Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

Democracia ou "teatro"?

Para um dos mais reputados especialistas em gestão e por mais chocante que pareça, sim. O mais recente livro do reconhecido professor de Stanford, Jeffrey Pfeffer, não só é provocador, como nega tudo o que tem vindo a ser “vendido” como as características cruciais inerentes a uma boa liderança e consequente envolvimento dos trabalhadores. Num livro politicamente nada correcto, Pfeffer acusa a poderosa indústria da liderança de nada fazer para criar bons líderes, simplesmente porque “doura a pílula” e não assume a verdade do que se passa nas elites organizacionais. Um livro cujas receitas, se mal interpretadas, poderão causar uma dolorosa indigestão
POR
HELENA OLIVEIRA

AC

publicado por alcacovas às 12:21
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

Obra de Recuperação do Paço dos Henriques em fase avançada

  

A obra de recuperação do Paço dos Henriques em Alcáçovas está numa fase bastante adiantada, prevendo-se a sua conclusão para o final do ano.
Partilho aqui uma projeção do aspeto final do páteo dos eventos.

  

Projeto_Paço_Henriques_Alcacovas.jpg

 

Publicado por B. Borges

publicado por alcacovas às 13:53
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015

Legislativas 2015 - Resultados

legislativas_2015.jpg

Nestas Eleições Legislativas, no Concelho de Viana do Alentejo venceu o Partido Socialista com 36,61% dos votos (1014 votos), em 2º lugar ficou a CDU com 29,17% (808 votos), em 3º lugar a Coligação PàF com 18,16% (503 votos) e em 4º lugar o Bloco de Esquerda com 8,7% (241 votos). A abstenção diminuiu, o que é sempre de louvar.

Face a 2011, os resultados no concelho foram bastante diferentes:

- o PS conquista mais 325 votos, passando de 25,56% para 36,61%;

- a CDU perde 31 votos, passando de 31,12% para 29,17%;

- a Coligação PàF perde 270 votos (considerando os valores do PPD-PSD+CDS-PP que concorriam em separado), passando de 28,67% (valor somado PPD-PSD+CDS-PP) para 18,16%;

- o Bloco de Esquerda ganha 71 votos, passando de 5,56% para 8,7%.

 

O Partido Socialista obteve uma vitória expressiva quer no Concelho de Viana do Alentejo, quer a nível distrital, no entanto a nível nacional os resultados ficaram bastante aquém do esperado por parte desta candidatura.

 

Em resumo, a nivel nacional: o PS obteve um péssimo resultado, muito abaixo dos seus objetivos; a Coligação PàF vence com mais 5,45% de votos mas não consegue maioria absoluta; a CDU obteve um péssimo resultado, passando o Bloco de Esquerda para 3ª força política mais votada; o Bloco obtém uma grande vitória nestas eleições.

 

Aproveito para destacar e congratular o nosso conterrâneo e co-editor deste blog António Costa da Silva pela sua eleição como Deputado pelo Distrito de Évora!

 

Resultados - Concelho de Viana do Alentejo:

 

Resultados_Legislativas_2015_Concelho_Viana do Ale

 

 

Resultados - Concelho de Viana do Alentejo - comparação entre 2015 e 2011:

Resultados_Legislativas_2015_Concelho_Viana do Ale

 

 

Resultados - Freguesia de Alcáçovas:

Resultados_Legislativas_2015_Freguesia_Alcacovas.j

 

 

Resultados - Freguesia de Aguiar:

Resultados_Legislativas_2015_Freguesia_Aguiar.jpg

 

 

Resultados - Freguesia de Viana do Alentejo:

Resultados_Legislativas_2015_Freguesia_Viana_Alent

 

 

Resultados - Distrito de Évora:

Resultados_Legislativas_2015_Distrito_Evora.jpg

 

 

Resultados - A nível Nacional:

Resultados_Legislativas_2015_Nacional.jpg

Dados retirados de http://www.legislativas2015.pt/resultados/

 

B. Borges

publicado por alcacovas às 13:27
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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2015

O Fim do Pesadelo!

  

Um artigo do Expresso que me parece bastante esclarecedor, de Alexandre Abreu.

Deixo a ligação e o texto:

http://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_economia/blogue_econ_alexandre_abreu/2015-09-30-O-fim-do-pesadelo

 

"Em 2011, a direita concretizou finalmente o seu velho sonho de dispor de um governo, uma maioria e um presidente do seu quadrante político. Fê-lo cavalgando uma série de promessas que nunca fez tenções de cumprir – e que, naturalmente, não cumpriu.

Quatro anos depois, os desequilíbrios macroeconómicos estão muito pior do que há quatro anos. A dívida pública aumentou de 108% para 130% do PIB, a dívida externa líquida de 82% para 105%. A direita subiu ao poder prometendo ajustar os desequilíbrios macroeconómicos da economia portuguesa, mas conseguiu apenas empobrecer o país, deprimindo a produção e fazendo alastrar as falências e o desemprego.

Nos últimos dias, ficámos a saber que o défice orçamental foi de -7,2% em 2014 e de -4,7% no primeiro semestre de 2015, que o défice externo regressou assim que o travão da austeridade foi temporariamente suspenso por motivos eleitoralistas e que a poupança das famílias caíu para o nível mais baixo de sempre. Défice externo, défice público, endividamento, emigração e desemprego generalizados: não houve qualquer ajustamento, apenas empobrecimento, agora momentaneamente interrompido por motivos eleitorais.

Mas a parte mais nefasta da governação da direita não foi sequer o desastroso desempenho macroecónomico numa legislatura em que a emigração regressou aos níveis da década de 1960 e em que o investimento regrediu 30 anos. Pior – muito pior - do que isso foi a forma como este governo transformou Portugal num país muito mais desigual e muito menos decente para benefício de uns poucos.

Como repercutiu sobre os mais pobres e a classe média a maior parte dos impactos da crise ao mesmo tempo que o número de milionários não cessava de aumentar.

Como alterou o IRS, reduzindo o número de escalões, de modo a torná-lo deliberadamente menos progressivo e mais propenso ao aumento da desigualdade.

Como colocou a generalidade dos trabalhadores a trabalhar mais horas por dia e mais dias por ano a troco de salários mais baixos, de modo a transferir rendimentos para os detentores de rendimentos de capital.

Como cortou pensões e retirou apoios sociais aos mais pobres, aos desempregados, aos reformados e aos pensionistas.

Como atacou e esvaziou a saúde e a educação públicas, comprometendo o presente e o futuro dos portugueses.

Como aumentou a carga fiscal de forma inícua e injusta, agravando brutalmente o IRS e o IVA ao mesmo tempo que reduzia o IRC.

Como privatizou quase tudo o que havia para privatizar – resta a Caixa Geral de Depósitos e pouco mais – por montantes irrisórios, fazendo com que os portugueses sejam adicionalmente penalizados enquanto consumidores em resultado dos aumentos dos preços de bens e serviços essenciais.

Felizmente, existe hoje uma ampla maioria social – de dois terços, a fazer fé nas sondagens – que se opõe a que o país continue a ser devastado desta forma em benefício das elites. É fundamental que esta maioria social se mobilize no próximo Domingo, contribuindo para que o actual governo se transforme rapidamente numa lamentável recordação.

O sonho da direita revelou-se o pesadelo da maioria dos portugueses. Quatro anos depois, está nas mãos desta mesma maioria pôr fim ao pesadelo."

  

B. Borges

publicado por alcacovas às 13:41
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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