mas quando foram chamados para a votação não responderam.

Já muito se disse sobre o assunto, mas podemos lembrar alguns dos nomes dos faltosos, que assinaram o ponto, mas não estavam presentes, Manuel Alegre, José Lamego, João Soares, Maniel Carrilho, Duarte Pacheco, Guilherme Sjlva, Miguel Macedo, Zita Seabra, Francisco Lopes, Paulo Portas., etc. E podemos concluir, algo que já desconfiavamos, que não precisamos de tantos deputados,uns 80/90 chegavam e sobravam.

AC

publicado por alcacovas às 12:29
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

Exemplo raro de beleza!

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Alcáçovas possui um exemplo raro de decoração, numa igreja e jardim. Para descrever este magnifico monumento, nada melhor que citar o que diz nas Memórias Paroquiais de 1758: «[...]a outra [ermida] he a da Senhora da Conceição collocada em um jardim que fica em a mesma praça [actual Praça da Republica] e pertence ao Senhor Donatario, singularizase esta Ermida entre tantas do Alentejo pella fabrica de varias galantarias da India, com que se adornão suas paredes, as da sacristia e parte do jardim imbutidas por tal ordem que se deixão fazer bem vistosas; [...]»

Não o posso afirmar, mas penso que, em Portugal, este exemplo de decoração, existente em Alcáçovas, é unico em Igrejas. Contudo deixo aqui um desafio, se alguem conhecer outro exemplo, em Portugal, deste tipo de decoração, que se manifeste, mas estou quase certo que não existe mais nenhum, a não ser em Espanha!

Roberto Vinagre

publicado por alcacovas às 16:18
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Domingo, 16 de Abril de 2006

O que é que nos falta?

Há dias, num comentário a um artigo escrito por AC, que sugeria a discussão sobre a gestão camarária, questionei um pouco aquilo que considero ser importante ser pensado quando se gere um território nos dias que correm. Não querendo permitir que discussões muito interessantes se percam pelas longas páginas do blog e que fiquem sem uma nova oportunidade de debate, aproveito a discussão que sugeriu rmgv sobre as Alcáçovas e o seu futuro e levanto novamente a mesma questão, desta vez mais orientada para as questões de planeamento, ordenamento e gestão do nosso município. Tratar estas questões, discuti-las, reflectir/conversar sobre elas é fundamental para que se tirem conclusões importantes para a tomada de decisões do município, pois, e nunca é demais referir, todos temos um papel importante nesta discussão e na tomada de decisões para a nossa terra.

 

O que é que nos falta? Mas que boa pergunta!.. O que é que nos falta Alcáçovas, o que é que nos falta concelho de Viana do Alentejo para que não vejamos a nossa terra desfalecer? Muitos se queixam de que está sempre tudo parado e são muitos os que, desacreditados, defendem que estamos condenados ao isolamento, ao atraso, ao abandono, ao parar do desenvolvimento, ao futuro sem perspectivas, ao futuro duro/difícil/agreste igualado a uma longa seca do Alentejo. Basta conversar um pouco com as pessoas que vamos encontrando pela rua, na mercearia ou no café, principalmente com os mais velhos, para vermos que o passado normalmente se fala com um sorriso nostálgico e que o futuro se fala de testa franzida. Percebe-se que as pessoas estão desanimadas e que a confiança que têm no futuro está um pouco melindrada.

O que é que nos falta para mudarmos estas opiniões? O que é que nos falta para que a população que ocupa estes difíceis e desafiadores territórios acredite no seu futuro? O que é que nos falta para sermos um concelho confiante, para sermos um concelho preparado para desenvolver, preparado para se tornar mais atractivo, preparado para vencer e ser bem sucedido neste longo e difícil período de estiagem económica que atravessamos e que não tem fim anunciado?

Boa pergunta de facto. E, como sempre, uma boa pergunta merece uma boa resposta! Dar uma boa resposta a esta questão exige muita discussão e muito esforço. Acredito que se já existisse uma boa resposta no nosso concelho isso já se notaria, quanto mais não fosse por uma opinião mais confiante das pessoas.

 

O que é que nos falta?

Poderia começar-se a responder dizendo exactamente o que faz falta, enumerando as obras que fazem falta, o que é que precisamos de arranjar ou corrigir, que sectores devemos dinamizar, onde é que devemos aplicar o dinheiro; o que é que devemos fazer para podermos potenciar o nosso desenvolvimento. E daí resultariam com certeza boas ideias e sugestões, importantes medidas a aplicar no concelho, mesmo tendo em conta a dificuldade e complexidade que estas questões envolvem. Poderíamos referir que seria importante construir o parque das piscinas, criar novos bairros, renovar estradas e melhorar acessibilidades, renovar jardins e outros espaços de lazer, recuperar monumentos, etc. Poderíamos dizer que seria melhor investir mais na agricultura ou mais no comércio ou mais no turismo, ou até na prestação de serviços. Poderíamos ainda dizer que seria melhor apoiar os agricultores ou as empresas locais ou o comércio tradicional ou as actividades turísticas... Poderíamos dizer que deveremos apostar mais nos jovens ou mais nos idosos, apostar na promoção dos produtos tradicionais, nas actividades culturais, etc. etc...Poderíamos sugerir mesmo muitas coisas, sendo que todas elas seriam importantes para o desenvolvimento. Mas facilmente tudo se tornaria confuso, principalmente porque se tornaria muito difícil atribuir prioridades às ideias. Definir prioridades de actuação no território é fundamental para uma boa gestão. E para que isso aconteça é preciso ter-se muito bem pensado aquilo que se pretende para o futuro; é fundamental determinar um objectivo específico, uma meta a atingir para que se consiga definir bem todos os passos a dar. E é isso que parece faltar-nos.

Mal ou bem, conseguimos reconhecer o que de bom tem sido feito pela câmara e sugerir o que de bom se poderia fazer, mas saberemos nós realmente onde é que queremos chegar com isso? Estarão as obras realizadas e as que se encontram em projecto integradas numa linha de acção estratégica de um objectivo comum, ou seja, serão elas parte de um plano comum para o concelho, serão elas parte de um processo que visa o atingir de uma meta concreta de desenvolvimento para o concelho?

 

Existirão realmente objectivos para o futuro das Alcáçovas na gestão camarária?

Será que alguém sabe concretamente que rumo deve seguir a nossa vila e o concelho? Em que é que devemos apostar? O que queremos que a nossa terra seja no futuro? Qual é a nossa meta de desenvolvimento a médio e longo prazo?

 

O que é que nos falta? Parece faltar-nos uma resposta firme a todas estas perguntas.

 

Eu tenho algumas ideias mas gostaria de saber o que vocês pensam. Qual a vossa opinião. Quando pensam no futuro da nossa terra, em que pensam? Como acham que ela estará daqui a 30 anos? Acham que Alcáçovas é uma terra condenada ao fracasso, ao abandono?

Que rumo gostariam que a nossa terra tomasse? O que gostariam mais que fosse feito?

Onde devemos investir? No que devemos apostar? O que devemos apoiar?

O que é que nos falta?

Será que nos faltam recursos ou será que nos falta olharmos para os que temos com olhos de quem os quer aproveitar e potenciar?

B. Borges

publicado por alcacovas às 14:13
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Boa Páscoa

Caros visitantes do blog,

 

O Alcacovas deseja-vos uma boa Páscoa, tranquila, alegre e na companhia dos próximos.

Desejos de bom fim-de-semana e aproveitem a segunda-feira de Páscoa para ir para os belos campos de Alcáçovas.

 

Em nome do Alcacovas, os melhores cumprimentos

B. Borges

publicado por alcacovas às 14:12
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Desafio

Fui desafiado pelo Restaurador da Independência a falar dos meus pânicos, pois bem ireis falar não de cinco pânicos meus mas sim de um o pior:

 

 

Claustrofobia

Para mim não há coisa pior do que estar num sitio fechado com pouco ar para respirar. Por exemplo:

Evito ao máximo ir a certas discotecas pois assim que lá entro fico num estado tal de nervos que só penso uma coisa se há aqui um incêndio como é que eu consigo sair daqui?

Tenho pavor a andar de metro pois para além do mesmo andar debaixo da terra e eu não conseguir ver a luz do dia (o que me deixa ainda mais preocupado) em horas de ponta anda lá tanta gente que um tipo parece uma verdadeira sardinha enlatada.

Só ando de elevador quando não tenho outra hipótese pois não consigo deixar de pensar que aquele objecto vai avariar e eu vou ficar fechado num espaço tão pequeno. Por isso opto sempre por as escadas mesmo que tenha que subir muitos andares.

 

 

rmgv

publicado por alcacovas às 01:42
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

Vale dos tanques - fotos da Margarida Correia

publicado por alcacovas às 21:56
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...

Retratos do Trabalho em Portugal


 

Assembleia da República, Lisboa, 12 de Abril de 2006

com a devida vénia retirei esta foto do blog Blasfémias .

 De facto torna-se difícil que os portugueses aceitam fazer algum tipo de sacrifício para melhorar a situação complicadíssima em que vivemos quando os "senadores" da pátria dão este exemplo.

rmgv
publicado por alcacovas às 14:09
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Vale dos tanques

Vale dos tanques

 

À saída de Alcáçovas, na estrada para Alcácer podemos ver à esquerda uma lagoa cheia de vegetação florida. Um espelho azul decorado com milhares de florzinhas brancas.

São cerca de 2 km desde o centro da Vila até ao vale dos tanques.

Uma pequena deslocação, a pé (mais saudável) ou de carro, para apreciar um espectáculo soberbo e gratuito.

Este ano, devido às chuvas abundantes e contínuas, a lagoa alargou, talvez para 3 ou 4 vezes maior do que no ano passado. E, com águas pouco profundas, permitiu o desenvolvimento de uma surpreendente vegetação lacustre que, por sua vez, atraiu aves, insectos, batráquios, répteis, ampliando e diversificando um pequeno habitat que nos surpreende pela sua beleza e conteúdo.

Podemos ver patos-reais, mergulhões, zarros, colhereiros, corvos marinhos, garças boieiras e reais, cegonhas e pressentir os insectos e peixes que alimentam muitas das aves. E podemos também ver um número razoável de cágados.

Uma riqueza á nossa porta e se formos até lá ao nascer do dia ou ao entardecer então o espectáculo torna-se ainda mais rico, valorizado pela luz do nascer ou do pôr-do-sol.

É um privilégio ter uma “riqueza” como esta quase dentro da nossa Vila. São estas “pequenas” coisas que nos permitem avaliar a riqueza/qualidade de vida de terras como a nossa.

AC 

publicado por alcacovas às 12:12
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Quinta-feira, 13 de Abril de 2006

...

Gostaria de fazer duas notas:

A primeira vai para a Junta de Freguesia das Alcáçovas pelo esforço que tem vindo a desenvolver para que a nossa vila seja ainda mais bonita, tratando os jardins e plantando novas árvores e plantas nas entradas da nossa terra.

A segunda é para a Câmara Municipal e prende-se com o trabalho que esta tem vindo a desenvolver nas ligações à Zona Oficinal dotando esta de melhores acessos nomeadamente através do alcatroamento do caminho que liga a estada que vai para Évora à zona oficinal, não ficando a pavimentação por a zona oficinal mas estendendo-se até ao bairro dos Barrancões.  

Em minha opinião qualquer das duas observações que fiz são mostras de progresso embora seja verdade que ainda se pode fazer muito mais pela nossa terra, também é verdade que muito se fez e continua a fazer.

Penso que nós alcaçovenses não nos devemos acomodar e dizer sempre a nossa opinião com vista a melhorar a nossa terra mas também acho que devemos ser os primeiros a bater palmas quando as coisas estão a ser bem feitas.

 

 

rmgv

publicado por alcacovas às 02:12
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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

O entardecer em Alcáçovas

Pensei que poderia complementar um pouco o texto do rmgv com umas fotos do espectacular e tranquilo entardecer em Alcáçovas. Espero que retrate um pouco aquilo que se pode presenciar ao vivo e a cores num entardecer tanto na vila como no campo envolvente.

B. Borges

publicado por alcacovas às 14:18
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Terça-feira, 11 de Abril de 2006

...

Os fins de tarde alentejanos devem ser dos mais bonitos do mundo!

 

De facto é um privilégio viver no Alentejo, onde ainda se ouvem os chocalhos das vacas no campo e onde os pássaros anunciam a chegada da Primavera (embora ainda um pouco chuvosa) como em mais nenhuma parte do mundo.

Perto do local onde escrevo um casal de cegonhas esta no ninho e faz um barulho tremendo mas melodioso com os bicos que dá ainda mais a sensação que o Alentejo está muito perto daquilo que muitos já descreveram como o paraíso. Calma, silêncio e paz…

 

 

rmgv

publicado por alcacovas às 18:31
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Domingo, 9 de Abril de 2006

...

Novo evangelho mostra que a realidade à cerca da traição de Judas pode ter sido diferente da forama como nós hoje a conhecemos.

 

rmgv

publicado por alcacovas às 13:22
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Alcáçovas e o futuro

Não fazendo uma critica a ninguém mas ao mesmo tempo fazendo a todos (incluindo a mim) sinto que as Alcáçovas necessitava de mais vida, de mais actividade, de mais dinâmica. Mas também sinto que só nós alcaçovenses podemos dar essa vida, essa actividade e essa dinâmica à nossa terra. Em minha opinião o motivo pelo qual Viana esta à nossa frente não se deve ao facto de ser concelho, que a meu ver não o merece ser pois nós (Alcáçovas) temos todas as condições ou mais para ser um melhor concelho do que Viana, a não ser a nível de certas infra-estruturas e instituições mas isso é fruto dos poderes estarem à muito concentrados em Viana, mas eu não tenho medo de o admitir publicamente que defenderei até aos últimos dias da minha vida e penso que tenho esse direito que Alcáçovas não deve continuar a ser súbita de Viana mas sim autónoma. Mas como eu dizia o facto de Viana estar a nossa frente deve-se as pessoas lá ser mais empreendedoras do que as de Alcáçovas, embora cá também tenhamos casos de sucesso que só injustamente poderiam ser esquecidos, que é o caso do pimentão e do doçaria, mas são apenas dois casos de inovação e de excepção.

Acima de tudo penso que a nova geração de alcaçovenses (na qual eu estou incluído) deve e tem responsabilidades de ser mais inovadora e trazer mais e melhor para a sua terra pois só assim podemos deixar de estar condenados (a médio prazo) a ser um dormitório.

Penso que a qualidade de vida e a localização da nossa vila são pontos fundamentais para que esta possa ter num futuro próximo um crescimento sustentável. Para isso há que saber mostrar o que Alcáçovas têm de melhor e “seduzir” possíveis investidores, habitantes, turistas para a nossa linda terra.

 

 

 

rmgv

publicado por alcacovas às 02:42
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Sábado, 8 de Abril de 2006

Procissão

 













 







Luis Santos 

publicado por alcacovas às 12:51
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...

O Acidental que foi um dos blogs que marcou a era da blogomania apagou-se hoje. É uma pena que se perca um espaço de debate como este. Para mim pessoalmente é com grande tristeza que deixo de ler as crónicas do Paulo Pinto Mascarenhas.  





rmgv

publicado por alcacovas às 02:58
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

De volta ao nosso blog

Tenho visitado o nosso blog diariamente, mas o tempo tem sido curto e a disposição incerta para escrever.

Mas já sinto a necessidade de vir aqui dizer qualquer coisa, conversar com os amigos do Alcacovas. E é com estes que nos entendemos, olhos nos olhos, concordando ou discordando. Mas acima de tudo com prazer, de escrever e de ler.

Um apontamento sobre Alcaçovas, ou melhor, um elogio, para a equipa de jardinagem que trabalha na nossa Vila e que vem fazendo um bom trabalho. Só peço, nesta área uma coisa, façam ainda mais.

Por exemplo : porque é que não é arranjado o espaço atrás do edifício da Biblioteca/Centro Cultural, entre as trazeiras daquele e a estrada para Montemor?      A 50 metros temos um jardim bonito, bem tratado, que nos dá alegria e prazer, e do outro lado um espaço que mais parece um baldio.

Nesta de jardinagem quero também referir o bom trabalho feito na ultima rotunda na saída para o Torrão e Alcacer, à direita, em frente de uma vivenda, havia um espaço de terra, que ficava um lamaçal quando chuvia. E agora, fizeram uma vala de drenagem junto à dita casa e ajardinaram o resto do espaço. Ficou bonito e limpo.

Do lado de fora, isto é da nossa UE, vieram boas notícias: o orçamento comunitário para 2007/2013 foi aprovado na passada 3ª Feira e aumentado. E, segundo parece, o nosso país pode sair beneficiado. Bem precisamos, mas precisamos também que os dinheiros disponíveis sejam bem usados, que regiões como o Alentejo sejam tratadas como prioritárias e que os nossos burocratas não compliquem. Fiscalizem sim, e bem, mas simplifiquem os procedimentos. Decidam depressa e paguem com rapidez.

AC

 

publicado por alcacovas às 17:11
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Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

A ler

Comentário que eu fiz ao post "Associativismo Jovem em Alcáçovas (II)".


 


rmgv

publicado por alcacovas às 15:25
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

acima de tudo só se pede bom senso!

Mais uma vez como sempre até aqui vou ser sincero com todos vós.

Este espaço foi criado com o principal intuito de promover e dar algum contributo para a nossa terra, nem que mais não fosse começar a existir debate e diálogo cívico sobre os assuntos que são importantes para todos nós como alcaçovenses. Pois bem até há bem pouco tempo isso aconteceu, as pessoas discutiam e debatiam ideias, por vezes até de uma forma mais acesa mas sempre dentro dos limites da boa educação e do convívio saudável entre pessoas cujo o único interesse era o melhor para as Alcáçovas e de certa forma conviver nesta tertúlia virtual onde todos tinham a sua opinião a dar sobre qualquer assunto, as coisas foram correndo da melhor forma até que a semana passada começo a receber ameaças e comentários verdadeiramente vergonhosos e “nojentos” os quais apaguei imediatamente tal era o seu carácter ofensivo para mim e para outras pessoas que escrevem neste blog. Desenganasse aqueles que pensam que apaguei os comentários por qualquer tipo de censura, apaguei os comentários pois estes eram verdadeiramente graves ao ponto de serem razão para procedimento judicial (desenganem-se aqueles que ofendem sem usar o nome ou mesmo utilizando nomes falsos pois no mundo da Internet tudo é possível e até saber de onde vieram esses ditos comentários, as nossas autoridades trabalham nisso e tudo será resolvido, mas isso são assuntos que certamente quando chegar a altura e se for necessário a nossa justiça saberá como tratar os mesmos) e não como qualquer atitude de censura, pois penso que se um dia isso acontecesse seria o fim deste espaço pois é contra os meus princípios qualquer tipo de atitude antidemocrática.

Neste momento para grande tristeza minha e de todos os meus companheiros os comentários estão sobre controle, para que nenhum dos nossos caríssimos leitores abrisse o blog da sua terra ou o blog que gosta de visitar e de comentar e encontrasse tal tipo de ofensas de mais baixo nível.

Para mim estes dias de comentários controlados têm sido um verdadeiro inferno pois é algo que vai contra os meus princípios, mas mostrou-se verdadeiramente útil este tipo de moderação pois as ofensas chagam sem parar quase todos os dias.

Espero que este período de comentários moderados seja relativamente curto e que o blog regresse o mais rápido possível aos moldes passados onde se podia comentar sem que esse comentário passasse primeiro por um dos administradores do blog.

Peço desculpa a todos aqueles que não tem nada a ver com este assunto e que a sua única preocupação é o melhor para a nossa terra, aos outros aqueles que por trás de nomes falsos ou do anonimato ofendem, digo apenas para saírem do anonimato e darem a cara por aquilo em que acreditam pois todo aquele que venha por bem é bem vindo, pois o debate só se consegue com mais que uma opinião e por isso a opinião de todos é bem vinda desde que não seja para ofende quem quer que seja.

Espero que exista bom censo e que as coisas mudem o mais rápido possível.

 

rmgv

publicado por alcacovas às 21:33
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Segunda-feira, 3 de Abril de 2006

Números Preocupantes no Alentejo

Região recebe a maior percentagem de mortos na estrada por cada 100 mil habitantes

 

rmgv

publicado por alcacovas às 16:12
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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