
A Direção Regional de Educação do Alentejo enviou à Câmara Municipal uma proposta com vista à agregação do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo com a EBI/JI de Alcáçovas. A proposta foi rejeitada pelo executivo da autarquia e pela comunidade educativa.
O processo da reordenação da Rede Escolar está em marcha. A direção regional de Educação do Alentejo (DREA) está a ponderar a agregação do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo com a EBI/JI de Alcáçovas, uma ideia já rejeitada pelo executivo da autarquia e pela comunidade educativa do concelho de Viana do Alentejo.
A proposta foi enviada pela DREA no final de abril à Câmara Municipal que convocou uma reunião extraordinária do Conselho Municipal de Educação. Em sede deste órgão, apenas a DREA votou favoravelmente a proposta.
O executivo considera que as estratégias de trabalho em torno da promoção do sucesso têm passado pela organização do trabalho letivo dos docentes. Se a agregação vier a confirmar-se e os professores tiverem que lecionar nas duas escolas vão estar, efetivamente, ausentes de ambas e o apoio dado aos alunos será quase nulo. Outra das razões apontadas para o parecer desfavorável da autarquia está ainda a gestão pedagógica que enfrentaria dificuldades acrescidas na estruturação de apoios ao aluno, na adequação e rapidez de resposta a situações de apoio, uma vez que, teria de ser assegurada a acumulação de funções entre ambos os estabelecimentos de ensino. A distância geográfica é outro dos fatores apontados, dado que se torna difícil a gestão e partilha de recursos entre os dois agrupamentos.
Também a Assembleia Municipal de Viana do Alentejo, reunida no passado dia 10 de maio, emitiu, por unanimidade, um parecer desfavorável à proposta da DREA.
Segundo o parecer “a uniformização da agregação da EBI/JI de Alcáçovas com o Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo será um grande obstáculo ao modelo atualmente existente que favorece as freguesias”. É ainda apontada “a queda dos resultados pedagógicos em ambos os estabelecimentos” como fator negativo, bem como a dispersão de docentes que irá levar a um “défice presencial” nas escolas.
Outra das razões apontadas pela Assembleia Municipal é a “provável redução de professores e pessoal técnico administrativo, com consequências negativas para a qualidade do processo de ensino-aprendizagem e para o sucesso escolar”.
A Assembleia Municipal recomenda que as verdadeiras políticas educativas a praticar vão ao encontro das recomendações, pareceres e contributos de especialistas nacionais e internacionais que nos países desenvolvidos apontam para escolas com dimensões razoáveis, em detrimento de grandes agrupamentos.
A posição assumida pelos diversos órgãos é consensual e aponta para a rejeição da proposta da DREA de agregação das escolas e da implementação do novo modelo de gestão, já que não conferem qualquer mais-valia pedagógica para o processo educativo dos alunos.
Visto na página eletrónica do Município de Viana do Alentejo.
Visto no Blog do Polvorosa
Editado por António Costa da Silva

I ENCONTRO DE GRUPOS CORAIS
26 de maio 2012
15h00
Concentração na praça da República
Desfile da rua da Esperança até ao Jardim Público
Atuação no Coreto do Jardim Público
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral Alentejano Amigos do Independente de Setúbal
- Grupo Coral Feminino "Rosas de Março" de Ferreira do Alentejo
- Grupo Coral "Gente Nova " do Campinho
- Grupo Coral de baleizão, o Grupo Coral da casa do Povo de Cercal do Alentejo
- Grupo Coral da Liga dos Amigos da Mina de S. Domingos
- Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade
- Grupo Coral da Casa do Povo de S. Luís - Odemira.
A iniciativa faz parte integrante do programa da Semana Cultural
http://expresso.sapo.pt/pingo-doce-nao-r
Ainda não consegui entender, qual foi o problema do pingo doce ter feito uma campanha de 50% de desconto em compras superiores a 100 euros no dia 1 de maio. Os consumidores são na sua grande maioria racionais no momento de comprar, e naquele dia perante um desconto de 50%, milhares de pessoas tomaram a decisão mais óbvia, comprar a metade do preço.
Ricardo Vinagre
Já faz algum tempo que não escrevo aqui, tinha saudades, confesso. Mas o tempo não dá para tudo e outras prioridades vão passando à frente.
De vez em quando, com uma prioridade bem mais baixa que aquela que gostava, vou regressando às Alcáçovas. Continua a ser a mesma terra agradável, que nesta altura do ano está rodeada de campos verdes e floridos e que convida à paz e ao descanso. Mas continua ser a mesma terra, onde problemas estruturais se mantêm (problemas que são extensíveis a todo o país, mas que se tornam mais difícil de lidar quando conhecemos os rostos que são afetados).
Não tenho dúvidas que os responsáveis estão a dar o seu melhor para resolver os problemas como o do desemprego no concelho, mas o que tem sido feito concretamente? Li no boletim municipal que foi feita uma espécie de formação de procura de emprego, vi também que foi feita uma atividade onde participaram entidades públicas e privadas. Mas a pergunta, mantém-se o que tem sido feito pela parte do município, para no meio de tantas dificuldades atrair o pouco investimento que existe? O que foi feito para dizer as empresas, invistam aqui e não no concelho vizinho, porque aqui é melhor, aqui damos mais condições? Quais os números?
A crise que vivemos, embora traga enormes dificuldades ao país, às empresas, aos municípios e às pessoas, não tem só um lado negativo, podemos apreender com tudo o que aconteceu e que está a acontecer. Mas acima de tudo é importante lembrar que não vale a pena procurar culpados ou carrascos pelo atual estado das coisas no país ou no concelho, o que importa é ir em frente e ter bem presente, que aqueles que atravessarem esta crise com otimismo e com espirito inovador, serão os mais fortes daqui a uns anos, pois tiveram uma das capacidades mais importantes em alturas de mudança como aquela que vivemos, a de adaptação.
Ricardo Vinagre
Passarei sempre que possível a fazer neste espaço alusão ao património artístico e arquitectónico das Alcáçovas que estava inventariado na base de dados da extinta DGEMN - Direcção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais, actualmente integrado no SIPA - Sitema de Informação para o Património Arquitectónico, tutelado pelo IHRU - Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana. Desta forma início a apresentação com o Jardim Cruz e Silva.
Fotografia retirada do sítio do SIPA
Trabalho da autoria do falecido Professor Francisco Caldeira Cabral, primeiro arquitecto paisagísta de Portugal, concretizado em 1957.
Desenho da autoria do Professor Caldeira Cabral
Atenciosamente,
Frederico Nunes de Carvalho
Editado por António Costa da Silva
por Carlos Luna

Entre os vultos de destaque do nosso Alentejo, alguns há que são tão raramente lembrados que dir-se-ia que algum tipo de maldição os persegue. Estão neste caso dois irmãos, de apelido Couto, de nomes Estêvão (1554-1638) e Sebastião (1567?-1639), ambos originários de Olivença, onde viveram na Rua da Pedra... hoje denominada, com pouco respeito pela História, "Calle Cervantes".
Estêvão do Couto formou-se na Universidade de Évora em 24 de Junho de 1539, doutorando-se em Teologia, na mesma Instituição, em 1596. Foi, aliás, Cancelário e Lente na mesma Universidade. Autor de vários textos e trabalhos, manuscritos, sobre Física e Metafísica, assim como de uma obra intitulada "Retórica", é mencionado na "Biblioteca Lusitana" de Barbosa Machado. É em geral considerado um dos grandes cérebros jesuítas do Século XVII, sendo muitas vezes citado elogiosamente.
Sebastião do Couto, tal como o irmão, entrou na Companhia de Jesus. Tinha então apenas 15 anos. Formou-se na Universidade de Évora em 23 de Janeiro de 1605. Foi Lente da Prima de Teologia em Évora e em Coimbra. Muito afamado, há notícias de ter pregado no Auto de Fé de 19 de Junho de 1619, em Évora... algo que hoje não se considerará muito elogioso, antes pelo contrário.
Parece que os dois irmãos se mantiveram sempre muito próximos, intelectual e fisicamente, excepto por pequenos períodos. Por isso, não causa espanto encontrá-los juntos em 1637, por ocasião da Revolta do "Manuelinho" em èvora. Ambos tiveram nela papel de destaque, em especial Sebastião.
Como é sabido, a Revolta do "Manuelinho" foi um protesto generalizado com algumas manifestações de violência à mistura (queima de Arquivos, por exemplo). Constituíu a primeira ameaça séria de revolta contra o Governo Filipino. Opressão fiscal, miséria social, falta de um governo próprio com efectiva capacidade de decisão, e outros, foram os motivos variados que levaram a tal levantamento, particularmente dinâmico no Alentejo e no Algarve, que abrangeu com poucas excepções (Elvas, Moura, e pouco mais), assolando ainda partes do Ribatejo e da Beira Baixa, e uma ou outra localidade fora dessas áreas (Guarda, Bragança). Só na Região de Évora, em sentido lato, ergueram-se Évora (centro do movimento), Montemor-o-Novo, Alandroal, Vila Viçosa, Borba, Canha, Vimieiro, Sousel, Avis, Olivença, Mourão, Viana do Alentejo, Alcáçovas, Vila Nova da Baronia, Alcácer do Sal, e outras localidades ainda.
As classes possidentes portuguesas, dado o carácter eminentemente popular da Revolta, hesitaram no procedimento a ter. Acabaram por ajudar a reprimir o levantamento, muitas vezes procurando ser elas próprias a fazê-lo com um mínimo de interferência de Madrid.
Curiosamente, os Jesuítas apoiaram maioritariamente os rebeldes, apesar do reconhecido pendor ultracatólico do Rei de Espanha. Foram mesmo acusados de estarem entre os principais instigadores.
Seria interessante tentar compreender todas estas tomadas de posição, mas tal foge ao âmbito do presente trabalho. Para este interessa, isso sim, que os dois irmãos Couto estiveram envolvidos na rebelião. Pela palavra e pela escrita, ambos, principalmente Sebastião, incitaram ao levantamento, percorrendo várias localidades.
O próprio Duque de Bragança (futuro rei D. João IV) assinalou a presença do mais novo e activo dos irmãos, relatando estar "escondido na Igreja de Jesus". Nada há a estranhar na posição do duque, que se colocou contra os revoltosos, mesmo porque algumas das zonas rebeladas eram domínios seus.
A repressão obrigou Estêvão e Sebastião do Couto a esconderem-se, julga-se que principalmente em Conventos, vários porque não podiam estar muito tempo no mesmo sítio. Estêvão faleceu logo em 1638, sem nunca ter sido apanhado.
O Conde - Duque de Olivares, espécie de Primeiro Ministro espanhol, imaginou entretanto uma artimanha. Convocou a Madrid algumas individualidades portuguesas, para que lhe explicassem em detalhe o que ocorrera durante a Revolta. A artimanha estava em querer proceder à prisão dos suspeitos de instigação em Espanha, já que entre os Portugueses convocados estavam conhecidos opositores a Madrid, com especial realce para... Sebastião do Couto!
Parece que este saíu de Portugal com aparente normalidade, mas não chegou ao seu destino. Porque tinha uma idéia do que o esperava, desapereceu. As buscas em Portugal não resultaram. Faleceu em 21 de Novembro de 1639, ao que parece de morte natural. Estava sob disfarce num Convento... mas em Espanha, onde Olivares nunca sonharia procurá-lo... e muito menos encontrá-lo!
Aqui, surge uma grande confusão, pois em Borba diz-se que Sebastião Couto morreu na vila alentejana. Eis algo que merece ser averiguado!!!
Afinal, nenhum dos dois irmãos vivia já no Primeiro de Dezembro de 1640, o que foi de facto lamentável, pois teriam decerto sentido uma imensa alegria. A História tem destas ironias. E foi o próprio Duque de Bragança que, com outros elementos das elites portuguesas, se pôs à frente duma nova e maior revolta, desta vez vitoriosa. A História ainda hoje se interroga se terão compreendido os sentimentos populares, se terão agido por interesse próprio, ou se terão tentado antecipar-se a uma nova revolta plebeia tomando a direcção do movimento em vez de serem ultrapassados. Talvez tudo um pouco. Mas esta discussão não cabe aqui.
Visto no http://aviagemdosargonautas.blogs.sapo.p
Editado por António Costa da Silva
Vou lendo os comentários sobre esta problemática, fumar erva faz mal ou nem tanto?
Considerem o que os responsáveis da cidade de Amesterdão, "capital" livre para os fumadores de haxixe. Proibiram os estrangeiros de fumar erva nos cafés típicos de certa zona da cidade. E, dizem, que em breve será totalmente proibido fumar erva em locais públicos.
Os holandeses são reconhecidos como gente liberal e aberta. Mas também estão atentos e defendem os seus cidadãos. Para terem tomado esta decisão com certeza que têm provas concludentes (para eles) para proibir o fumo desta droga. Leve ou pesada é droga.
A cada um cabe tomar sua decisão.
AC
Concelho de Viana do Alentejo - Programa:
terça-feira| 24 abril
18h30 - Futsal Bairros do Concelho - Fase local em Aguiar, Alcáçovas e Viana
21h30 - Espetáculo: A Carta de um Prisioneiro, pelos Exquorum| Paço dos Henriques (Org.: J.F. Alcáçovas)
22h00 - Espetáculo Musical Jorge Roque & Nefta* - Cantar Abril| Cine-teatro Vianense
23h00 - Baile com Hugo Carrageta| Jardim da Cooperativa
Churrasco oferecido pela J. F. de Aguiar| Jardim da Cooperativa
24h00 - Lançamento de foguetes em Aguiar, Acáçovas e Viana do Alentejo
quarta-feira| 25 abril
8h30 - Arruada da Banda da Sociedade União Alcaçovense| Aguiar
9h00 - Arruada da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Viana do Alentejo| Viana
10h00 - Corrida da Liberdade| Aguiar (J. F. Aguiar)
10h00 - Jogos tradicionais| Viana (Quinta da Joana)
10h00 - Arruada da Banda da Sociedade União Alcaçovense| Alcáçovas
11h00 - Vi...ana Roll - 1ª etapa| Alcáçovas
15h00 - Sessão Protocolar das Comemorações do 38º Aniversário do 25 de abril| Cine-teatro Vianense
16h00 - Jogos Aquáticos| Alcáçovas - Piscina Municipal (Org.: Alcáçovas Atlético Clube)
17h00 - Mega-aula de Hidroginástica| Alcáçovas - Piscina Municipal (Org.:J.F. Alcáçovas)
18h00 - Cante da Terra
Aguiar| Jardim da Cooperativa
- Grupo Coral Feminino "Paz e Unidade de Alcáçovas
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo
- Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo
Alcáçovas| Jardim Público - Org.: J. F. Alcáçovas
- Grupo Coral "Velha Guarda" de Viana do Alentejo
- Grupo Cora Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral e Instrumental "Flores do Campo"
- Grupo de Cantares Populares "Seara Nova"
21h30 - Espetáculo Musical - Tributo de Ary a Zeca - Ensemble Project*| Cine-teatro Vianense
* Projeto Teias - Rede Cultural do Alentejo
Transportes:
Informação retirada da página de internet do Município de Viana do Alentejo e da página do Facebook do Município de Viana do Alentejo.
Publicado por B. Borges
XII Romaria a Cavalo - Programa
Dia 25 de Abril
08:00h - Concentração no terreno anexo ao Pavilhão Municipal de Exposições da Moita.
09:00h – Bênção da imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem junto à Igreja Paroquial da Moita
09:30h – Início do 1º percurso da Romaria: Moita - Poceirão
17:00h - Chegada e Pernoita no Poceirão: Animação - Fados
Dia 26 de Abril
09:00 – Início do 2º percurso da Romaria: Poceirão - Casebres
17:30 – Chegada e Pernoita na Herdade da Bemposta em Casebres
22:00 - Animação Musical
Dia 27 de Abril
09:00 – Início do 3º percurso da Romaria: Casebres - Alcáçovas
18:00 – Chegada e Pernoita no Largo da Gamita em Alcaçovas
21:00 – Entrega de lembranças a todos os Romeiros devidamente inscritos.
Animação (Org. da Junta de Freguesia das Alcáçovas):
- Sevilhanas da Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo;
- Sevilhanas da Classe de Dança da Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense;
- Baile Com João Realista
Dia 28 de Abril
09:00h - Início do 4º percurso da Romaria: Alcáçovas – Viana do Alentejo
15:30h – Inicio da animação desde o Largo dos Bombeiros até ao Largo de S. Luis;
17:00h – Abertura da Tenda Tradições (Gastronomia, Dança e Música) – Junto ao Santuário;
17:30h – Chegada da XII Romaria a Cavalo a Viana do Alentejo
18:30h – Acolhimento dos Romeiros no Largo de São Luis, com a presença das imagens de N.ª Sr.ª d´Aires e N.ª Sr.ª da Boa Viagem;
19:30h – Chegada dos Romeiros ao Santuário de N. Sra. D´Aires;
21:30 – Procissão em honra de N.ª Srª. D´Aires pelas ruas da vila, acompanhada pela Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Viana do Alentejo;
22:30h - Tenda Tradições (Gastronomia, Dança e Música) – Junto ao Santuário:
- Espetáculo Musical com Tres Sangres;
- Entrega de lembranças a entidades parceiras;
- Baile com o Duo Jotas;
Dia 29 de Abril
09:30 – Concentração dos Peregrinos e Romeiros no Largo de São Luis.
10:00 – Procissão com as imagens de N. Sra. D´Aires e N. Sra. da Boa da Igreja Matriz para o Santuário de N.ª Srª. D´Aires;
11:00 – Missa Campal no Santuário de N.ª Srª. D´Aires;
12:30 – Abertura da Tenda Tradições (Gastronomia, Dança e Música) – Junto ao Santuário:
- Animação Musical com Sonido Andaluz;
- Sevilhanas da Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo;
- Cante Alentejano;
XII Romaria a Cavalo - Peregrinação
Transportes:
Informação retirada da página do Facebook do Município de Viana do Alentejo
Publicado por B. Borges
Entrevista com João Penetra
E – Sr. João Penetra vai contar uma história.
JP – Havia um senhor lavrador de Serpa, muito rico, era o
lavrador mais rico de Serpa que não me recordo o nome. Ah… e todas” dias ia
passear as propriedades dele de fazendas ali
dos arredores de Serpa e tinha uma aranha com um cavalo e montava-se no…
na aranha e ia correr as propriedades, ver… todos os dias era aquilo.
Ah… e era um senhor, aquilo era uma miséria grande naquela
altura em Serpa e houve um senhor que esperou e pediu-lhe uma esmola, pode-se
dizer assim, pediu-lhe e ele disse: não dou nada. Olha vai, vai roubar,
vai roubar! E ele não fez mais nada, “Ah vai roubar?”.
Arranjou, conseguiu arranjar uma, uma espingarda velha e esperou-o lá no mesmo sítio com a
espingarda assim escondida para ele não ver… e ele ia a passar e, novamente,
lhe pediu e disse: “Já te disse, vai “roubar”, vai “roubar”.
Então ele puxa da espingarda: “Pest”, a “carteira” aqui para baixo.
“O que é que tu “tas a fazer?”
Já lhe disse, a carteira aqui para baixo.
E ele tanto, tanto, tanto até que ele puxa da carteira e
“aventou” a carteira pró chão e ele apanhou-a, nem abriu, nem coisa nenhuma e
vai entregar ao senhor presidente da câmara, dizendo o que se tinha passado.
Ele (o Presidente) depois chamou-o ( o senhor rico) e perguntou-hle: Ó Sr. Fulano, não lhe falta nada?
E o lavrador respondeu: Não, não falta nada.
“Veja lá “bem””.
“Que eu, que eu saiba não me falta”.
E- Mas quem é que perguntou isso ao lavrador?
JP – O presidente da câmara.
E – Foi o “presidente” a perguntar ao lavrador?
JP – Ao lavrador, pois claro, foi o “presidente”a perguntar
ao lavrador.
E – Sim, senhor. E ele disse que não lhe faltava nada?
JP – Que não lhe faltava nada. E ele abriu a secretária dele,
puxa da carteira: Então de quem é esta carteira?
E depois digo: Ora essa, nunca esperei que aquele gajo
fizesse uma “cousa” dessas.
Foi par casa. Aviou um alforge que nem sabe o que lá ia
dentro com todos o “comeres", todo o comer bom… que conseguiu
arranjar à maneira dele. Encheu o alforge… e um subscrito que nem sabem também
o que lá ia dentro, mandou-o chamar… e disse: Toma lá! Isto é a resposta
que tu me vais levar.
É essa, é a resposta, à resposta que tu me “destes”.
JP - Tomem lá. Nem
sabem o que lá ia dentro do alforge, nem sabem quanto é que ia.
E – Dentro do envelope, não é?
JP – Dentro do envelope. E nesse ano lá na feira, na
feira de Serpa, que eu todos anos fazia a feira de Serpa… A vender
chocalhos, claro… Ah… era só que se falava era nisso, era nessa…
E – E sabe se o homem depois ficou, ficaram amigos?
JP – Ficaram, ficaram… ficaram normalmente, mais amigos ainda
… e depois o lavrador dizia:
“ Não esperava que me fizesses uma coisa destas. E ficaram amigos.
E – E o que estava dentro da carteira estava tudo certinho,
não faltava nada?
JP – Não, ele nem a abriu.
E – Nem abriu…
JP – E foi entregar ao Presidente da câmara.
E – Hum… Isto mais ou menos há quantos anos?
JP – Já há uns anos, já há uns anos…
E – Que idade é que o mestre tinha por aí? Por aí, mais ou
menos?
JP – Eu já…
E – Já estava casado ou ainda não?
JP – Já… já.
E – Já.
JP – Eu podia ter os meus 35, 36 anos, quando isso aconteceu…
E – Então foi para aí há 50 anos quase…
JP – Pois, é…
E – Sim. Por aí, não?
JP – Exatamente.
E – Pronto. “Tá” acabada a história. Muito obrigado.
JP – De nada.
O Projeto Limpar Portugal pretende envolver todos os cidadãos de cada município, de forma voluntária e organizada, na limpeza das pequenas lixeiras existentes no seu concelho.
Em Março de 2010, o concelho de Viana do Alentejo aderiu de forma muito dinâmica à iniciativa nacional, envolvendo a operação de limpeza cerca de 300 voluntários, tendo sido considerada uma das mais bem sucedidas da região. Decorridos dois anos, o excelente trabalho realizado em 2010 é ainda notório pelo estado de manutenção dos locais limpos. No entanto, e porque todos os dias se produzem resíduos e porque nem sempre lhes damos o encaminhamento mais correto, entendeu o grupo coordenador de voluntários dinamizar de novo uma operação ao abrigo do Projeto Limpar Portugal, desta vez, a 24 de março de 2012.
Não havendo lixeiras propriamente ditas, este ano a iniciativa consistirá na realização de caminhadas em diferentes percursos durante a manhã do dia 24 de março para recolha de lixo disperso nas bermas dos caminhos e estradas.
A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, das Juntas de Freguesia de Aguiar, Alcáçovas e Viana do Alentejo, dos Agrupamentos de Escolas de Viana e Alcáçovas e do Banco Local de Voluntariado.
A concentração dos voluntários acontecerá pelas 09horas do dia 24 de março:
- em Viana do Alentejo no Largo dos Bombeiros,
- em Aguiar no Largo 25 de Abril,
- em Alcáçovas no Jardim do Rossio.
As inscrições podem ser realizadas através do e-mail limparviana2010@gmail.com, deixando o seu nome e contacto, ou pessoalmente na sua Junta de Freguesia, Escola ou em qualquer um dos serviços de atendimento da Câmara Municipal, incluindo bibliotecas e Piscinas de Alcáçovas até ao dia 22 de março.
Participa!
Um dia memorável, onde se apresentou uma primeira obra sobre o Paço das Alcáçovas e seus embrechados, história, técnica e proposta de valorização futura, da autoria do mestre André Lourenço e Silva. Em boa hora surge esta talentosa obra.
Faço votos que o apoio dado pela autarquia vianense e pela própria Junta de Freguesia das Alcáçovas prossiga na demanda do conhecimento histórico local e na aposta da valorização patrimonial.
Que tarde bem passada, augurando um novo futuro para este concelho!!
Frederico Nunes de Carvalho
Hoje a partir das 16.00 H, no espaço em frente do Paço vai decorrer uma cerimónia importante para as Alcáçovas.
O lançamento do livro dos Embrechados que descreve, explica e valoriza esta preciosidade que é o nosso Jardim das Conchinhas.
A Prof. Doutora Aurora Carapinha fará uma dissertação sobre o trabalho e importância do livro em causa.
A fechar o autor falará sobre o seu trabalho.
O trabalho do Eng. (agora Mestre) André Lourenço e Silva é notável e vai, sem dúvida, mostrar ao "mundo" a riqueza que é este conjunto, quer em termos históricos, quer pela sua qualidade, que o torna como único na Europa.
Venham hoje ao Paço e oiçam os oradores.
AC

Editado por António Costa da Silva
Editado por António Costa da Silva


Caros leitores e amigos!
Desde já faço um prévio pedido de desculpas por trazer aqui um tema que foge aos meus conteúdos neste blogue: concelho de Viana do Alentejo e sua história e personalidades. Faço-o por necessitar incessantemente de obter mais e mais subscrições para uma petição que lancei recentemente e que visa defender o nosso património cultural imaterial: a Língua Portuguesa. Poderá parece um excesso dizer isto nestes moldes, no entanto assistimos diariamente, quotidianamente, nós portugueses, serena e impavidamente a um acossar de terminologias e estrangeirismos (sobretudo anglófilos) que têm empobrecido de sobremaneira o nosso léxico, já de si vastissímo e riquissímo. Assistimos à aplicação de regras de trânsito em inglês, com vista a facilitar a circulação europeia, assistimos à uniformização do inglês como língua internacional nas mais diversas organizações internacionais (OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte e não NATO - North Atlantic Treaty Organization; FIFA, UEFA, ONU, FMI, UE,...), à introdução crescente de línguas estrangeiras (sobretudo inglês) desde as mais precoces idades escolares e, sobretudo por via da rede(ou internet como a esmagadora maioria dos portugueses gosta de chamar) e da comunicação social e ainda de um certo laxismo do poder central e local ao proliferar de expressões anglófilas que têm vindo a fidelizar-se junto dos portugueses. E daí vai o meu desagrado por verificar que a minha cidade de Évora, também pretende sucumbir a esta tentação de ir adoptando este tipo de terminologias e, desta forma, parece que a original designação escolhida para o centro comercial a inaugurar em 2013, já não será Fórum Évora mas sim Évora Shopping, muito mais fashion, chic e desta forma ao agrado de todo o ppl(abreviatura em linguagem de sms para people e não pessoal).
Curiosamente ou não, no Brasil utiliza-se o termo OTAN e no sinal de STOP está lá escrito PARE( afinal com as mesmas letrinhas do seu homónimo inglês, portanto sem essa desculpa do espaço). Ao invés dessa protecção, em Portugal já não bastavam os inúmeros vocábulos anglófilos associados à Informática e novas Tecnologias, como depois veio a Economia e Gestão com os chairmans e ceo´s, culminando com o tema da Justiça, caindo no ridículo de chamar a um assalto a um automóvel de carjaking e a um simples assalto a uma habitação homejaking, como depois temos o bulliyng para tratar da violência escolar! Bem sei que somos ad eternum um povo subserviente e influenciável, mas gostava de dar um murro na mesa e, nesta dialéctica dizer que basta de termos atitudes obediantes, amorfas e penalizadoras do nosso bem-estar e da nossa própria identidade e idiossincrassias. A quem possa parecer esta uma questão menor, eu pergunto se nós nem nestas questões conseguimos estar unidos e resolvê-las a nossa favor, como podemos esperar que um país inteiro se possa unir para refundar o nosso sistema político-partidário e renovar a Democracia, ficando de braços cruzados à espera de tão sinuoso desfecho? O nosso país será o que dele quisermos fazer e mal vai Portugal se não tiver cá dentro quem o queira defender! Certamente que não é a UE, Espanha, a China que vão defender os nossos interesses ou a nossa Cultura. Não reconheço mérito e coerência a um Governo que defenda o aprofundar das relações lusófonas, do enriquecimento da língua portuguesa e do seu avanço no mundo da globalização, mas depois dentro de portas pratica o inverso, abrindo, aliás, escacarando portas para línguas que não teriam alguma necessidade de serem apoiadas e/ou apaparicadas pela sua já voraz capacidade de penetração na Economia Global.
É um simples gesto sim senhor, é uma mera petição que visa chamar a atenção para o promotor do projecto citado, a EVRET e para a autarquia eborense. Ao final de contas, sensibilizar estas duas entidades para que não pratiquem o mesmo erro de algumas autarquias de cairem no engodo de encetar um processo de anglofilização no comércio local. Isto já é bem patente nalgumas autarquias nacionais, apesar de ainda haver honrosas excepções. Pretende-se com esta petição salvar uma língua, inverter uma tendência, dar um exemplo de estóica defesa pela nossa Cultura, pela nossa Identidade e pela nossa Memória Histórica. Julgo não fazer sentido algum, uma cidade classificada de Património da Humanidade há 25 anos, também devido ao muito do seu Património Cultural Imaterial, como a Língua, usada etnograficamente, toponimicamente, no meio de outras tantas formas, abrir um grave precedente neste âmbito.
Não estou a tecer uma avaliação crítica sobre o desempenho camarário, apenas a exercer um acto de cidadania que gostaria de ver acarinhado pelos portugueses, eborenses ou não.
Quero também aqui ter a ousadia de abrir um bom precedente e, através de uma massiva sensibilização e adesão dos cidadãos à petição em causa, fazer ver à edilidade eborense que o exercício democrático da cidadania deverá ter efeitos práticos junto dos órgãos de poder por si representados. Seria talvez inédito em função de um movimento popular espontâneo, que uma autarquia local alterasse os seus pressupostos inicias, o que só a valorizaria por implicitamente se verificar que ela reconhecia a vontade popular assente na premissa da defesa intransigente da sua Cultura.
Por favor, apelo a todos vós quanto se solidarizarem com esta causa que me auxiliem a torná-la viável, através de um maior número possível de subscrições para comover quem tem a responsabilidade de poder alterar o status quo vigente. Nãso será uma vitória pessoal, será sim uma vitória colectiva de uma vontade popular, será a vitória da língua portuguesa e será inqestionalvemente uma vitória de Évora por se manter na vanguarda da defesa dos valores culturais de Portugal. Évora foi no passado precursora e mobilizadora dos esforços do país para a assunção dos seus valores civilizacionais, entre os quais a Cultura.
Aqui fica a ligação para a supracitada petição.
Atenciosamente,
Frederico Nunes de Carvalho

Foto Tirada do Blog do Juventude de Évora
A equipa de iniciados do SCA fez um jogo de treino com o Juventude de Évora.
Os nossos jovens atletas deram uma boa réplica à equipa de Évora. Não esquecer que a nossa equipa, com a grande maioria dos atletas de 1º ano, jogou contra uma equipa melhor preparada.
Apesar das dificuldades encontradas, a nossa equipa não se deixou ficar perante um adversário bastante complicado.
António Costa da Silva
Exemplos de marcas de cantaria de mestres canteiros que trabalharam na edificação do castelo de Viana do Alentejo.
Espero que tenha sido do Vosso interesse!
Frederico Nunes de Carvalho

O desafio aos ilustríssimos leitores é dizerem onde se encontram estes belos exemplares de pintura mural?
Frederico Nunes de Carvalho



Alcáçovas é a terra dos CHOCALHOS, por isso estas são algumas fotos do MUSEU DOS CHOCALHOS
Visto em http://usenioresag.blogspot.com
Editado por António Costa da Silva
Fortunato José Milhano
A: Então o que era aqui antes de ser jardim?
Milhano: Era onde as pessoas vinham buscar a erva para os burros, para os burros, para as bestas, para as vacas…
A: O terreno pertencia a quem?
Milhano: À junta. Mas não estava aqui nada.
A: Não havia aqui casas nem nada?
Milhano: Nada, só havia o coreto.
A: Já havia o coreto!?
Milhano: Sim, o coreto já é antigo.
A: E já havia também a taberna do…
Milhano: Não, não havia aqui taberna nenhuma.
A: Não havia ali a taberna do “maravilhas”?
Milhano: Havia!
A: Já havia, não era maravilhas?
Milhano: E a do… chamavam-lhe… como é que era o nome dele? O Fagulha. Onde está agora o Lopes.
A: Sim, era uma taberna também?
Milhano: Também, era uma “tascazinha”.
A: Então pronto, aqui era erva para os burros e como é que fizeram depois o jardim?
Milhano: Depois o jardim foi feito com as ajudas uns dos outros. Era a sábados, domingos e feriados é que a gente fazia isto.
A: Mas a junta pagava?
Milhano: Não.
A: Foram vocês a trabalhar grátis?
Milhano: Sim, grátis. Para fazermos o jardim.
A: Quantas pessoas eram mais ou menos? Lembra-se de alguns nomes?
Milhano: Lembro, o Júlio Isidro, António Maria, o Ciganito…
A: Ciganito? Quem era o ciganito?
Milhano: Morreu. Morava lá ao pé da igreja.
A: Qual é o nome dele de família?
Milhano: Ele era António, a gente era “ciganito”, “ciganito”…
A: Sempre o ciganito. E mais? Havia mais alguém?
Milhano: E era um “carta branca”, ele era Custódio. E então juntávamo-nos ao sábado e ao domingo, cavávamos, tirávamos pedras… e levámos isso tudo, limpámos isso tudo.
A: Não havia árvores aqui?
Milhano: Não, não havia nada. Só havia além aquelas 4 laranjeiras.
A: Ai já estavam ali?
Milhano: Já, aquelas antigas.
A: Então e quando é que começaram a fazer canteiros e a plantar coisas?
Milhano: Foi logo a seguir à limpeza da terra.
A: E quem é que fez, digamos o desenho do jardim?
Milhano: Foi um senhor que já morreu. Era o Angelino.
A: Ele é que fez o desenho do jardim?
Milhano: Sim, ele é que dava, como é que se diz?
A: O traço?
Milhano: o “orçamento”
A: E o Angelino de que família era?
Milhano: Mora ali ao pé do seu filho.
A: Ao pé da minha filha?
CATARINA (Filha do Milhano): Foi um senhor que se matou que era filho do tio André. Era Caldeirinha.
A: Então o jardim ficou logo como está hoje?
Milhano: Sim, ficou como está agora.
A: Então já era mais ou menos assim?
Milhano: Pois. Fomos a Alcácer do Sal buscar as mudas, o presidente dava-se muito bem com este presidente e fomos lá buscar plantas aos viveiros
A: Não pagaram nada…
Milhano: Não.
A: Foi só transporte?
Milhano: Só. E então formou-se o jardim e está formado.
A: Levou quanto tempo? Levou meses, semanas? Mais ou menos.
Milhano: Pois, levou semanas. Aquilo era só nas horas vagas.
A: Pois, era um bocadinho de cada vez.
Milhano: Isto foi feito só com as ajudas, eram garotos, era tudo o que aparecia…
A: Para dar uma ajudinha.
Milhano: Sim, para fazermos o jardim.
A: E estas árvores grandes?
Milhano: Isto já foi plantado depois.
A: Já foi depois, não é?
Milhano: Todas.
A: Tem piada. E depois é que fizeram aqui a escola. Já estava aqui a escola?
Milhano: Já, já.
A: Pois. Era a única escola cá da terra, não é?
Milhano: Pois, depois é que passou para ali.
A: Isso foi mais ou menos por que anos? Mais ou menos à quantos anos?
Milhano: Há ai uns 30 anos.
A: 30 anos? Ou mais! Portanto, o coreto fez o ano passado 80 anos.
Milhano: Já foram à 40 ou 30 anos que o jardim foi formado.
A: Mais 40 que 30, se calhar.
Milhano: Então eu estive aqui 33, já abalei daqui há 10 anos. Pois, deve ser isso sim senhor.
A: Os 40 anos?
Milhano: 40 anos. Isto não havia aqui nada.
A: Agora temos aqui um jardim muito agradável. Sim senhor, muito obrigado.
AC

Enviado para Publicação
Editado por António Costa da Silva
José Augusto Henriques
A: Então o que é que fazia com as namoradas?
José: Fazia muita coisa…
A: Conte lá uma história de uma namorada. Uma que lhe tenha dado uma tampa. Nunca levou uma tampa?
J: Não, eu é que a tampei a ela. Então namorava, a gente ia namorar ai às portas com elas, né? Elas punham-se na obreira, a gente punha-se encostados lá ao capote e toma, às tantas embrulhávamo-la no capote .
A: Para aquecer.
J: Pois para aquecer. E pronto ali estávamos na boa, estava frio mas estava lá aquilo metido.
A: E no verão? No verão não havia capote.
J: Não, no verão íamos assim livres, pronto. Íamos livres, pronto levávamos a roupa normal e era mais às escondidas, íamos por aqui ou por além, e tal não podíamos estar em qualquer lado. No inverno tínhamos os capotes é que era à vontade . Estávamos descansados, podia passar quem quisesse porque os que passavam no viam quem é que estava aqui no meio do capote. Fazíamos a vida assim. E pronto foi a vida assim, e depois nos bailes, o homem ia bailar com elas.
A: E houve uma que o apanhou a si.
J: Não, não.
A: Nunca casou?
J: Casei.
A: Então foi apanhado.
J: Pois eu casei. Por acaso tive quase, sei lá, 20, 25/30 anos casado. Agora há 14 que sou viúvo, mas ainda dou por ai umas voltinhas e tal. Ainda vêm ter comigo.
A: Ainda usa o capote?
J: Ainda, ainda. Olha logo à noite se me vir, eu saio sempre com o capote.
A: E não põe nada dentro do capote?
J: Não. Agora não ponho nada. Agora não arranjo mais nada.
AC
Fortunato José Milhano
A: Então que história é essa do sobreiro?
Milhano: A história do sobreiro, andávamos lá 10 ou 12 e todos fugiam do sobreiro no monte dos carvalhos.
A: Fugiam do sobreiro? Porquê?
Milhano: Tinham medo de subir.
A: Ah, para tirar a cortiça?
Milhano: Sim. E depois eu com um camarada que era o Custódio dos Carneiros, disseram-nos: “vocês vão lá, vocês dão-se bem a fazer o serviço.” De maneiras que fomos.
A: Foram os dois?
Milhano: Fomos os dois, tirámos o sobreiro e foi inteiro para a fábrica do Montijo.
A: A casca toda?
Milhano: Sim, a cortiça toda, o sobreiro completo.
A: Quantos quilos é que pesaria essa cortiça?
Milhano: Aquilo era um sobreiro que é enorme.
A: Pesava 100kg?
Milhano: Mais!
A: Arrobas?
Milhano: Isso arrobas.
A: Quantas arrobas? Mais ou menos? 10 arrobas?
Milhano: Sim, capaz disso, para ai 10 ou 11.
A: 10 arrobas eram para ai 150kg, não é? Uma arroba é 15kg.
Milhano: É, 15 kg.
A: Portanto, 10 arrobas para 150kg.
Milhano: Pois, dependia do sobreiro.
A: Pois.
Milhano: E então, eu com o meu companheiro, que era esse rapazito que é o Custódio dos Carneiros.
A: E como é que subiu até lá a cima?
Milhano: Tivemos que subir, eles tinham medo deles. Fugiam mesmo, quando viam um sobreiro manhoso, fugiam, um para um lado outro para o outro.
A: E nunca caiu?
Milhano: Não. As pessoas é que diziam: “Eh, como é que o Milhano foi capaz de ir lá tirar o sobreiro?”
A: E o sobreiro ainda existe?
Milhano: Sim, sim.
A: Ainda? Onde é que está esse sobreiro?
Milhano: No monte dos carvalhos. Lá no ribeiro.
A: Então já está ainda maior, não?
Milhano: Sim.
A: Então um dia temos que lá ir ver.
Milhano: E então um corvo fazia sempre lá um ninho.
A: Sempre?
Milhano: Sempre. Todos os anos, é que aquilo, ninguém lá ia. Ninguém fazia mal. E ele fazia o ninho lá em cima e eu tive lá com os corvinhos pequeninos.
A: Nunca estragaram o ninho.
Milhano: Não, senhor.
A: E quantos corvinhos é que nasciam de cada vez?
Milhano: Dois.
A: Podiam baptizar os corvozinhos.
Milhano: Era, eram corvos.
A: É uma ave bonita, não é?
Milhano: É e na Suíça há muitíssimos. É aos bandos. Mas aqui não.
A: São poucos.
Milhano: Aqui dão cabo de tudo. Destroem tudo.
A: Tudo o que esteja a voar leva tiro, não é?
Milhano: É, não há dó.
AC

Alcáçovas
Beco Cabeças Manuel
7090-020 Alcáçovas
+351 967 095 954
http://alcacovas.cruzvermelha.pt
Editado por António Costa da Silva

Sobre o Nosso Núcleo ainda há pouco para contar, só no dia 19 de Junho de 2011 é que foi fundado
Denominação
A Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) é uma Associação privada de fiéis, de âmbito nacional, sem fins lucrativos, constituída por antigos filiados do Corpo Nacional de Escutas (CNE) – Escutismo Católico Português, que deixaram o activo naquela Associação.
Fins
A FNA tem por Fins:
Site do FNA Núcleo das Alcáçovas: http://fnanucleodealcacovas.webnode.pt
Editado por António Costa da Silva
"Não diga tudo quanto sabes
não faças tudo quanto podes
não creias em tudo quanto ouves
não gastes tudo quanto tens
porque
quem diz tudo quanto sabe
quem faz tudo quanto pode
quem crê em tudo quanto ouve
quem gasta tudo quanto tem
muitas vezes
diz o que não convém
faz o que não deve
julga o que não vê
gasta o que não pode"
-- Provérbio Árabe
Até parece ter sido feito para portugueses.
AC


Uma pintura que ilustra um homem que escapou à morte, depois de esfaqueado por quem lhe tentou roubar a mula, é o mais antigo ex-voto, datado de 1754, integrado numa exposição que está patente em Évora.

Na peça, pode-se ver o homem “com uma facada” na barriga e de “tripas na mão” depois de agredido por “um ladrão que lhe tentou roubar a mula”, relatou à Agência Lusa a especialista Ana Helena Duarte.
Mas, acrescentou a investigadora e professora universitária brasileira, “por milagre de Nossa Senhora, o ladrão foi preso e o homem foi curado, ficando livre da morte”.
Este é o quadro mais antigo da exposição “Ex-votos Pintados”, que está patente até 17 de fevereiro na Galeria da Casa de Burgos, em Évora.
A mostra reúne ex-votos e imagens destes provenientes dos principais centros de peregrinação do Alentejo e de um importante santuário no Brasil.
A especialista explicou que os ex-votos, que podem estar representados através de “uma grande diversidade” de objetos, são uma “representação de fé”, a que as pessoas recorrem como “uma forma de oferta e gratidão” para com o “ser celeste” num “momento de conflito”.
Os “pedidos” dos fiéis estavam relacionados, sobretudo, com doenças, o que significa que “a medicina não chegava às pessoas”, frisou Ana Helena Duarte, que estudou, durante quatro meses, o espólio dos quatro principais centros de peregrinação do Alentejo.
Segundo a investigadora, a “oferta” destas peças aos santuários ainda hoje “continua e em grande volume”, mas, com o passar dos anos, as suas formas de representação alteraram-se, sobretudo, depois do aparecimento da fotografia.
Maria Helena Duarte defende que será “quase impossível” este tipo de devoção perder-se no tempo. Até porque os responsáveis pelos santuários “já perceberam a importância que esses objetos têm” para criar “movimentação e efervescência” naqueles locais religiosos.
“A potência dessa fé não vai ser interrompida” porque também se trata de uma “devoção popular, pessoal e muito forte”, sublinhou.
A mostra em Évora reúne 26 ex-votos, dos quais 23 pinturas e três bordados, dos santuários alentejanos de Senhor Jesus da Piedade (Elvas), Nossa Senhora da Visitação (Montemor-o-Novo), Nossa Senhora do Carmo (Azaruja, no concelho de Évora) e de Nossa Senhora D’Aires (Viana do Alentejo).
A exposição integra ainda cerca de uma dezena de fotografias da coleção de ex-votos do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, de Congonhas do Campo, no estado brasileiro de Minas Gerais e considerado um dos grandes centros de peregrinação daquele país.
Organizada pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo, em parceria com os santuários alentejanos, a iniciativa resulta da tese de doutoramento de Ana Helena Duarte, artista plástica e professora do Departamento de Artes Plásticas da Universidade Federal de Uberlândia (Brasil).
@Lusa
Editado por António Costa da Silva
Algumas da ETAR´S do Concelho de Viana do Alentejo
Durante a realização do estágio curricular na Unidade de Saúde Pública tivemos a oportunidade de efectuar uma visita guiada a alguma ETAR´S do concelho no sentido de poder conhecer o seu processo de funcionamento. Esta visita é realizada no âmbito do Conteúdo Funcional do Técnico de Saúde Ambiental, Decreto-Lei 117/95, de 30 de Maio na área da protecção sanitária básica e luta contra meios e agentes de transmissão de doenças, procurando, deste modo, conhecer a qualidade dessas mesmas águas residuais e as respectivas descargas após tratamento no meio hídrico.
Esta visita foi guiada pela Engenheira Ana Serrano das Águas Públicas do Alentejo, entidade responsável pela gestão das ETAR´S do concelho, sendo que foi-nos dado a conhecer que a gestão das ETAR´S passará a ser responsabilidade de uma empresa externa após adjudicação por concurso público.



Numa localidade encontrámos duas ETAR´S, uma localizada a Sul e outra localizada a Norte da referida localidade.
A ETAR localizada a Sul é a mais recente, data de 2009, sendo uma ETAR compacta com funcionamento através de um Reactor Biológico, sem antes de passar pela obra de entrada onde é realizado uma gradagem, tratamento de águas residuais brutas e tem como objectivo a remoção de sólidos grosseiros à entrada de uma Estação de águas Residuais.
A remoção dos sólidos grosseiros tem as seguintes finalidades:
- Protecção de dispositivos de transporte e tratamento a jusante;
- Eliminação de sólidos grosseiros nos meios receptores (sólidos grosseiros flutuantes);
- Aumento da eficiência de tratamento do sistema, pela eliminação inicial de matéria orgânica.
Após a passagem pela obra de entrada, as águas residuais entram no reactor biológico enterrado, sendo a água residual arejada artificialmente através de um sistema de introdução forçada de ar. Ocorre o contacto entre a matéria orgânica presente na água residual e os microorganismos responsáveis pelo processo de oxidação. O processo decorre a nível da massa biologicamente activa na água residual resultante do processo de floculação das partículas coloidais e inorgânicas e de células vivas, principalmente as bactérias e protozoários, as denominadas lamas activadas. Deste processo resulta a transformação da matéria orgânica em materiais mineralizados e decantáveis.
O arejamento assegura a degradação biológica aeróbia do efluente, garantindo-se deste modo elevados níveis de tratamento e a ausência de odores desagradáveis. Os níveis de ruído gerados pelo soprador são desprezáveis.
O arejamento da massa líquida será efectuado através de um sistema de difusão por bolha fina de alto rendimento, constituído por um conjunto de Difusores de EPDM (Sistema Anti-Colmatação) alimentados por um electro-soprador de canal lateral.
O sistema de difusão por bolha fina representa um avanço tecnológico relativamente aos sistemas de arejamento tradicionais uma vez que apresenta as seguintes vantagens técnicas:
• Distribuição Homogénea do Ar introduzido no Bioreactor, garantindo uma mistura completa do “Licor Misto” e evitando zonas localizadas de perturbação, com potencial quebra dos flocos biológicos gerados;
• Elevado Coeficiente de Transferência de O2 para a massa líquida, relativamente aos sistemas tradicionais, com consequente redução do consumo de energia verificado na Operação de Arejamento;
• Eliminação de fenómenos de colmatação, através da utilização de Difusores em EPDM em detrimento dos tradicionais Difusores Cerâmicos;
• Ausência de equipamentos electromecânicos submersos, facilitando a identificação de potenciais anomalias e operações de manutenção preventiva e/ou correctiva.
Posteriormente à passagem pelo reactor biológico, as águas residuais sofrem uma decantação secundária, a água separa-se por simples decantação no decantador ou clarificador, sendo a água tratada evacuada por descarregadores de superfície. Uma parte das lamas é recirculada por bombagem para o tanque de arejamento de forma a manter constante a população bacteriana. Os ciclos de funcionamento poderão ser ajustados, no decurso da exploração do sistema, tendo em conta as condições reais de afluência.
O controlo analítico do efluente tratado será efectuado numa caixa de amostragem colocada a jusante do sistema de tratamento. As lamas em excesso (de quantidade reduzida em sistemas de baixa carga) serão removidas periodicamente e conduzidas a destino final, podendo equacionar-se a sua valorização agrícola como correctivo orgânico.
Esta ETAR embora recente apresenta algumas deficiências pelo facto de não ter um processo de desengorduramento no tratamento das águas residuais, em alturas de elevada pluviosidade, a ETAR tem dificuldades para efectuar o tratamento total, ocorrendo, desta forma, descarga directa no meio hídrico e por fim, nesta localidade existe uma fábrica de massa de pimentão que em períodos de laboração, causa grande constrangimento na ETAR através das suas descargas de águas residuais sem qualquer tratamento prévio.
A ETAR, localizada a Norte da localidade é mais antiga e tem o seu tratamento por lagunagem, apresentando 3 lagoas que realizam o tratamento necessário antes da descarga em meio hídrico.
Podemos definir o processo de lagunagem como um tratamento biológico de águas residuais baseado num desenvolvimento simbiótico de algas e bactérias à custa da degradação da matéria orgânica.
Vantagens:
- Menores custos de investimento e exploração.
- Poder de suporte de fortes variações de carga orgânica e pH.
- Elevado coeficiente de troca de calor com a atmosfera (importante em casos de poluição térmica).
- Grandes percentagens de remoção de CBO5 e SST.
Inconvenientes:
- Sensibilidade às baixas temperaturas;
- Necessidade de grandes superfícies de terreno;
- Possível desenvolvimento de maus cheiros.
Estas águas residuais passam por uma obra de entrada constituída por duas grelhas de limpeza manual; uma lagoa anaeróbia que é a que apresenta maior profundidade (5 metros) e onde se acumulam lamas; uma lagoa facultativa, com a área de maiores dimensões onde a degradação de matéria orgânica é degradada; uma lagoa de maturação, local onde os detritos ficam a maturar e, também onde as águas são devolvidas ao meio hídrico.
Deve notar-se que neste tipo de tratamento as lamas devem ser sujeitas à sua remoção de 4 em 4 anos ou de 5 em 5 anos, sendo que, na maioria dos casos esta situação não ocorre.
Numa outra localidade visitámos uma ETAR em que o processo de tratamento é igual ao referido acima, com uma pequena nuance verificada, neste equipamento verificamos a presença de 4 lagoas em vez das 3 identificadas na anterior.



Por fim visitámos numa outra localidade uma ETAR em que o tratamento é realizado por leitos percolados, tratamento biológico. Na obra de entrada, o processo é através de gradagem, tratamento de águas residuais brutas e tem como objectivo a remoção de sólidos grosseiros à entrada de uma Estação de águas Residuais.
A remoção dos sólidos grosseiros tem as seguintes finalidades:
- Protecção de dispositivos de transporte e tratamento a jusante;
- Eliminação de sólidos grosseiros nos meios receptores (sólidos grosseiros flutuantes);
- Aumento da eficiência de tratamento do sistema, pela eliminação inicial de matéria orgânica.
Posteriormente após a gradagem, as águas residuais seguem para um tanque imhoff, composto por duas zonas, na zona central é realizada uma decantação das lamas e, ao redor é realizada uma digestão anaeróbia da matéria orgânica, sendo realizada uma nova gradagem improvisada à saída do tanque para o leito percolador, devido aos detritos ainda existentes e que não foram bem gradados.
No leito percolador, após o tratamento preliminar, o efluente passa pelo decantador primário até chegar ao leito percolador de enchimento variável. Aqui o efluente entra num distribuidor rotativo e vai criar no leito um filme biológico constituído por um aglomerado de bactérias que fazem a decomposição da matéria orgânica. Quando o efluente é escoado pode ser feita a recirculação em torno do leito percolador ou a descarga no meio receptor. No entanto, a recirculação deve ser feita de preferência a partir do efluente tratado do decantador secundário, pois neste caso a matéria orgânica encontra-se diluída e, por conseguinte, não ocorre o risco de o leito percolador sofrer colmatação dos espaços vazios de enchimento.
As lamas resultantes deste processo são direccionadas para leitos/tanques de secagem para sofrer desidratação, sendo a água tratada descarregada em meio hídrico.



Após esta visita podemos concluir que existem bastantes deficiências no normal funcionamento das ETAR´S em questão, sendo que os processos, por vezes, não são cumpridos na sua totalidade e também pelo facto de os equipamentos se encontrarem bastante degradados, afectando, desta forma, o seu normal funcionamento.
Retirado do http://visaotsa.blogs.sapo.pt/
Editado por António Costa da Silva
ETAR´s – Viana do Alentejo
No âmbito do Conteúdo Funcional do Técnico de Saúde Ambiental, Decreto-Lei 117/95, de 30 de Maio, na área da protecção sanitária básica e luta contra meios e agentes de transmissão de doenças, realizou-se uma visita técnica de observação de várias ETAR´s em funcionamento no Concelho de Viana do Alentejo e Alvito, procurando aprofundar conhecimentos em relação aos sistemas e equipamentos de tratamento utilizados, bem como conhecer a qualidade final dessas águas residuais para posteriores descargas no meio hídrico.
Numa localidade encontrámos duas ETAR´S, uma localizada a Sul e outra localizada a Norte.
A ETAR localizada a Sul é a mais recente, data de 2009, sendo uma ETAR compacta com funcionamento através de um Reactor Biológico(IMAGEM1).
Estas águas residuais sofrem inicialmente um processo de remoção dos sólidos grosseiros, a gradagem, na chamada Obra de Entrada.
A remoção dos sólidos grosseiros tem adiversas finalidades de onde destaco a Protecção de dispositivos de transporte e tratamento a jusante, a eliminação de sólidos grosseiros nos meios receptores, o aumento da eficiência de tratamento do sistema, pela eliminação inicial de matéria orgânica.
Após a passagem pela obra de entrada, as águas residuais entram no reactor biológico onde é realizado um tratamento com injecção de oxigénio através de 3 bombas (processo mecânico). O reactor biológico tem três zonas, uma anaeróbia destinada à remoção de fósforo, uma zona aeróbia (com arejamento), para a oxidação da matéria orgânica e ainda uma zona anóxica (isenta de arejamento), sendo estas últimas zonas essenciais ao desenvolvimento de mecanismos de nitrificação/ desnitrificação, necessários à remoção do azoto.
De seguida, nos decantadores secundários são removidos os sólidos provenientes do tratamento biológico, obtendo-se um efluente tratado.
Relativamente às lamas acumuladas nos decantadores secundários, uma fracção é recirculada ao tratamento biológico e as outras são retiradas para um leito/tanque de secagem.
Sendo uma ETAR recente não deixa de apresentar grandes deficiências no tratamento do efluente que lá chega necessário a tratar. Um dos principais factos para esta afirmação surge pelo sentido em que não em alturas de elevada pluviosidade, a ETAR tem dificuldades para efectuar o tratamento total, ocorrendo, desta forma, descarga directa no meio hídrico. Pode dever-se essencialmente a um mau dimensionamento e estudo inicial da ETAR.
Por outro lado, nesta localidade existe uma fábrica de massa de pimentão que em períodos de laboração(principalmente de Agosto a Outubro), causa grandes problemas através das suas descargas de águas residuais sem qualquer tratamento prévio.

IMAGEM 1- ETAR Compacta- Tratamento através de Reactor Biológico
A ETAR, localizada a Norte da localidade é mais antiga e tem o seu tratamento por lagunagem(IMAGEM 2), apresentando 3 lagoas que realizam o tratamento necessário antes da descarga em meio hídrico.
Podemos definir o processo de lagunagem como um tratamento biológico de águas residuais baseado num desenvolvimento simbiótico de algas e bactérias à custa da degradação da matéria orgânica.
Este sistema de tratamento de baixa tecnologia constitue vantajosas alternativas aos sistemas mais tradicionais, sobretudo quando estão em jogo águas residuais de pequenos aglomerados populacionais de regiões rurais.
No entanto tem alguma Sensibilidade às baixas temperaturas, necessita de grandes superfícies de terrenopara a sua implementação e é uma possivel causa de desenvolvimento de maus cheiros.
As empresas gestoras de água e as populações em geral, tem muitas vezes dificuldade em dar credibilidade a estas ETARs ecológicas. Para tal tem contribuído o insucesso de alguns destes sistemas, frequentemente devido a erros de concepção/construção e dimensionamento.

IMAGEM 2- Lagoa no processo de tratamento por lagunagem
Por fim visitámos numa outra localidade uma ETAR em que o tratamento é realizado por leitos percolados.
O moderno tanque de percolação consiste num leito permeável ao qual aderem consórcios de microrganismos, e através do qual o efluente a tratar é percolado.
Os leitos filtrantes(IMAGEM 4) podem ser muito diversos, sendo os mais correntes: cascalho, pedra calcária, tijolo partido, materiais plásticos diversos.
Após a gradagem inicial, as águas residuais seguem para um tanque(IMAGEM 3), composto por duas zonas: na zona central é realizada uma decantação das lamas e, ao redor é realizada uma digestão anaeróbia da matéria orgânica, sendo realizada uma nova gradagem improvisada à saída do tanque para o leito percolador, devido aos detritos ainda existentes e que não foram bem gradados.
As lamas resultantes deste processo são direccionadas para leitos/tanques de secagem para sofrer desidratação, sendo a água tratada descarregada em meio hídrico.

IMAGEM 3- Tanque composto por duas zonas distintas

IMAGEM 4- Leitos Filtrantes
Após esta visita posso concluir que existem inumeras deficiências no normal funcionamento das ETAR´S.
Os processos, por vezes, não são cumpridos na sua totalidade, grande parte do efluente não é tratado devido a um mau dimensionamento incicial da ETAR, e também pelo facto de os equipamentos se encontrarem bastante degradados, afectando, desta forma, o seu normal funcionamento.
Assim, grande parte do efluente não tratado, composto de uma grande carga de matéria orgânica, irá directamente para o meio hidrico, que devia, nos tempos actuais ser cada vez mais um assunto a debater e motivo de grande atenção, evitando que continue a ser um risco de Saúde Pública!!!
Retirado do http://estagiocurricular.blogs.sapo.pt/
Editado por António Costa da Silva
Museu do Chocalho – Nos 4 Museus + Originais da Revista Sábado

Editado por António Costa da Silva

No passado dia 18 de janeiro, a Direcção Regional de Cultura do Alentejo inaugurou a exposição Ex-votos Pintados, que estará patente na Galeria da Casa de Burgos, em Évora, até dia 17 de fevereiro. As visitas podem ser efetuadas de 2.ª a 6.ª feira, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30; e ao sábado das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30.
A inauguração contou com um momento musical por elementos da Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Évora - Eborae Mvsica, seguido por conferência proferida pela Professora Doutora Ana Helena Duarte, doutorada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
No final houve ainda lugar para uma Prova de Vinhos da região, oferecida pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana.
Sobre a exposição:
Os ex-votos, sob formas e feitios variados, moldados em diferentes materiais (objetos, pinturas, desenhos, esculturas e fotografias), expressam, na sua diversidade o cumprimento de uma promessa, que recompensa o divino por uma ação de graças concedida.

Tratando-se de uma manifestação da devoção religiosa popular, os ex-votos são também testemunhos de história social, terrenos privilegiados para o estudo das mentalidades, da cultura e das práticas religiosas, mas também da história da ciência e da medicina.
Tendo por objetivo mostrar painéis votivos de coleções que marcaram de maneira significativa essa forma de devoção na Europa e no Brasil, entre os séculos XVII e XIX, as imagens fotografadas, em exposição, correspondem a pinturas votivas brasileiras que integram a coleção do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos de Congonhas do Campo (estado de Minas Gerais/ Brasil) - um dos grandes centros de peregrinação brasileiro - sendo os demais ex-votos provenientes de quatro dos principais centros de peregrinação da região Alentejo: Santuários de Senhor Jesus da Piedade (Elvas), Nossa Senhora do Carmo (Azaruja), Nossa Senhora D'Aires (Viana do Alentejo) e a Ermida de Nossa Senhora da Visitação (Montemor - o - Novo).
O motivo de expor estas imagens deve-se ao facto dos painéis votivos brasileiros possuírem, como influência principal, os aspetos compositivos e pictóricos dos ex-votos portugueses, estudados por Ana Helena Duarte na sua tese de doutoramento "Ex-votos e poiesis: representações simbólicas na fé e na Arte", pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU.
Esta exposição é organizada pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo em colaboração com os Santuários de Senhor Jesus da Piedade (Elvas), Nossa Senhora do Carmo (Azaruja), Nossa Senhora D?Aires (Viana do Alentejo) e Ermida de Nossa Senhora da Visitação (Montemor-o-Novo).
Visto em http://www.cultura-alentejo.pt/
Fotos de http://arronchesemnoticias.blogspot.com
Editado por António Costa da Silva

O Cemitério dos Barcos sem Nome
De Arturo Pérez-Reverte
Sinopse
Prémio Méditerranée, em França, para o melhor romance estrangeiro. 750.000 exemplares vendidos em Espanha.
Muito mais do que um romance de amor e aventuras… Um marinheiro sem barco, desterrado do mar, conhece uma estranha mulher, que possui, talvez sem o saber, a resposta a perguntas que certos homens fazem desde há séculos. Arturo Pérez-Reverte, o autor espanhol contemporâneo mais lido no mundo inteiro, leva-nos, na companhia de Coy e Tanger, à procura do Dei Gloria, um bergantim que há mais de duzentos anos repousa nas águas profundas do Mediterrâneo. De Barcelona a Madrid, de Cadiz a Gibraltar, ao longo das costas de Cartagena, o objectivo é sempre um tesouro fabuloso, que talvez contenha a resposta a um dos grandes enigmas da história de Espanha. Nunca o mar e a História, a aventura e o mistério, se tinham combinado de um modo tão extraordinário. De Melville a Stevenson e Conrad, de Homero a Patrick O’Brian, toda a grande literatura escrita sobre o mar lateja nas páginas desta história fascinante e inesquecível, assinada por um grande autor ibérico de projecção internacional.
Editado por António Costa da Silva

O DIREITO À PREGUIÇA
PAUL LAFARGUE
«Ó Preguiça, tem piedade da nossa longa miséria! Ó Preguiça, mãe das artes e das nobres virtudes, sê o bálsamo das angústias humanas!»
Editado por António Costa da Silva







António Costa da Silva

Hoje ao ver o jogo de infantis entre o SCA e o Montemor deu para reparar no péssimo estado em que se encontra o piso do campo de jogos.
Esta é uma situação que não é nova. De facto o SCA não tem condições financeiras para arranjar aquele campo nas devidas condições. A única forma é a Câmara Municipal de Viana do Alentejo e Junta de Freguesia das Alcáçovas (cada um à sua dimensão) apoiarem os melhoramentos daquele campo. Com ou sem relva sintética, assim não pode continuar.
Esta não é uma questão somenos. O SCA forma dezenas de atletas, tarefa fundamental para o desenvolvimento dos jovens atletas das Alcáçovas. As instituições locais devem olhar com muito cuidado para este hercúleo trabalho. Poucos recursos para muito trabalho. É assim que acontece com o Alcaçovense.
A integridade física dos atletas está a ser posta em causa. Não é uma questão estética que está em causa, mas algo muito mais importante.

Não bastava uma velha promessa de asfaltamento na zona atrás do salão multiusos não estar a ser cumprida pela CMVA, também deixaram de existir apoios para melhoramentos do campo do SCA. Não esquecer que ainda se chegou nivelar e a colocar uma primeira base de brita naquele espaço do SCA e não foi concluída com o prometido asfaltamento.
Por vezes há a tendência de procura executar novos investimentos e se esquecem de melhorar os existentes.
Este artigo também é subescrito por sócios do SCA.
António Costa da Silva
Benjamins Futebol 7
União Montemor A - 5 vs Alcacovense - 0
Num jogo onde tínhamos tudo para ganhar acabamos por efectuar um mau jogo e notou-se que o horário em que realizou a partida 12h30 pareceu ter influência no resultado.
Começamos bem e falhamos uma grande penalidade que poderia ter feito toda a diferença, a partir daí o Montemor cresceu e a nossa equipa não conseguiu resolver.
Juvenis Futebol 11
Alcaçovense - 7 vs Rosário - 1
Foi desta que os nossos jogadores conseguiram ganhar , uma partida onde o adversário se apresentou com 10 jogadores mas ainda assim com garra para disputar o encontro.
A jogar com passes bem definidos e sem pressa a nossa equipa resolveu muito bem a partida e fez uma excelente exibição.
Marcaram:
Casimiro Mbombé - 3 Golos
João Calixto - 2 Golos
Carlos Palma - 1 Golo
João Júlio - 1 Golo
Iniciados Futebol 11
Alcaçovense 0 vs União Montemor - 3
Estivemos bem neste jogo contra o Montemor, a atitude dos jogadores melhorou bastante e apesar da derrota foi um jogo dividido que poderia estar ao nosso alcance
Uma nota para a excelente moldura humana a ver o jogo no Branco Núncio quer no sábado quer domingo que incentivou bastante os nossos jogadores.
Retirado do http://alcacovense.blogspot.com/
Editado por António Costa da Silva
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por Helena Oliveira |
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De acordo com um estudo efectuado a nível global pela PwC, um terço das organizações em todo o mundo foi vítima de algum tipo de fraude nos últimos 12 meses. Em entrevista ao VER, Patrique Fernandes, Partner de Forensic Services da consultora, traduz os principais resultados do relatório, alertando para uma subida significativa do cibercrime em todo o mundo. Em Portugal, é a apropriação indevida de activos e a fraude contabilística que maior expressão têm nesta lista negra |
Dá que pensar. falamos da corrupção, que diz-se existir, mas ficamos confusos porque "não" há corruptos. Agora temos o cibercrime que parece existir numa dimensão incalculável.
Sendo com diz a Helea Olieira teremos mais um problema monstruoso. Há cibercrime, mas não se sabe quem são os cibercriminosos.
Estamos tramados.
AC
Vou iniciar hoje uma sériede posts/entrevistas. Irei continuando conforme as disposições, a minha e as dos possíveis entrevistados.
Conversas soltas dos mais velhos da nossa Vila, relembrando episódios dos seus passados.
As conversas são gravadas e passadas ao post com a maior fidelidade possível.
Esta primeira "estória é do João Chibeles Penetra, em 25-11-1926.
A história do Franklin
JCP - Fomos à feira de Serpa e onde foi esse senhor com uma besta só, que éramos os dois e quando éramos dois era só um carro com uma besta.
Como é que se chamava esse senhor do carro?
Era o Afonso da Batata
Da batata?
Sim, Afonso da Batata. E depois diz-me ele assim: “Não ouves? Vamos-lhe fazer uma partida, vamos-lhe fazer uma partida”. O carro ficava ali atrás da gente..
Mas quem é que estava a combinar fazer a partida?
Era o Franklin
Ai era o Franklin consigo?
Comigo, sim, era o Franklin comigo.
O Franklin era malandro, não?
Era, gostava de brincar...
Gostava de brincar?
Pois. Eu digo: “atão o que é?”, eu disse assim então vamos lá, vamos lá fazer a partida.
Mas isso às vezes pode dar mau resultado e pode. Quer dizer que ele deixava o carro, ficava à porta ali de trás da gente onde estávamos a vender os chocalhos. Epinava o carro e punha a comida dentro do carro e o animal a comer ali. E ia dando a sua voltinha. Diz-me ele (o Franklim) assim: “não ouves? Eu agora levo a macha, uma mula, levo a besta daqui, quando ele chegar não vê cá a besta e julga que lha roubaram.
Essas coisas às vezes podem dar mau resultado. A pessoa seja fraca.
Podia-lhe dar um ataque de coração…
De maneiras que…
Ele era mais velho que vocês?
Era mais velho. De maneiras que (o Franklim) levou a besta, levou a besta para longe onde ele não visse mas ele estava a ver agente. Ele de onde estava, estava a ver agente. Agente é que não o via a ele. Estava no meio da corredura, dos ultros. A besta só, o carro estava lá. De maneiras que ele quando chegou não viu lá a besta diz: “ai que me roubaram, ai que me roubaram a mula, ai que me roubaram a mula”, põe as mãos na cabeça: “ai que me roubaram a mula, ai que me roubaram a mula”. Vai dizer à guarda e eu tive que dizer à guarda que não, que foi, que era uma brincadeira, em particular, que ele não desse por isso. E esteve ali um bocado agarrado à cabeça até que eu fiz sinal e o Franklin estava-me a ver. Até que eu fiz sinal para ele vir que podia dar mau resultado, para trazer o animal.
Pois..
E quando ele chegou com a besta disse o Afonso Batata: “Ah malandro! Ias-me matando”.
Era assim partidas que agente brincávamos uns com os outros.
AC
Portugal no Coração - Gravação de Reportagens
Dia 10, terça-feira, a RTP vem ao nosso Concelho para a gravação de reportagens para o programa "Portugal no Coração", apresentado por Tânia Ribas de Oliveira e João Baião de de 2ª a 6ª-feira, entre as 15h00 e as 18h00.
Assista à gravação de reportagens para o programa Portugal no Coração:
Castelo de Viana do Alentejo| A partir das 10h00
(Transporte com partida do Castelo para o Santuário de N.ª Sr.ª D'Aires)
Santuário de N.ª Sr.ª D'Aires| A partir das 10h30
Paço dos Henriques (Alcáçovas)| A partir das 11h00
Venha Assistir!
Informação retirada do portal do Município de Viana do Alentejo e da página do Facebook do Município de Viana do Alentejo.
Publicado por B. Borges
Sport Club Alcaçovense - Entrevista ao Quim Mário no Boletim Municipal
É um dos clubes mais antigos do concelho. Fez 85 anos em Janeiro último. O Sport Club Alcaçovense orgulha-se de, na sua história, ter tido sempre equipa sénior de futebol, por onde já passaram centenas de jogadores. Mas, a situação financeira do clube e a falta de apoios, aliada ao facto de não possuir um campo relvado, fazem antever o pior e levam o tesoureiro Joaquim Carvalho, em representação do Presidente da Direcção, a ter algumas dúvidas que o “projecto tenha pernas para andar” ao nível da equipa sénior.

Boletim Municipal – O Sport Club Alcaçovense tem 85 anos. Desde Junho deste ano que tem uma nova direcção. Como caracteriza, no entanto, os últimos anos do Sport Club Alcaçovense?
Joaquim Carvalho – O Sport Club Alcaçovense é um clube antigo que sobrevive com muitas dificuldades, nomeadamente financeiras, porque as despesas para ter equipas competitivas como os sócios querem são muitas. O ano passado fizemos uma aposta em pessoal da terra e pessoal que quase não ganhava dinheiro nenhum e os resultados não apareceram. A época foi desastrosa. Este ano a aposta é maior, no entanto, estamos a aumentar as dificuldades financeiras.
B.M. - De onde vêm as receitas do clube?
J.C. – Fazemos todo o tipo de eventos e trabalhamos arduamente para angariar dinheiro para o clube. Temos também o apoio da Câmara e da Junta de Freguesia.
B.M. – Na época passada, o Sport Club Alcaçovense arrecadou na 5a Gala de Futebol Distrital o Prémio Distrital de Infantis de Futsal. A equipa de iniciados arrecadou o prémio disciplina de iniciados de Futsal. A aposta passa pela formação?
J.C – Sim, a nossa aposta principal é na formação, porque chegámos à conclusão que, se não formarmos jogadores, não conseguimos dar continuidade ao futebol sénior. No futebol sénior ou há jogadores da terra que gostam do clube e de vestir a camisola ou é muito complicado porque qualquer jogador que vem de fora quer ganhar dinheiro. Por isso, a nossa aposta forte é mesmo na formação. Temos três equipas de futebol de 11, duas equipas de futebol de 7 e uma equipa da formação joga à bola. No passado fim-de-semana tivemos aqui um encontro do Joga à Bola no qual participaram 200 miúdos. Outro problema que temos é a falta de um campo relvado. As pessoas quando chegam aqui queixam-se do campo por causa da lama. Se conseguíssemos dar mais condições aos atletas conseguiríamos chegar mais além e dizer que não podemos dar dinheiro, mas temos todas as condições. A principal lacuna é mesmo a falta de um campo relvado, porque de resto possuímos todas as condições. Os miúdos não reclamam porque gostam de jogar futebol, mas os seniores já não é assim.

B.M. – Quantos atletas têm na formação das camadas jovens?
J.C. - 30 em futebol de sete e 40 em futebol de 11 e, depois, temos 28 miúdos pequenos todos de Alcáçovas. Só temos uma equipa de juvenis que tem 5 miúdos de Évora.
B.M. – O Concelho de Viana do Alentejo é dos poucos que não tem um campo relvado. Qual a sua opinião?
J.C. – Os clubes não têm possibilidades para fazer uma obra desta natureza. Há quatro anos quando estava na direcção do clube fizemos um projecto mas custava 300 mil euros. Como deve calcular é incomportável uma despesa desta para um clube pequeno. A única forma de se conseguir dar a volta é as pessoas sentarem-se à mesa com as entidades oficiais e ver até onde se consegue chegar, para ver qual a fatia que cabe ao clube e se consegue ou não suportar um investimento desses. Se tivéssemos um campo relvado em condições, com as infra-estruturas que aqui temos era ouro sobre azul.
B.M. – No futebol, a época passada ficou aquém das expectativas. Foram renovados alguns contratos e foram contratadas algumas caras novas para esta época. O que é que espera desta época?
J.C. – A época passada ficou aquém das expectativas. Esta época o que pedimos à equipa técnica e aos jogadores é para tentarem manter-se nos primeiros lugares porque também não temos muito interesse em subir, porque depois não conseguimos suportar. E eles estão a corresponder. Temos que manter-nos nos primeiros lugares para agradar aos sócios, uma vez que, são eles que nos ajudam a manter esta casa de pé. Temos de despesas correntes mensais mais de 2000,00€ (manutenção, combustível, electricidade, água, gás). Só os resultados da equipa conseguem trazer os sócios à sede. Eles até vêm ver os miúdos jogar, mas apostam na equipa sénior, o cartão-de-visita do clube. Se a equipa sénior não funcionar, nada funciona.
B.M. – É preciso muita carolice para estar à frente do Clube?
J.C. – Toda a carolice. Quando não há época desportiva, trabalhamos um verão inteiro afincadamente para arranjar dinheiro. Nós fazemos a quinzena cultural, a Feira e outras festas porque, só este ano, para inscrever as equipas de futebol, pagámos mais de 7 mil euros à Associação de Futebol de Évora.
B.M. – Quando no último número entrevistámos o Presidente do Sporting de Viana, ele queixouse da falta de apoio dos adeptos. Aqui passa-se o mesmo?
J.C. – Aqui é um pouco diferente. Vou com a equipa a todos os jogos e não encontro campo nenhum com tanta massa associativa a ver a bola como encontro aqui. Isto acontece porque as pessoas vêem o sacrifício feito pelas pessoas que comandam o clube. Mas, a nossa massa associativa é capaz do melhor e do pior. O ano passado o início da época foi excelente, tudo prometia que ia ser uma época fabulosa. Mas, a meio da época as coisas começaram a correr mal e aí começaram as críticas por parte dos sócios. Se a equipa estiver bem e os resultados aparecerem é uma massa associativa que acompanha a equipa para todo o lado. Se os resultados não aparecerem
B.M. – Nesta altura qual é a classificação da equipa sénior?
J.C. – A equipa sénior, por enquanto, está em quarto lugar (10.11.2011). Estamos ainda muito no início e com muitas adaptações. O treinador, Nuno Canelas, é muito exigente, uma pessoa que não facilita. É um homem do clube que fez aqui a sua formação e passou pela direcção.
B.M. – No que diz respeito aos apoios, a maioria vem da Câmara?
J.C. - Da Câmara vêm os apoios normais para as equipas de futebol. Eu compreendo que a situação do País e das Câmaras Municipais não é a melhor, mas em determinados aspectos as associações não podem ser tratadas de igual forma. É preciso ver as associações que têm tudo às costas e aquelas que não têm despesas. Nós temos as despesas correntes todos os meses, haja verba ou não. Há outras que só têm despesas se fizerem alguma actividade. A distribuição das verbas não pode ser olhada de igual forma para todos.
B.M. – Ainda assim, o facto de ter uma sede própria é uma mais-valia?
J.C. - É uma mais-valia mas acarreta a despesa que já viu. Não conseguimos ter a sede e o bar como gostaríamos. Um bar moderno e apelativo que chamasse as pessoas, o muro pintado, mas não conseguimos fruto da falta de verbas.
B.M. – Como vê o futuro do Clube?
J.C. – Com alguma dificuldade, por vezes, tenho dúvidas se o futuro do clube será risonho. A nível de formação nem tanto porque conseguimos sempre continuar. Nós asseguramos tudo, os pais deixam aqui os miúdos durante duas horas e não pagam nada, ao contrário do que acontece noutros locais. A nível sénior tenho algumas dúvidas que o projecto tenha pernas para andar. Temos muitas deslocações e temos que pagar tudo. Dou-lhe um exemplo, em cada jogo em casa temos 200,00€/ 300,00€ de prejuízo. Fazemos 100,00€ de bilheteira, pagamos 97,00€ à GNR e 205,00€ aos árbitros. É incomportável. Por isso, questiono muitas vezes até quando conseguiremos levar a água ao moinho. No que toca à equipa sénior conseguia reduzir a despesa para metade se tivesse um campo sintético. No concelho, se calhar, uma ou duas associações no máximo passam pela mesma situação. 90% das associações do Concelho ou é a Câmara que suporta as despesas de manutenção ou a luz ou a Junta que suporta outras coisas. O Sport Club Alcaçovense não tem qualquer apoio.
Entrevista realizada a 10/11/2011
Fundação: 1 de Janeiro de 1926
No de Sócios: 450/500
Quotas: 1,00€/mês
Sede: Travessa de S. Teotónio, 3-5, 7090-072 Alcáçovas
Actividades: Futebol, Formação
Retirado do último Boletim Municipal
Editado por António Costa da Silva
Fonte das 3 bicas - Viana do Alentejo
Despeço-me com cumprimentos a todos os nossos leitores e votos de um excelente 2012 a todos vós!
Frederico Nunes de Carvalho

Há no Minho uma Viana que não tem castelo, mas tem Castelo no nome. No Alentejo a outra Viana tem de facto uma fortificação edificada, mas no seu nome só ficou o da região onde se estende ao longo de 394 quilómetros quadrados, recheados de pontos de interesse, sobretudo para os apreciadores do património de inspiração religiosa.
Situado na faixa sul do distrito de Évora, cidade da qual dista cerca de quilómetros, o concelho de Viana do Alentejo é formado pelas freguesias de Viana do Alentejo, Alcáçovas e Aguiar. Faz fronteira com dois distritos, sendo limitado pelos concelhos de Alvito (Beja) e Alcácer do Sal (Setúbal), além dos concelhos de Portel, Évora e Montemor-o-Novo.
O prazer da viagem até Viana do Alentejo começa com a distância que os nossos olhos alcançam na vasta planície. À chegada, os maiores motivos de interesse prendem-se com a riqueza patrimonial. Exemplo disso, são o Santuário de Nossa Senhora D’Aires, o Castelo de Viana e a Igreja Matriz do Salvador e ainda de Viana do Alentejo.
Porventura o monumento mais conhecido do concelho, a igreja de Nossa D’Aires é um Santuário Barroco, que dista cerca de um quilómetros do centro da vila, é muito conhecido pelas festividades que anualmente aqui decorrem em honra à Padroeira Nossa Senhora de Aires, no quarto fim de semana de setembro, bem como a chegada da já tradicional Romaria a Cavalo que leva cavaleiros desde a Moita até Viana do Alentejo entre o final de abril e o início de maio.
A história do Santuário remonta ao século XVI, numa pequena ermida rodeada por cinco hospedarias de romeiros, que com o passar do tempo foi ficando mais afamada, atraindo mais fiéis, mercadores e forasteiros, tendo-se construído um novo, maior e mais digno templo, inaugurado em 1760, num estilo barroco.
O grande ponto de interesse será a Casa dos Milagres, antiga sala das confrarias, que centenas de anos de promessas forraram com uma coleção imensa de ex-votos, atendendo à tradição de que a imagem da antiga padroeira, Nossa Senhora da Piedade, nunca deixou de socorrer os crentes.
A famosa Romaria de Nossa Senhora D’Aires é mais propriamente uma feira, com origem no alvará do Rei D. José I, em 1751, autorizando a realização de uma feira franca nesta local. Hoje em dia, na altura da Romaria tem igualmente lugar a concretização da Feira de Aires, com festividades diversas, que animam o local, atraindo inúmeros visitantes.
Voltando ao centro da vila, passe pelo Castelo, um edifício de planta pentagonal, ligeiramente irregular, constituído pela articulação de 5 cortinas de muralha, constituindo os lados da figura e 5 torreões cilíndricos fazendo os vértices, com cobertura de adarve sobre as cortinas e de coruchéus de alvenaria exposta sobre os torreões. A importância histórica deste monumento típico da arquitetura militar remonta à fase alentejana da reconquista e repovoamento. Integrada do conjunto é de todo impredível a visita à Igreja Matriz de Viana do Alentejo. Neste importante monumento, de traça manuelina e datado do século XVI, a sua construção é atribuída a Diogo de Arruda.
Do lado oposto do recinto muralhado ergue-se a Igreja da Misericórdia, construída no mesmo período que a matriz e também atribuída a Arruda, e o edifício onde até finais do século XVII funcionaram os Paços do Concelho. No pátio do castelo eleva-se, ainda, o cruzeiro manuelino.
Dê ainda um salto à freguesia das Alcáçovas, e para além de poder adquirir o tradicional chocalho, peça de artesanato que mais caracteriza a localidade. Depois, veja e visite a imponente Igreja Matriz do Salvador de Alcáçovas. Um igreja do século XVI que tem a sua origem na capela do antigo castelo que data de 1308.
Primeiro edifício do é um excelente exemplar da convivência entre o Renascentista e o Barroco. Nesta Igreja podemos visitar o Panteão dos Henriques e apreciar um conjunto de quatro leões de madeira da Índia oferecidos por Vasco da Gama ao Senhor de Alcáçovas. Tem quatro capelas laterais, um batistério e uma grandiosa capela-mor, no teto da qual podemos observar um conjunto de brasões dos benfeitores da construção do edifício.
De salientar as armas reais de D. Manuel I e as armas da Santa Sé. No corredor central da Igreja podem-se admirar os túmulos dos vários Senhores de Alcáçovas. Esta igreja está classificada como Imóvel de Interesse Público.
Editado por António Costa da Silva
SABADO, 7 JANEIRO 10H30
BENJAMINS FUTEBOL 7
ALCAÇOVENSE VS LUSITANO A
SABADO, 7 JANEIRO 15H00
JUVENIS FUTEBOL 11
CANAVIAIS VS ALCAÇOVENSE
DOMINGO, 8 JANEIRO 10H30
INICIADOS FUTEBOL 11
ALCAÇOVENSE VS CANAVIAIS
DOMINGO , 8 DEZEMBRO 15H00
SENIORES FUTEBOL 11
ALCAÇOVENSE VS BROTENSE
Retirado do http://alcacovense.blogspot.com/
Editado por António Costa da Silva
POSTAL ENCONTRADO POR UM AMIGO MEU NUMA PAPELARIA NO CENTRO DE BRUXELAS.

Village Alcáçovas – Province de Alentejo – Portugal
António Costa da Silva
Gostei muito deste anúncio.
Editado por António Costa da Silva
Tal como no ano passado, decidi não “engordar” mais a minha operadora de telemóvel com SMS.
Assim, e para que os meus amigos e família saibam que não me esqueci deles, desejo-lhes, através deste espaço, um Bom Natal.
A todos os leitores do nosso Blog desejo-lhes também um Bom Natal, sobretudo cheio de saúde e paz.
António Costa da Silva
José Sócrates, ex-primeiro ministro de Portugal, defendeu numa Conferência em Paris, que é essencial apostar no financiamento para desenvolver a economia.
“Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei”, afirmou o ex-primeiro ministro José Sócrates, em Paris.
Ainda a procissão se encontrava no adro e vem o vice-presidente da bancada parlamentar do PS, Pedro Nuno Santos, num jantar de Natal do PS em Castelo de Paiva, lançar mais gasolina para esta vasta fogueira.
Deixou-nos umas “brilhantes” frases que também se tornaram célebres. Até parece que esta triste ideia pegou dentro do principal partido da oposição.
“Estou a marimbar-me que nos chamem irresponsáveis. Temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e franceses. Essa bomba atómica é simplesmente não pagarmos [a dívida].” Esta foi uma das frases mais bombástica usada por este protagonista.
“Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos”, acrescentou Pedro Nuno Santos. Mais: “Se não pagarmos a dívida e se lhes dissermos, as pernas dos banqueiros alemães até tremem.” Foi assim que este elemento do PS se referiu à forma de pagamento da divida do estado português.
Parece-me que o mundo está a ficar virado às avessas. Como é que estas pessoas têm o descaramento de afirmarem da não necessidade em se honrarem os compromissos do estado português? Pessoas estas, com fortíssimas responsabilidades na divida criada aos portugueses.
Num período em que é pedido um esforço colossal aos portugueses, às suas empresas e ao próprio estado, como é possível tamanho descaramento?
Se ainda restassem algumas dúvidas, ficamos a perceber como é que estas pessoas encaram o problema da dívida, da sua expansão e do seu pagamento. Por isso chegámos à situação em que nos encontramos.
Foi graças a estes senhores que o País ficou altamente condicionado, inclusive na sua autonomia, perante organizações internacionais que esperam uma resposta responsável dos governantes e de todos os portugueses.
O que se fez em Portugal ao longo dos últimos anos foi altamente desastroso. Sofremos agora por todos esses males então criados. Temos o Governo português a procurar corrigir o mais rapidamente possível todos estes problemas. Estas correcções são dolorosas, mas não podemos esquecer quem são os responsáveis pela criação desta tormentosa situação, a qual temos obrigatoriamente de nos livrar.
Com a comunidade internacional e os nossos credores com os olhos postos em nós, este tipo de afirmações vêm prejudicar ainda mais o nosso País. Espero que o principal partido da oposição assuma as suas responsabilidades e que contribuía para a resolução dos problemas existentes.
Não estamos em maré de demagogias baratas, mas sim numa fase em que o contributo positivo de todos é fundamental.
È também fundamental reagir a esta crise e perspectivar um futuro melhor para todos os portugueses. É este o meu desejo de Natal.
Publicado no http://www.registo.com.pt/opiniao/nao-pa
Editado por António Costa da Silva
Realizou-se, no passado dia 18, um concerto de Natal sob o tema em título.
Actuaram os seguintes grupos:
- Grupo Feminino Cantares do Xarrama do Torrão
- Grupo Feminino As Escouralenses do Escoural
. Grupo Feminino Cantares de Alcáçovas
- Grupo Flores do Campo de Alcáçovas
- Grupo os Cavaquinhos
Gostei, muito.
A Igreja da Matriz é um esplêndido "palco" para música como esta. O espaço tranquiliza, a música alimenta-nos a alma.
Sejamos católicos ou não vale sempre a pena ir até à nossa I. Matriz ouvir boa música, popular ou erudita.
Este concerto foi organizado pela Associação Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas.
Parabéns a todos os grupos e à organização.
AC
Cesária Évora - Sodade
Cabo Verde,Morna. Album: " Miss Perfumado" (1992)
Letra / Lyrics: click "more" / "mas"
Quem mostro'b
ess caminho longe.
Quem mostro'b
ess caminho longe.
Ess caminho
pa São Tomé.
Sodade sodade sodade
Dess nha terra d'São Nicolau.
Si bo t'screve'm
m'ta screve'b.
Si bo t'squece'm
M'ta squece'b.
Até dia ke bo volta.
Sodade sodade sodade
dess nha terra d'São Nicolau.
Editado por António Costa da Silva

Detidos e filmados a furtar gasóleo em estaleiro (COM VÍDEO)
A GNR deteve, ontem de madrugada, dois homens e uma mulher de nacionalidade romena, com idades entre os 25 e os 27 anos, filmados enquanto furtavam gasóleo nos estaleiros da Câmara de Viana do Alentejo. O prejuízo ronda os três mil euros.
O local já tinha sido alvo do mesmo crime, pelo que foi reforçado o "policiamento e a segurança", avançou a autarquia.
"Foi ainda apreendido material usado no furto e a viatura em que se deslocavam", adiantou a GNR. Os detidos, todos residentes em Santarém, foram ouvidos no Tribunal de Instrução Criminal de Évora, por suspeitas de furto qualificado. Até ao fecho da edição não eram conhecidas as medidas de coacção.
Retirado do http://www.cmjornal.xl.pt/
Editado por António Costa da Silva
Acabou a era do emprego. Começa a era do trabalho. Vaclav Havel

Editado por António Costa da Silva
Doze anos.
Não são muitos, mas a Mostra está a crescer.
E a crescer bem e com saúde. Tem tido sido bem tratada apesar dos "progenitores" serem pobres. Mas com pouco dinheiro também se faz obra se houver imaginação e vontade.
A nossa Câmara está de parabéns.
O espaço está melhor aproveitado, a "decoração" mais agradável e a animação é constante, mas (na minha opinião) algo excessiva e nem sempre com a mesma qualidade.
A ideia de dar relevo em cada ano a um dos expositores (doceiros) é boa. O espaço deste ano atribuído à Casa Maria Vitória foi muito bem aproveitado. O stand MV tinha nível e bom gosto.
Mas poderia estar melhor se não fosse um "muro" entre a entrada do pavilhão e o palco, nas trazeiras do mesmo.
Se as trazeiras do stand fossem transparentes ou abertas, ficaria muito melhor (na minha opinião).
A primeira presença de um expositor estrangeiro, espanhol, foi uma surpresa muito interessante. espero que voltem e "tragam" outros.
Faça-se da Mostra da Doçaria, nas Alcáçovas, uma mostra cada vez mais variada, nos tipos de doces e na diversidade de doceiros.
Quanto à animação constante, os altos e baixos (normais) poderiam ser minimizados.
E por altos não me refiro só à qualidade, mas também ao nível do som, mais ruído do que som em alguma ocasiões.
Uma boa música ambiente (suave) pode dar descanço aos ouvidos e permitir uma maior concentração no essencial isto é, comer e comprar os doces maravilhosos da nossa Mostra.
Uma novidade, a entrevista, ao vivo, com uma dirigente do grupo empresarial Maria Vitória, não resultou muito bem.
Os possíveis ouvintes, dessa entrevista, seriam as pessoas, muito poucas, que se aproximaram do palco e todas as outras que estavam no pavilhão, comprando, comendo, passeando, que nada ou pouco ouviram.
Não consegui "ver" qual era o problema. Mas, de facto, não correu muito bem.
Agradeço em meu nome e da AAA o apoio, sempre pronto e simpático, das pessoas da Cãmara a quem recorremos para ajudas diversas.
AC
S. C. Alcaçovense – Arcos (0-2)

Foto do SCA
SCA: Marco, Mirandinha, Carlos Mira, Douglas, Gui, Xinês, Ferro, Bruno Pereira, Cabral (Rui Penetra), Porto (Cadeireiro) e Espada (Betinho).
Olhando para o resultado, de uma forma fria, até parece que o Arcos mereceu ganhar claramente a partida. Enganem-se! Este era daqueles jogos, mesmo que durasse até à meia-noite, era impossível inverter o resultado.
As duas partes dos jogos foram claramente bem distintas. Uma primeira parte muito disputada. Uma segunda totalmente Alcaçovense.
Golo dos Arcos aos 10 minutos. Uma jogada de ataque bem planeada, a qual deu golo à equipa visitante.
Aos 24 minutos a nossa equipa podia ter empatado. Um jogador da nossa equipa isola-se e não consegue marcar na baliza da equipa forasteira.
No final da primeira parte surgem as situações que vão determinar o resto da partida.

Aos 41m numa jogada de ataque do SCA, a bola vai à mão de um jogador dos Arcos. Mão à bola, bola na mão, a velha dúvida. Pareceu-nos mão na bola.
Pouco depois Douglas faz uma falta clara sobre um jogador do Arcoense. Empurra o adversário, sem dúvida! Depois, teimosamente refila com o árbitro, chega mesmo a encostar o peito. O árbitro não hesita e mostra-lhe o cartão vermelho. Tudo desnecessário! Este é sem dúvida o melhor atleta na actualidade do SCA. Uma pena!

Logo de seguida, uma jogada extremamente perigosa sobre a equipa Alcaçovense.
Na segunda parte tudo foi diferente. Tivemos um Alcaçovense cheio de determinação e vontade de dar a volta às contrariedades.
Foram várias as bolas de perigo na área do Arcoense. Uma das falhas mais flagrante coube a Rui. Mesmo em frente ao guarda-redes do Arcos, não consegue marcar.
A ineficácia acompanha a nossa equipa. Muita capacidade, mas os golos custam a aparecer.
Notas Finais:
1) Boas assistência em Alcáçovas – nada a estranhar;
2) Arbitragem – Razoável, sobretudo tendo em conta o estado do piso. Não teve interferência no resultado.
3) Melhor jogador em campo – A equipa. Bateu-se muito bem, mas sem sorte;
4) Arcoense – uma equipa correcta, combativa, e com boa postura em campo.
5) Saída do Nuno Canelas para o Sporting de Viana do Alentejo. Inesperada. Desejo-lhe votos de sucessos;
6) Entrada do Zé Eduardo – Fico contente em revê-lo em Alcáçovas. Uma aposta segura.
Vamos em frente.
António Costa da Silva

NÃO SABIA QUE O HOMEM TAMBÉM APRENDEU ECONOMIA.
DEVE TER SIDO AO DOMINGO.
Imagens que ficam para a posteridade.
Editado por António Costa da Slva
O Diário do Sul dedica hoje a manchete à 12.ª edição da Mostra de Doçaria de Alcáçovas, a realizar entre sexta-feira e domingo naquela vila do concelho de Viana do Alentejo.
Titulando "Doçaria das Alcáçovas em forma de mostra", o jornal escreve que o certame conta com a participação de 33 doceiros e doceiras oriundos de vários pontos do país.
O matutino destaca ainda na capa a notícia de que as obras de reabilitação do antigo matadouro de Moura para albergar o museu municipal, atualmente instalado num edifício que não responde às necessidades, já começaram, num investimento de 879 mil euros.
Por outro lado, noticia também que três associações de desenvolvimento local do Baixo Alentejo e Algarve, promotoras de Centros de Novas Oportunidades, exigem o "esclarecimento imediato" do Governo sobre o futuro do programa.
"Pequenos agricultores de sucesso têm projeto no Baixo Alentejo", "Fotografia: Português recebe altas distinções europeias" e "Elvas: Três listas concorrem domingo às eleições intercalares na freguesia de Vila Boim" são outros dos títulos do Diário do Sul.
Editado por António Costa da Silva

A vila de Alcáçovas recebe a partir de dia 9, e até domingo, dia 11, a XII Mostra de Doçaria que conta este ano com a presença do Chef Luís Baena que vai efectuar ao vivo uma demonstração de Sobremesas Gourmet com Doçaria Conventual e Tradicional.
Destaque ainda para o Laboratório do Doce para Crianças. Abre as portas ao público dia 9, em Alcáçovas, a partir das 19h00, a décima segunda edição da Mostra de Doçaria, organizada pelo Município de Viana do Alentejo e pela Junta de Freguesia de Alcáçovas.
O certame que promete adoçar a boca aos muitos visitantes esperados, conta este ano com a participação de 33 doceiros e doceiras oriundos de vários pontos do País, incluindo os Monges do Mosteiro de Oseira, em Espanha. Conde de Alcáçovas, Sardinhas Albardadas, Amores de Viana e Bolo Real são os cartões-de-visita do certame que há 12 anos recuperou receitas antigas que fazem parte da história e da identidade deste Concelho.
Nesta edição da Mostra o destaque vai para uma demonstração de sobremesas Gourmet com Doçaria Conventual e Tradicional, pelo Chef Luís Baena, dia 11, domingo, a partir das 15h30. Novidade este ano é a criação do Laboratório do Doce para crianças. Três doceiras vão durante a tarde de sábado e domingo, confeccionar doces com a ajuda de verdadeiros “mini-chefs”, que vão tomar conta da “cozinha” improvisada e pôr as mãos na massa. Sob o olhar atento das doceiras vão colocar à prova a sua imaginação na decoração de algumas iguarias.
Para além de terem a oportunidade de provar doces variados, os visitantes podem ainda apreciar um programa cultural que inclui a actuação a Banda da Sociedade União Alcaçovense, grupos corais do Concelho, o Grupo Coral “Vindimadores da Vidigueira”, o Grupo de Música Popular Flores do Campo, o Grupo de Cantares Populares Seara Nova e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” - Casa Branca (Sousel) e, ainda uma Noite de Dança com a Secção de Dança da Casa do Benfica em Viana do Alentejo, as Sevilhanas da Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense e a Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo. Incluído na programação da Mostra de Doçaria está o II Passeio BTT – Rota dos Doces Sabores organizado pela Associação de Jovens de Alcáçovas.
Retirado do Semanário 
Editado por António Costa da Silva

Acaba por ser o resultado mais usual do nosso SCA neste campeonato. O0 a0 está implantado na nossa equipa, muito por culpa de uma boa eficácia defensiva e de uma falta de eficácia ofensiva. Será este o termo certo para justificar mais um empate?
Falando do jogo, um encontro emotivo em que houve muita entrega das duas equipas, começando melhor a equipa da casa, acusando o SCA alguma falta de adaptação ao terreno, duro por sinal, mas aos poucos a nossa equipa conseguiu assentar jogo e começou a criar algumas ocasiões de perigo. Explorando as alas, primeiro o recém reforço Espada cabeceou por cima opôs grande cruzamento da direita, depois Gui com um remate do meio da rua, viu o golo ser negado por Álvaro que respondeu com uma enorme estirada. Ao invés, o Aldeense tentava também chegar à nossa área, principalmente pelo irrequieto Quim Zé que quase marca, valendo Marco que defendeu um golo que parecia feito. Com a segunda parte esperava-se a mesma atitude, mas cedo o SCA viu-se a jogar com menos um, após expulsão de Gomes por duplo amarelo e aí o jogo tornou-se um pouco mais complicado, mas certo é que a nossa equipa conseguiu adaptar-se e até final foi a equipa com mais discernimento criando as melhores ocasiões de golo. Cabral ao atirar ao lado após bom cruzamento de Espada e na principal ocasião, Douglas a atirar de cabeça à trave, quase davam a vitória à nossa equipa. Resultado que se pode aceitar, boa entrega das duas equipas que assim saíram das Aldeias com um ponto que acaba por não agradar a ninguém. Quanto à arbitragem, Carretas fez o seu “normal” jogo, sem influência no resultado.
No próximo fim-de-semana, novo grande jogo no Branco Núncio, com o SCA a receber o “outro” SCA, Arcoense, equipa que a par do Arraiolense, lidera o campeonato.
SCA; Marco, Mirandinha, Gomes, Douglas, Gui, Ferro, Bruno Pereira (André Mendes), Xinês, Pida (Batata), Espada e Cabral (Rui Penetra)
Não utilizado; Mochila
Os resultados da 9ª Jornada foram:
S.C. Arcoense 3 - Santana do Campo 1
São Manços 0 - Rosário 1
Arraiolense 7 - Valenças 0
C.C. Corval 3 - Luso Morense 1
Aldeense 0 - Alcaçovense 0
S.C. Brotense 1 - Cabrela 3
Fazendas Cortiço 2 - S.B. Outeiro 0
Classificação:
1º - L.C.D. Arraiolense - 22 pontos
2º - S.C. Arcoense - 22
3º - Cabrela - 19
4º - Rosário - 17
5º - Alcaçovense - 14
6º - Aldeense - 14
7º - Fazendas do Cortiço - 14
8º - Valenças - 12
9º - C.C. Corval - 11
10º - S.C. Brotense - 8
11º - São Manços - 8
12º - S.B. Outeiro - 6
13º - Luso Morense - 5
14º - Santana do Campo - 4
Visto no Blog do SCA
http://alcacovense.blogspot.com/
Editada por António Costa da Silva
A língua Portuguesa é estupenda e presta-se a estas coisas:
Se o Mário Mata, a Florbela Espanca, o Jaime Gama e o Jorge Palma.
Já agora: alguém acredita que a Zita Seabra para o António Peres Metello?
Vocês sabem a diferença entre o tratamento por tu e por você? Vocês pensam que sabem, mas vejam abaixo. Um pequeno exemplo, que ilustra
bem a diferença:
O Director Geral de um Banco, estava preocupado com um jovem e brilhante director, que depois de ter trabalhado durante algum tempo
com ele, sem parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia. Então o Director Geral do Banco chamou um detective e
disse-lhe:
- Siga o Dr. Mendes durante uma semana, durante a hora do almoço.
O detective, após cumprir o que lhe havia sido pedido, voltou e informou:
" O Dr. Mendes sai normalmente ao meio-dia, pega no seu carro, vai a sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes cubanos e regressa ao trabalho."
Responde o Director Geral:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.
O detective pergunta-lhe:
- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?
- 'Sim, claro' respondeu o Director surpreendido!
- Então vou repetir : o Dr. Mendes sai normalmente ao meio-dia, pega no teu carro, vai a tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma
um dos teus excelentes cubanos e regressa ao trabalho.
A língua Portuguesa é mesmo fascinante!
VAMOS MAS É TRATAR-NOS TODOS POR TU NÃO VÁ HAVER DESTES ENGANOS...
Recebida no mail
Editada por António Costa da Silva
Aos 82 anos de idade, Frederico casou-se com Ana, de 27 que, em consideração ao marido tão idoso, decide que devem dormir em quartos separados.
Terminada a festa do casamento, cada um vai pró seu quarto.
Ana prepara para se deitar, quando ouve batidas fortes na porta...
As batidas insistem.
Ao abrir a porta, ela depara-se com Frederico, com os seus 82 anos, pronto para a acção.
Tudo corre bem e após uma relação quente e vigorosa...
Frederico despede-se e vai pró seu quarto.
Passados alguns minutos, Ana ouve novas batidas na porta do quarto...
É Frederico, novamente pronto para a acção.
Ela surpreende-se, mas deixa-o entrar.
Terminada a relação, Frederico beija-a carinhoso e despede-se, indo para o seu quarto.
Ana prepara-se para dormir novamente, quando escuta fortes batidas na porta.
Espantada, Ana abre e depara-se com... Frederico!!!
Mais do que pronto para a acção, aparece com aspecto vigoroso e renovado.
Ela diz:
- Estou impressionada que na sua idade possa repetir a relação com esta frequência.
Já estive com homens com um terço da sua idade e eles contentavam-se apenas com uma vez. Você Frederico, é um grande amante!
Desconcertado, ele pergunta:
- Eu já estive aqui antes???
Recebida no mail
Editado por António Costa da Silva
Para os interessados em investigação, ficam desde já aqui publicados os fundos que encontrei na igreja matriz das Alcáçovas, ao que soube, já inventariados pela Arquidiocese de Évora:
Fundo da Paróquia das Alcáçovas e da Câmara das Alcáçovas;
Fundo da Confraria do Santissímo Sacramento;
Fundo da Confraria das Almas;
Fundo da Confraria de N.ª Sra. da Assunção;
Fundo da Confraria de N.ª Sra. do Pilar;
Fundo da Confraria de N.ª Sra. dos Remédios;
Fundo da Confraria de N.ª Sra. do Rosário;
Fundo da Junta da Paróquia das Alcáçovas;
Fundo da Apostolada da Oração;
Fundo da Paróquia de São Brás do Regedouro;
Fundo de Sermões dos Séculos XVIII e XIX;
Fundo da Comissão de Assistência Paroquial das Alcáçovas;
Fundo da Ordem Terceira de São Francisco;
Fundo da Confraria de São Vicente de Paulo.
Estas informações vedadas ao acesso do público não têm qualquer utilidade. Só divulgando, estudando e conhecendo é que podemos valorizar o nosso Património Cultural.
Atenciosamente,
Frederico Nunes de Carvalho
Na igreja matriz de São Salvador, nas Alcáçovas, existem uma série de documentos manuscritos desde, pelo menos, o séculos XVI ao século XX, que nos poderão transportar para uma candeia iluminada sobre a obscura história da vila. Naturalmente que os títulos aí depositados e pertença da Igreja abordam essencialmente temáticas litúrgicas ou de confissão religiosa, no entanto, muitas vezes afloram permeio desses escritos pormenores sobre a história da vila, seu património e até do quotidiano económico-social. Daí o interesse que pode revestir no âmbito da investigação histórica local, a correcta conservação e valorização desse importantíssimo acervo bibliográfico.
Numa primeira fase parece-me importante verificar o estado de conservação e de acomodação do espólio e de suas inerentes necessidades de tratamento e manutenção. Depois, numa fase seguinte, parece imprescindível encontrar um espaço condigno para o acondicionamento dos espécimes literários entretanto tratados e/ou mesmo restaurados, que poderia perfeitamente e até convenientemente ser dentro de uma divisão da igreja matriz, mas que pudesse ter um acesso menos restritivo ao público geral e até que valorizasse o espaço religioso numa outra perspectiva de contemplação artística e da investigação, dando um novo motivo para a aproximação das pessoas pelo espaço religioso, curiosamente classificado de Imóvel de Interesse Público - IIP.
Por último, seria fundamental para a materialização deste projecto a criação de um inventário e catálogo abrangentes de todo o material documental existente neste acervo para facilitar a consulta a curiosos e investigadores, bem como permitir o seu profundo conhecimento e, por isso, um melhor tratamento futuro. Sei que a Associação Amigos das Alcáçovas - AAA, tem mantido vivo esse interesse e que tem levado a cabo algumas visitas preparatórias para almejar tão ambicioso projecto, desde sempre com a estrita colaboração do pároco local, P.e Jerónimo Fernandes e de um seu incansável e diligente colaborador, Telmo Seco.
Face aos constrangimentos financeiros, logísticos e até humanos, a AAA já encetou contactos com o Arquivo Nacional - Torre do Tombo - ANTT, para que este instituto possa colaborar no processo de manuseamento, tratamento e até restauro dos documentos mais necessitados e também mais relevantes do ponto de vista histórico. No entanto, parece-me sinceramente que para que esta parceria se solidifique e seja profícua, faltam parceiros fundamentais, tais como o são a Câmara Municipal de Viana do Alentejo - CMVA e a Junta de Freguesia das Alcáçovas - JFA. Só dessa forma, congregando todos para uma causa também ela colectiva, poderemos atingir os resultados ambicionados.
Fica desde já lançado o repto para que a CMVA e a JFA demonstrem interesse em aderir a esta iniciativa que visa sobretudo preservar a Memória Histórica local e, dessa forma dignificar no presente as suas gentes!!
Frederico Nunes de Carvalho
Vivemos um momento crítico das nossas vidas, é bem verdade. Todos sabemos e reconhecemos que temos vindo a viver muito acima das nossas possibilidade. Também é verdade que foram vários governos, e não só, os grandes responsáveis pela situação a que chegámos.
Sabemos que temos um nível de endividamento insuportável, mas temos obrigatoriamente de o pagar. Sobre isso não restem quaisquer tipos de dúvidas.
Temos um Memorando de Entendimento assinado pelo anterior governo (e aceite pelos partidos que suportam o actual) com um triunvirato internacional, que nos “amarra” a um conjunto de condições, as quais são altamente decisivas à gestão efectiva e autónoma do nosso país.
Perante estas condicionantes, são directamente afectadas as empresas e as pessoas que fazem parte do nosso país. Estão sujeitas a uma série de cortes para ajudarem a resolver todos os graves problemas existentes. É esta a realidade duríssima com que temos que conviver diariamente.
Então coloca-se uma questão: Como é que (enquanto cidadãos) podemos contribuir de uma forma activa e, de certa forma eficaz, para ajudarmos o nosso país sair o mais rapidamente possível desta enorme crise? Entre várias soluções, há uma que me parece bastante forte: Vamos comprar produtos do nosso país. Vamos ajudar a dinamizar o tecido produtivo interno.
Uma coisa é certa, por estarem sujeitos ao cumprimentos de regras comunitárias (como é exemplo a Lei da concorrência), os nossos governantes não podem colocar a questão nestes termos. Mas nós, sim.
Enquanto nós, cidadãos autónomos e livres, responsáveis de diferentes organizações, filiados, ou não, em partidos políticos, dirigentes nas empresas e outras entidades, podemos defender com toda a firmeza a aquisição de produtos regionais e nacionais. Para podermos ajudar a ultrapassar as enormes dificuldades existentes, nada nos pode impedir que se tomem iniciativas desta natureza,
Devemos defender os nossos produtos e as nossas empresas. Só assim poderemos sair de uma forma mais rápida e eficaz desta grande crise. Devemos defender o nosso tecido produtivo, quer seja agrícola, quer seja industrial, ou mesmo, outras formas produtivas.
Comprar às nossas empresas significa aumentar a riqueza nacional, com a consequência directa ao nível da criação de emprego. Devemos pensar duas vezes quando estamos a comprar um produto. Devemos pensar se ele contribui ou não para sairmos desta horrível e nefasta crise.
Do Alentejo temos muito para dar. Temos um leque enorme de produtos que podem dar o seu modesto contributo para a criação de riqueza do País.
É evidente que não podemos deixar de comprar ao exterior (isso é praticamente impossível e exagerado), mas devemos dar um especial realce, sobretudo no contexto actual, aos produtos produzidos no nosso país.
Se deixámos impavidamente empobrecer o nosso tecido produtivo ao longo de muitos anos, está mais do que na hora de o recuperar. Doutra forma, nunca sairemos da crise.
António Costa da Silva
Publicado no
do dia 30-11-2011
Jogaram pelo SCA: Henrique Branco. Tiago Rocha, Duarte Guerreiro, André Silva, João Paulo Vidigal, Henrique Campos, Simão Malta, Carlos Palma, Bruno Charrua, David Mendes e Mário Carvalho.
Treinadora: Lídia.
Hoje realizou-se o primeiro jogo do SCA para o campeonato de iniciados. Receberam o Lusitano de Évora.

A equipa Lusitanista conseguiu ser mais consistente do que a nossa equipa. Sem fazer uma partida brilhante conseguiram ganhar à nossa equipa.

Marcaram o primeiro golo na primeira parte e conseguiram guardá-lo quase até ao fim da partida.
Na segunda parte parecia que a nossa equipa queria recuperar da desvantagem, mas tal não foi possível. Uma única oportunidade desperdiçada pelo sempre esforçado Mário Carvalho.

Quando o Lusitano marcou o segundo golo, a nossa equipa deitou “a toalha a chão”. Uma equipa sem banco, já não tinha capacidade física, nem psíquica, para recuperar.
Naturalmente surgiram os outros 2 golos do Lusitano. Ambos ao “romper do pano”.
A nossa equipa necessita de trocar melhor a bola. Deve evitar passes precipitados, senão os nossos adversários ganham facilmente vantagem.
Tudo a seu tempo.
Notas Finais:
a) Melhor jogador em campo – nº 15 do Lusitano;
b) Arbitragem – Correcta;
c) Público – Em excelente número, tal como é habitual em Alcáçovas.
António Costa da Silva
Li hoje no Diário do Sul que, de acordo com dados do INE, a Câmara de Viana do Alentejo foi a que mais investiu, em todo o país, na cultura e no desporto.
A média nacional das despesas das autarquias na cultura e no desporto, foi de 8,9% do total.
No Alentejo a média, a mais alta nacional por regiões, foi de 10,9 %.
E no nosso concelho a Câmara despendeu 43,9% do total das despesas.
Números são números, mas não dizem tudo.
Algo nos escapa ou nos falta para compreender estes valores.
No entanto podemos presumir que as autarquias alentejanas e nomeadamente a nossa fazem o que podem para apoiar, promover a cultura e o desporto.
AC

Pela primeira vez esta época o SCA venceu em casa, logo frente ao líder Arraiolense, num jogo bem conseguido da nossa parte, premiando todo o grupo pela entrega em campo no dia de hoje, provando que com esta atitude, conseguiremos um campeonato interessante.
O adversário só valorizou a nossa vitória, já que se apresentou no Branco Núncio sem derrotas, mas hoje a tarde foi do SCA. O jogo foi jogado a meio campo, com grande entrega das duas equipas, sendo a nossa a mais perigosa, principalmente nas bolas paradas. Aí, foi o guardião Sérgio que ia segurando o nulo com intervenções de qualidade. O domínio do SCA era contrariado pelos visitantes, sempre com contra ataques perigosos, procurando os seus três rápidos avançados, mas a defensiva Alcaçovense ia dando conta do recado. A segunda parte foi mais intensa, graças ao golo que viria a dar a vitória, num lance onde Cabral cabeceou com muita classe para o fundo da baliza do Arraiolense, sem hipóteses para Sérgio. A partir daí o Arraiolense tentou como lhe competia chegar à igualdade, mas a nossa equipa foi resistindo contra tudo e todos. Apenas por uma vez o Arraiolense teve perto da igualdade, quando um avançado em boa posição falha a bola após bom cruzamento da direita. Vitória moralizada e justa da nossa equipa frente ao Arraiolense que provou o porquê de ser líder. Quanto à arbitragem de Nuno Mateus, sem influência no resultado, teve uma dualidade de critérios gritante, sempre penalizado a nossa equipa. Estes acontecimentos tornaram a nossa equipa mais forte e unida e o grande objectivo foi conseguido.
Na próxima jornada, a nossa equipa desloca-se às Aldeias de Montoito.
SCA; Marco, Mirandinha, Salsinha, Gomes, Douglas, Xinês (Caldeireiro), Bruno Pereira, Ferro, Cabral (Gui), Porto e Betinho (Jaime)
Não Utilizados; Agnaldo, Mochila, André Mendes e Pida.
Os resultados da 8ª Jornada foram:
Luso Morense 1 - S.C. Arcoense 2
Rosário 3 - S.B. Outeiro 0
Alcaçovense 1 - Arraiolense 0
Cabrela 3 - C.C. Corval 0
S.C. Brotense 0 - Fazendas Cortiço 1
Valenças 1 - São Manços 0
Santana do Campo 1- Aldeense 2
Classificação:
1º - L.C.D. Arraiolense - 19 pontos
2º - S.C. Arcoense - 19
3º - Cabrela - 16
4º - Rosário - 14
5º - Alcaçovense - 13
6º - Aldeense - 13
7º - Valenças - 12
8º - Fazendas do Cortiço - 11
9º - S.C. Brotense - 8
10º - C.C. Corval - 8
11º - São Manços - 8
12º - S.B. Outeiro - 6
13º - Luso Morense - 5
14º - Santana do Campo - 4
Visto no Blog do SCA
http://alcacovense.blogspot.com/
800.000 Visitas no Alcáçovas.
António Costa da Silva

Recebido no Mail
Editado por António Costa da Silva

Visto no Blog do SCA
Editado por António Costa da Silva


Editado por António Costa da Silva

Associação de Jovens de Alcáçovas promove dia 11 de Dezembro, em Alcáçovas, o II Passeio BTT Rota dos Doces Sabores.
II PASSEIO BTT ROTA DOS DOCES SABORES
Alcáçovas
11 de Dezembro 2011
Inserido na XII Mostra de Doçaria de Alcáçovas
Concentração 9h00
Pavilhão Gimnodesportivo
Inscrição Gratuita
Informações
966721000/962439504
Visto no Site da CMVA
Editado por António Costa da Silva
A - Natal: Associação Comercial de Évora lança campanha a favor de carenciados e de apoio ao comércio tradicional
Uma campanha de Natal solidária a favor de famílias carenciadas e que, ao mesmo tempo, permite apoiar o comércio tradicional foi lançada pela Associação Comercial de Évora, com a colaboração de vários municípios do distrito.
Denominada "Évora Distrito Mágico", a iniciativa consiste na entrega de vales a famílias carenciadas que, depois, podem ser trocados nos estabelecimentos comerciais aderentes, explicou a secretária-geral da Associação Comercial do Distrito de Évora (ACDE), Mariana Calado.
"A ideia é que as câmaras que adiram à iniciativa disponibilizem uma parte da verba que teriam de gastar na iluminação de Natal para ser entregue a famílias carenciadas" do respectivo concelho, referiu.
A mesma responsável explicou que os vales, cujo valor oscila entre um e 10 euros, serão entregues pela ACDE às famílias carenciadas que estão referenciadas pelos municípios aderentes, num total de 50 euros por agregado familiar.
"Com estes vales, as pessoas podem comprar o que quiserem nas lojas associadas aderentes, em restaurantes, pastelarias, sapatarias, prontos-a-vestir ou lojas de electrodomésticos", exemplificou a secretária-geral da ACDE.
Com a campanha "Évora Distrito Mágico", são apoiadas as famílias carenciadas do distrito e, ao mesmo tempo, é dinamizado o comércio tradicional, servindo também como "apelo" às outras pessoas para que comprem nos concelhos onde residem.
A responsável indicou que já aderiram à campanha os municípios de Évora, Viana do Alentejo e Vila Viçosa, com uma verba total a rondar os 16 mil euros, mas as câmaras de Reguengos de Monsaraz, Montemor-o-Novo, Arraiolos e Estremoz também se mostraram interessadas no projecto.
A ACDE está também a estudar a possibilidade de organizar uma festa de Natal em Évora, com a participação de artistas voluntários e onde serão distribuídos presentes às crianças de famílias carenciadas
B - Câmara lança programa para idosos serem autónomos durante mais tempo

Cada habitação pode sofrer uma intervenção até 3.500 euros.
Para prevenir a dependência e a institucionalização dos cidadãos mais idosos, a Câmara de Viana do Alentejo avança com o Programa “Conforto Habitacional”. A ideia é requalificar a casa dos mais velhos, de forma a prolongar a sua autonomia e melhorar a qualidade de vida.
O Instituto da Segurança Social é parceiro no projecto que o município implementa. O montante previsto para as intervenções é de 28 mil euros, sendo que cada habitação pode beneficiar de melhoramentos até 3.500 euros.
O responsável pelo gabinete de acção social do município alentejano, João Antunes, explica que a ideia é que “consigam estar mais tempo em permanência na sua habitação".
Até 16 de Dezembro, a autarquia recebe candidaturas. Há critérios a cumprir, desde logo que sejam pessoas idosas que usufruam de apoio domiciliário ou que frequentem um centro de dia.
C - AJUDAR ? APPACDM de Évora - dia 7 de Dezembro de 2011

?É um espectáculo de angariação de fundos para o apoio à construção do novo edifício da APPACDM de Évora, que deverá incluir duas residências autónomas, mas para o qual precisamos ainda de realizar verbas de montante significativo.
Julgo poder contar consigo na divulgação desta iniciativa junto dos seus contactos. A palavra de ordem é: ?Vamos encher a Arena de Évora!?
O espectáculo vai ser apresentado pelo de José Carlos Malato.
Artistas convidados:
UHF
Adelaide Ferreira
Miguel e André
Jorge Roque & NEFTA
Tony & Zé Marinheiro
Cantares de Portel
Bilhete: 5 euros
Locais de venda de bilhetes:
- Sede da APPACDM, na Quinta do Escurinho
- Papelaria Central
- Papelaria Paris
- Arena de Évora (bilheteira), nos dias 6 e 7 de Dezembro, das 16.00H às 21.00H.
D - ASSOCIAÇÃO TERRA DOS SONHOS

O Núcleo de Évora da Terra dos Sonhos precisa de mais voluntários pois os que estão activos não chegam para tantos sonhos!
Em anexo segue um cartaz com esse desafio: "Vem Fazer Sonhar".
Este cartaz vai estar exposto em vários lugares da cidade/região. Mas para que chegue a mais pessoas pessoas (principalmente àquelas que poderão ter interesse em ser voluntárias da Terra dos Sonhos), pedimos-vos que divulguem pelos v. CONTACTOS.
Obrigada!
UM SORRISO VALE TUDO!
Coordenação Núcleo Évora
Editado por António costa da Silva

A Herdade da Mata está a preparar duas galas Equestres com lançamento em Dezembro, dia 10 e dia 18, a ocorrerem no novo picadeiro da Herdade.
Os Bilhetes já estão à venda em Évora, Montemor, Aguiar, Viana do Alentejo e Alcáçovas e custam 10 €, com 2,50 de cada bilhete a reverter directamente para a Cruz Vermelha das Alcáçovas.
Para crianças o valor do bilhete é de 7,50 €.
Estas serão galas únicas que irão permitir que famílias e amigos gozem de um espectáculo equestre com mais de dez cavalos Herdade da Mata!
Faça parte desta gala solidária e deixe-se encantar por um grandioso espectáculo!
Visto no Site da Herdade da Mata
http://www.herdade-da-mata.com/
Editado por António Costa da Silva

Em mais uma jornada do campeonato, o SCA registou novo empate desta vez a duas bolas frente à equipa do São Manços. Começou melhor o SCA que logo aos dois minutos Cabral pôs à prova Caldeira num bom remate. Com domínio a meio campo, o SCA adiantou-se no marcador num lance em que depois de mais uma defesa de Caldeira, Betinho ao cabecear para a baliza, sofre um pontapé na cabeça, levando o árbitro a marcar livre indireto e na sequência, Salsinha a introduzir a bola na baliza. Este lance veio marcar o jogo, já que Betinho ficou com mazelas, mas ainda voltou ao campo, dispondo de mais uma oportunidade na partida ao isolar-se mas a rematar ao lado da baliza dos homens da casa. Boa oportunidade desperdiçada que podia ter dado outra margem à nossa equipa. O São Manços pouco ia fazendo, apenas por lances de bola parada ia criando algum perigo, num deles, Vítor Nunes quase empata a partida.
Na segunda parte, Betinho não resistiu tendo sido forçado a deslocar-se ao hospital, entrando Mirandinha para o seu lugar. Neste período, novamente o SCA a carregar, tendo Ferro uma excelente oportunidade, com Caldeira mais uma vez a corresponder. A equipa da casa começou então a apoderar-se mais do jogo e numas das muitas faltas a meio campo, surge o golo do empate, num lance onde claramente perdemos o duelo aéreo. Esse golo marcou a equipa que desconcentrou-se, aproveitando bem a equipa da casa para levar perigo junto da baliza de Marco. Perto dos 70 minutos, num lance onde Xinês tinha tudo controlado, deixa que David Nunes lhe robe a bola, com este a centrar rápido e a surgir André a encostar. Os erros pagam-se caros, no entanto a equipa deu a resposta mais uma vez, uniu-se e acreditou que podia chegar ao empate e assim foi, numa jogada de insistência Guilherme consegue arranjar espaço na área e à segunda consegue dar o empate ao SCA. Até final, jogadas de perigo nas duas balizas mas sem consequências.
Resultado que se aceita, penaliza o SCA que teve na frente do jogo e podia ter “matado” o jogo, premeia a crença e entrega do São Manços que nunca desistiu, acabando por aceitar-se o resultado, num jogo em que o árbitro teve como as equipas, com altos e baixos, mas sem influência no marcador.
Nota final para o desejo rápido de melhoras para Betinho, que já se encontra em casa em repouso, depois de ter feito vários exames onde nada acusou felizmente.
Próxima jornada o SCA recebe no Branco Núncio o Arraiolense.
SCA; Marco, Jaime (Porto), Gomes, Xinês, Salsinha, André Mendes (Cadeireiro), Bruno Pereira, Ferro, Cabral, Gui e Betinho (Mirandinha).
Não utilizados; Agnaldo, Douglas, Mochila e Pida.
Os resultados da 7ª Jornada foram:
S.C. Arcoense 1 - Cabrela 0
Fazendas Cortiço 2 - Rosário 2
C.C. Corval 1 - S.C. Brotense 1
São Manços 2 - Alcaçovense 2
Aldeense 1 - Luso Morense 0
S.B. Outeiro 1 - Valenças 2
Arraiolense 2 - Santana do Campo 0
Classificação:
1º - L.C.D. Arraiolense - 19 pontos
2º - S.C. Arcoense - 16
3º - Cabrela - 13
4º - Rosário - 11
5º - Alcaçovense - 10
6º - Aldeense - 10
7º - Valenças - 9
8º - São Manços - 8
9º - S.C. Brotense - 8
10º - C.C. Corval - 8
11º - Fazendas do Cortiço - 8
12º - S.B. Outeiro - 6
13º - Luso Morense - 5
14º - Santana do Campo - 4
Retirado do Blog do SCA http://alcacovense.blogspot.com/
Editado por António Costa da Silva

Idoso matou rival a tiro em alcáçovas por não aceitar relação com ex-mulher
Homicida em preventiva
O homem que matou o rival a tiro, em Alcáçovas, Viana do Alentejo, por não aceitar o relacionamento da vítima com a ex-mulher ficou em prisão preventiva. António Mira, 75 anos, foi conduzido à cadeia de Beja.

A vítima foi ontem a enterrar
O crime, investigado pela PJ, ocorreu às 22h00 de quarta-feira. Munido com uma caçadeira que havia roubado de uma propriedade, o homicida esperou que o rival chegasse a casa da ex-mulher, de 40 anos, para o matar. Atingido na cabeça, António Serra, 45 anos e funcionário da Junta de Alcáçovas, morreu nos braços da companheira. Foi ontem a enterrar num ambiente de grande consternação.
Viana do Alentejo: Homem de 75 anos assassina companheiro da ex-mulher
Executa rival com tiro na cabeça

Maria Rufas, 40 anos, acompanhada por um dos filhos -
ficou com a roupa emsanguentada por amparar o actual
companheiro António Serra, de 45 anos, morto a tiro de
caçadeira.
Durante toda a tarde António Mira, de 75 anos, esperou pelo rival para um ajuste de contas por não aceitar o relacionamento amoroso com a sua ex-mulher. Quando António Serra, de 45, apareceu, anteontem à noite, e se preparava para entrar na casa da companheira, António Mira saiu do carro e disparou um tiro contra a cabeça do rival com a caçadeira que havia roubado dias antes. António Serra caiu inanimado nos braços da mulher, que ainda foi atingida com chumbos.
"Foi por milagre que sobrevivi. Ainda o vi com a arma na mão e a apontar ao António, mas não pude fazer nada. Só tive tempo de o puxar para dentro de casa, mas já estava morto com um tiro na zona dos ouvidos", contou Maria do Céu Rufas, 40 anos, pouco depois de ter sido assistida aos ferimentos na cabeça no Hospital de Évora.
Ainda com a roupa ensanguentada por ter amparado o companheiro, a mulher, residente em Alcáçovas, Viana do Alentejo, disse que o tiro podia ter tido proporções mais graves se tivesse atingido os dois filhos que estavam em casa. "Eles ouviram o tiro e ainda viram o corpo cheio de sangue. Tão depressa não vamos esquecer o que aconteceu", disse a mulher que tem dois filhos da relação com o homicida.
O acto tresloucado ocorreu pelas 22h00. Horas antes, os vizinhos viram António Mira vaguear pela rua à procura da ex--mulher. "Só queria saber onde ela morava. Já devia ter tudo planeado", disse uma vizinha.
Depois de ter cometido o crime, o homicida fugiu de carro para casa, em Viana do Alentejo, onde acabou detido pela GNR sem oferecer resistência. Entregue à Polícia Judiciária, foi ontem conduzido ao Tribunal de Évora, tendo saído ao início da noite com os inspectores por uma porta traseira sem que fosse revelada a medida de coacção.
MORTE DE 'TOICA' DEIXA ALCÁÇOVAS EM CHOQUE
António Serra, mais conhecido em Alcáçovas por ‘Toica’, era um homem estimado pela população. Trabalhava na junta de freguesia local, onde conheceu a actual companheira. "A notícia deixou toda a população em choque. Ele conheceu a mulher na junta. Acabou por morrer desta maneira trágica", referiu ao CM o vizinho Domingos Charrua. Divorciado e com uma filha de 25 anos, residente na zona de Abrantes, António Serra tinha iniciado o relacionamento com Maria do Céu nas últimas semanas. Mas, segundo os familiares, continuava ainda a viver na sua casa, situada também na vila. "Foi traído pela sua bondade. Nunca pensou que o outro estivesse ali escondido para o matar", frisou uma sobrinha.
ALUGOU CASA PARA FUGIR DAS AMEAÇAS
Desde a separação com António Mira, há cerca de dois meses, que Maria do Céu Rufas vivia debaixo de constantes ameaças de morte, tendo mesmo alugado a casa onde ocorreu o crime para que o ex-companheiro não soubesse onde morava. Neste período chegou a apresentar queixa no posto da GNR de Alcáçovas, tendo os militares apreendido uma arma de fogo ao homicida. Dias depois, António Mira roubou uma caçadeira numa propriedade da região, arma que utilizou para cometer o crime. Foi ontem apreendida pela GNR.
Septuagenário mata por ciúmes em Alcáçovas

Homem morreu à porta da casa da ex-mulher do homicida
na Vila das Alcáçovas
Um homem de 45 anos foi morto a tiro de caçadeira na noite de quarta-feira por um rival de 75 anos à porta da casa da ex-mulher do homicida na vila de Alcáçovas, concelho de Viana do Alentejo.
O disparo, ocorrido por volta das 22h00, provocou ainda ferimentos graves à mulher, tendo sido assistida no hospital de Évora.
Segundo o CM apurou, o homicida agiu por ciúmes por não aceitar a separação ocorrida há dois meses.
Depois de ter cometido o acto tresloucado fugiu no seu carro para casa, em Viana do Alentejo, onde acabou detido pela GNR sem oferecer resistência.
Foi interrogado já na madrugada desta quinta-feira pela Policia Judiciária e levado para os calabouços desta força em Lisboa. Deverá ser presente hoje ao tribunal de Évora.
O corpo do homem, funcionário da junta de freguesia das Alcáçovas, foi transportado para a morgue de Évora.
Editado por António Costa da Silva
Em 2011, a Mostra de Doçaria de Alcáçovas celebra 12 anos de existência. A iniciativa, um dos ex-líbris e cartaz de visita do Concelho, é organizada pelo Município de Viana do Alentejo.
O certame que já faz parte do calendário de muitos portugueses pretende recuperar receitas antigas características do Concelho e mostrar o que de melhor se faz nesta área com destaque para os doces conventuais e palacianos. A Mostra de Doçaria tornou-se, ao longo dos anos, um marco no seio dos eventos gastronómicos da região, facto que se deve, igualmente, ao empenho e dedicação de todos os doceiros que têm participado nestes últimos 11 anos.
Também o número de visitantes não tem parado de aumentar, num certame que todos os anos apresenta novidades e tornou-se uma oportunidade única para descobrir novos sabores e sons.
PROGRAMA
9 de Dezembro| Sexta-feira
19h00| Inauguração Oficial da Mostra com a Banda da Sociedade União Alcaçovense
20h30| Actuação da Banda da Sociedade União Alcaçovense
21h00| Noite de Cante
- Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral "Velha Guarda" de Viana do Alentejo
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral Feminino "Paz e Unidade"
- Grupo Coral "Vindimadores da Vidigueira"
10 de Dezembro| Sábado
14h00| Animação Musical "Carlos & David"
15h00| "Laboratório do Doce" para Crianças (com doceiras do Concelho)
16h30| Danças do Concelho
- Secção de Dança da Casa do Benfica em Viana do Alentejo
- Sevilhanas da Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense
- Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo
18h00|Apresentação da Empresa Maria Vitória & Filhos
19h00| Animação Musical "Carlos & David"
21h30| Espectáculo Musical Culartes
22h30| Animação Musical "Carlos & David"
11 de Dezembro| Domingo
9h00| II Passeio BTT "Rota dos Doces Sabores" (0rg.: AJAL)
Partida do Parvilhao Municipal
14h00| Animação Musical "Sax à Luz da Lua"
14h30| "Laboratório o Doce" para Crianças (com doceiras do Concelho)
15h30| Demonstração de Sobremesas Gourmet com Doçaria Conventual e Tradicional - Chef Luís Baena
17h00| Música Popular
- Grupo de Música Popular Flores do Campo
- Grupo de Cantares Populares Seara Nova
18h00| Dança Vizinha
- Rancho Folclórico "As Mondadeiras" - Casa Branca (Sousel)
20h00| Entrega de diplomas aos doceiros participantes
Informação retirada do portal do Município de Viana do Alentejo
Publicado por B. Borges
No âmbito do Projecto "Saber dos Sons", segunda temporada, o Cine-teatro Vianense acolhe dia 19 de Novembro, a partir das 21h30, um Recital de Acordeão com o solista Gonçalo Pescada.
O tema deste recital invulgar será dedicado ao sistema convertor, ao seu funcionamento e à sua influência na música escrita para acordeão.
O programa sugerido percorre vários caminhos, desde a transcrição da famosa Chaconne em Ré menor de Johann Sebastian Bach até à música original contemporânea dos compositores Edison Denisov e Franco Donatoni.
A iniciativa é promovida pelo Município de Viana do Alentejo em colaboração com o Maestro Christopher Bochmann.
Texto retirado do portal do Município de Viana do Alentejo
Publicado por B. Borges
"O Município de Viana do Alentejo promoveu no dia 21 de Outubro um workshop intitulado “Instrumentos de Apoio às Empresas / Empreendedores”.
A sessão visava informar e esclarecer os empresários e empreendedores sobre os instrumentos de apoio ao nível do investimento e do desenvolvimento do negócio. Outro dos objectivos da sessão era dar a conhecer o GADE – Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico e as suas funções e competências no âmbito do apoio ao tecido empresarial do Concelho."
Texto retirado da página do Facebook do Município de Viana do Alentejo
Publicado por B. Borges

Faleceu hoje o nosso sócio e grande Juventudista António Lopes Claudino. Claudino exerceu durante largos anos a actividade de empresário na Cidade de Évora. Fez parte de várias direcções do Juventude, tendo mesmo sido Presidente da nossa Instituição. O corpo do nosso saudoso consórcio encontra-se em câmara ardente na igreja do Srº da Cabeça. O Funeral será amanhã pelas 15:00h. A toda a família enlutada a Direcção do Juventude apresenta sentidos pêsames.
Notícia de 11 de Novembro no Blog do Juventude de Évora
http://juventudesportclube.blogspot.com
Ao nosso amigo Frederico de Carvalho e família os nossos sinceros e sentidos pêsames.
António Costa da Silva
Seniores
GRANDE RESPOSTA

O SCA carimbou hoje a passagem à fase seguinte da taça distrito de Évora com uma grande vitória em Lavre por dois a um. Foi a resposta de um grupo depois do mau jogo frente ao Outeiro, que deixou marcas durante toda a semana, levando MUITOS a deixarem de acreditar na equipa. Mas hoje, a resposta foi dada. Dada da melhor forma, com entrega, responsabilidade e ambição, levando de vencido um Lavre que principalmente em casa não facilita.
Com uma entrada personalizada, decorria sete minutos quando Douglas adianta a nossa equipa na partida após grande cabeçada na cobrança de um canto. Este golo deu mais confiança ao SCA, ao invés enervou ainda mais um Lavre que tardava em se encontrar. Mas perto da meia hora, a equipa da casa empata, numa falta na zona central, Ganso remata ao meio da baliza, surpreendendo Marco que diga-se, também não teve bem no lance. O SCA sentiu o golo, enervou-se e o Lavre começou a carregar mais, criando jogadas de perigo junto da nossa baliza. O intervalo chegou, servindo de “calmante” para a nossa equipa, que voltou a concentrar-se no jogo, aproveitando para novamente se adiantar no marcador, logo no reatamento, quando Betinho aproveitou um buraco na defesa da casa e em velocidade isolar-se batendo Samina. Novo alento para a nossa equipa que a partir dai soube sofrer, dado o constante jogo directo do Lavre para os seus avançados, com a equipa da casa a exercer muita pressão na esperança de chegar à igualdade. Nota para Marco que após grande remate fora da área, defendeu uma bola com selo de golo, redimindo-se do lance do golo na primeira parte, segurando esta importante vitória. Arbitragem experiente, nunca acusando a pressão.
Na próxima semana, volta o campeonato, com o SCA a deslocar-se a São Manços.
SCA; Marco, Cadeireiro, Douglas, Gomes, Salsinha, Ferro, Xinês, Bruno Pereira, Betinho (Pida), Porto (Jaime) e André Mendes (Cabral).
Não utilizados; Mirandinha e Mochila.
Taça Distrito de Évora - 2ª Eliminatória
Oriolenses 2-2 Estremoz (3-5) A.G.P
Monte Trigo 6-0 Borbense
Escouralense 1-1 Sp. Viana Alentejo (6-5) A.G.P
Brotense 3-4 C.C. Corval (A.P)
Bencatelense 0-2 Faz. Cortiço
Portel 3-1 Canaviais
Aldeense 3-1 São Manços (A.P.)
Lavre 1-2 Alcaçovense
Mais uma vez uma grande jogatana ... Boa rapazes !!!

O encontro de Petizes realizou-se na Giesteira pela 1ª vez e o SCA mais uma vez participou levando uma equipa a representar as suas cores.
A motivação e a raça dos nossos Petizes levaram a equipa do SCA a empatar um jogo e a ganhar três o que fez com que este encontro a nível desportivo fosse quase perfeito.
Mais uma vez demonstrámos que temos equipa e que o futuro futebolístico das alcáçovas está garantido.
Jogaram:
Gonçalo Esteves, António Maia, David Noé, Miguel Piteira, André Pias, Rodrigo Arsénio, Tiago Parreira, Iuri Martins, João Cardoso
Treinadores: Nuno Galvão e Nuno Esteves
Nota Final:
Parabéns aos nossos petizes pela atitude em campo, pois mais uma vez foram exemplo para alguns adultos que insistem em não respeitar a pratica desportiva do fair play.
Benjamins Futebol 7- Lusitano 19 vs SCA 1
Jogou-se ontem na Silveirinha em Évora mais uma jornada do Campeonato de Benjamins de futebol 7 (1º Fase)
Os nossos jogadores todos de 1º ano defrontaram uma equipa bem estruturada e com jogadores na sua grande maioria de 2º ano do escalão e sofreram uma pesada derrota por 19 - 1

Nesta fase onde os nossos jogadores tentam adquirir experiência foi uma jornada para perceberem que num jogo existem sempre três resultados possíveis, a vitoria, o empate e a derrota e todas fazem parte dum encontro de futebol
Jogaram:
Tomás Grilo, Afonso Guerreiro, João Bagão, Pedro Mochila, Vasco Ilhéu, João Miguel Ilhéu, Daniel cabecinha, Ruben, Rodrito, Rodrigo, Tomás Santos.
Retirado do Blog do SCA http://alcacovense.blogspot.com/
Editado por António costa da Silva
Iniciados: Sport Club Alcaçovense – Grupo Desportivo Canaviais (0-3)
Jogaram pelo SCA: Filipe, Tiago Rocha, Duarte Guerreiro, André Silva, João Paulo Vidigal, Luís Ferreira, João Figueiredo, Tiago, Bruno Charrua e Mário Carvalho.

Jogaram ainda: João Vitorino e David Mendes
Treinadora: Lídia.
Hoje parecia que o SCA tinha condições para ganhar a partida, mas tal não foi conseguido.

Uma primeira parte a lutar contra o vento. Não houve grandes oportunidades, mas o GD Canaviais teve mais posse de bola.
Após a marcação dum canto o GD Canaviais marcou o seu primeiro golo, através de um dos centrais da sua equipa (nº 3).
Até ao final da primeira parte houve uma oportunidade para cada uma das equipas.

No arranque da segunda parte e o SCA perdeu a oportunidade de empatar através de Luís Ferreira.
Depois, após um mau alívio da defesa do SCA e muitos ressaltos o GD Canaviais conseguiu marcar o segundo golo.
A partir daqui a nossa equipa foi totalmente abaixo.
O terceiro golo da equipa visitante surgiu num contra-ataque. O ponta de lança dos Canaviais marcou o terceiro golo (nº9).
Notas Finais:
1) Árbitro fraquinho (bem auxiliado), mas sem interferência no resultado;
2) Melhor jogador em campo: nº 10 dos Canaviais;
3) Boa assistência no SCA.
António Costa da Silva
Ao contrário da grande maioria dos analistas que defendem que esta crise vai acabar com a União Europeia, tenho uma opinião completamente contrária. Acredito sinceramente que a Europa vai aprender com esta crise e responder positivamente às dificuldades com que se tem deparado, mais recentemente.
É certo que a Europa não tinha atravessado uma crise tão intensa como esta, sobretudo no período pós a segunda grande guerra mundial. Então se falarmos da União Europeia (e das Comunidades Europeias), é possível afirmar com toda a segurança, que esta é a sua grande crise.
Esta crise vai definir que caminho a Europa vai seguir. Reconheço que não vai ser fácil encontrar soluções eficazes para resolver, ou pelo menos procurar minimizar, as dificuldades actuais. Os problemas são efectivamente estruturais, por isso são necessárias soluções, também elas, estruturais.
A Europa tem estado assente essencialmente na União Monetária e esse é o seu maior erro. Os grandes estadistas europeus, sobretudo da década de oitenta, imaginaram esta Europa assente numa União Económica e Monetária, perspectivando uma convergência política. Pensaram esta Europa assente na solidariedade e na partilha dum conjunto de valores civilizacionais.
Na minha perspectiva, só faz sentido pensar a Europa (entenda-se UE), caso se tenha uma perspectiva de união política. Isto não significa que se tenha de perder soberania, mas sim, como já referi noutros textos, na capacidade de saber partilhar as diferentes soberanias. Esta é uma aprendizagem ainda não conseguida pela Europa.
Os Estados não deixarão de ter a sua identidade, nem deixar de definir as suas políticas internas. Mas parece-me fundamental a existência dum poder político supranacional, eleito democraticamente por todos os cidadãos europeus.
A crise na Europa vai funcionar como uma espécie de vacina para todos os seus erros e para corrigir todas as suas más decisões (ou precipitações) do passado. A Europa vai sobreviver e tornar-se mais forte.
A Europa nunca devia ter permitido a adesão à moeda única, a países que apenas se preocuparam na convergência nominal, esquecendo totalmente a convergência real. A Europa pensou primeiro nos mercados e depois nas pessoas e esse é um erro imperdoável. A Europa ainda está a tempo de corrigir estes problemas estruturais.
A Europa não devia ter permitido, sobretudo nesta última década, deixar ao livre arbítrio dos políticos nacionais, o não cumprimento das metas obrigatórias das contas públicas. A UE permitiu que os países abusassem ao nível dos défices excessivos e exagerados, e do endividamento externos avultadíssimos. Era claro que isto não podia ter bom fim. O travão tinha que ser concretizado, senão seria totalmente insustentável.
A União europeia não podia andar de PEC em PEC e fingir que nada acontecia. Os países europeus mais fortes não podiam andar sistematicamente a abusar dos países mais fracos, como andaram permanentemente a fazer. È inviável vender os equipamentos e ao mesmo tempo os empréstimos e isso foi o que alguns países europeus andaram a fazer. Também isto tem que ser travado,
Esta crise vai servir de lição à Europa. Os cidadãos europeus estão cada vez mais educados e informados, por isso, não vão permitir que esta sociedade seja desperdiçada tão abruptamente.
Esta Europa representa um conjunto de valores civilizacionais que não podem ser desperdiçados. A Europa há muito que está na linha da frente na defesa das principais causas do planeta. E essa é a sua grande vantagem.
António Costa da Silva
Publicado no
do dia 10-11-2011

Retirado do Blog do SCA
http://alcacovense.blogspot.com/
Editado por António Costa da Silva
Até dia 26 de Dezembro, os nossos Bombeiros irão receber electrodomésticos, aparelhos eléctricos e pilhas que já não utiliza, no âmbito de um projecto nacional chamado "Quartel Electrão", criado pela AMB3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos, com o objectivo de sensibilizar a população para a problemática ambiental dos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE) e de pilhas e acumuladores portáteis (P&A) em fim de vida.
Os quartéis que conseguirem reunir o maior número de materiais, em relação ao número de população da área que servem, serão premiados com uma Ambulância, uma lavandaria profissional e cartões pré-pagos de combustível no valor de 1500€.
Se tem materiais / resíduos destes em casa e pensa desfazer-se deles, entregue-os nos Bombeiros de Viana e desta forma estará a ajudar os bombeiros e ao mesmo tempo a dar um destino mais correcto e mais amigo do ambiente a esses materiais.
Participe e ajude a equipar os nossos Bombeiros!
Mais informações na página de internet do Quartel Electrão e também no portal do Município de Viana do Alentejo.
B. Borges
E-mail do Alcáçovas
alcacovas_hoje@sapo.pt
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