Quarta-feira, 30 de Junho de 2010

Paço dos Henriques! E....

Já lá vão 6 meses praticamente e que mais foi feito para além desta expedita denúncia e algumas limpezas circunstanciais louvavelmente feitas pela junta de freguesia alcaçovense? Agora a CMVA deve ter pulso firme na continuidade deste processo de forma a que, o tão famigerado Paço dos Henriques, outrora arma de arremesso político do PS local, não se destroçe eternamente e fique, mais uma vez vetado ao abandono. O executivo camarário tem uma oportunidade ímpar de assumir definitivamente a resolução deste problema e, visto ser da mesma cor política do Governo, ter a pretensão de lhe fazer chegar devidamente a urgência e a importância da reabilitação deste espaço, tanto pelo que representa para o concelho, como para a história de Portugal. Só salientar que quando falo na questão da mesma cor política entre o executivo camarário e o Governo, pretendo renegar falsos pretextos de burocracias e de tricas político-partidárias...Não há esse tipo de justificações neste momento. O PS ou quer de uma vez por todas resolver este imbróglio ou não quer e, nós cá estaremos para aplaudir ou não as suas futuras decisões nesta matéria.

 

Frederico Nunes de Carvalho

publicado por alcacovas às 12:13
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Terça-feira, 29 de Junho de 2010

Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade, de Alcáçovas

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:33
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Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade, de Alcáçovas

 

 

 

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:30
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ALCÁÇOVAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Retirado do http://www.skyscrapercity.com

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:58
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Uma breve história sobre a origem dos chocalhos

A produção de chocalhos, no Distrito de Évora, localiza-se especificamente em Alcáçovas (Viana do Alentejo), desenvolvendo-se em círculos familiares muito fechados. A obrigatoriedade da utilização de chocalhos remonta a 1375, data das mais antigas Posturas da Cidade de Évora, onde se regulamentava o seu uso nos animais, e desde 1439 documenta-se o fabrico de chocalhos em Alcáçovas, quando os seus mesteirais se arregimentaram na Casa dos Vinte e Quatro, em Évora (MONIZ, 2000).
Uma actividade que continuava florescente nos finais do século XIX, já que em 1890, existiam em Alcáçovas dez oficinas com vinte chocalheiros. Em 1913, dezassete famílias trabalhavam nesta indústria (PINHEIRO, 1995).
Quando da constituição do Gabinete do Artesanato Regional do Distrito de Évora (G.A.R.D.E.), em 1963, no âmbito do Museu do Artesanato Regional, existiam as seguintes oficinas em laboração: António Grosso Sim-Sim, João Chibeles Penetra, Joaquim Firmino da Silva Sim-Sim, Francisco Barroso e Silvério Augusto Sim-Sim, que forneceram chocalhos para exposição e também para venda ao mercado.
Chocalho estreito
Um outro tipo de chocalhos do espólio do Centro de Artes Tradicionais é o chocalho estreito, diferindo na forma e no tipo de badalo dos restantes. Um exemplo é da peça da imagem, com o número de inventário CAT 9.MET.
Chocalho cilíndrico, de tipo estreito, de pequenas dimensões, realizado em chapa de ferro, de cor acobreada, possivelmente utilizado para ovelhas. Possui asa semi-circular, lisa, soldada ao corpo do chocalho que apresenta uma fita no bordo da peça para impedir que abra.Tem um badalo fabricado com folha de metal enrolado sobre si mesma, do mesmo comprimento do chocalho, preso na parte superior, notando-se, no exterior, uma aleta de reforço.
Chocalho reboleiro
No espólio do Centro de Artes Tradicionais existem vários tipos de chocalhos. A peça apresentada hoje tem o número de inventário CAT 38.MET, tendo autoria e datação desconhecida.
Este chocalho cilíndrico de tipo reboleiro, originário das Alcáçovas, é executado em chapa de ferro, de cor acobreada. Possui asa semi-circular, com as laterais dobradas, soldada ao corpo do chocalho. Este vai-se estreitando até ao bordo, formando dois bicos salientes na parte superior.
Apresenta uma pequena fita no bordo lateral para impedir que o chocalho abra e sinais de raspagem em todo o corpo do chocalho.Tem um badalo de azinho (cartel), do mesmo comprimento do chocalho, com um bico saliente de forma côncava, que é fixo por uma fita de cabedal enrolada a uma argola de metal, presa na parte superior, notando-se, no exterior, uma aleta de reforço.
Como na próxima sessão de Artesanato ao vivo vão ser executados este tipo de peças, aproveitamos esta oportunidade para divulgar no blogue alguns chocalhos da colecção do Centro de Artes Tradicionais.
De forma a melhor compreender o seu processo de fabrico, hoje publicamos uma imagem de um Chocalho embarrado, com o número de inventário CAT 195.MET. Da autoria de João Chibeles Penetra (n. 1926), chocalheiro das Alcáçovas e fundzador do Museu do Chocalho na localidade, esta peça data dos anos 80.
Após a fase de corte e de enrolamento (o processo de moldar chama o chocalheiro de enrolamento) estar completa, inicia-se a fase de embarrar o chocalho. Este é envolto por uma mistura de barro amassado de saibro (argila com mistura de areia e pedras) misturado com moinha (fragmentos miúdos de palha que ficam na eira depois da debulha dos cereais, actualmente isso já não acontece e o artesão compra a palha e manda-a para um triturador para ficar o tamanho conforme se quer) que tem a finalidade de não deixar gretar o barro e de conseguir aguentar o calor da forja.
O chocalheiro põe o barro seco num barreiro com água, abrindo sulcos e põe-o em lama, levando-o para a pedra de amassar o barro, e conforme a sua quantidade, idêntica é a quantidade da moinha. O barro espalma-se de modo a cobrir por completo o chocalho em bruto, colocando-se no seu interior pequenos pedaços de latão, que são distribuídos pelas duas faces. Este metal é que vai soldar o chocalho e cobrear.
Numa chapa de ferro polido riscam-se vários chocalhos com o mesmo tamanho. Depois de cortados os vários rectângulos, são talhados.
O chocalho é enrolado com um martelo, bigorna, e a força das mãos. Seguidamente fazem-se outras componentes do corpo do chocalho – asa, céu, batente com os instrumentos anteriormente referidos. Em seguida, utiliza-se o barro que é derregado e amassado com palha triturada, que se designa moinha. Esta serve para embarrar o chocalho, corta-se o latão para ser colocado e entre a pasta e o chocalho, que tem de enxugar muito bem para que não fique com humidade, o que pode demorar uma a duas semanas.
Quando está bem seco vai ser soldado, a fusão do latão com a chapa de ferro permite soldar as costuras, dar consistência à chapa, além de dar cor ao chocalho. Para isso a chapa de ferro tem de ficar ao rubro. É retirado o chocalho e rebolado no chão em cima do cisco de forma a que o latão , enquanto está liquido cubra todo o chocalho, sem ficar demasiado retido na boca.
O chocalho é mergulhado em água. Parte-se o cuscumalho, e vai a afinar na bigorna com o martelo através de pancadas até chegar ao som pretendido. A afinação consiste na obtenção máxima do som que cada chocalho dá. A fase final consiste no polimento do chocalho para puxar o brilho, na colocação do badalo de madeira e da coleira, feita em pele de vaca, que é fixa por uma fivela em latão. Se o chocalho tiver mais de 25 cm o artesão coloca a sua marca, ou a do cliente no caso dele a fornecer.
Retirado do Centro de Artes Tradicionais / Antigo Museu do Artesanato http://catekero.blogspot.com
 
Editado por António Costa da SIlva
publicado por alcacovas às 12:28
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Paço onde 'nasceram' as ilhas é ruína à mercê da natureza

 

Paço dos Henriques, onde foi assinado o Tratado de Alcáçovas, precursor do de Tordesilhas, está ao abandono. Ministério admite obras em 2011, mas ainda não sabe os custos

Os azulejos e as conchas que deram nome ao jardim há muito que foram arrancados deixando despida uma boa parte das paredes. Agora é o torreão que ameaça desmoronar, com a natureza a tomar conta do espaço. "Uma tristeza", diz Anunciação Baioneta, da Associação dos Amigos de Alcáçovas, lembrando que todo o conjunto foi "deixado ao abandono", numa espiral de degradação e ruína.

O conjunto é o Paço dos Henriques, também conhecido por Paço Real, fundado no século XIII e que conheceu o seu momento de maior esplendor em 1479 quando D. Afonso V ali recebeu uma embaixada dos Reis Católicos (Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão) para assinar um tratado precursor do de Tordesilhas. Através do Tratado das Alcáçovas, Portugal viu reconhecido o seu domínio sobre os arquipélagos da Madeira, Açores e Cabo Verde, ficando Castela com as Canárias e renunciando a navegar para sul do cabo Bojador.

Local de residência dos Henriques de Trastâmara, "senhores" das Alcáçovas, o edifício foi objecto de uma profunda remodelação em meados do século XVI. Cinco séculos depois encontra-se totalmente abandonado.

"A última família ali residente saiu por altura do 25 de Abril, depois das ocupações de terras pela Reforma Agrária", refere Anunciação Baioneta, acrescentando que desde essa altura as obras realizadas não permitiram evitar as consequências da desocupação.

Antes de ser integrado no Património do Estado em Setembro de 1994, altura em que passou para a alçada do Ministério das Finanças, o Paço ainda acolheu uma escola e uma cooperativa. O estado de ruína é visível logo desde o portão de entrada. "Valorizar todo este património material e imaterial, o Paço e os acontecimentos que ali ocorreram, é importante para a promoção da vila e do Alentejo", defende a responsável.

Vereador com os pelouros do Património e da Cultura na Câmara Municipal de Viana do Alentejo, João Pereira concorda com a necessidade de uma intervenção "urgente" que permita "evitar a continuação da ruína" de um imóvel com um "enorme valor histórico". Segundo o autarca, tanto a Câmara como o Ministério da Cultura estão empenhados na elaboração de um projecto que permita sustentar a apresentação de uma candidatura a fundos comunitários para recuperar o Paço e dar-lhe novos usos, tais como um pequeno auditório, biblioteca, posto de turismo e um núcleo de documentação sobre as relações diplomáticas entre Portugal e Espanha no período quinhentista.

"Quem é da terra sente--se inconformado com o desprezo e abandono do monumento mais emblemático da vila. Mesmo as pessoas menos informadas sobre o valor patrimonial e simbólico do Paço, sem uma noção real da dimensão do que se está a perder, reconhecem que poderia tratar-se de uma mais-valia em termos de desenvolvimento económico".

João Pereira assegura que o município está disponível para "percorrer todo o caminho necessário" à concretização do projecto: "Estamos abertos a participar na recuperação, manutenção e gestão do imóvel."

Por Luís Maneta no

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:20
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Sábado, 26 de Junho de 2010

As Rosas de Atacama - Luís Sepúlveda

Sinopse
Assim nasceu o presente livro, As Rosas de Atacama, “Histórias marginais” (aliás o título da edição original espanhola), e também histórias de marginais, os relatos, quase sempre curtos, que compõem esta obra têm os ingredientes a que Luis Sepúlveda habituou os seus leitores desde O Velho Que Lia Romances de Amor: a defesa da vida e da dignidade humana, a luta pela justiça, o elogio dos valores ecológicos, o exotismo como afirmação de que os sonhos são os mesmos em todos os lugares da Terra.
Em Sepúlveda, a realidade supera sempre a ficção. Daí que este extraordinário contador de histórias continue a servir-se da sua condição de andarilho das cinco partidas do mundo para nos oferecer, em lampejos de génio, o retrato insuperável dos homens e das mulheres que, no anonimato, ajudaram, ajudam e ajudarão a construir o verdadeiro rosto da História.
Editado por António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 13:44
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Chiparam a Lei!

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:03
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Upa. Upa. Sr. Primeiro-ministro

O primeiro-ministro confessou hoje aos jornalistas, no final do debate quinzenal no Parlamento, que “muitas vezes sinto-me sozinho a puxar pelo País”.

Upa. Upa. Sr. Primeiro-ministro, não se canse mais, mesmo que a "Fernanda Canse-o". Parece-me que os portugueses não querem que o senhor faça esses esforços.

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:54
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Domingo, 20 de Junho de 2010

Reforma administrativa

Extrato de um artigo de hoje no DN: 

 

Desde 1855 que não se extingue um concelho ou uma freguesia em Portugal. E desde 2005 que o "tabu" tem vindo a ser alimentado" pelos diversos governantes e dirigentes autárquicos. O presidente do PS colocou o dedo na ferida. Almeida Santos sustenta que "nos tempos actuais não se justifica a existência de 308 municípios" e propôs a sua redução, o que permitiria "uma poupança brutal que seria usada em favor dos cidadãos". O secretário-geral do PSD concordou. "A reforma administrativa do País é imperiosa", afirmou Miguel Relvas.

Em Portugal, mais de metade das freguesias tem menos de mil habitantes e há 36 concelhos com menos de cinco mil habitantes, de acordo com censos de 2001 e quatro concelhos que têm uma só freguesia: Alpiarça, São João da Madeira, Barrancos e São Brás de Alportel.

 

Há muito que se deveria discutir este assunto, mas cuidado.

O problema existe e tem que ser debatido, estudado e enquadrado numa reforma mais ampla, que terá que passar pela administração central.

Porque é que não se começa por analisar e resolver o problema dos Governos Distritais?

Acabar com estes símbolos do centralismo político do tempo da ditadura traria uma boa poupança.

Será que precisamos mais de um Governo Civil ou de uma (ou mais) Câmara Municipal?

Será que o desaparecimento de um concelho é mais penoso para o cidadão do que desaparecimento dum G. C.?

Há muito a fazer. Há, realmente, reformas urgentes, mas não se fale apenas da racionalização da administração local.

AC 

 

publicado por alcacovas às 12:29
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Sábado, 19 de Junho de 2010

Andamos assim...

 

Editado por Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:53
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Futsal - Meia Maratona Bairros do Concelho

 

Visto no Site da CMVA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:36
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Encontro de Associativismo Juvenil

 

25 de Junho| Sexta-feira

18h00| Início do Torneio de Futsal "Bairros do Concelho"
19h00| Abertura dos Stands
20h30| Música Tradicional:
- Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo
- Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral Velha Guarda de Viana do Alentejo
- Grupo Coral Feminino "Paz e Unidade"
- Grupo de Música Popular "Flores do Campo"
24h00| Dj's da Freguesia


26 de Junho| Sábado

18h00| Continuação do Torneio de Futsal
19h00| Abertura dos Stands
19h00| Mega Aula de Fitness
20h30| Marcha Popular do Concelho de Viana
21h00| "Hora da Sardinha"
21h30| Concerto "C85"
22h30| Arraial Popular - Baile com "Banda Impulso"
02h00| Dj's da Freguesia


27 de Junho| Domingo

15h00| Curso de Auto-defesa para Senhoras
19h00| Abertura dos Stands
19h00| Final do Torneio de Futsal
20h30| "Marchinha Alcaçovense"
21h15| Dança
- Secção de Dança da Casa do Benfica em Viana do Alentejo
22h00| Música Popular
- Grupo de Cantares Populares Seara Nova
- Grupo de Música Popular Campos do Alentejo

 

Visto no Site da CMVA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:34
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Alcáçovas em destaque - Linha Ferroviária

Podemos ler uma notícia no Diário Digital que refere que a ligação ferroviária entre Alcáçovas e Beja será mantida, apesar da requalificação dessa linha.

Será mesmo verdade?

Os eborenses, esses que ainda muito recentemente tinham deixado para trás a ligação ferroviária até Casa Branca de automotora que rondava os 60kms/hora, vão ter a ligação até Lisboa interompida por um período alargado(consta que cerca de 2 anos). Se esta situação se passasse no litoral ou numa outra grande urbe do país, aqui d´el rei!!! E com o fecho de escolas no interior, venham então falar-me em Regionalização...assim é fácil convencer os menos esclarecidos e implementar mais uns quantos ninhos de incompetentes e filiados partidários sem emprego, ávidos por um lugar ao Sol!

 

Boa Noite,

 

Frederico Nunes de CArvalho

publicado por alcacovas às 02:05
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Os chocalheiros

Estou a coligir, pesquisar, informação sobre os chocalheiros, famílias, que de há muito (centenas de anos) fizeram desta "arte" um símbolo das Alcáçovas.

Temos ainda alguns chocalheiros reformados e alguns, poucos, que ainda lutam para conservar esta actividade.

O fabrico de chocalhos nesta Vila leva já centenas de anos, talvez desde o século XIV (?).

Hoje o "chocalho" é património, invulgar e precioso, de todos nós.

Temos que preservar o que existe e se conhece, de forma a que a história dos chocalheiros e de tudo o que esteja ligado a esta arte, não se perca.

Já recolhi muita informação, já "conheço" muitos dos chocalheiros que nesta terra labutaram e labutam há muitos anos. Mas há tanto para saber, tantas falhas, tantas incógnitas.

Por isso venho pedir a quem leia este post e saiba alguma coisa sobre a história dos chocalhos nas Alcáçovas que me contacte. Nomes de antigos chocalheiros, de locais de antigas oficinas (já desaparecidas) etc, etc.

Memórias, documentos antigos, fotos ....

Fico à espera, com esperança.

AC

publicado por alcacovas às 12:54
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

***

Parece que afinal já somos campeões de alguma coisa!

Já lá vão 600 mil e se as coisas continuam como estão, duvido que a situação fique por aqui!

 

É exigido ao governo respostas urgentes, que certamente não passam por esconder os números do desemprego através de programas temporários de ocupação.

 

Ricardo Miguel Vinagre

publicado por alcacovas às 12:14
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Sábado, 12 de Junho de 2010

Paço dos Henriques voltou a abrir para uma noite de poesia - Ainda sobre a Quinzena Cultural

 

“Liberdade” de Fernando Pessoa deu o mote para um Serão de Poesia e Contos Populares que decorreu no passado dia 25 de Maio, no Pátio do Paço dos Henriques, em Alcáçovas, no âmbito da XIIIª Quinzena Cultural.

 

O Pátio do Paço dos Henriques, em Alcáçovas, voltou a abrir ao público no passado dia 25 de Maio para um Serão de Poesia e Contos Populares.
O projecto “Por Terras Dentro a Ler +”, da responsabilidade da Associação Terras Dentro/CNO surgiu integrada na XIIIª Quinzena Cultural de Alcáçovas e pretende segundo Alexandra Correia, criar o gosto pela leitura nos adultos da região, nomeadamente junto daqueles que frequentam o Centro Novas Oportunidades.
Para além da importância da iniciativa que junta à volta da leitura e dos livros um conjunto de pessoas, o facto do serão decorrer no Pátio do Paço dos Henriques foi motivo de satisfação para todos, conhecido que é o estado de degradação do imóvel.
Naturalmente satisfeito estava o vereador do Município de Viana do Alentejo, João Pereira. O autarca fez votos para que dentro de pouco tempo “possamos utilizar este espaço de uma outra forma, numa vertente cultural”. O mesmo responsável fez questão de informar que a “Autarquia está, neste momento, a encetar todos os esforços ao seu alcance. O projecto de arquitectura do Paço dos Henriques está a ser executado na delegação do Ministério da Cultura de Évora”, garante. Após o projecto de arquitectura, segue-se o processo de candidatura e, posteriormente a execução da obra. Para que tal aconteça é “necessário encontrar parcerias”, diz João Pereira.
Também a Presidente da Junta de Freguesia de Alcáçovas, Sara Pajote, manifestou o seu orgulho pela realização deste serão no Pátio do Paço dos Henriques, que apenas acontece depois de um trabalho exaustivo de limpeza por parte dos funcionários da Junta.
“Liberdade” de Fernando Pessoa deu o mote para um serão que decorreu pela noite dentro recheado de poemas de autores consagrados e também de alunos do Centro Novas Oportunidades.

 

Retirado do Site da CMVA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 13:48
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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 

 

“Ao desconcerto do Mundo”

 

Os bons vi sempre passar

no Mundo grandes tormentos;

e pera mais me espantar,

os maus vi sempre nadar

em mar de contentamentos.

Cuidando alcançar assim

o bem tão mal ordenado,

fui mau, mas fui castigado:

assim que, só pera mim,

anda o Mundo concertado.

 

Poema de Luís Vaz de Camões

 

Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 18:33
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Festa da Primavera em Aguiar começou hoje!

  

 

Entre os dias 10 e 13 de Junho realiza-se em Aguiar a tradicional Festa da Primavera. Música, desporto, stand's e o lançamento do livro de poesia de Júlia Valério são alguns dos destaques desta iniciativa.

   

FESTA DA PRIMAVERA

AGUIAR 2010

10 a 13 de Junho

10 Junho| Quinta-feira

9h00| Marcha da Primavera
17h00| Torneio de Futsal Inter-Comerciantes - G.C.D.A.
19h00| Abertura de Stand's
19h00| Workshop Defesa Pessoal "Senhoras" - Salão de Festas - CAEMMO
21h00| Lançamento do Livro de Poesia de Júlia Valério
23h00| Dj's da Freguesia - G.A.J.A.


11 Junho| Sexta-feira

18h00|Demonstração de Taekwondo e Jiu-jitsu - CAEMMO
19h00| Abertura de Stand's
21h00| Desfile da Marcha Popular do Concelho de Viana
22h30| Baile com "CHAVE D'OURO"
Dj's da Freguesia - G.A.J.A.


12 Junho| Sábado

10h00| Passeio BTT Familiar - Galopar e Pedalar
16h30| Garraiada - G.C.D.A.
19h00|Abertura de Stand's
20h30| Rancho Folclórico Flor do Alentejo
21h30| Secção de Dança da Casa do Benfica em Viana
22h00| Classe de Dança da Ass. Equestre de Viana
22h30| Baile com "Filipa & Miguel"
Dj's da Freguesia


13 Junho| Domingo

10h00| Torneio de Malha - J.F.A.
12h30| Sardinhada oferecida à população pela Câmara Municipal
14h00| Abertura de Stand's
15h00 às 18h00| Terapias Orientais, Medicina Oriental Chinesa
18h00 às 19h00| Demonstração de Artes Marciais - CAEMMO
20h00| Final do Torneio de Futsal Inter-Comerciantes - G.C.D.A.
22h00| Espectáculo Musical com IRAN COSTA e suas bailarinas

   

 

Informação retirada da página do Município de Viana do Alentejo

 

Publicado por B. Borges

publicado por alcacovas às 15:46
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Jovens alcaçovenses receberam prémios na Gala de Futebol da AFE

Ontem fui assistir à Gala de Futebol Distrital de Évora 2010, organizada pela AFE.

A principal razão que me fez lá ir foi a equipa de Infantis do SCA. Esta equipa, onde joga o meu filho, foi premiada pela vitória no campeonato.

Fiquei arrepiado com aquele triste espectáculo. Uma iniciativa que até podia ter sido interessante, foi um grande desastre. Aliás, quase a descambar para o deprimente.

Em primeiro lugar, para quem tentava perceber o que é que se passava ali, ou pelo menos tentar entender o que se dizia, era uma missão totalmente impossível. A acústica da Arena de Évora e provavelmente a péssima aparelhagem utilizada tornavam o som praticamente imperceptível. Será que o “velho” Garcia de Resende não seria um espaço mais digno?

Uma das coisas que poderia ter sido interessante foi o espectáculo musical apresentado no início. As vozes e a qualidade musical até parecia ter qualidade, mas infelizmente foram prejudicados pela péssima acústica e pelos cenários altamente azeiteiros que ali foram colocados.

Chegou a hora da entrega dos prémios, então a coisa ainda conseguiu ser pior. Chamam-se representantes das equipas, apresentam-se fotografias roubadas na blogosfera (sem anunciar o dono) e representantes das diferentes autarquias. Chama-se o representante de uma equipa de formação da sede do nosso concelho para se entregar o prémio Fair Play e ninguém aparece. Chama-se um representante da nossa autarquia, então a expectativa aumenta. Gera-se um silêncio na sala e ninguém aparece. Foi assim o início deste “espectáculo”.

Será que a AFE não é capaz de assegurar se estão ou não presentes os respectivos representantes dos clubes e das respectivas autarquias? Será que esses clubes não têm ninguém para os representar? Será que as autarquias também não têm ninguém para as representar? Ou será que a formação desportiva de jovens apenas serve para inglês ver?

Depois aparecem os discursos de apoios aos jovens, de apoio ao desporto, de apoio à formação de jovens, blá, blá, blá, blá…

Depois aparecem os discursos do interesse que as actividades amadoras têm e a coisa começa a piorar. O que vemos é um triste cenário: os clubes vão às finais das taças e a AFE nem sequer se digna mandar um representante para entregar as taças. A AFE apresenta fotos que não tirou (ou tirou de outra forma) das equipas dos diferentes campeonatos, onde nem sequer se dignou a comparecer.

Enfim! É este o mundo onde nós vivemos…

Positivo foi a representação do SCA, com muita dignidade. Estiveram presentes vários dirigentes e muitos atletas acompanhados pelos seus pais e familiares.

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:31
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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