Terça-feira, 24 de Outubro de 2006

Nem pensar, jamais, nunca!!!

Na página do Público está em votação o seguinte: Concordaria com uma eventual união entre Portugal e Espanha?

 

O facto deste inquérito surgir não me espanta, pois na semana passada um jornal de grande tiragem espanhol fez o mesmo inquérito e a maioria concordava com a união entre Portugal e Espanha, com algumas condições, que o país se chama-se Espanha e que a capital fosse Madrid.

 

Sendo assim eu concordo com a união entre Portugal e Espanha com algumas condições, coisa pouca e de fácil trato.

O país em causa chamar-se-ia Portugal, a Capital seria uma cidade chamada Lisboa, o país era administrado por um Governo em que o primeiro-ministro era português e tinha como seu representante máximo o Presidente da República também português e não aquele individuo a quem chamam Rei.

A língua oficial do novo país seria o português.

A nível económico os dinheiros dos cofres do estado espanhol eram para o novo estado, leia-se, Portugal.

 

O que eu não consigo compreender é porque se anda a bater neste assunto relativo à união entre Portugal e Espanha, quando a própria Espanha sofre de graves problemas de desagregação. Com a crescente reivindicação da independência por parte da Catalunha e a luta interminável pela independência por parte do País Basco.

Por isso considero que este assunto mais não é do que chover no molhado e dar um tema para que o povo se entretenha a discutir.

Não faz qualquer sentido colocar esta questão!

 

Quanto àqueles senhores portugueses (traidores) que tiveram o desplante de votar a favor de uma união entre Espanha e Portugal, muito boa viagem. Partam o mais rápido possível, pode ser que assim o nosso país se livre de alguns exemplares de uma espécie que mesmo em vias de extinção não faz cá falta. Há mas já agora, em meu entender deveriam ser obrigados a continuar a pagar impostos para o estado português só pelo simples facto de um dia terem pisado o solo desta nação, que se orgulha de ser Portugal. Analisando o problema por esta óptica até era vantajoso do ponto de vista fiscal. Por isso partam, mas nos passaportes deveriam levar um carimbo a dizer “eu votei sim quando me perguntaram se queria a união entre Espanha e Portugal” e sabem o que isso iria significar, que nunca mais cá punham um único pé, ou melhor, para não me chamarem nomes feios e como prova da minha generosidade e que sendo eu uma pessoa de bem que sabe perdoar o seu semelhante, até podiam voltar, desde que pagassem um imposto para tal.

 

Quando em cima disse que a união entre Portugal e Espanha era um vazio sem qualquer sentido, não disse que as relações entre Portugal e Espanha não devam ser as melhores.

Defendo sim que as relações entre Portugal e Espanha devem ser as melhores possíveis e vejo isso como uma janela de oportunidade para Portugal.

Em suma, boas relações sim, união não!

 

Mas uma união entre Espanha e Portugal isso nunca. Pois a historia serve para alguma coisa e quem é que não estudou o período Filipino em Portugal e quais as consequências de tal governação para o nosso país.

 

Num fado maravilhoso Camané canta “Acordem as Guitarras!” eu atrevo-me a cantar “Acordem a Padeira de Aljubarrota”.

rmgv

publicado por alcacovas às 23:06
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