Sexta-feira, 30 de Março de 2007

1ª DIVISÃO SÉRIE A



01/04 – 16 horas

Sporting de Viana – Giesteira
Fazendas do Cortiço – Brotense
Aguiar – Arraiolense
Santana do Campo – Alcaçovense
Luso Morense – Cabrela.

 

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 23:14
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Quinta-feira, 29 de Março de 2007

Porque será?

Porque será que o Governo glorifica o trabalho feito para reduzir o deficit nacional, quando o "esforço" vem dos nossos bolsos?

Em termos simples o deficit realmente desceu, foi bom, até de Bruxelas vieram parabéns . Mas simplesmente vemos duas coisas:

- As despesas do Estado aumentaram cerca de 1000 milhões.

- As receitas, mais impostos e recuperação de atrasados aumentaram cerca de 2000 milhões.

Portanto o Estado gasta mais e nós pagamos mais.

Porquê?

Poeque é que o Estado não consegue reduzir as suas despesas?

Estado e mais Estado, cada vez mais Estado.

Quando é que conseguimos inverter esta tendência sufocante, centralizadora, inibidora que continua a dominar os nossos políticos.

Quando é que deixamos de ter um Estado omnipresente, que tudo controla, tudo regulamente, que seca as iniciativas, a criação, a ambição de todos nós.

Fala-se em simplificar, o que é estimulante, mas muitas vezes a simplificar traduz-se por mais centralização.

Acaba-se com isto e aquilo, suprimem-se organismos e passa-se tudo par uma entidade central, controlada pelo Governo, se não pelo próprio PM .

Simplificar parece ser sinónimo de desconfiar.

O Estado desconfia, logo corta e assume.

Vamos vendo, mas o caminho começa a ficar cheio de buracos.

AC   

publicado por alcacovas às 18:31
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Terça-feira, 27 de Março de 2007

***

A Câmara Municipal de Alvito criou recentemente um blog. Sem dúvida uma iniciativa a saudar.
Visitem em “Alvito também é comigo!”
 
 
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 20:30
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Os Chocalhos das Alcáçovas

Também no Correio da Manhã:

"Um dia na vida de um... chocalheiro
SÓ PODEMOS ENSINAR OS FILHOS

O som não engana. Ao aproximarmo-nos da oficina de José Maia, mestre chocalheiro com quase 50 anos de actividade, a batida ritmada do martelo na folha de ferro denuncia que estamos perante uma das mais antigas artes manuais de algumas zonas do País: fabrico de chocalhos.

Os chocalhos de José Maia
Os chocalhos de José Maia

Apesar de este tipo de ofício parecer condenado ao desaparecimento, nas Alcáçovas, no Alentejo, a continuidade estará garantida, uma vez que há já quem mostre interesse em prosseguir com esta arte, pois o chocalho ainda é o melhor meio de localizar o gado durante o pastoreio.

"Poderia haver ainda mais gente a aprender esta arte, mas a verdade é que existe uma espécie de código deontológico que diz que os chocalheiros só podem ensinar os filhos. Eu acabo por ser a excepção, pois, para além do meu filho, também tenho a trabalhar comigo um rapaz da terra, e ambos já são oficiais deste ofício", revela José Maia, frisando ainda que tem a porta aberta a quem quiser vir aprender este trabalho.

Com vontade de ensinar a mais gente, este ‘mágico’ do ferro prossegue a conversa sem nunca deixar de moldar, rebolar, afinar ou embadalar o chocalho, um utensílio que, apesar da sua natureza artesanal, continua a ter uma forte procura. "Acima de tudo vendemos para revenda, fornecendo lojas de Norte a Sul do País, embora o Alentejo seja a região para a qual nós produzimos em maior escala. Tenho clientes que passam por cá todos os meses."

A tão propalada crise da agricultura acaba por não afectar muito este empresário, fornecedor de chocalhos para gado caprino, ovino, equino e bovino.

No entanto, reconhece, quando o criador está mais abastado a venda é melhor.

“Fazemo-los de todos os tamanhos e feitios. Depende do gado a que se destina e do gosto do cliente", refere o chocalheiro.

Enganem-se, no entanto, aqueles que julgam que o som proveniente de uma manada é sempre igual. Não sendo oficialmente um ‘instrumento musical’, há vários tipos de chocalhos e de ‘melodias’. "O ramalhudo e o toeiro produzem um som grosso, enquanto o loureiro é para quem gosta de sons finos".

família do chocalhos é igualmente distinta e vasta, existindo o pecadeiro, o reboleiro, o brasileiro, a serrana, a beiroa e o manga.

Ainda hoje não é conhecida a razão pela qual esta localidade do concelho de Viana do Alentejo, famosa pelo tratado assinado em 1479, antecedente directo do Tratado de Tordesilhas, concentrou tantos e tão bons artífices de chocalhos.

Talvez a abundante presença de judeus e árabes ferreiros em anos distantes esteja na génese da forte presença de chocalheiros.

“Não faço a mínima ideia por que razão aqui se concentraram tantos fazedores de chocalhos. Quando nasci esta profissão já existia no seio da minha família e, como tal, limitei-me a prosseguir a obra.”

Sobrinho de Francisco Barroso e amigo de Gregório Rita, os mestres que lhe transmitiram os conhecimentos do ofício, José Maia assume-se como um “feliz artesão” que tem a sorte de ter a família a trabalhar consigo.

Responsável pelo maior chocalho alguma vez feito no Mundo, com 2,7 metros e 300 quilos, e que só não está no livro dos recordes por questões meramente processuais, José Maia prossegue o seu trabalho, despedindo-se da mesma forma como nos recebeu: a martelar sobre uma folha de ferro, ‘dando à luz’ mais um chocalho.


CUSTA VINTE E CINCO EUROS

Existe uma grande diversidade de chocalhos, variando no modelo, no tamanho e na utilização a que se destinam. No entanto, os mais procurados são essencialmente de dois tipos: o pecadeiro – chocalho direito – e o ‘reboleiro’ – chocalho com bojo (convexo e arredondado). Vinte e cinco euros é o preço médio.

Apesar de a procura dos chocalhos depender essencialmente das necessidades dos criadores de ovinos e bovinos, verifica-se que é cada vez maior a demanda destes produtos para fins decorativos, o que a abre outras perspectivas aos artesãos. Com vista a seguir esta tendência de mercado, na oficina de José Maia, a sua mulher, também ela mestre-chocalheiro, começou a produzir quadros e relógios a partir de chocalhos."

Carlos Neves (Évora) in Correio da Manhã de 2003-01-26

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:19
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Também existem coisas que melhoraram

Lia-se no Correio da Manhã a 25 de Novembro de 2005:

"Alcáçovas: Há quem ameace fazer justiça pelas suas mãos
Moradores desesperados com assaltos a casas

A população de Alcáçovas, distrito de Évora, anda desesperada com a vaga de assaltos que se tem vindo a verificar nos últimos meses em habitações da localidade.


Habituados a deixar a chave de casa na porta, os alcaçovenses têm sido vítimas de um grupo de jovens, residentes na vila e ligados ao consumo de drogas, que se introduzem de dia e de noite nas habitações na ausência dos seus proprietários para levar bens como ouro, dinheiro e outros artigos de fácil comercialização.

Francisco Rasteiro surpreendeu um assaltante dentro da sua casa. O ladrão acabou por fugir
Francisco Rasteiro surpreendeu um assaltante dentro da sua casa. O ladrão acabou por fugir

Em Outubro e Novembro, período com maior número de furtos – cerca de uma dezena –, houve casos em que a mesma casa foi assaltada três vezes. “A minha fazenda, em Vale Freixo, já recebeu a visita desta gente por três vezes. Sempre que sou assaltado renovo as trancas da porta, mas o resultado é nulo”, revela José Joaquim da Mata.

Em Setembro, Suzete Palma viu a porta da sua casa arrombada e um prejuízo na ordem dos 1000 euros em ouro e dinheiro: “Maldita a hora em que fomos às festas em Honra de Nossa Senhora de D’aires”, desabafa. Antes, já outras residências tinham sido assaltadas com o ouro e o dinheiro a serem o alvo preferencial dos larápios.

A mais recente vítima destes assaltos foi Francisco Rasteiro, um octogenário que há duas semanas foi encontrar dentro da sua casa um meliante. “Pouco passava das 13h00 quando entrei em casa para almoçar e dei de caras com ele a mexer nas minhas coisas. Só teve tempo de fugir. Se eu me tenho atrasado um ou dois minutos na conversa se calhar o prejuízo tinha sido pior.”

Histórias idênticas repetem-se a cada esquina da pacata vila alentejana, tendo-se criado um ambiente de medo ao ponto da população começar a pensar fazer justiça pelas próprias mãos. “Já houve quem tivesse apanhado um desses bandidos em flagrante e lhe tenha dado uma valente sova com uma moca”, conta ‘Borracho’, um dos mais conhecidos taxistas das Alcáçovas.

PORMENORES

GÁS E VINHO

Da última vez que José Joaquim da Mata foi assaltado, os meliantes levaram da sua casa uma garrafa de gás, uma grade de vinho e uma saca de batatas. “Tudo material fácil de ser trocado por droga”, acusa a vítima.

OURO

Suzete Palma saiu de casa para ir a uma festa e quando regressou a residência tinha sido assaltada. Desapareceram uma pulseira em ouro avaliada em 600 euros e cerca de 450 euros em dinheiro que estavam guardados na habitação.

GNR ATENTA

A GNR confirma as denúncias e afirma estar a investigar. Diz ainda que reforçou o patrulhamento à vila “com elementos à civil”. Avisa, no entanto, que pouco mais pode fazer enquanto os suspeitos não forem apanhados em flagrante."

Carlos Neves (Évora) in Correio da Manhã

Editado por António Costa da Silva


 

 

publicado por alcacovas às 17:09
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Sabia que.........(4)?

Em 2004 foram prometidos 150.000 postos de trabalho e afinal o que aconteceu?

 

- Desempregados:

          - 2005 = 412.000;

          - 2006 = 458.000;

          - Um aumento do desemprego em 2 anos de 7,5% para 8,2%;

          - É o maior índice de desemprego DESDE 1986.

 

 - Propagandeou-se:

          - 232.755 Postos de Trabalho anunciados em projectos de investimento;

          - Foram contratualizados apenas 5.188 (ainda não criados).      

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 16:38
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Segunda-feira, 26 de Março de 2007

Uma frase

A brincar ou a sério?

Leiam:

 "No mundo atual está se investindo 5 vezes mais em remédios para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer.
Daqui a alguns anos, teremos velhas de seios grandes e velhos de pau duro, mas eles não se lembrarão para que servem ".

AC

publicado por alcacovas às 19:30
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Salazar ou Cunhal

Se não estivesse convencido de que o tipo de "espectáculo" que a RTP nos ofereceu não é para levar a sério, estaria deveras preocupado.

Mas não. Não posso acreditar que os portugueses se possam rever em personagens que, aparentemente, em campos opostos enfermam da mesma "visão": que a  Nação precisa de um chefe, de um leader iluminado que a coduza  e não de ideias como a democracia (seja ela o que for).

Para mim que vivi sob a ditadura do estado Novo, durante dezenas de anos e depois durante quase dois anos sob a ditadura ameaçadora do Estado totalitário comunista.

Entre um e outro o diabo que escolha. Mas o Cunhal leva a vantagem de nunca ter chegado realmente ao poder e o Salazar esteve connosco durante uma vida.

Como é possível haver ainda tantos (?) portugueses que preferem um leader absoluto que os guie, ensine, controle com toda a sua enorme e incontestada sabedoria. 

Não poder escrever um spot como este. Não poder escolher o que quero ler ou ouvir. Não ter acesso aberto à WEB , Não poder criticar os nossos ministros em público (nem em privado por cautela contra uma secreta qualquer).

A democracia que temos é deficiente, incompleta, cheia de falhas, mas ainda acredito que se pode mudar, corrigir, o que com um Salazar ou um Cunhal seria impossível.

A escolha dos grandes portugueses acabou com os ditos. D. João II, Afonso Henriques ou Pombal, Camões ou Pessoa, mesmo Soares ou Cavaco, Ronaldo ou Mourinho são para esquecer?

Não e não. Acredito sinceramente que a maioria dos portugueses sabe distinguir e reconhecer os Grandes, os que contribuíram para a nossa fundação e consolidação, para o desenvolvimento e prestígio de Portugal e para os que continuam a missão daqueles.

AC

a desenvolvimento

 

publicado por alcacovas às 16:12
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Schuman (Pai da Europa)

 

A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criativos à altura dos perigos que a ameaçam.
O contributo que uma Europa viva e organizada pode dar à civilização é indispensável para a manutenção de relações pacíficas. Ao assumir-se há mais de 20 anos como defensora de uma Europa unida, a França teve sempre por objectivo essencial servir a paz. A Europa não foi construída, tivemos que enfrentar a guerra.
A Europa não se fará de uma só vez, nem numa construção de conjunto: far-se-á por meio de realizações concretas que criem primeiro uma solidariedade de facto. A união das nações europeias exige que seja eliminada a secular oposição entre a França e a Alemanha: a acção deve envolver principalmente estes dois países.
Com esse objectivo, o Governo francês propõe actuar imediatamente num plano limitado mas decisivo:
«O Governo francês propõe subordinar o conjunto da produção franco-alemã de carvão e de aço a uma Alta Autoridade comum, numa organização aberta à participação dos outros países da Europa.»
Colocar em comum as produções de carvão e de aço garantirá imediatamente o estabelecimento de bases comuns de desenvolvimento económico, primeira etapa da federação europeia, e mudará o destino de regiões durante muito tempo condenadas ao fabrico de armas de guerra, das quais foram as primeiras vítimas.
A solidariedade de produção assim alcançada revelará que qualquer guerra entre a França e a Alemanha se torna não só impensável como também materialmente impossível. A criação desta poderosa unidade de produção aberta a todos os países que nela queiram participar permitirá fornecer a todos os países que a compõem os elementos fundamentais da produção industrial em condições idênticas, e lançará os fundamentos reais da sua unificação económica.
Esta produção será oferecida a todos os países do mundo sem distinção nem exclusão, a fim de participar na melhoria do nível de vida e no desenvolvimento das obras de paz. Com meios acrescidos, a Europa poderá prosseguir a realização de uma das suas funções essenciais: o desenvolvimento do continente africano.
Assim se realizará, simples e rapidamente, a fusão de interesses indispensável à criação de uma comunidade económica e introduzirá o fermento de uma comunidade mais vasta e mais profunda entre países durante muito tempo opostos por divisões sangrentas.
Esta proposta, por intermédio da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma nova Alta Autoridade cujas decisões vincularão a Alemanha, a França e os países aderentes, lançará as primeiras bases concretas de uma federação europeia indispensável à preservação da paz.
A fim de prosseguir a concretização dos objectivos assim definidos, o Governo francês está disposto a iniciar negociações nas seguintes bases.
A missão atribuída à Alta Autoridade comum consistirá em assegurar, a breve trecho: a modernização da produção e a melhoria da sua qualidade; o fornecimento, em condições idênticas, de carvão e de aço aos mercados alemão, francês e dos países aderentes; o desenvolvimento da exportação comum para outros países; a harmonização no progresso das condições de vida da mão-de-obra dessas indústrias.
Para atingir estes objectivos a partir das condições muito díspares em que actualmente se encontram as produções dos países aderentes, deverão ser tomadas, a título provisório, determinadas disposições, incluindo a aplicação de um plano de produção e de investimentos, a instituição de mecanismos de perequação dos preços e a criação de um fundo de reconversão destinado a facilitar a racionalização da produção. A circulação do carvão e do aço entre os países aderentes será imediatamente isenta de qualquer direito aduaneiro, não podendo ser afectada por tarifas de transporte distintas. Progressivamente, criar--se-ão condições para assegurar espontaneamente a repartição mais racional da produção ao mais elevado nível de produtividade.
Ao contrário de um cartel internacional que tende a repartir e explorar os mercados nacionais com base em práticas restritivas e na manutenção de elevados lucros, a organização projectada assegurará a fusão dos mercados e a expansão da produção.
Os princípios e compromissos essenciais acima definidos serão objecto de um tratado assinado entre os Estados. As negociações indispensáveis para precisar as medidas de aplicação serão realizadas com a assistência de um mediador designado de comum acordo; este terá a missão de velar por que os acordos respeitem os princípios e, em caso de oposição irredutível, fixará a solução a adoptar. A Alta Autoridade comum, responsável pelo funcionamento de todo o regime, será composta por personalidades independentes designadas numa base paritária pelos governos; o presidente será escolhido de comum acordo entre os governos; as suas decisões serão de execução obrigatória na Alemanha e em França e nos restantes países aderentes. As necessárias vias de recurso contra as decisões da Alta Autoridade serão asseguradas por disposições adequadas. Um representante das Nações Unidas junto da referida Alta Autoridade elaborará semestralmente um relatório público destinado à ONU, dando conta do funcionamento do novo organismo, nomeadamente no que diz respeito à salvaguarda dos seus fins pacíficos.
A instituição da Alta Autoridade em nada prejudica o regime de propriedade das empresas. No exercício da sua missão, a Alta Autoridade comum terá em conta os poderes conferidos à autoridade internacional da região do Rur e quaisquer outras obrigações impostas à Alemanha, enquanto estas subsistirem.
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 14:37
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***

Em democracia os resultados devem-se respeitar. Salazar ganhou e foi eleito o maior português. Mas em minha opinião tal se deve ao voto massivo de fanáticos, o que não podem representar de forma alguma a opinião dos portugueses.
 
 
 
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 14:27
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Evolução

A Europa dos Seis (1957)
 
Depois de uma guerra que tinha arrasado o centro da Europa e sentindo a necessidade de um novo rumo para a economia tão fragilizada dos seus países, seis países juntam-se e assinam o tratado de Roma que deu origem à CEE (Comunidade Económica Europeia). Os países que assinaram o referido tratado no dia 25 de Março de 1957 foram: Republica Federal da Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos.
 
 
 
 
 
 
 
A Europa dos Nove (1973)
 
Juntaram-se aos restantes membros da CEE, a Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido.
 
 
 
A Europa do Dez (1981)
 
Este ano foi marcado pela entrada da Grécia.
 
 
A Europa dos Doze (1986)
 
Foi neste ano que Portugal e a Espanha se juntaram à família europeia.
 
 
A Europa dos Quinze (1995)
 
Foi a vez da Áustria, da Finlândia e da Suécia.
 
 
A Europa dos Vinte Cinco (2004)
 
Foi o ano em que se protagonizou o maior alargamento de sempre da União Europeia. A Europa estendeu-se a Leste e países que estiveram demasiado tempo por trás da cortina de ferro dos comunistas, juntaram-se à União Europeia na esperança legítima de um futuro melhor.
Neste ano entraram: Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia, República Checa.
 
 
A Europa dos Vinte Sete (2007)
 
Os mais novos membros da União Europeia são a Bulgária e a Roménia.
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 13:06
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A Morte saiu á rua... numa RTP assim...

Retirado do Pitecos

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 12:45
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Domingo, 25 de Março de 2007

A União Europeia em 2007

Europe

 

Ricardo Vinagre

publicado por alcacovas às 19:56
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50 anos a construir um sonho...

 

Ricardo Vinagre

publicado por alcacovas às 19:45
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Rugby, Campeonato do Mundo

Portugal conseguiu ontem, pela primeira vez na história do rugby, o apuramento para o campeonato do Mundo a realizar-se em França.

É a primeira vez que uma equipa amadora consegue o apuramento para o campeonato do Mundo entre equipas profissionais.

É um feito desportivo de grande repercussão internacional. Hoje Portugal é notícia em todo o Mundo não só por ter ganho à Bélgica (e bem), mas por ter elminado o Uruguai (e antes outros países) com fortes equipas profissionais.

AC

publicado por alcacovas às 19:15
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Procissão do Nosso Senhor dos Passos

Algumas fotos da procissão do Nosso Senhor dos Passos.

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António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:41
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CAMINHADA JARDIM PÚBLICO DAS ALCÁÇOVAS – 5 MOINHOS - PEDREIRA

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A Malta do Andamento saiu, como de costume, para uma caminhada pelo campo em Alcáçovas. Foi mais uma bela oportunidade para se aproveitar bem uma manhã soalheira neste domingo primaveril.

 

Decidimos alterar o percurso, tornando-o mais curto, de forma a não nos afastarmos muito de Alcáçovas. O motivo deveu-se ao facto de haver procissão do Nosso Senhor dos Passos neste dia.

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Assim, fomos em direcção aos 5 moinhos.

 

Pudemos observar a bela paisagem que dali se pode avistar e apreciar as obras de restauro dos moinhos e dos montes antigos daquela zona.

 

Fomos em direcção ao Convento da Nª Sra da Esperança e de seguida para Vale Tanques.

 

No total andámos cerca de 9Km.

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 18:36
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Dia de Procissão

Hoje foi dia de procissão, as ruas estava cheias de gente, a igreja transbordava de fiéis,
Alcáçovas recebeu os seus filhos num dia carregado e cinzento.
Os anjinhos nos seus vestidos imaculados caminhavam junto das suas mães, uns alegres, outros a chorar e outros implorando colo porque o seu entusiasmo inicial já se esgotou e as suas pequenas pernas cedem à pequena “longa” jornada. Amigos de velha data encontram-se na praça, trocam cumprimentos e matam saudades dos seus tempos de rapazes quando alguns deles levam em ombros o Senhor.
Alcáçovas recebeu seu filhos que guiados pela fé regressão ano após ano à sua terra.  
Os sinos tocam nas torres das igrejas e o Senhor passa.
 
Sempre que oiço este poema recordo-me de dias como o de hoje.
 
PROCISSÃO
Tocam os sinos da torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
 
Mesmo na frente, marchando a compasso,
De fardas novas, vem o solidó.
Quando o regente lhe acena com o braço,
Logo o trombone faz popó, popó.
 
Olha os bombeiros, tão bem alinhados!
Que se houver fogo vai tudo num fole.
Trazem ao ombro brilhantes machados,
E os capacetes rebrilham ao sol.
 
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
 
Olha os irmãos da nossa confraria!
Muito solenes nas opas vermelhas!
Ninguém supôs que nesta aldeia havia
Tantos bigodes e tais sobrancelhas!
 
Ai, que bonitos que vão os anjinhos!
Com que cuidado os vestiram em casa!
Um deles leva a coroa de espinhos.
E o mais pequeno perdeu uma asa!
 
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
 
Pelas janelas, as mães e as filhas,
As colchas ricas, formando troféu.
E os lindos rostos, por trás das mantilhas,
Parecem anjos que vieram do Céu!
 
Com o calor, o Prior aflito.
E o povo ajoelha ao passar o andor.
Não há na aldeia nada mais bonito
Que estes passeios de Nosso Senhor!
 
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Já passou a procissão.
 
António Lopes Ribeiro
 
 
 
 
Ricardo Vinagre
publicado por alcacovas às 18:25
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BAILE DA PINHA NO SALÃO DA S.U.A.

O salão da Sociedade União Alcaçovense acolheu, este sábado, mais uma edição do Baile da Pinha à moda antiga.

 

Tal como manda a tradição, o Salão da SUA foi decorado a rigor para celebrar esta tradição. O Rei e a Rainha (Carlos Banha e Adriana Charrua) deste ano apresentaram-se muito bem vestidos, assim como, todas as Aias e Aios.

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Uma das principais características desta tradição tem a ver precisamente com esses aspectos: o cuidado da decoração do espaço e da indumentária dos principais elementos da festa.

 

Tudo foi feito com rigor. A decoração foi inspirada no Jardim do Paço dos Henriques com a preciosidade da Igreja das Conchinha.

 

O baile estendeu-se ao longo da noite, efectuou-se o habitual leilão dos bolos, assim como, a venda das fitas para os candidatos a Rei e Rainha do ano seguinte.

 

Mais uma vez, lá se conseguiu manter a tradição.

 

O novo Rei é o João David e a nova Rainha a Diana Caixinha.

 

 

António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 17:21
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50 anos do Tratado de Roma

Neste domingo, a União Europeia sopra 50 velas e celebra, com uma série de iniciativas nos actuais 27 Estados-membros, a visão de homens como Jean Monnet e Robert Schuman que, no rescaldo da segunda Guerra Mundial, encararam a integração económica como o mais fiável seguro de vida das gerações futuras.

   

O Tratado de Roma, que instituiu a Comunidade Económica Europeia (CEE), foi assinado em Roma em 25 de Março de 1957. O Tratado que institui a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom) foi assinado na mesma altura, o que levou a que estes dois tratados passassem a ser conjuntamente designados por Tratados de Roma.

Encorajados pelo êxito do tratado sobre o carvão e o aço, os seis países signatários (Bélgica, República Federal da Alemanha, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos) alargam a sua cooperação a outros sectores económicos.

Assinam o Tratado de Roma, que cria a Comunidade Económica Europeia (CEE), ou "mercado comum", cujo objectivo é a livre circulação das pessoas, das mercadorias e dos serviços entre os Estados-Membros e o Tratado que institui a Comunidade Europeia da Energia Atómica, mais conhecida sob a designação de Euratom

Editado por António Costa da Silva

publicado por alcacovas às 16:53
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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