Terça-feira, 13 de Junho de 2006

Mais um vez, o caminho mais fácil!!!

Hoje ao ver a prova modelo de Economia que dá acesso ao ensino superior a maiores de 23 anos, fiquei sem palavras. Como é que se pode admitir pessoas numa Universidade quando o nível de exigência das perguntas é do género: “Os bens complementares, quando separados, satisfazem, de igual modo, as necessidades?”.

            É inadmissível que se baixe o nível de exigência a isto! Ao baixar o nível desta forma todos temos a perder, por um lado são as Universidades que vão perder qualidade e prestigio pois o nível dos seus alunos vai baixar significativamente, por outro lado as próprias pessoas que se submetem a estes exames também saem e muito prejudicadas, pela simples razão de não existir uma “discriminação” positiva, pois aqueles que menos estudam saem beneficiados em comparação com aqueles que se esforçaram, dedicaram e estudaram para fazer a referida prova.

            Um simples exemplo é a pergunta acima que ilustra bem o que eu acabo de escrever, qualquer pessoa que toda a sua vida tenha estudado línguas responderá com toda a facilidade à mesma. Deste modo como é que se pode admitir que se coloque a mesma questão a alguém que quer seguir a área económica? É o mesmo que perguntar o verbo “to be ” a um pessoa que esteja no 12º ano e queira ir para Inglês.

            De forma alguma é este o caminho a seguir para que a formação dos portugueses aumente. Se escolhermos este caminho a formação das pessoas não aumenta, ou melhor aumenta os anos que estudam, não sendo isso significado de um aumento de competências e da formação. Ou escolheremos este caminho estamos a apostar no facilitismo e nos piores, deixando a exigência apenas para os discursos cheios de pompa e circunstância dos nossos políticos. E desta forma disfarçar os números vergonhosos no que diz respeito à educação em Portugal, onde para além do existir um nível muito baixo de escolaridade, todo o ensino deixa muito a desejar.  

            Quando esta medida foi anunciada fiquei verdadeiramente entusiasmado, pois acreditava que era desta que íamos dar a oportunidade a todos aqueles que queria estudar e pelas mais diversas razões não o puderam fazer mais cedo. Mas nunca me passou pela cabeça que fosse através de testes com este é exemplo que íamos testar as competências das pessoas.

            Todos nos lembramos do falecido exame AD HOC onde as pessoas eram verdadeiramente postas à prova e só passavam aqueles que sabiam e não todos os que lá iam.

            È urgente rever estes modelos de exames de acesso ao ensino superior, para que a formação dos portugueses aumente pelo caminho que de facto deve crescer, pelo caminho do rigor e da exigência e não o do facilitismo que no médio prazo nos conduzirá sem dúvida nenhuma para a cauda da Europa no ensino Superior (se isto não for já o fim), para não falar do dinheiro que o estado vai empregar em muitas destas pessoas sem que daí obtenha os devidos dividendos.

 

P.S.: Sintam-se excluídos deste texto todos aqueles que verdadeiramente trabalharam e estudaram para conseguir entrar no ensino superior. Para esses desejo toda a sorte do mundo nesta sua nova etapa.

 

rmgv

publicado por alcacovas às 21:27
| comentar
13 comentários:
De M.J.A a 15 de Junho de 2006 às 09:58
Enfim, encontro um portugués a dizer a verdade sobre o ensino em Portugal. Se continua assim um dia destes os jovens portugueses terminam os estudos com diploma mas sem capacidades.
De fred a 16 de Junho de 2006 às 17:30
meu caro o seu artigo revela uma falta de conhecimento do assunto de que fala... os candidatos que passaram as provas têm agora que se submeter a uma entrevista...
De rmgv a 16 de Junho de 2006 às 20:19

Ora até que enfim que aparece alguém que percebe disto!
Sendo assim vou aproveitar o facto de ter aqui um especialista na matéria para lhe colocar algumas questões:
1. já que se refere à entrevista, como sendo o que vai dar prestígio a estes concursos, explique-me no que é que consiste a mesma? Será que os futuros alunos da área de ciências económicas vão ser postos à prática na entrevista sobre questões básicas matemática, que não foram por eles adquiridas? Pois as mesmas são leccionadas no ensino secundário, e como deve saber para um aluno de economia não basta saber o significado de inflação, ou de bens complementares. Porque como deve compreender economia e gestão são cursos que requerem bases muito sólidas em matemática.
2. Como é que uma entrevista de meia hora, pode fazer a diferença? Se os alunos não foram devidamente seleccionados no exame, vão ser na entrevista. (não me parece).
3. Visto que estou a falar com alguém que entende verdadeiramente este sistema de ensino, responda-me a uma última questão; porque é que se acabou com o exame ADHOC para estabelecer este exame que nos meios académicos já é conhecido como o exame da passadeira vermelha, visto o seu grau de dificuldade ser temido até por os alunos de Doutoramento.
Aguardo a sua resposta com ansiedade, mas até lá continuarei com o meu desconhecimento de causa.

P.S: saiba também, se não é que sabe já visto o seu vasto conhecimento, que as universidades e politécnicos aguardam com ansiedade estes novos alunos. Mesmo não estando a dar nenhuma novidade digo-lhe porquê: pois os mesmos vão andar lá muito tempo e durante esse tempo pagam propinas. Já viu, o que mesmo não sabendo nada disto o que eu sei, e olhe que a declaração que faço em relação as propinas não foi uma invenção da minha cabeça, mas sim uma afirmação de alguém que a fez com um sorriso de ironia que certamente o meu amigo não ia gostar de ver, visto ser um defensor deste sistema.
Cumprimentos
De fred a 16 de Junho de 2006 às 23:38
Artigo 1º
Objecto
As provas de avaliação visam facultar o acesso ao ensino superior aos indivíduos maiores de
23 anos, que não estando habilitados com um curso do ensino secundário ou equivalente, e
não sendo titulares de um curso do ensino superior, mostrem possuir
conhecimentos/competências para a frequência de um curso de licenciatura.
Artigo 2º
Componentes das provas
1. As componentes que integram as provas de avaliação da capacidade para frequentar um
curso de licenciatura são:
a) Análise curricular
b) Entrevista
c) Prova específica de conhecimentos, adiante designada por prova específica.
2. A prova específica consistirá numa prova escrita, de natureza teórica.
3. A prova específica ao ingresso em cada uma das licenciaturas incidirá numa disciplina
aprovada pelo Conselho Científico da Universidade, de acordo com a listagem constante no
Anexo I.
4. É obrigatório a realização das 3 componentes das referidas provas de avaliação.
2/7
Artigo 3º
Inscrição nas Provas
1. Podem inscrever-se nas provas os indivíduos que reúnam cumulativamente as seguintes
condições:
a) Completem os 23 anos até ao dia 31 de Dezembro do ano que antecede a
realização;
b) Não possuam um curso do ensino secundário ou equivalente;
c) Não sejam titulares de um curso do ensino superior.
2. O processo de inscrição deverá ser instruído com:
a) Boletim de inscrição, de modelo próprio da Universidade, devidamente preenchido,
b) Fotocópia simples do Bilhete de Identidade;
c) Curriculum Vitae, segundo modelo uniformizado na Comunidade Europeia,
disponível no site http://europass.cedefop.eu.int d) Declaração, sob compromisso de honra, de que satisfaz as condições descritas nas
alíneas b) e c) do ponto 1 deste artigo, de acordo com a minuta
e) Documentos que o candidato considere úteis para demonstrar as suas habilitações e
currículo (diplomas, certificados de habilitações, relatórios, obras da sua autoria, etc)
Artigo 4.º
Local e prazos de Inscrição
1. Os documentos de inscrição para a realização das provas serão entregues nos Serviços
Académicos da Universidade
2. O prazo de inscrição anual de candidaturas nas provas de avaliação para acesso e ingresso
no ensino superior no ano lectivo seguinte é o mês de Fevereiro excepto quando
expressamente indicada data alternativa.
Artigo 5º
Prazos e regras para realização da prova
1. As provas de conhecimentos serão realizadas anualmente no período de 1 a 15 de Junho
em datas a calendarizar;
2. A duração das provas é de:
a) prova específica: 120 minutos
b) entrevista: 30 minutos;
3/7
3. A informação sobre os programas para cada uma das provas específicas estará disponível
no acto de candidatura e será indicada no portal dos serviços académicos;
4. As entrevistas serão realizadas anualmente no período de 15 a 30 de Junho em datas a
calendarizar;
5. A calendarização das provas e das entrevistas será divulgada electronicamente na WEB
6. Os resultados da classificação final serão divulgados e enviados aos Serviços Académicos
até ao dia 15 de Julho.
7. Dos resultados referidos, os interessados poderão apresentar reclamação, por escrito e
devidamente fundamentado. A reclamação deverá ser dirigida ao Reitor, no prazo de 8 dias úteis a contar da data de afixação das decisões, sujeita a
emolumentos constantes do anexo II.
Artigo 6º
Júri
1. Do júri farão parte os Directores dos cursos que recebem candidaturas e dois docentes de
cada um dos Departamentos que elaboram as provas propostas pela Universidade. Os
docentes serão indicados em ambos os casos pelo Presidente do Departamento. O Presidente
do Conselho Científico indicará anualmente o Presidente do Júri. O
Júri é nomeado por Despacho da Vice-reitoria.
2. Ao júri compete:
a) Organizar as provas no geral;
b) Elaborar
De fres a 16 de Junho de 2006 às 23:40
c) Realizar as entrevistas;
d) Proceder à análise curricular;
e) Tomar a decisão final em relação a cada um dos candidatos;
Artigo 7º
Critérios de classificação
1. Na análise curricular serão apreciados os currículos escolar e profissional dos candidatos,
com um peso respectivamente de 10% e 20 %, para o total da avaliação desta componente.
2. A análise curricular não será eliminatória.
3. Na entrevista será simultaneamente avaliada a motivação e empenho do candidato bem
como a sua capacidade de expressão e compreensão, numa percentagem equitativamente
distribuída pelo peso total desta componente.
4/7
Artigo 8º
Atribuição da Classificação final
1. A classificação final resulta da média ponderada das três componentes da avaliação, de
acordo com as percentagens aprovadas pelo Conselho Científico da Universidade de:
- Análise curricular – 30%;
- Entrevista – 30%;
- Prova específica – 40%.
2. A prova específica é eliminatória se a classificação obtida for inferior a 8 valores na escala
de 10-20.
3. Aos candidatos aprovados é atribuída, pelo júri, uma classificação final expressa no intervalo
de 10-20, na escala de 0-20.
Artigo 9º
Efeitos e validade
1. As provas específicas são válidas por um período de cinco anos.
2. No período de validade das provas referido no número anterior o candidato apenas terá que
ser avaliado nas outras duas componentes, designadamente a entrevista e a análise curricular,
mantendo-se para efeitos de classificação final a classificação da prova específica.
3. Caso o candidato pretenda melhorar a classificação da prova específica, poderá repetir todo
o processo, prevalecendo a melhor nota, para efeitos de obtenção da classificação final.
4. Cada indivíduo pode candidatar-se anualmente a três cursos, inscrevendo-se para
realização de uma, duas ou, no máximo, três provas específicas diferentes.
5. As provas têm exclusivamente efeito para o acesso ao ensino superior nos termos do
Decreto-Lei 64/2006 de 21 de Março, não lhes sendo concedida qualquer equivalência a
habilitações escolares.
Artigo 10º
Certificação
1. Pela realização das provas de avaliação são emitidos, dois tipos de certidões, sujeitos a
emolumentos constantes do anexo II:
a) Da realização e classificação da prova específica;
b) Do resultado final da avaliação.
2. Da comparência em cada uma das provas poderá ser emitido documento comprovativo.
De fred a 16 de Junho de 2006 às 23:40
c) Realizar as entrevistas;
d) Proceder à análise curricular;
e) Tomar a decisão final em relação a cada um dos candidatos;
Artigo 7º
Critérios de classificação
1. Na análise curricular serão apreciados os currículos escolar e profissional dos candidatos,
com um peso respectivamente de 10% e 20 %, para o total da avaliação desta componente.
2. A análise curricular não será eliminatória.
3. Na entrevista será simultaneamente avaliada a motivação e empenho do candidato bem
como a sua capacidade de expressão e compreensão, numa percentagem equitativamente
distribuída pelo peso total desta componente.
4/7
Artigo 8º
Atribuição da Classificação final
1. A classificação final resulta da média ponderada das três componentes da avaliação, de
acordo com as percentagens aprovadas pelo Conselho Científico da Universidade de:
- Análise curricular – 30%;
- Entrevista – 30%;
- Prova específica – 40%.
2. A prova específica é eliminatória se a classificação obtida for inferior a 8 valores na escala
de 10-20.
3. Aos candidatos aprovados é atribuída, pelo júri, uma classificação final expressa no intervalo
de 10-20, na escala de 0-20.
Artigo 9º
Efeitos e validade
1. As provas específicas são válidas por um período de cinco anos.
2. No período de validade das provas referido no número anterior o candidato apenas terá que
ser avaliado nas outras duas componentes, designadamente a entrevista e a análise curricular,
mantendo-se para efeitos de classificação final a classificação da prova específica.
3. Caso o candidato pretenda melhorar a classificação da prova específica, poderá repetir todo
o processo, prevalecendo a melhor nota, para efeitos de obtenção da classificação final.
4. Cada indivíduo pode candidatar-se anualmente a três cursos, inscrevendo-se para
realização de uma, duas ou, no máximo, três provas específicas diferentes.
5. As provas têm exclusivamente efeito para o acesso ao ensino superior nos termos do
Decreto-Lei 64/2006 de 21 de Março, não lhes sendo concedida qualquer equivalência a
habilitações escolares.
Artigo 10º
Certificação
1. Pela realização das provas de avaliação são emitidos, dois tipos de certidões, sujeitos a
emolumentos constantes do anexo II:
a) Da realização e classificação da prova específica;
b) Do resultado final da avaliação.
2. Da comparência em cada uma das provas poderá ser emitido documento comprovativo.
De fred a 16 de Junho de 2006 às 23:42
meu caro faça como eu leia, informa-se e não fale daquilo que não sabe!
os meus cumprimentos a todos os que lêm e "trabalham" neste blog
De rmgv a 17 de Junho de 2006 às 00:00
meu caro, tudo o que aqui apresentou já por mim tinha sido lido, não precisava era de ter feito uma cópia integral dos artigos pois eu sei onde eles estão. pelos vistos os seus argumentos são os artigos que tirou de um site na internet. neste momento já estou perfeitamente consciente de quem é que aqui está a falar sem conhecimento de causa e de todo o problema de ineficiência que muitas destas pessoas podem gerar no ensino superior, e olhe que eu não sou!
Cumprimentos
De Luís a 17 de Junho de 2006 às 22:57
Acabam privilégios no acesso à Faculdade

Alterar tamanho
OS REGIMES especiais de acesso ao Ensino Superior - aos quais podem recorrer filhos de diplomatas, funcionários públicos em missão no estrangeiro e atletas de alta competição - vão ser revistos e reformados. O ministro Mariano Gago criticou ontem na Assembleia da República aquele tipo de excepções por serem uma «fonte de injustiças sem justificação suficiente, especialmente quando conduz à exclusão de estudantes de mérito e qualificações elevadas». Recorde-se que no Governo de Durão Barroso uma proposta de alteração à lei feita à medida da filha de um ministro conduziu à demissão de dois governantes.

No pacote de medidas apresentadas pelo ministro que tutela o Ensino Superior destaca-se ainda a obrigatoriedade das universidades e politécnicos passarem a recolher e divulgar informação sobre o percurso de emprego dos seus diplomados. Mariano Gago, para quem «o actual modelo das universidades públicas já não serve o país», vai também mexer nos modelos jurídico e organizativo das instituições de ensino.

A aplicação de dinheiros públicos na construção de imóveis passará a ser precedida de concurso, o qual avaliará a prioridade do projecto tendo em conta as necessidades do Ensino Superior.
De tita a 19 de Junho de 2006 às 20:18
só gostaria de fazer um pequeno comentário,
não se estarão por ventura a esquecer daquelas pessoas que ou não conseguiram entrar para a universidade ou não tinha dinheiro para o fazer quando tinham 18 anos e não tinham pais que lhe pudessem pagar as propinas.... talvez é para estes que está bendita lei é...já pensaram nisso?
e naquelas pessoas que por motivos de ascensão na carreira precisam de um curso superior...
analisem por este ponto de vista!
cumprimentos parabéns pelo blog

tita
De alcacovas a 17 de Junho de 2006 às 23:43

A discussão sobre acesso ao ensino superior tem sido interessante, mas há sempre questões que ficam sem resposta.
A experiência mostra-nos que leis e longos regulamentos não faltam no nosso País. O pior é a interpretação e sobretudo a aplicação (que por vezes nem aplicados são).
Se os exames de admissão são tão exigentes como é que tantos candidatos, vindos dum ensino secundário tão deficiente, conseguem entrar na Universidade? Claro que há excepções que, como é sabido, confirmam a regra.

Porque é que o as nossas universidades são tão pouco consideradas fora do País? (há excepções).

Julgo que hoje é ponto assente que tanto se quiz democratizar o ensino, tanto se procurou acabar com todo o tipo de exclusões, tanto se procurou melhorar os índices estatísticos (quantitativos) do ensino, que perdemos algumas regras básicas para assegurar um verdadeiro progresso.
Exigência, avaliação, esforço, selecção. Não somos todos iguais, as oportunidades devem ser dadas a todos, mas uns irão aproveitá-los e outros não.
AC
De freddy a 18 de Junho de 2006 às 21:54
ESTUDO
Países dos alunos que mais copiam são os mais corruptos
Os países onde os alunos de Economia e Gestão mais copiam são aqueles em que existe mais corrupção, revela um estudo da Faculdade de Economia publicado no Diário de Notícias. Em Portugal, a probabilidade de é a mais baixa do conjunto dos países da Europa do Sul. Os alunos dos países do Leste da Europa são os que mais copiam.

( 18:42 / 18 de Junho 06 )




O estudo, que incidiu sobre mais de sete mil alunos de Economia e Gestão de 21 países dos quatro continentes, concluiu pela existência de uma «forte correlação» entre a prática de copiar e a corrupção de um país.

As investigadoras Aurora Teixeira e Fátima Rocha associaram a percentagem de alunos que admite copiar e medidas de corrupção, como o Índice Internacional de Transparência, no estudo de maior dimensão mundial em número de países avaliados.

O estudo incidiu nos alunos das licenciaturas de Economia e Gestão porque, segundo as investigadoras citadas pelo Diário de Notícias, são «potencialmente os líderes económicos e políticos».

Os alunos dos países do Leste da Europa são os que mais copiam, com a Polónia a liderar a tabela, com 100 por cento de probabilidades de um aluno copiar, seguida da Roménia, com 96 por cento, e da Eslovénia, com 84, 6 por cento.

Na América Latina, o Brasil tem a mais elevada percentagem de alunos a copiar, 83 por cento, seguido da Colômbia, com 72,7 por cento.

São do Norte da Europa os alunos que menos recorrem a práticas desonestas: na Suécia apenas 4,5 por cento copia e na Dinamarca 5,1 por cento.

Em Portugal, a probabilidade de copiar é de 62, 4 por cento, a mais baixa do conjunto dos países da Europa do Sul, liderada pelos alunos espanhóis com 79,6 por cento, seguidos dos turcos com 65,4 por cento.

Na Europa Ocidental, os alunos franceses destacam-se no «copianço», existindo 83,9 por cento de probabilidades de o fazerem, na Áustria o índice situa-se nos 71,6 por cento e na Alemanha é de 50 por cento.

Para os alunos britânicos e irlandeses, a probabilidade de copiar é de 14,4 por cento.

Nos Estados Unidos da América, a probabilidade situa-se nos 38,9 por cento.

As excepções à correlação entre corrupção e "copianço" são a Nigéria, que tem um dos mais elevados índices de corrupção percebida e 42,6 por cento de probabilidades de copiar, e a Argentina, «alvo de várias tentativas para diminuir a corrupção» e com a probabilidade de os alunos copiarem a situar-se nos 44,5 por cento.

De Anónimo a 1 de Fevereiro de 2007 às 20:17
exitem pessoas que apenas necessitam de um "canudo" para explicarem a pessoas, o trabalho que j á realizam e realizam diariamente á muitos anos, apenas não tiveram quem lhe pagasse o curso.

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André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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