Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

OS CUSTOS COM A ASSESSORIA

 

 

 

 

 

Foi desta forma que o Sr. Presidente da Câmara informou os funcionários da Câmara da saída do Sr. Diamantino Dias como seu assessor.

 

Esta até poderia ser uma questão banal, ou seja, a saída de um assessor para provavelmente ser substituído por outro. A ver vamos. No entanto, há uma questão que deve ser colocada (muitas vezes colocada mas sem resposta): Afinal qual foi o papel desempenhado pelo Sr. Diamantino Dias em prol do desenvolvimento do concelho de Viana do Alentejo? Quais os resultados do seu trabalho na Câmara Municipal de Viana do Alentejo?

 

Afinal qual foi o papel desta assessoria? Trabalhar em prol da Câmara ou em prol da CDU?

 

Isto coloca-nos várias questões:

1)      Será que uma Câmara como a de Viana do Alentejo se pode dar ao luxo de pagar um ordenado chorudo (80% do vencimento do Presidente da Câmara) para ter assessorias?

2)     Será que o discurso do Sr. Presidente da Câmara quando fala dos sucessivos cortes orçamentais não é uma verdadeira contradição, nomeadamente quando se insiste em pagar estas verbas avultadas para com um assessor?

3)      Será que em época de contenção orçamental (na Câmara) não se deveria ter começado por aí, em vez de se reduzir os apoios às associações do concelho?

4)      Será que em época de redução de custos não se deveria cortar nas despesas (do próprio gabinete – entenda-se também as verbas para com a assessoria) em vez de se começar com o corte das horas extraordinárias dos funcionários da câmara?

5)      Será que as centenas de milhares de euros, sim, centenas de milhares de euros gastos com uma assessoria, não daria para fazer muitas obras que fazem falta ao concelho de Viana do Alentejo?

 

Felizmente, ao fim de 14 anos e meio, a Câmara Municipal de Viana do Alentejo começou a deixar de ter aquilo que o Sr. Presidente gosta de apelidar aos outros (nomeadamente ao PS e PSD) os seus Boys para respectivos Jobs.

 

 

António Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 13:11
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Algumas Fotos Torneio de Campeões de Futsal do SCA 2008

 

G. D. MONTEMOR - 1º CLASSIFICADO

 

EMOÇÕES - TAÇA DISCIPLINA

 

ALGUNS DOS ELEMENTOS DA EQUIPA DE ARBITRAGEM

 

MOMENTO DE JOGO

 

Editado pela Direcção do SCA

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:41
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O que é a liberdade?

Artigo publicado hoje no DN. Divertido, mas para meditar. ATRIBULAÇÕES DE UM CHINÊS FORA DA CHINA João César das Neves professor universitário Honorável primo Chu Agradeço a carta e as notícias. Espero que tudo continue bem aí em Beijing. Como passa a tia Ma? Por cá as coisas andam prósperas. Com os estrangeiros daqui em crise, é bom para a nossa loja e restaurantes. Quanto às perguntas que me faz acerca dos ocidentais, tem toda a razão em estar preocupado com os Jogos Olímpicos que se aproximam. Tenha muito cuidado, porque os narizes compridos só dizem mentiras. Falam muito em liberdade e querem ensinar a todos o que ela é, mas só conhecem as liberdades que não interessam. Faltam-lhes as realmente importantes. Andam muito orgulhosos por poderem escolher os chefes e dizer mal deles. Como acham que nós não dizemos, consideram-nos oprimidos. Mas não têm liberdade para vender, comer, guiar, despejar lixo e mil outras coisas. É proibido fumar cigarros, cortar árvores, fazer barulho. Vendem só a certas horas e em certos sítios. Não se pode trabalhar à noite ou quando se é velho. Nem imagina o que eles exigem para se andar de carro (por exemplo, um colete verde!!). Proíbem muitas comidas, das nossas ou mesmo das que eles sempre comeram. Ficam fulos se não dividimos o lixo. Até querem controlar a maneira como se escreve. Tudo tem regras, imposições, limites. Sobretudo papéis. Muitos papéis. Chamam a isto progresso e liberdade. O Fu diz que a vida na terra dos narizes grandes é como a que tínhamos no tempo do Camarada Mao. Eu achava exagero (sabe como é o primo Fu...) mas um dia vi que tinha razão. Vieram ao restaurante alguns guardas vermelhos armados. Diziam ser fiscais da economia, mas senti aquele mesmo medo da revolução cultural. Viram tudo, inventaram multas por nada, ralharam e levaram preso o tio Deng. Como no tempo do Camarada Mao, os ocidentais passam horas em doutrinação política. Aqui é em frente à televisão. Um deles disse- -me que era muito diferente da China, porque não é doutrina, mas notícias e debates (exactamente como lhe chamavam os comissários do povo), e porque se pode escolher aquilo que se ouve. Ao princípio acreditei, mas depois vi que não há escolha. Todos dizem o mesmo. E querem eles ensinar-nos liberdade! Como vai ter narizes grandes em Beijing, precisa conhecê-los. Diz-se que só pensam em dinheiro, mas isso também nós. A diferença é que, além da tal liberdade, eles adoram três coisas: papéis, saúde e sexo. Quando aos papéis, já lhe expliquei: há papéis para tudo. Não sei se foi boa ideia termos-lhe dado essa nossa invenção. Depois andam sempre aterrorizados com a saúde. Gastam imenso dinheiro em médicos e remédios, mesmo quando não estão doentes. Para eles tudo -comida, sexo, trânsito, desporto- é um problema de saúde. Andam loucos com o corpinho. Depois morrem como toda a gente. Quando não é papéis ou médicos, é sexo. A coisa que mais os cega é sexo. Aqui as mulheres deles andam quase nuas na rua (cuidado com as primas!!). Cega-os porque não o entendem. O sexo deles não é para ter filhos, mas para vender sabonetes. Não é para ter família e ser feliz, mas para trair, zangar, ter sarilhos. Chamam-lhe liberdade, claro! Liberdade! Nem fazem ideia o que seja! Também não sabem o que é honra, respeito, dignidade. Escolhem os chefes (embora, como aí, os que mandam sejam sempre os mesmos), mas logo a seguir começam a dizer mal deles. Só querem a liberdade de criticar porque odeiam os chefes. Odeiam muito mais que nós. Nunca vi um povo odiar tanto. Quem diz pior do Ocidente são os jornais ocidentais (se ler o que dizem da China, farta-se de rir porque eles não sabem nada). Descobri um truque que lhe pode ser muito útil: nas discussões com eles é fácil pô-los a gritar entre si. Quando criticarem a política do filho único, diga-lhes que têm menos os filhos que nós. Se acusarem a pena de morte, acuse a eutanásia e o aborto. Se falarem no Tibete pergunte-lhes pelo Iraque. É que eles além dos chefes, odeiam o sistema (dizem sempre que está "podre"), odeiam a vida, odeiam-se a si mesmos. Este povo adora dizer mal de si próprio. Chamam-lhe liberdade. Saudades do primo Guo.| AC

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Domingo, 29 de Junho de 2008

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DAS ALCÁÇOVAS

 

Enviado para Divulgação

 

Editado por António Costa da Silva

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Fundação Eugénio de Almeida - Intermezzo 2008

 

Editado por António Costa da Silva

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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Questão de Estilo?


 

Francisco Queirós, professor e Coordenador da Comissão Concelhia de Coimbra do PCP, habitual colunista do Diário As Beiras, apresenta-nos, na sua coluna de hoje, dia 26 de Junho de 2008, um texto intitulado "O valente Dinis", o qual começa da forma seguinte:

 

"José Sócrates esteve em Coimbra a 14 e 15 deste mês. Entre visitas e inaugurações teve tempo para convidar os sindicatos para uma reunião. Os dirigentes sindicais do distrito embora sem falsas esperanças não perderam a oportunidade de expor as suas posições ao primeiro-ministro. No início do encontro, mandavam as mais elementares regras de boa educação, o chefe do governo deveria cumprimentar os seus convidados com civilidade. O que fez Sócrates ? Dirigiu-se aos sindicalistas: "Então hoje como os senhores estão aqui não organizam nenhuma daquelas manifestações para me insultar!". Um dos dirigentes sindicais rebateu: "Senhor primeiro-ministro permita-me que lhe diga que a forma como se nos dirigiu não foi nada correcta! Participo sempre em todas as manifestações contra as políticas do seu governo e nunca o insultei!". Os presentes aguardaram ainda um pedido de desculpa, talvez uma discreta correcção de tom e de forma … Mas não! Sócrates acrescentou: "Ah! então vocês são os cobardes que ficam atrás a empurrar os que me insultam …"

 

Editado por António Costa da Silva

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Fotografia de Misha Gordin

   Example

 

Editado por António Costa da Silva

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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

Raças, a terminar

Os homens classificam-se, muitas vezes, a si próprios em termos de raça ou étnicos, ainda que a definição das raças humanas em categorias biológicas seja questionável.

As categorias raciais humanas são baseadas quer na ancestralidade, quer em traços visíveis, especialmente cor da pele e traços fisionómicos. Estas categorias podem também conter alguma informação sobre traços biológicos não visíveis, tais como o risco de contrair certas doenças, como por exemplo uma anemia (sickle-cell) que ataca quase exclusivamente um determinado grupo genético.

Provas genéticas e arqueológicas, correntemente disponíveis, são em geral interpretadas como confirmação da origem comum do homem moderno na África oriental. Outros estudos têm demonstrado que os humanos do continente Africano são os que apresentam maior diversidade genética. No entanto, comparadas com outros animais, as sequências dos genes humanos são extraordinariamente homogéneas.

Esta área está a ser discutida activamente, ainda há muita investigação a fazer e muitos conceitos a rever.

Mas há que acrescentar mais algumas noções do que se refere a grupos étnicos. A auto-identificação com um determinado grupo étnico é baseada no parentesco e na descendência.

Raça e etnia podem levar a tratamentos diferentes e a identidades sociais chocantes, dando origem ao racismo e às políticas identitárias.

Se quisermos tirar uma conclusão, entre outras, é a de que palavras são palavras, mas o que elas representam é muito importante.

Não basta acabar com as “raças”, dizer que elas não existem, para acabar com o racismo.

É complexo e não tenho capacidade para ir muito mais longe, sozinho, mas vou aprendendo.

A discussão é útil, mas o fanatismo (anónimo, ainda pior) não nos leva a lado nenhum. Ou talvez leve, como tantas vezes se tem visto na História do Homem.

 

AC

 

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Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viana do Alentejo

Dia 29 de Junho a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viana do Alentejo comemora 26 anos de ajuda ao próximo.

 

 

Programa

9h00 - Formatura Geral, hastear das bandeiras e prestação de continência no quartel sede desta Associação

9h30 - Romagem de saudade ao cemitério em homenagem aos directores, bombeiros e sócios falecidos

11h00 - Missa na Igreja Matriz

12h30 - Recepção às entidades oficiais e demais convidados

12h45 - Sessão solene no Cine-teatro Vianense

13h30 - Almoço convívio no salão desta Associação

 

 

Retirado do Site da CMVA

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 20:17
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FEIRA DAS ASSOCIAÇÕES E DAS TRADIÇÕES

Viana do Alentejo vai ser palco da primeira edição da Feira das Associações e das Tradições, dias 27, 28 e 29 de Junho, na Quinta da Joana. Os "Anjos" são os cabeças de cartaz do certame.

 

Programa

Dia 27
21h00 - Sevilhanas da Casa do Benfica
21h30 - Grupo Coral Velha Guarda de Viana do Alentejo
22h00 - Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo
22h30 - Sevilhanas da Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense
23h00 - Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas

Dia 28
20h00 - Grupo Seara Nova (Juvenil)
20h30 - Grupo Coral Paz e Unidade
21h00 - Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo
21h30 - Grupo Seara Nova

Dia 29
21h30 - Actuação dos Anjos

 
Retirado do Site da Câmara Municipal de Viana do Alentejo
 
Editado por António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 20:12
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Parece-me bem

Centros de Saúde reforçados

Alentejo recebe 11 viaturas médicas

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo entregou esta quarta-feira, em Évora, 11 viaturas que serão distribuídas pelos centros de saúde da região.

 

Estremoz, Montemor-o-Novo, Vila Viçosa, Borba, Viana do Alentejo, Arraiolos, Mora, Mourão, Portel, Redondo e Reguengos de Monsaraz são os centros de saúde que contarão com mais uma viatura.

 

Os veículos têm como principal objectivo a melhoria e dinamização da prestação de cuidados de saúde a utentes nos seus domicílios e a promoção e desenvolvimento dos diversos programas de saúde em curso no Alentejo.

 

Editado por António Costa da Silva

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Terça-feira, 24 de Junho de 2008

A raça, continuação

Raças e racismo Há muito a saber sobre o termo raça. Uma palavra que, como muitas outras, tem além de um significado uma carga emotiva muito forte. Sabemos que estas cargas nem são originais. Por razões diversas ao longo de muitos anos ou séculos uma palavra pode deixar de ter um sentido positivo, nobre, e passar a ter uma carga negativa, até pejorativa. De certo modo foi o que aconteceu à palavra raça. Mas vejamos alguns significados ou interpretações dados a raça. Houaiss (dicionário, talvez o melhor da língua portuguesa) – “Raça, divisão tradicional e arbitrária dos grupos humanos, determinada pelo conjunto de caracteres físicos hereditários (cor da pele, formato da cabeça, tipo de cabelo, etc.). Etnologicamente, a noção de raça é rejeitada por se considerar a proximidade cultural de maior relevância do que o factor racial; certas culturas de raças diferentes estão muito mais próximas do que outras da mesma raça.” Mas voltando à carga negativa desta palavra tenho que mencionar outra palavra, racismo. A palavra raça, ainda que com bases mais culturais do que genéticas, existe. O mal está no racismo. A palavra não é, por si só, uma arma. Mas transforma-se em tal quando “praticada”: racismo. A palavra raça pode ser usada sem intenções racistas, mas o racismo usa a palavra sempre com uma carga negativa, pejorativa, infamante. Há tanto para dizer e discutir. E nisso eu regozijo-me. Gosto de aprender, gosto também de ensinar, mas gosto, sobretudo, de discutir. Mas cuidado, esta palavra “discutir” também é perigosa, com cargas opostas, positivas e negativas. Mas agora estamos numa de raça. PS - há uma raça de que não gosto mesmo nada, o "anónimo". Aqui eu sou racista. AC
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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

A RAÇA

RAÇAS, MÁS e BOAS, BRANCAS, PRETAS E AMARELAS. A discussão por causa da “raça” do nosso PR tem sido bastante curiosa e elucidativa das diversas “definições” de raça. Umas mais peremptórias, outras mais abertas. Ou seja umas mais racistas do que outras. O racismo, em linguagem política, parece estar dividido em 2 grupos. O grupo dos racistas, da direita política, até aos nazis. E outro grupo, da esquerda, em que todos são liberais convictos na questão das relações entre grupos. Ou raças? Étnicos, religiosos, culturais, desportivos? As raças dos brancos e dos pretos e dos amarelos e dos assim-assim. As raças dos cristãos, dos muçulmanos, dos pagãos. As raças dos benfiquistas e dos sportinguistas. As raças dos ciganos, dos judeus e dos marroquinos. As raças dos pobres ou dos ricos. A raça dos que são diferentes de mim. Tanta conversa e tanto vazio. Quem é que pode garantir que nunca teve pensamentos ou reacções consideradas por outros (ou por si próprio) como racistas? Quantos de nós já viveram entre outros povos, com outras culturas, outras “raças”? Quantos de entre nós podem jurar que nunca tiveram uma atitude, ou pensamento, racista? Olhemos para os nossos amigos e pensemos: eles são de outras “raças”? Eles têm uma cultura diferente da nossa? Quantos amigos temos, de outras “raças”? Teoria e prática eis a questão! Coloquemos os rótulos na gaveta e falemos claro. Só a título de exemplo (talvez maus exemplos) aponto algumas experiências próprias. Vivi em Angola vários anos, no tempo colonial e recentemente (anos 90). Convivi com muitos angolanos, fiz alguns bons amigos. Nunca pensei, nem eles, que pudesse haver algum problema de “raças” entre nós. Mas tive oportunidade de ver, conhecer, casos de angolanos que se declaravam, comportavam, como “racistas” e portugueses (brancos) que respondiam na mesma moeda. Mas, em geral, a convivência era natural, sem preconceitos. Quando vivi em Angola durante o colonialismo, antes ainda da guerra, vi um pouco de tudo. Racismo puro e agressivo de alguns, mas aceitação e convivência normais de muitos. Como hoje ainda sucede no nosso país. Trabalhei muitos anos em contacto e visitas a países europeus e aos EUA. Conheci pessoas racistas, pessoas com alguns preconceitos e outras sem problemas na convivência com pessoas de outras etnias. O que sempre vi, em todo o lado e com frequência, foram sentimentos e comportamentos de “rejeição” ou de “afastamento” entre pessoas de “classes” económico e sociais diferentes. As pessoas são diferentes e podem chegar a comportamentos excessivos, negativos, comportamentos racistas inaceitáveis. Mas, cuidado, nada de pregar o “evangelho” antes de ver bem o que se passa em casa própria. E isto traz-me outra recordação de Angola. Conheci muitos homens e algumas (poucas) mulheres que estudaram na antiga União Soviética e noutros países comunistas. E muitos deles queixavam-se da forma como eram tratados e considerados em termos puramente racistas. Já no caso de Cuba nunca ouvi queixas nesta área. Porquê? Não me venham com mais “clichés” políticos, esquerdas virtuosas, direitas diabólicas. A história do racismo é bem mais complexa, profunda e não se muda com um cartão de filiado num qualquer partido, seja de que cor for. AC
publicado por alcacovas às 18:36
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Taça dos Campeóes de Futsal SCA 2008 - Classificaçóes

 

Classificações

 

1º Classificado – G D Montemor

2- Classificado – Café Besugo – Const. Pestana

3º Classificado – Torpedo

4º Classificado – Voltaren

 

Taça Disciplina – Emoções

Melhor Marcador – David Candeias (Torpedo)

Melhor Jogador – David Barreto (G D Montemor)

Melhor Guarda-Redes – Aldeias (Café Besugo – Const. Pestana)

 

Resultado da Final

G D Montemor vs Café Besugo – Const. Pestana (3 – 2)

 

Editado pela SCA

António Costa da Silva

 

 

publicado por alcacovas às 12:00
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Terras Dentro promove colóquio sobre o sector florestal

A Associação Terras Dentro promove dia 25 de Junho, no Cine-teatro Vianense, um colóquio subordinado ao tema "Planos de Gestão e Sistemas de Incentivo para o Sector Florestal".


O Cine-teatro Vianense vai acolher dia 25 de Junho, a partir das 9h45, o colóquio "Planos de Gestão e Sistemas de Incentivo para o Sector Florestal", organizado pela Associação Terras Dentro.
Em cima da mesa vão estar temas como planos de gestão florestal, sistemas de incentivo ao sector florestal e ainda a análise dos sitemas de incentivo na óptica do produtor florestal, seguido de debate.
A realização deste debate surge numa altura em que se inicia o Programa de Desenvolvimento Rural que constituí uma oportunidade única no âmbito da implemantação da Estratégia Nacional para as Florestas.
A iniciativa contra entre outros com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

 
Retirado do Site da CMVA
 
Editado por António Costa da Silva
publicado por alcacovas às 18:46
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ÉVORA FOLK 2008

 

De 20 a 27 de Junho, vai realizar-se o ÉVORA FOLK, com espectáculos na Arena d´Évora. Por se tratar de uma iniciativa inserida na Feira de S. João o valor dos ingressos é simbólico - 3,00 € por dia. Mais informação em: http://www.evorafolk.com/

 

PROGRAMA:
Dia 20 Junho
FERNANDO TORDO e a STARDUST ORCHESTRA
Dia 21 Junho
AULAGA FOLK
SOLAS
Dia 22 Junho
MONTE LUNAI
LA MUSGAÑA
Dia 24 Junho
VOCAL SAMPLING
Dia 25 Junho
Grupo Alentejano (ALMA LUSA ou GRUPO de CANTARES de ALMOCREVES)
MAFALDA VEIGA
Dia 26 Junho
LA BANDINA´L TOMBO
FLOOK
Dia 27 Junho
TITO PARIS

 

Visto no http://maisevora.blogspot.com/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:42
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“Quatro mulheres de coragem” pel’a bruxa TEATRO

Foi com lotação esgotada e uma longa ovação no final, que as actrizes Ana Leitão, Josefina Massango, Marta Inocentes e Sara Costa e o operador de luz e som, Henrique Martins, apresentaram, na pequena sala d'a bruxa TEATRO, em Estreia Nacional, o espectáculo “Quatro Mulheres de Coragem”.

 

O texto, da escocesa Rona Munro, centra-se na história de quatro mulheres cujos maridos, filhos, pais e irmãos se encontram mortos ou presos por razões político-religiosas, em Belfast, Irlanda do Norte. Um quotidiano que, apesar dos tiros, das bombas, dos bloqueios de estrada, tem, forçosamente, de continuar. Ora evocando, ora traindo, ora divertindo-se, apesar das rusgas e do perigo.

 

Pelo meio, o humor alia-se à dor, a memória ao riso, a raiva à violência. Um espectáculo sobre a força e a fraqueza, a sobrevivência e a traição. Com este texto, Rona Munro ganhou os prémios Susan Smith Blackburn e Evening Standard’s Most Promising Playwright, ambos em 1991.

 

Esta é já a 19ª produção da companhia profissional eborense a bruxa TEATRO e continuará em cena de terça-feira a sábado, até dia 5 de Julho, nos ex-Celeiros da Epac, em Évora, pelas 21h30m.

 

Este espectáculo está classificado para maiores de 16 anos e conta com o financiamento do Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes. A tradução é de António Henrique Conde, a cenografia e os figurinos de Sara Machado da Graça e a encenação de Figueira Cid.

 

Retirado do http://noticiasevora.blogs.sapo.pt/

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:41
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Torneio de Campeões de Futsal do SCA 2008 - Melhores Marcadores

 

Classificação dos Melhores Marcadores            
1º - David Candeias - Torpedo = 7              
2º - Nelson Tasanís - Atlético AC = 6              
    - Elvis Plus - G D Montemor = 6              
    - David Barreto - G D Montemor = 6              
    - Bernardo Rosa - Café Besugo / C. Pestana = 6        
               
Editado pela Direcção do SCA              
               
António Costa da Silva              

publicado por alcacovas às 18:15
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Portugal perdeu no Euro.

Que tristeza! Regressámos à nossa desgraçada crise.

 

Ganhámos aos Turcos, esquecemos que nos encontramos numa crise profunda. Ganhámos aos Checos, esquecemos que o petróleo está caro e nos atrapalha a vida. Perdemos com os Suíços e lá nos lembramos que não somos campeões europeus e não somos o melhor povo do mundo.

 

Agora que perdemos com os Alemães (que tanto nos têm irritado ultimamente) lá vamos voltar a andar cabisbaixos, sem compreender que parte da resolução do problema passa por nós.

 

Enfim! Perdemos como é hábito e voltamos à nossa triste realidade. Um País em crise e um concelho de Viana do Alentejo que vive uma inércia insistente.

 

Temos outra alternativa, provavelmente viver de expectativas, o que se calhar não é mau. Expectativas em relação aos grandes projectos nacionais que nos vão salvar. Expectativas em relação aos grandes projectos locais que serão todos concretizados e nos vão retirar do eterno isolamento.

 

Será que não é preciso acordar?

 

António Costa da Silva

 

 

Assim Como

 

Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento,
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade,
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada.
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono que temos, infância da doença.
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença.

 

Fernando Pessoa

 

publicado por alcacovas às 23:36
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TERRA MÃE NO DIÁRIO DO SUL

Associação Terra Mãe dá apoio na área social

carla_matadinhoA Associação Terra Mãe, de Alcáçovas, foi fundada a 31 de Maio de 2001 e registada como Instituição Particular de Solidariedade Social e de Utilidade Pública. De acordo com o seu fundador, Luís Maia, "o principal objectivo da associação é a criação e manutenção de um lar e centro de acolhimento para crianças e jovens em risco e em perigo social".

 

 

 

Para dar resposta a este objectivo, a Associação Terra Mãe tem em projecto a construção da "Casa de Nossa Senhora da Esperança", que irá comportar diferentes valências sociais e educativas. "Entre elas, destacam-se o centro educativo de apoio à vida, para mães adolescentes com bebés de colo ou ainda grávidas, permitindo-lhes ter uma gravidez digna e criar o seu bebé dignamente. Tem ainda uma creche, um ATL, um auditório com capacidade para 230 pessoas e uma capela dedicada a Nª Sra. da Esperança", explica Luís Maia, que também foi presidente da associação durante cerca de sete anos.

 

Acrescenta ainda que "uma novidade nesta casa será a criação de uma escola de formação profissional, possibilitando educar, formar e dar um projecto de vida às crianças e aos jovens institucionalizados. Esta valência permite que quando saírem da casa possam estar inseridos socialmente, quer como pessoas, quer como trabalhadores".

 

Actualmente, Luís Maia encontra-se afastado da Associação Terra Mãe, mas espera que "continuem o trabalho desenvolvido até aqui, que é meritório para as Alcáçovas e para todo o Alentejo. Espero também que não se afastem dos princípios (morais, sociais, cristãos e educativos) para os quais a associação foi fundada".

 

O actual presidente da Direcção da Associação Terra Mãe, João Penetra, referiu que "o projecto da ‘Casa de Nossa Senhora da Esperança’ está elaborado, em termos de arquitectura e engenharia, e aprovado pela Câmara, além de possuirmos um terreno de 5 400 metros quadrados para a sua construção. No entanto, ainda não temos o financiamento para avançar. Não sabemos quando poderemos fazê-lo, pois depende dos programas de financiamento nacionais e comunitários a que possamos recorrer".

 

A exercer esta função desde o passado mês de Janeiro, João Penetra lembra que "a associação vive das quotas dos associados e de algumas festas que organiza, o que não é suficiente para avançar com um projecto desta envergadura". Realça também que "as várias valências previstas no projecto mantêm-se, mas tal não significa que não possam vir a ser necessárias algumas alterações, de acordo com aquilo que venha a ser financiado. Desta forma, há valências que poderão avançar primeiro do que outras".

 

Apesar de ainda nenhuma destas valências estar em funcionamento, a Associação Terra Mãe está a trabalhar no terreno, através da medida de intervenção precoce e do GASAL - Gabinete de Acção Social de Alcáçovas. Neste momento, estão a trabalhar nesta instituição duas assistentes sociais e uma psicóloga, para além de uma administrativa.

 

A valência relacionada com a intervenção precoce resulta de um acordo entre a Associação Terra Mãe, que é a entidade promotora, o Ministério da Educação, o Ministério da Saúde e a Segurança Social. O trabalho é desenvolvido através de uma equipa pluridisciplinar com várias técnicas, pertencentes aos diferentes órgãos.

 

O GASAL prende-se com a valência de atendimento e acompanhamento social, com intervenção na área da família e da comunidade, resultando também de um acordo com a Segurança Social. "Fazemos as despistagens dos diversos problemas sociais que surgem e encaminhamo-los para as diferentes entidades para serem resolvidos. Deparamo-nos com problemas variados, como o complemento solidário para idosos, o rendimento social de inserção, as pensões ou os internamentos, seja em lares de idosos, seja em lares de crianças e jovens. Apesar de ainda não termos a nossa obra construída, estamos instalados num edifício da Casa Paroquial das Alcáçovas, abrangendo o trabalho desenvolvido pelas duas valências o concelho de Viana do Alentejo", frisa João Penetra.

 

Outra das actividades que a Associação Terra Mãe leva a cabo é a colaboração com o Banco Alimentar contra a Fome. Segundo João Penetra, "fazemos a recolha de alimentos durante as campanhas com os nossos voluntários, para serem entregues no Banco Alimentar. Depois fazemos a distribuição pelas pessoas mais carenciadas".

 

A Associação Terra Mãe tem vindo a receber o apoio de várias figuras públicas, que participam em campanhas a favor da instituição e do projecto da "Casa de Nossa Senhora da Esperança". Carla Matadinho é uma dessas personalidades, apoiando a associação em diferentes iniciativas, há cerca de quatro anos.

 

Madrinha da associação, Carla Matadinho refere que no seu site oficial da internet (www.carlamatadinho.pt), "encontram uma loja on-line para comercialização de acessórios para melhorar a imagem feminina. Um dos artigos disponíveis são os relógios da marca More. Ao adquirir um desses relógios, revertem 5 euros para a Associação Terra Mãe".

 

Com uma forte ligação ao Alentejo (nasceu em Évora e viveu nas Alcáçovas), Carla Matadinho considera "importante contribuir e lutar para uma causa como esta. No Alentejo, existem algumas zonas bastante carenciadas e é necessário que as pessoas acordem para esta realidade e que possam ajudar. Por vezes, as crianças precisam de uma instituição que lhes dê amor, carinho e atenção, para que possam crescer e tornarem-se adultos saudáveis a todos os níveis".

 

Para mais informações sobre a Associação Terra Mãe, contactar pelo telefone 266 954 688.

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Editado por António Costa da Silva

 

publicado por alcacovas às 22:55
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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