Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2006

Liberdade e o Ocidente

antonio1.jpg


Será isto menos grave que o Maomé com a bomba na cabeça?
Quantas embaixadas foram queimadas quando este cartoon foi publicado?
Depois venham-me com a treta que os muçulmanos têm o direito de estar indignados, direito tem, não tem é o direito de destruir e de estragar o que não é deles. Eu por mim continuo orgulhosamente a dizer “Todos diferentes, todos diferentes”, pois eu não sou igual nem quero ser igual a pessoas que a única forma de mostrarem o seu descontentamento é a destruir, a queimar e a horrorizar os outros.
E tão pouco me venham dizer que a igreja católica aterrorizou as outras igrejas e os outros credos durante centenas de anos, pois isso a mim não me interessa o que me diz respeito é o presente e o futuro e não o passado.

rmgv
publicado por alcacovas às 22:02
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6 comentários:
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2006 às 19:11
Sim Ricardo é isso mesmo! Nós estudamos a nossa História para isso mesmo, para não repetirmos no futuro as coisas más do passado! Estamos completamente de acordo!Roberto Vinagre
</a>
(mailto:roberto:vinagre@hotmail.com)
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2006 às 20:44
No que diz respeito a extremismos, neste caso "religiosos...", esquecem o principal. Esta gente é obrigada quási desde que nascem a assimilar uma porcaria de ensinamentos que por tanto repetidas tornam as pessoas autómatos, estúpidas, sem discernimento para raciocinar... Neste caso, claro que está a ser agitado por extremistas que deveriam dar a cara e não passarem o tempo "de cú pró ar...2, pois não há nenhum Deus que por dá cá aquela palha, mande matar, assassinar, maltratar, e muito mais... Tretas, ´~ao as máfias instaladas, que conseguem passar por aquilo que não são, devido ao atraso, infligido por doutrinas repugnantes, a essa gente ao londo de uma vida. Será difícil a breve prazo fazer mudar isso mas, nunca por nunca dar valor a quem não o tem. Fiquem todos muito bem.paraquedista
(http://www.paraquedista.blogs.sapo.pt)
(mailto:fsilva@sapo.pt)
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2006 às 19:41
Caro Roberto, quando eu digo que o passado não me interessa e o que me diz respeito é o presente e o futuro o que eu pretendo dizer é que o que se passou no passado não é de forma alguma desculpa para o que se passa no presente mas esse mesmo passado deve servir sim para apreendermos e não cometermos certos erros já cometidos.
Não sendo eu historiador e não tenho o teu conhecimento permite-me que te diga que a história é uma das minhas áreas de leitura e até mesmo de certo estudo, pois como futuro economista tendo compreender certos erros do passado através da historia para um dia eu próprio não os voltar a cometer.
Penso que a história é uma área de estudo nobre e que deve ser respeitada e estudada mas nunca servir de pretexto para se cometer crimes só porque outros já os cometeram no passado.
rmgv
</a>
(mailto:rgvinagre@gmail.com)
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2006 às 17:57
Pois... Um povo, nós ou outro qualquer não nascemos hoje, muito do que somos é resultado que fomos e das influências que sofremos, e tudo o que nos diz respeito é do nosso interesse sim!! Seria muito bom nós podermos chegar a um dia e dizer que o que ficou de mau para trás não interessa e para ti só interessa o que foi bom e para isso basta recordar alguns artigos que escreveste invocando as coisas boas do nosso passado enquanto portugueses.
O passado interessa ou não? Ou só interessa o que foi bom?
Eu não quero defender nada do que os muçulmanos fazem, muito pelo contrário, são radicais, e por isso eu também não quero ser radical, e há coisas que devem ser analisadas com atenção. Quando essa caricatura foi publicada, quem a elaborou foi uma pessoa cristã, europeia, logo a critica vinha de dentro. Será que o resultado teria sido o mesmo se fosse uma caricatura de um muçulmano do Líbano, por exemplo? Julgo que os católicos não iam incendiar embaixadas, mas teria sido diferente!

Roberto Vinagre
</a>
(mailto:roberto_vinagre@hotmail.com)
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2006 às 17:01
A censura e a liberdade de imprensa hão-de continuar sempre a sua luta. O poderoso exige e exerce a censura; o homem sem poderes reclama a liberdade de imprensa. O primeiro quer ser obedecido, em vez de ser limitado nos seus planos ou na sua actividade por uma contradição insolente. O segundo quer dar voz às razões que lhe legitimam a desobediência. Por toda a parte se encontrará uma tal oposição.
Notar-se-à contudo também que, à sua maneira, o mais fraco, o que sofre a dominação, procura igualmente limitar a liberdade de imprensa, nomeadamente quando conspira e procura não ser traído.
Ninguém clama tanto por liberdade de imprensa como aquele que a quer perverter.
Não podemos de forma alguma por em causa a liberdade de imprensa, seja ela por causa de uns desenhos ou por outra razão qualquer.
Nada neste mundo é mais sensível que as nossas próprias convicções, sejam elas espirituais ou materiais. A questão espiritual é uma parte muito intima da cariz humana, esta dentro de nos, faz parte de nos e nos fazemos parte de um sistema complexo, que é a sociedade que vivemos.
Nenhum ser humano tem culpa de ser muçulmano, católico, budista, protestante ect . As sociedades estão sempre numa constante mudança, de mentalidade, vida e forma estrutural.
Onde quero chegar com isto? Bom, os desenhos de Maomé não ofensivos, pelo menos na minha opinião pessoal. O grande problema disto, no meu ver, prende se pelo facto de uns extremistas aproveitarem se desta situação. Eu sei que o Islão há pessoas moderadas e aceitam isto com uma simples critica humorística. Não temos que estar a pedir desculpas a ninguém por causa de um simples cartoon, temos sim que condenar os extremismo de todas as religiões. Pois acho que o extremismo é uma espinha muito dura na garganta de uma religião.
Keynes Gondim
</a>
(mailto:darckeynes@hotmail.com)
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2006 às 01:00
Oportuno!
Curto e correcto.
Um abraço
ACAndre Correia
</a>
(mailto:raco93@yahoo.ie)

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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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