Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

2010, o futuro como será?

A todos os companheiros desta pequena aventura, do pequeno blog que nasceu numa pequena Vila e que hoje já consegue "voar" por outras terras, agradeço a companhia e a oportunidade de escrever umas coisas e ler outras.

Para vocês e para todos os que nos lêem, os meus votos: que o 2010 seja um ano de realizações e de alegrias, mas nunca esquecendo que a concretização dos votos são também e principalmente consequência daquilo que nós fizermos. 

Um grande abraço para todos.

AC

publicado por alcacovas às 19:12
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2010

Desejo aos meus companheiros de blog e a todos os nossos leitores um ano de 2010 cheio de saúde e sucessos pessoais e profissionais. Ricardo Miguel Vinagre
publicado por alcacovas às 17:15
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Desejos de um excelente 2010!

 

A todos os colegas da blogosfera e a todos os leitores e activistas deste blog desejo umas boas entradas em 2010 e um excelente ano novo de Vida Nova!

 

Abraços,

B. Borges

publicado por alcacovas às 17:09
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Poesia para um ano melhor

Receita de Ano Novo

 

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

 

Carlos Drummond de Andrade

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:32
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Desejos de um bom 2010

Recomeça….

 

Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

 

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças…

 

Miguel Torga

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 14:30
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CAIM - JOSÉ SARAMAGO

 

Sinopse

Quem diabo é este Deus que, para enaltecer Abel, despreza Caim?


Se em O Evangelho Segundo Cristo José Saramago nos deu a sua visão do Novo Testamento, em Caim regressa aos primeiros livros da Bíblia. Num itinerário heterodoxo, percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha pela mão dos principais protagonistas do Antigo Testamento, imprimindo ao texto o humor refinado que caracteriza a sua obra.


Caim revela o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: a capacidade de fazer nova uma história que se conhece do princípio ao fim. Um relato irónico e mordaz no qual o leitor assiste a uma guerra secular, e de certa forma, involuntária, entre o criador e a sua criatura.

Caim de José Saramago

 

Excerto

“A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele."


José Saramago

 

O livre lê-se bem. Apesar de considerar que não é das melhores obras do autor, no entanto, lê-se muito bem. Gostei.

 

Pior são as suas agressivas palavras proferidas oralmente….

 

António Costa da Silva

 

 

 

 

publicado por alcacovas às 14:18
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Como preparar os jovens para o futuro?

Aprender o quê num mundo em que o desenvolvimento tecnológico cresce exponencialmente?

Será que aquilo que se ensina hoje nas escolas será suficiente para arranjar um emprego daqui a 10, ou 5, ou mesmo 3 anos?

Os nossos jovens quando acabarem a sua formação escolar irão deparar-se com novas tecnologias, que ainda não tinham sido inventadas quando andavam na escola.

As nossas escolas estão a preparar estudantes para empregos que ainda não existem a, portanto, para os quais os alunos de hoje não estarão preparados.

Mas se assim é, também a escola devia acompanhar esta mudança, rápida e imprevisível.

Mas será isto viável?

Como preparar professores para esta necessidade de actualização permanente num mundo em que a mudança é o padrão esperado?

Como preparar um jovem para um futuro, a curto prazo, em que a flexibilidade do emprego será uma consequência da constante e vertiginosa evolução de todas as tecnologias, de todas as ciências?

O que se ensina hoje, na maioria das áreas curriculares será mera história daqui a meia dúzia de anos.

Mas a escola dos nossos dias ainda não conseguiu, ou não foi capaz, entender nem acompanhar o desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento e a quantidade e a variedade da informação gerada no mundo de hoje.

Toda a informação gerada neste ano é maior do que a acumulada nos últimos 5000 anos.

Hoje o que devíamos acentuar, privilegiar no ensino deveria visar o desenvolvimento das capacidades de raciocínio, de investigação, de auto aprendizagem para toda a vida. Mais do que arquivar memórias (rapidamente obsoletas) nas cabeças dos jovens é preciso agilizar, capacitar para compreender, para raciocinar, para analisar, para estudar.

Claro que sempre (?) teremos que continuar a ensinar, mais ou menos como se vai fazendo actualmente, algumas disciplinas como línguas (não na óptica de uma só língua nacional, mas de várias línguas), matemática e pouco mais.

“Perder” tempo, 10 anos ou mais, a armazenar informação que se desactualiza rapidamente a cada ano que passa, não é solução e irá causar, dentro de poucos anos (ou já?) enorme frustração.

 

AC

 

 

publicado por alcacovas às 13:00
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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Reclamações de Municípes

Antes de mais e, para todo o auditório do blogue Alcáçovas, aqui vão os meus snceros votos de um excelente ano de 2010, repleto de paz, harmonia, sucessos e alegria,

 

Agora, de encontro ao título deste artigo, quero deixar a todos vós, um endereço na rede de um sítio onde os municípes se podem queixar de algumas situações menos próprias nos seus concelhos.

Neste espaço, podem criar-se petições locais, estimular-se debates, apresentar-se queixas ou denúncias. Por tudo isto, entendi ser interessante referenciar esta página!!

 

Um abraço,

 

 

Frederico Nunes de Carvalho

publicado por alcacovas às 23:44
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Encontro em Alcáçovas - Novas Oportunidades

Logótipo Agência Nacional para a Qualificação   

 

 

Alcáçovas foi palco, no dia 11 de Dezembro, de um Encontro de Técnicos e Formadores de Centros Novas Oportunidades, promovido pelo Centro Novas Oportunidades da Terras Dentro.


Repleto de iniciativas, este encontro integrou um workshop, dinamizado pela especialista Pia Kraemer, que possibilitou o debate e um momento de trabalho em torno das questões ligadas à motivação para a aprendizagem no âmbito da educação e formação de adultos. Integrou ainda uma apresentação geral do projecto Novas Oportunidades a Ler +, que possibilitou a sua contextualização, através de exemplos de intervenções e actividades que podem ser desenvolvidas pelos profissionais e formadores nas diversas fases do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC).


Do programa de actividades deste encontro fez ainda parte a inauguração de uma exposição designada "Arte (sanato) e competências" que tem como objectivo mostrar e valorizar diversos trabalhos realizados por formandos que participaram em processos de RVCC através do Centro Novas Oportunidades da Terras Dentro, respondendo à questão "Como é que, através de uma actividade artística, se podem desenvolver competências básicas para a vida?".


Por fim, associado às comemorações dos 530 anos da assinatura do Tratado de Alcáçovas, teve lugar um jantar temático, marcado por um ambiente, música e ementa da época, que contou com a presença do historiador João Marinho dos Santos, da Universidade de Coimbra.

 

Visto no site da ANQ Logótipo Agência Nacional para a Qualificação

 

 

 

 

 

Editado por António Costa da Silva

 

Aproveitamos para informar que a exposição "Arte (sanato) e Competências" se encontra aberta ao público no Centro Cultural de Alcáçovas de 3ª a Sábado (de 5 a 9 de Janeiro de 2010) entre as 16:00 e as 19:00 horas.
publicado por alcacovas às 17:06
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Urgente –Bebé de Aguiar necessita de transplante de medula.

O bebé da Daniela chama-se Diogo, tem seis meses e está internado em Lisboa. Em princípio irá precisar de um transplante de medula porque tem um nível de plaquetas muito baixo. Quem quiser fazer os testes para ver se é dador compatível com o Diogo é só dirigir-se ao Hospital do Patrocínio, piso 4, serviço de sangue.

 

Esta é uma situação real. Não é igual a muitas outras que circulam na net e nos deixam confusos. Já agora, é possível fazer o teste até amanhã há hora de almoço, no Hospital do Patrocínio.

 
A Daniela agradece a todos que queiram ajudar o Diogo.

 

António Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 17:04
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Ser pessimista?

Ser pessimista para recuperar a esperança

 

Portugal conhece uma democracia com um baixo grau de cidadania e liberdade.

… o Portugal de hoje é ainda uma sociedade de medo.

… estamos longe de expressar, de explorar, e portanto de conhecer e de reivindicar os nossos direitos cívicos e sociais de cidadania, ou seja a nossa liberdade de opinião, o direito à justiça, as múltiplas liberdades e direitos individuais no campo social.

Estas palavras de José Gil, em “PORTUGAL HOJE – O medo de existir” não podem deixar ninguém indiferente.

São uma espécie de cicatriz a fogo que não conseguimos sarar. São para mim uma mensagem de pessimismo, mas também e em contradição fazem-me acreditar que há sempre um caminho de esperança.

Pior do que ser pessimista é ser indiferente e isso não posso aceitar.

O meu pessimismo incentiva-me à luta, obriga-me a procurar uma cura, uma esperança.

Passamos presentemente por um período muito difícil, com uma crise exterior que veio destapar uma crise interna estrutural e arrasadora.

Os críticos, mesmo quando pessimistas, lutam. O pessimista tem sempre uma esperança escondida. O pessimista é, apesar de tudo, um lutador e, talvez, um lutador mais consciente.

Pode exagerar ou, melhor, argumentar com dureza pois o que vai mal não se combate só com palavras de ânimo, nem com declarações cor-de-rosa.

O que vai mal, evidência de um declínio persistente, não se pode corrigir sem crítica e a crítica tem, na maioria dos casos, que ser pessimista ou, talvez melhor, realista.

Temos que dizer, sem receios, que o país vai mal e sermos pessimistas pois as desgraças que nos atormentam não podem ser pintadas com cores alegres.

Mas o pessimismo pode levar-nos a medidas extremas, descobrindo dentro de nós força e imaginação para inverter situações aparentemente irreversíveis.

Temos que procurar soluções, temos que participar, procurar formas para vencer o “monstro” que os nossos políticos vêm criando nos últimos anos.

A esperança do 25 de Abril, os percalços do PREC, os primeiros governos, com mais ou menor sucesso começaram a abrir e a construir um caminho para vencermos os pessimismos que nos atormentam desde 1580.

Mas foi sol de pouca dura. Com mais ou menos pessimismo o que temos sofrido é mau, negativo e desanimador: corrupção, clientelismo partidário, aumento do peso do estado central, afastamento do cidadão, justiça que não funciona, opaca, complexa.

O medo voltou, temos medo de criticar o Partido e de perder o “tacho”, temos medo que o patrão acabe com o negócio ou reduza o pessoal, temos medo de criticar o médico, as funcionárias do Centro de Saúde ou do Hospital, temos medo dos fiscais, dos funcionários, dos professores.

Não criticamos, não barafustamos, não tomamos posições radicais. Estamos mansos como cordeirinhos, tratamos da nossa vidinha e não queremos problemas. Deixámos de participar, votamos por hábito e aí acaba a nossa participação cívica.

O poder não comunica, não dialoga com o cidadão, não se preocupa em conhecer a realidade. O poder faz marketing (no mau sentido), promete, procura mostrar-se positivo, optimista. Mas a fotografia está retocada e nenhum de nós acredita já na classe política

O poder e a justiça (que é talvez o poder mais absoluto e intocável) não nos permitem ser optimistas.

Mas não nos podem impedir de, apesar do pessimismo, ter esperança.

O pessimismo nasce e alimenta-se da acção dos poderes que nos regem.

Para suster e reencaminhar este pessimismo resta-nos a esperança.

Não de conseguir que os políticos (ou a maior parte deles), mudem e se reconstruam, mas de conseguir afastá-los do poder e abrir caminho para um futuro mais optimista.

Precisamos de mudar, precisamos de novos (na idade e nas ideias) políticos, precisamos de novos partidos (os actuais reformados ou outros a criar), precisamos de fazer ouvir as nossas queixas, as nossas opiniões, precisamos de exigir o que é nosso, temos que fazer sentir às classes políticas que o país não é deles.

É nosso, de todos!

 

AC 

 

publicado por alcacovas às 12:36
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009

Sugestão de Leitura

Jesus de Nazaré

 

Sinopse

 

 

«Quis fazer a tentativa de apresentar o Jesus dos evangelhos como o Jesus real, como o "Jesus histórico" em sentido verdadeiro e próprio. Estou convencido - e espero que também o leitor possa dar-se conta do mesmo - que esta figura é muito mais lógica e, do ponto de vista histórico, até mais compreensível do que as reconstruções com que deparámos nas últimas décadas. Penso que precisamente este Jesus - o dos evangelhos - seja uma figura historicamente sensata e convincente. Somente se aconteceu algo de extraordinário, se a figura e as palavras de Jesus superaram radicalmente todas as esperanças e expectativas de então é que se explica a sua crucifixão e a sua eficácia. Cerca de vinte anos após a morte de Jesus, já encontramos, no grande hino a Cristo da carta aos Filipenses (2, 6-11), uma cristologia plenamente desenvolvida, na qual se proclama que Jesus era igual a Deus, mas despojou-Se a Si mesmo, fez-Se homem, humilhou-Se até à morte na cruz, e agora é-Lhe devida a homenagem da criação inteira, a adoração que, no profeta Isaías (45, 23), Deus proclamara como devida apenas a Si mesmo. Com razão a pesquisa crítica se põe a pergunta: O que é que aconteceu nestes vinte anos que se seguiram à crucifixão de Jesus? Como se chegou a esta cristologia? A acção de formações comunitárias anónimas, cujos mentores se procura descobrir, na realidade não explica nada. Como é possível que grupos desconhecidos pudessem ser tão criativos, convencer e deste modo impor-se? Não é mais lógico, mesmo do ponto de vista histórico, que a grandeza do fenómeno se encontre no princípio e que a figura de Jesus, na prática, tenha feito saltar todas as categorias disponíveis e deste modo tenha sido possível compreendê-la apenas a partir do mistério de Deus?»
BENTO XVI
 
Ricardo Miguel Vinagre

 

 

 

publicado por alcacovas às 00:22
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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

PRELÚDIO DE NATAL

 

Tudo principiava
pela cúmplice neblina
que vinha perfumada
de lenha e tangerinas

 

Só depois se rasgava
a primeira cortina
E dispersa e dourada
no palco das vitrinas

 

a festa começava
entre odor a resina
e gosto a noz-moscada
e vozes femininas

 

A cidade ficava
sob a luz vespertina
pelas montras cercada
de paisagens alpinas

 

David Mourão-Ferreira

Editado por Antonio Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 13:22
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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Évora: Mau tempo provocou queda de árvores e inundações

chuva.jpgO mau tempo provocou esta madrugada quatro queda de árvores e três inundações no distrito de Évora, disse à DianaFm fonte do CDOS. De acordo com a mesmo fonte, a queda de árvores verificou-se em Évora (3) e Redondo (1). Já as três inundações registaram-se nos concelhos de Viana do Alentejo, Estremoz e Reguengos de Monsaraz. O distrito de Évora está hoje sob aviso laranja, devido a uma situação meteorológica de risco moderado a elevado.

 

http://dianafm.com/

 

Editado por Antonio Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 13:07
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BOM NATAL

Tal como no ano passado, decidi não “engordar” mais a TMN com SMS.

 

Assim, e para que os meus amigos famílias saibam que eu não me esqueci deles, desejo-lhes, através deste espaço, um Bom Natal.

 

A todos os leitores do nosso Blog desejo-lhes também um Bom Natal, sobretudo cheio de saúde e paz.

 

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:53
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Lisboa – Alcáçovas (próxima paragem Casa Branca)

Aproveitei a minha deslocação às Alcáçovas para participar na Assembleia de Freguesia, para fazer a viagem para a minha terra de uma forma diferente. De comboio! Tinha saudades desta tranquilidade, deste deslizar de campos pela janela e desta sensação que deve ser idêntica à de Almeida Garrett, quando escreveu “Viagens na Minha Terra”. Afinal ele ia para apenas para Santarém mas parece que ia para um destino tão distante.

 
Gostaria também de vos convidar a assistir e a participar na Assembleia de Freguesia que se irá realizar hoje às 21h na Junta de Freguesia de Alcáçovas!
 
 
Ricardo Miguel Vinagre
publicado por alcacovas às 15:27
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009

Se o telemóvel cair à água.

Aqui fica o remédio recomendado e garantido:

 

Tirar o tele da água e imediatamente retirar a bateria. (não tentar ver se o tele trabalha pois o mais provável é dar cabo do dito, permanentemente). Depois meter o tele num saquinho com arroz a cobrir o dito.

Deixar  ficar durante dois dias e meio ou, mais seguro, três dias e toda a humidade terá desaparecido.. O tele fica como novo (depois de recolocar a bateria).

Eu ainda não tive ocasião para experimentar, mas a fonte é credível.

AC

publicado por alcacovas às 21:50
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Anedota desportiva

Lido no "yahoo":

 

Depois de ser revelado que o famoso Tiger Woods, melhor jogador de golf de todos os tempos, era infiel à mulher com já 11 amantes o campeão (do golf) tem tido problemas diversos e até suspendeu a sua actividade.

Dizem agora que ele está muito preocupado em conseguir fazer 18 buracos, pois ainda lhe faltam 7 buracos.

 

AC

publicado por alcacovas às 21:44
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SCA empta no Outeiro

1ª Divisão A

 

JORNADA 9

Outeiro 1-1 Alcaçovense

GDR Canaviais 2-1 Fazendas do Cortiço

Desp. Cabrela 1-5 Valenças

Santana do Campo 0-1 Luso Morense

 

 

Classificação

1 Luso Morense 22

2 Brotense 19

3 Santana do Campo 13

4 Valenças 13

5 Fazendas do Cortiço 12

6 GDR Canaviais 11

7 Alcaçovense 7

8 Desp. Cabrela 3

9 Outeiro 2

 

Editado por Antonio Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 20:33
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Recordar Paul Samuelson

"Nasci economista a 2 de Janeiro de 1932." Neste dia, com apenas 16 anos, Paul Samuelson era admitido na Universidade de Chicago, onde daria início a uma carreira académica longa - oito décadas - e excepcional.

Primeiro americano a receber o Prémio Nobel da Economia, na sua segunda edição, Samuelson manteve durante toda a vida as qualidades que o Comité do Nobel viu nele, em 1970: "Mais do que qualquer outro economista contemporâneo, Samuelson contribuiu para aumentar o nível analítico da ciência económica. Pura e simplesmente reescreveu partes consideráveis da história da disciplina."

Nascido em 1915 numa família judaica abastada, Paul despertou para os problemas económicos depois de o seu pai ter perdido parte significativa do património familiar nos anos pós-I Guerra Mundial. Ainda no liceu, começa a estudar o mercado accionista. A tal ponto que, no boom bolsista dos anos 20, é ele quem faz a lista de investimentos do seu professor de Álgebra.

Paul não perde tempo e vai estudar para Chicago, a alma mater do pensamento económico conservador. É lá que se forma em Economia e conhece Milton Friedman, dando início a um dos mais titânicos combates intelectuais do século XX. Mesmo discordando de quase tudo, Samuelson e Friedman mantêm--se amigos. Já a relação com Chicago azedou: "Percebi as diferenças entre o que era ensinado dentro das salas de aula e o que ouvia nas ruas", confessou Samuelson. Desapontado com a academia e inspirado por Alvin Hansen, um distinto keynesiano, Paul muda-se para Harvard em 1935 e mais tarde, em 1940, estabelece-se definitivamente no MIT. A sua tese de doutoramento - "Fundações da Análise Económica" - descodificou toda a estrutura matemática por trás da economia e revoluciona a disciplina. "Foi um economista de grande formação matemática e toda a sua obra está ligada ao tratamento matemático de modelos. Rompe com a tradição literária da economia e volta à tradição empírica da disciplina de uma maneira muito matematizada", assinala Nuno Crato, Presidente da Associação Portuguesa de Matemática. Notavelmente versátil - "tinha a agilidade de um Nijinsky e a endurance de um corredor de corta-mato", como escreve o "The New York Times" -, Samuelson remodela o pensamento académico: "A matemática já era usada pelos cientistas sociais, mas Samuelson trouxe a disciplina para o mainstream, mostrando como chegar a sólidos modelos teóricos a partir de simples assunções matemáticas."

A prova está no livro a que Samuelson chamava "o meu bebé." "Economia" apresentou a economia e John Maynard Keynes a milhões em todo o mundo em 19 edições e 4 milhões de cópias vendidas em 40 línguas. "Nenhum estudante poderia voltar a ficar sossegado com as profecias económicas do século XIX, de que os mercados cuidariam do desemprego sem necessidade de intervenção governamental" lê-se no "Times". Em 2008, quando a maior crise económica desde a Grande Depressão rebentou - oitenta anos depois do nascimento do pensamento keynesiano - não se voltaram a repetir os mesmos erros. As lições de Samuelson mostraram às elites políticas e tecnocráticas mundiais a saída para a crise: aumento da despesa do Estado, corte de impostos e taxas de juro bem perto de zero.

Samuelson ensinou Ben Bernanke e uma mão cheia de futuros Nobel. Mas o aluno mais famoso foi John F. Kennedy. Depois de ter sido eleito em 1960, o presidente democrata pediu 40 minutos com o professor. Antes, um almoço a bordo de um iate que desiludiu o economista: "Esperava uma refeição sumptuosa mas comemos salsichas com feijão". Recordado como homem divertido e articulado, Samuelson morreu economista, ontem, em casa, com 94 anos.

 

Fonte: Jornal i

 

Ricardo Miguel Vinagre

publicado por alcacovas às 20:14
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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