Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2005

A Festa da Doçaria

A mostra de doçaria que se vem realizando em Alcáçovas há uns poucos anos vai ganhando projecção e atraindo visitantes.
Pode dizer-se que este é o tipo de evento que pode progredir, crescer e trazer gente de fora, pessoas de áreas exteriores à nossa vizinhança próxima.
Pessoas que vêm para ver, provar e comprar doces e que podem também estender a sua visita e, por exemplo, dar uma volta pela Vila, ir almoçar ou jantar a um restaurante regional.
A nossa Câmara e os expositores criaram já algo de importante que pode vir a transformar-se num acontecimento anual com projecção nacional e, quem sabe, até peninsular.
Vamos pensar, discutir, procurar formas de melhorar e de consolidar esta Mostra.
Vamos pensar em grande.
Como fazer da nossa "festasinha" da doçaria uma grande Feira especializada, com alta qualidade, com o envolvimento de todas as forças da Vila, desenvolvendo um menu de atracções em redor do tema central: a doçaria.
Vamos pensar como é que podemos atrair não centenas, mas milhares de visitantes, como trazer a Alcáçovas pessoas de todo o país, como atrair visitantes da vizinha Espanha, etc, etc.
Aguardo comentários e disponibilidade para uma reunião em Janeiro.
AC
publicado por alcacovas às 18:27
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2005

NATAL

É sempre tempo de desejar aos amigos, em particular, e a todaa gente, em geral, votos de Bom Natal e Festas Felizes.
Festa religiosa para uns, festa da família para outros, é de facto uma tradição bem forte na nossa cultura.
Assim o meu voto sincero e de amizade vai para os meus coparticipantes deste blog "Alcáçovas" e de certo modo para todos os alcaçovenses.
Sejam felizes.
AC
publicado por alcacovas às 15:43
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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2005

Ainda as Presidenciais

No último debate confirmou-se o "ódio" que o Dr. Mário Soares nutre por 2 dos candidatos, Cavaco e Alegre.
Que são os que lhe fazem sombra, que podem cortar-lhe o sonho de uma 3ª Presidência.
Os outros dois são apenas uns simpáticos leaders de partidos que pouco o preocupam. Até evita fazer-lhes ataques mais agrestes pois sempre pode ir pescar alguns votos entre os seus partidários.
Mas com Cavaco e Alegre a luta é de "morte". Um veio tirar-lhe o apoio integral dos partidários do PS, o outro veio situar-se num campo em que as regras do jogo são difíceis de aceitar.
São como duas nevens negras que vêm obscurecer um pôr de sol que Soares pretendia deslumbrante.
Soares trocou o certo (o prestígio que tinha) pelo risco. Desceu do seu alto pedestal para travar uma luta inglória, veio envolver-se numa luta que não quer perder, custe o que custar. E tudo indica ele está a perder essa luta.
Pode perder a luta interior (entre socialistas) e a luta global.
Mais do que perder a eleição está já a perder dignidade e prestígio.
Porquê?
Ele diz que não há salvadores da pátria. Então porque é que avançou atropelando amizades e declarações formais?
No fundo ele não faz outra coisa que não seja tentar convencer os portugueses que ele é o único que pode salvar Portugal. Ele é melhor, tem mais experiência, melhor curriculum, do que qualquer dos outros candidatos.
E, no último debate, atacou, ofendeu, mentiu, tudo fez para destruir o adversário.
Não disse nada, não demonstrou nada que tivesse interesse para podermos avaliar o seu mérito.
Claro que ele não precisa de demonstrar nada.
Se os Presidentes fossem escolhidos pelos curricula ele era o vencedor.
Ele nunca cometeu erros, ganhou todas as eleições, é um herói e um iluminado.
Mesmo que isto fosse totalmente verdadeiro ele parece esquecer que os tempos mudam, os portugueses vão mudando e, mesmo que alguns ainda se revejam num estilo político "rétro", a maioria está cansada de velhos chavões, de políticos palavrosos, de ideias enferrujadas.
As pessoa querem soluções, querem perceber o que é que se vai fazer, querem mudanças, querem desenvolvimento económico e social, querem um Presidente activo, catalizador que, respeitando os seus poderes constitucionais, tente contribuir por todos os meios ao seu alcance, para ajudar a vencer a crise em que nos encontramos.
Vamos ver o que os portugueses decidem no dia 22 de Janeiro.
AC
publicado por alcacovas às 17:43
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Domingo, 18 de Dezembro de 2005

Insegurança em Alcáçovas

Desde algum tempo para cá temos assistido na nossa vila a vários actos de criminalidade,
desde assaltos a residências até a assaltos a carros.
A nossa vila passou de uma pacata vila alentejana para mais parecer um bairro urbano dos mais perigosos em que o dia a dia dos seus habitantes esta lado a lado com a criminalidade.
Penso e estou certo que todos concordarão comigo que estes acontecimentos já estão a atingir proporções verdadeiramente preocupantes, por isso, apelo a todas a autoridades competentes (Junta de Freguesia, Câmara Municipal, GNR) e todos vós que sois alcaçovenses e que se interessam e preocupam com a nossa vila, que se comece a trabalhar no sentido de acabar com este flagelo que tem atingindo Alcáçovas.
Deixo desde já o “alcacovas” ao vosso dispor para darem a vossa opinião e sugestões sobre o que se pode fazer para que todos juntos possamos acabar com esta onda de criminalidade e para que possamos devolver a Alcáçovas e aos seus habitantes a paz que outrora conheceram.

rmgv
publicado por alcacovas às 18:21
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Sábado, 17 de Dezembro de 2005

Presidenciais, BE

Muito se tem falado daquilo que os candidatos à Presidência dizem ou não dizem.
Entre os cinco pretendentes julgo que um se destaca pela sua capacidade e habilidade de argumentação, pela inteligência e conhecimento revelados em cada assunto que aborda.
Estou, como devem imaginar, a falar do Doutor Francisco Louçã.
Não sou adepto do BE, não perfilho a sua ideologia (?), sofri com os desmandos, com a sobranceria, com a prepotência dos antecessores do BE durante o PREC.
Não é possível esquecer, mas é-me possível aceitar hoje o BE, tentar compreender as suas razões, discutir com eles democraticamente, admitir que eles são democratas como eu.
Mas aqui surge a minha primeira grande questão. O que é a democracia para o BE?
Em 1974/75 eles não aceitavam a chamada democracia dos paises ricos, a democracia como nós a entendemos.
Qual é o conceito de democracia do Dr. FL?
Em 1974/75 eles não aceitavam os outros partidos, o mundo deles só aceitava o partido único.
E agora?
Em 1974/75 eles não aceitavam a economia privada, toda a economia era estatal.
E hoje como é que entendem a economia?
Estes são apenas alguns exemplos. Mas a questão que ponho é esta: o que é que o Dr. FL e o seu partido BE pensam em termos ideológicos? Quais são os grandes objectivos do BE para a sociedade portuguesa?
O Dr. FL fala e bem, mas não revela nada.
Ouve-se o Dr. FL e, por vezes, até nos parece ouvir um representante do centro esquerda ou mesmo centro direita, sobretudo quando nos fala de economia.
O que ouvimos é de um homem ponderado, moderado, democrata, europeista, etc.
De esquerda, admito, mas que esquerda?
O Dr. FL falou num dos debates sobre a nova esquerda que ele estaria a construir.
O que é isso ?
Uma nova via? Uma reforma? Um novo conceito?
Estará o BE à direita do PC?
Eu compreendo o PC, sei o que pretendem o PS, o PSD e o PP.
Sei com quem estou a lutar ou a apoiar, posso concordar ou criticar, mas sei qual o campo em que eles se movem.
Quanto ao BE tudo o que eu pensava deste partido parece deslocado ou falso quando ouço o Dr. FL.
O Dr. FL poderá ser um grande político, pode ter ideias miraculosas para o nosso futuro, mas não consigo ver nada, já não vejo o "BE" do PREC, nem sei o que é hoje o BE.
O Dr. FL pode ser ou não ser isto ou aquilo, mas uma coisa é certa: ele é o melhor ilusionista da política portuguesa.
Ele não faz política, faz mágicas. Diz uma coisa, que para cada um de nós tem um significado diderente. e que parece satisfazer a todos, faz-nos ver o que queremos ver.
Força-nos, habilmente, a interpretar cada palavra pelo sentido que mais nos agrada.
É um feiticeiro cujos actos mágicos nos surgem como realidades indiscutíveis.
Pelo menos até "acordarmos" do torpor em que fomos envolvidos.
O Dr. FL ou é um salvador da pátria ou um ditador cruel disfarçado de "avôsinho"?
É, simultâneamente, tentador e assustador.
Que nos anda a enganar ou a iludir não tenho dúvidas. Mas o que é que ele realmente pretende?
Espero que um dia ele nos diga, mas que não seja no dia (hipotético) da sua subida ao poder, o que é que realmente pensa.
AC
publicado por alcacovas às 15:18
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Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2005

Bucólica

Hoje de manhão, conforme é meu hábito, dei uma volta, comprar o jornal, beber a bica, tratar de algumas minudências.
Pelo caminho vou encontrando caras conhecidas, bom dia, como está hoje...
Conversas de 1 ou 2 minutos, sobre o tempo, a seca ou a chuva, algo que aconteceu a um amigo, fala-se de pequenas coisas, folhinhas dispersas pelo vento, conversinhas que logo se esquecem para, amanhã serem retomadas, repetidas, mas sempre saborosas.
Não precisamos de apresentações formais, falamos uns com os outros, por vezes sei com quem estou a falar, por vezes é uma cara conhecida sem nome e muitas vezes é um desconhecido (amanhã já não o será).
Vivi durante muitos anos em Lisboa, minha terra, vivi junto ao Porto, vivi em New York e em Luanda, vivi próximo de Aveiro, mas nunca vivi numa terra/casa. Vou explicar: uma terra quase como uma casa, pequena, habitada por parentes, visitada por amigos.
É um pouco assim a minha nova terra, uma grande casa onde todos estamos prontos a começar uma breve conversa, sobre tudo ou sobre nada, apenas porque estamos juntos, porque gostamos de partilhar uns momentos de descontração, de rir um pouco com um dito simples, mas alegre.
De com um simples bom dia fazermos parte do dia a dia de cada um e de todos nós.
Isto não é uma mais valia na qualidade da nossa vida, algo que é difícil de explicar ou de entender sem experimentar. Mas aqui em Alcáçovas é assim.
Não é uma terra diferente de muitas outras, as suas gentes são como muitas outras, onde há bondade e maldade.
Mas aqui vivemos em sociedade, vivemos em conjunto uns com os outros.
Nas grandes cidades as pessoas vivem dentro de uma sociedade, como entes anónimos, vivendo mais uns contra os outros ou isolados dos outros.
Esses outros são estranhos, possíveis inimigos. Vivemos isolados, sós no meio de uma multidão.
Se um dia quizeres esconder-te, desaparecer, vai viver para uma grande cidade.
Aqui em Alcáçovas isso não é possível, cada um de nós é uma parte visível de um pequeno todo.
AC
publicado por alcacovas às 17:43
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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2005

Alcáçovas e o comercio

A nossa Vila é pequena, com uma população de pouco mais de 2000 residentes. Os visitantes não são muitos e o poder de compra da maioria é fraco.
Mas uma terra, por pequena que seja, precisa de lojas e similares onde possa encontrar resposta para muitas das suas necessidades quotidianas.
Aqui, em Alcáçovas, temos uma alternativa, cada vez mais usada, que é ir a Évora, ou a outra localidade com mais oferta, melhores preços e "visual" mais moderno.
Por cá temos sobretudo cafés e afins e mercearias, onde se pode encontrar quase tudo, ainda que a preços muito elevados.
Em Évora, que não é uma cidade barata, os preços podem ser mais baixos na ordem dos 20 a 30%.
Depois temos vários restaurantes, alguns com boa comida alentejana e, em geral, com preços aceitáveis, mas quase todos com instalações muito modestas.
E depois vem uma série de negócios representados por 2 ou 3 estabelecimentos e, por vezes, apenas por 1 ou nenhum.
Exemplos:
Hotelaria - 1, de bom nível e conceituado. Mas apenas com 6 quartos. Em breve existirá uma segunda casa (turismo de habitação?), o que é de celebrar. Ainda há investidores com coragem.
Papelaria/livraria não há verdadeiramente, ainda que um dos comerciantes locais vá resolvendo algumas das nossas necessidades.
Lavandaria não há.
Peixaria não há.
Sapatarias, lojas de vestuário e afins pouco existe, diria que na realidade não há nehum estabelecimento a sério nestes ramos.
Outra situação que podemos verificar e que é comum a quase todos os estabelecimentos existentes (há algumas excepções, poucas, muito poucas) é a do envelhecimento das instalações comerciais, a falta de condições para expor as mercadorias, a limitação da oferta, sem variedade, sem qualidade, sem preços competitivos.
É evidente que esta situação tem as suas razões, muito fortes e evidentes. Todos estamos conscientes que num meio pequeno e pobre é difícil, mesmo muito, mudar.
Quem é que vai abrir um novo estabelecimento, quais são os comerciantes que podem ou querem correr o risco de melhorar a sua casa, investindo em obras, em equipamento, mobiliário, em formação?
Não é nada fácil, mas não vejo como é que será Alcáçovas daqui a 10/20 anos se nada mudar nesta área.
Fecharão muitas lojas?
Os residentes irão cada vez mais fazer as suas compras a outras localidades?
Alcáçovas transformar-se-á num dormitório?
A população continuará a diminuir?
Ou poderá ser feita alguma coisa para melhorar o nosso comércio, quer quanto a instalações, quer quanto a competividade na qualidade e nos preços, quer quanto à sua diversidade?
Não haverá incentivos para uma modernização do nosso comércio? Não será possível estudar empreendimentos conjuntos que permitam minimizar as dificuldades?
Venham as ideias, as sugestões.
AC
publicado por alcacovas às 16:53
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2005

Praça de Touros

As corridas de touros são objecto de muita discussão, por vezes acalorada. Em Alcáçovas temos muistos aficionados e também alguns opositores.
Por um lado a tradição, por outro a defesa do animal.
Julgo que há 50 anos atrás havia muito mais entusiasmo com as corridas de touros. Nesse tempo pouco, muito pouco, se falava de direitos dos animais, da crueldade com que se tratavam certos animais, como o touro.
Os tempos vão mudando e hoje a discussão é mais acalorada, mais fundamentada, quer por uns quer por outros.
Aqui na nossa terra há muitas pessoas que gostam de ver uma tourada. Estão no seu direito, ainda que eu preferisse que as touradas não fossem permitidas.
Concordo que este é um tipo de espectáculo com longas tradições locais. Que Alcáçovas é também uma terra de toureiros e de cavaleiros.
Mas para quem não gosta nem pode apoiar este tipo de "entretenimento" há sempre a esperança que as coisas mudem, sobretudo que os mais jovens deixem de ir ver touradas, transferido as suas preferências para outro tipo de actividades.
E assim chego ao assunto que quero focar neste artigo: a construção de uma praça de touros na nossa Vila.
Uma praça que vai ser construida em frente à Escola!
Em boa verdade julgo que tal construção é um erro.
Erro de localização, erro económico e erro conceptual.
Fazer uma praça de touros em frente à Escola, onde estudam e se formam os nossos filhos e os nosso netos não será um mau exemplo?
Não haveria outro local, onde a presença de tal construção e dos espectáculos que nela se irão realizar, não possa ter qualquer espécie de influência (negativa) nas nossas crianças?
Erro económico pois julgo que o investimento a fazer não contribue em nada para o desenvolvimento local. Vai criar empregos? Vai criar mais valias?
Erro conceptual, pois não acredito que o espectáculo das touradas tenha uma base de sustentação a longo prazo.
Vamos discutir o assunto. Digam o que pensam.
AC

publicado por alcacovas às 15:17
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005

Mostra de Doçaria

Começou hoje em Alcáçovas um dos mais importantes acontecimentos que ocorrem na nossa terra, a mostra de doçaria que durante quatro dias vai trazer a Alcáçovas o melhor que se faz no nosso país na arte da doçaria. Estarão presentes não só pasteleiros de Alcáçovas como de todos os cantos do nosso país. Espero que aproveitem esta oportunidade e visitem a mostra de doçaria. Não percam tempo e vão lá antes de mim, pois quando eu lá for não sei se sobraram doces para vocês.

rmgv
publicado por alcacovas às 16:37
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Reparo!

Uma das coisas mais importantes que existem é o facto de reconhecermos os nossos erros. E infelizmente no meu último artigo que escrevi cometi um erro que não foi intencional mas de facto foi um erro. No que diz respeito ao saite da câmara municipal de Viana do Alentejo, tendo eu escrito que as únicas informações encontradas eram da câmara municipal de Paço de Arcos, pois isto não é verdade pois o saite da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, tem informação histórica e fotos dos monumentos das Alcáçovas. Só que no dia em que eu escrevi o artigo o saite não dava para aceder devido a uma avaria. Desde de já as minhas desculpas a Câmara Municipal de Viana do Alentejo.
Quando ao resto mantenho o que disse e a certeza que quantas mais pessoas nos visitarem mais hipóteses temos de reconstruir o nosso centro histórico.

rmgv
publicado por alcacovas às 16:24
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Publicado por:

André Correia (AC); António Costa da Silva; Bruno Borges; Frederico Nunes de Carvalho; Luís Mendes; Ricardo Vinagre.

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